História As Memorias de um paranóico - Capítulo 1


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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Personagens Originais, Reita, Ruki, Uruha
Tags Aoiha, Miyavi, Reituki, Uruki
Exibições 51
Palavras 1.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hola muchachos y muchachas. Antes de tudo, espero que vcs gostem da minha fic. A foi feita com tanto carinho pra vcs leitores.
Boaje e boa leitura.

Capítulo 1 - Cap.1: lágrimas de sangue.


Fanfic / Fanfiction As Memorias de um paranóico - Capítulo 1 - Cap.1: lágrimas de sangue.

Cap1: Lágrimas de sangue
 
 Pelo canto dos olhos, Takashima Kouyou observava a mãe preparar o lanche da tarde. Observava a barriga  saliente da mãe, imaginando como seria seu irmão mais novo, depois que nascera. Seus olhinhos de criança brilhavam em demasia por curiosidade.   "Será que é homem?" Pensou, ainda sem tirar os olhos da barriga da mãe.

  -Está pronto Kouyou! -Disse sua doce genitora pousando um prato de torradas sobre a mesa.

  O menino de apenas seis anos, degustava sua terceira refeição do dia. Sua mãe sentara na cadeira frente a ele  o fitando com um orgulho materno. Ela portava uma calma agradável, que o garoto se sentia bem em te-la por perto. Porém todo aquele clima de paz se desfez com um estrondo na porta. Era como uma surra na inocente madeira que impedia qualquer intruso.
 
-Abre , mulher! -Disse uma vós abafada por trás da porta, que estava um tanto irritada. -Abre!
 A estrutura da mulher estremeceu. Seu rosto perdeu a cor por consequência do medo que surgira. Logo ela fitou o filho que parecia feliz em ouvir a voz do pai - cujo sua ingenuidade não o permitice perceber que a citação não era agradável. O menino olhou para ela com um tom radiante, e um afável sorriso no rosto. Ela fechou os olhos e abaixou a cabeça   como quem queria chorar. Os murros na porta e os gritos continuavam.
 -Vai para seu quarto Kouyou! - Disse a mulher serenamente, agora fitando os olhos do garoto profundamente.

 -Abra, mulher! -Gritou novamente do lado de fora, acompanhados por mais murros. O que fez a mulher encolher os ombros de susto

 -Mais eu quero ver o papai... - Protestou Kouyou indignado. Logo sua mãe se enfureceu.

 -Vai Takashima!!! Anda!
O garoto se levantou e logo sua mãe disse:
 
-Não saia de lá até eu mandar, onegai? -Disse ela preocupada pensando no pior.

 - Onegai. - Respondeu ele, infeliz. Logo se retirou dali e foi para o quarto.
 A mãe correu até a porta e a abriu. Por trás dela havia um monstro raivoso que um dia fora seu amado. Seus olhos arregalados com fúria, deixava a mulher com um pavor horrendo. O homem comessava com passos lentos para dentro de sua casa. Sua mulher, na medida em que ele andara para frente, ela dava passos para trás.
 
  -Quem tava aqui? Por que demorou?! - Indagou ele com ódio. Sua mulher percebera resíduos de pó branco em suas narinas. Sabia que ele estava drogado.
 Ela permaneceu calada.

 -Responda! -Gritou ele é logo desferiu um soco na face da mulher. Na qual caiu no chão com o nariz escorrendo sangue.
Ela se levantou, se arrastou juntamente com sua barriga de cinco meses até a cozinha. O homem foi atrás.

 -Pelo amor de Hide! Pare, Kamijo! Por favor. - implorou ela sendo encurralada entre o "marido" e a pia. -O nosso filho! Pelo bem de... -Sua frase foi interrompida por um tapa em sua face.

 -Não se defenda em filhos,  sua tola! -Disse ele se aproximando do corpo da mulher que lutava para erguer-se do chão. -Você não está cervindo pra nada . Só sabe se fazer de coitada!

