História As Novas Vidas Secretas de Sweet Amoris - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Castiel, Dakota, Lynn, Lysandre, Melody, Nathaniel, Viktor Chavalier
Tags Alexy, Ambre, Amor Doce, Armin, Castiel, Dake, Debrah, Kentin, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Rosalya
Exibições 51
Palavras 3.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Fogueira de Salem


" (...) Mas os demônios estão subordinados a certas influências das estrelas,
               porque os magos observam o curso de determinadas estrelas para invocar os demônios. Portanto,
              eles carecem do poder de provocar mudança alguma num objeto corpóreo, e daí que as bruxas
              possuem menos poder que os demônios."
(Malleus Maleficarum, O Martelo das Feiticeiras)

 

Eu acordei por dois motivos, o primeiro foi a respiração do Castiel soprando minha nuca. Eu já tinha saído de sono profundo e meu corpo estava se preparando para acordar, a respiração dele atrás de mim, já que eu tinha dormido virada para a esquerda com ele me abraçando por trás, só acelerou o processo. O segundo motivo foi um celular vibrando em algum lugar do quarto dele, meu sexto sentido me avisou que aquela não era a primeira vez que alguém estava ligando desde que o dia começou.

Remexi-me na cama e levantei meu tronco para me sentar, mas no mesmo segundo o princeso colocou mais força no braço e me apertou contra si, me impedindo de levantar. Soltei um gemido manhoso com aquilo e Cassy na mesma hora me beijou no ombro.

- Não vai. - ele disse com a voz rouca de sono. - Já tem umas três horas que está tocando mesmo...

- E por que você não atendeu? - virei meu rosto para dar um beijinho de bom-dia nele, beijo este que durou mais do que o planejado.

- Caso você não tenha percebido... - me virei completamente para ficar de frente para ele. - Tem uma garota nua e extremamente atraente deitada na minha cama.

- Você deveria me ensinar essa bruxaria de conseguir ignorar o telefone... - me desvencilhei dele e me levantei. - Mas eu tenho uma menina de dois anos dentro de casa, pode ser uma emergência ou pode ser alguém da escola.

- Pensei que você tinha tirado uma folga hoje, Lynnette. - ele encostou o tronco da cabeceira da cama e cruzou os braços atrás da cabeça, provavelmente Cassy não tinha noção do quanto ele continuava sexy deitado daquele jeito.

- Nós estávamos usando tanta roupa assim, noite passada? - havia um mar de camisas de banda, calças pretas e meias tampando o chão do quarto. Peguei uma camiseta do Castiel e me vesti. - Por que esse quarto está nesse estado? - a pergunta era justa já que, por incrível que parecesse, o Castiel era bem asseado. Quando ele queria, ele lavava a roupa, limpava a casa e cozinhava de forma impecável, vantagens de ter passado mais da metade da adolescência entediado dentro de casa.

- O festival que o seu ex armou. - engraçado como ele ainda, de vez em quando, se referia ao Viktor como meu ex. - Anda me tomando tempo demais para me preocupar com arrumação.

- O resto da casa está limpo.

- É, mas eu passo a maior parte do tempo aqui.

- A maioria dessas roupas estão limpas. - eu disse.

- Eu não sabia o que vestir, tá legal?! - ele cruzou os braços e desviou o olhar de mim. - Por isso espalhei o armário inteiro pelo meu quarto.

Não pude deixar de sorrir. Ah, céus, aquele princeso temperamental que eu arrumei...

- Você ficou com medo que eu não gostasse da sua roupa? - eu disse me sentando ao lado dele e colocando uma mão em cada lado de seu rosto. Ele bufou meio irritado, meio achando graça daquela situação surreal e esotérica, ele, o bad boy, o fodão, o “indiferentão”, preocupado com o que eu ia achar da roupa dele.

- Não, eu só não queria vestir uma camisa de banda pra você falar mal do meu gosto musical. - ele resmungou aquilo do mesmo jeito que fazia quando era adolescente.

- Own, senhor Cassy... - ele quase arrancou meu nariz com os dentes. - Você sabia que estava namorando uma escrota quando tudo começou...

- É, disso eu sabia. - ele sorriu de leve e passou os braços pela minha cintura.

- E agora você vai me contar por que realmente espalhou todas as suas roupas pelo seu quarto?

Dessa vez o suspiro que ele soltou foi cansado, e também meio irritado.

- Eu estava procurando uma blusa... - ele acariciou meu cabelo. - Sabe, uma pelos velhos tempos...

- Você está falando daquela do “Winged Skulls”? - era a única roupa dele que me remetia a “velhos tempos”.

- É. - outros suspiro. - Já que ela sempre foi sua favorita para dormir...

- E onde o item em questão se encontra? - passei o olhar pelo quarto.

- Não está aqui. - ele respondeu de mau humor. - Acho que...

Sim, eu já tinha entendido qual era a questão ali. Para a minha alegria de evitar aquele momento constrangedor onde aquela filha da p... Bendita se metia de novo entre nós dois, mesmo não estando aqui e mesmo sem que nenhum de nós dois a traga intencionalmente para a conversa, eu percebi que o celular estava vibrando detrás do travesseiro do Castiel. Claro que o diálogo começou por que eu perguntei sobre o estado do quarto do Castiel, mas como é que eu ia saber que em menos de vinte frases a conversa acabaria na Debrah?

Enfim, era o meu.

- Alô. - novamente o Castiel colocou uma mão atrás da cabeça e com a outra ele ficou passando os dedos preguiçosamente pela minha coxa. - Eu estou de folga hoje, professor Boris, a professora Delaney concordou em trocar comigo... A matéria dela atrasou por causa do incidente dos garotos que tentaram cheirar o gás dentro de um tubo de ensaio. - tive que me controlar para não dizer os “imbecis” no lugar de “garotos”. Cassy soltou um risinho por causa daquela história.

O som de outro celular tocando naquele quarto se fez ouvir, pela música grunge horrorosa que era o toque, com certeza era o celular do Castiel. Ele soltou o ar impaciente, jogou os lençóis para o lado e se levantou, arrastando-se pelo meu lado da cama até se levantar para garimpar um dos aparelhos mais importantes da vida no século vinte um. Acabei me distraindo com a Odisseia do Cassy se levantando e não escutei o que o Boris tinha acabado de me falar.

- Perdão, eu não entendi.

- Nós precisamos da senhorita na escola o quanto antes. - havia um tom cuidadoso por detrás da alegria costumeira na voz do tio do Dake.

- Professor, hoje é meu dia de folga