Então, foi a vez, que o olhar da mulher se levanta para o homem de modo piedoso. Na qual ele não se compadeceu.

Para se defender, a mulher pegou um copo de vidro, quebrando-o, deixando no mesmo, uma ponta aguda. O homem vinha mais uma vez para agredi-la, quando sua mão foi a auto. Logo em seguida desceu, abrindo uma fenda assustadora no braço de seu "marido". Um grito furioso saiu dos lábios do homem, que abandonara a dor -em consequência do ódio- e disse:

 -Desgraçada! Vai pagar por isso!!
 Logo abriu a gaveta, tirando de lá uma faca.
 O marido abre uma ferida no ombro da mulher. Ela solta um grito assustador. Como de um filme de terror. Em seguida o homem comessa a esfaquea-la. Seus berros chegam nítidos nos ouvidos de Kouyou que escutara todo acontecimento e espiava no alto da escada.
Em um impacto,a lâmina afiada perfura  a garganta da pobre mulher, fazendo-a se distorcer terrivelmente. Mas antes que ela caísse, a lâmina desseu rasgando seu tórax até seu ventre, abrindo-o, deixando que um feto ainda deformado a mostra. Em um instante ela caiu espalhando um tapete vermelho-sangue pelo chão.
 -Maaaaaaaaãe!!! .

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O sol começava a se por, por trás das montanhas. Em uma iluminação dourada, via-se um corpo coberto por uma lona preta, sendo carregado por dois homens que saíam da dentro da casa. Kouyou se debatia, berrava, chorava com toda sua força. Seu choro agudo e melancólico, colocara um ponto de angústia e compadecimento nos curiosos que observava aquela sena tão dramática. Seu rosto tão delicado, se desmanchava em lágrimas. Lágrimas que deixara sua tez encharcada. Ele não sabia o que pensar, mal sabia o tamanho da gravidade que ocorrera. Talvez... chorava por falta da mãe. Sim. Era isso!    Sua necessidade era de te-la rente à si. Mas aquele que diziam ser seu "pai" cortou a raiz daquela uma criança. Quem ele poderia recorrer?

-Pare Kouyou!! - Gritou uma mulher que o segurava pelo braço em quanto ele gritava e tentava alcançar o cadáver da mãe, que era levado pelos dois homens. Era muito semelhante  a mãe do garoto, porém, mais velha. Ela também chorava. -Pare! Pare Kouyou!!

-NÃO! Não deixa! Mamãe!!! -Gritou Kouyou soltando-se das mãos da mulher. -MÃE!!
  Ele correu até aucança-los. E em desespero, agarrou a roupa de um dos homens. Mas novamente, aquela mulher agarrou seu braço fazendo voltar no lugar inicial. Ela pegou os dois ombros do garoto, e o posicionou em sua frente. Pensou em uma maneira de consola-lo. Mas não sabia como. O menino não fazia idéia de onde seu pai estava. Também nem lembrara dele. A essas horas já deve estar bem longe -na verdade ele estava sim.- Havia fugido o mais rápido possível.

Naquele momento, o corpo já havia sido levado. E foi como uma fila de pessoas para comprar ingressos para um show, e descobrem que os ingressos acabaram. Assim foi saindo de um a um, de volta para suas casas. Foi quando a mulher imóvel, agarrada aos ombros de Kouyou, disse com os olhos fixos nos olhos dele:

-Kouyou. - O garotinho soluçava de tanto chorar. - Vai dar tudo certo. Não chore.- Mas mesmo ela tentando consolar o garoto, seu choro começava  a se agravar. Suas lágrimas decíam em coerência com as lágrimas do garoto. Ela mesma estava desconsolada. E não havia nada que pudesse  a consolar a não ser o tempo.
 
-Vovó! E-eu quero a ma-mamãe. -Disse ele em soluços.
 
-Nós dois queremos... -Logo os dois se envolveram em um triste abraço procurando amparo. "Ela se foi". Pensou a mulher. "Minha filha se foi."
Tudo foi rápido demais. Inesperado demais. Mas aquela mulher sabia que aquele homem não era um bom companheiro para sua filha. Mesmo antes deles casarem. Ela sentia um ódio terrível, na qual tentara ouculta-lo em meio aquele abraço.
Kouyou foi morar com a avó em Tóquio. Simplesmente para tentar fugir de traumas inevitáveis.

Takashima Kouyou:

Preste atenção: Estava de tarde. No fim da tarde, para ser mais exato. Eu conseguia ver o sol se pondo pela janela. Meus olhos fixos no céu. Mas, meus ouvidos fixos nas discussões lá em baixo, na coisinha. Um grito. Mais um grito. Mais gritos. Sai correndo para ver o que era. Eu vi um posso de sangue. Muito sangue. "MAAAAAAAAÃE!!" Berrei. Tudo ficou muito escuro. Um par de olhos fixos nos meus. "Vai dar tudo certo Kouyou. Pare de chorar." "Vovó, quero a ma-mamãe."
Tudo ficou escuro de novo...  logo havia um grupo de pessoas vestidas de preto. Olhos vermelhos e os rostos manchados de lágrimas. Um clima fúnebre e terrível... Um caixão decía para debaixo da terra. Eu berrava ao ver aquilo... Novamente... um par de olhos fixos nos meus... "Ela agora está com Hide, Kouyou. Ela está bem agora. Eu via lágrimas saindo por aquele par de olhos... "Mas eu quero ela aqui." Um rosto negro, horrendo tomou o lugar daquele par de olhos. "Mas ela se foi. Acabou. Não tem mamãe. ACABOU KOUYOU. ". Disse a vós desconhecida. Mas assustadora. De novo. Gritos... Minha mãe foi esfaqueada. NÃO!

 -NÃO!!! -Berrei -acordei daquele pesadelo. Mas os gritos não cessavam. -PARE!! MÃE!!
 (Do que adianta gritar, Kouyou? Ela NUNCA vai te ouvir.)
 -Pare!! MAAAAAAAAÃE!!! - Era madrugada. Mais uma madrugada frustrante e assustadora. Eu já chorava de medo. Chorava como uma criança. Na verdade eu estava começando a deixar de ser uma criança. Só tinha onze anos. O que os tratamentos psicológicos adiantavam? Nada. Era como um simples passa tempo. Aqueles gritos    eram horrendos. E não paravam.

Eu rolava na cama tampando os ouvidos, implorando para que ela parace. Mas... ela quem? Minha mãe. Tinha medo, que, talvez ela continuasse viva. E me seguía por toda parte. Não. Ela está morta. Eu vi o caixão desser. Minha deusa! É isso que eu  mereço? -Aaaah!!

-Kouyou! KOUYOU!  O que foi. ACALME-SE! - Logo uma vós suave entrou por baixo daqueles gritos horríveis.

-Vovó!!! Faz ela parar!! Faz a mamãe PARAR!!!
- Oh Kami! -Disse ela preocupada.
Ela correu até mim, com as mãos em minhas costas e lágrimas nos olhos. Ficou um bom tempo tentando me acalmar...
Os gritos cessaram. Tudo ficou em silêncio. Uma paz medonha, mas era melhor do que antes. Enxuguei as lágrimas e olhei para minha vó, envergonhado. Logo ergui meu corpo e lhe dei um abraço.
-Quando isso vai acabar, Vovó? -Falei com a voz abafada em seu ombro. As lágrimas rolavam novamente.
-Eu não sei meu amor. Mas vai ser em breve.

[][][]


Notas Finais


Tá aí o cap. Dêem as opiniões... please... vcs sabem que eu amo vcs. *.*
Tchau amores. Até o próximo.


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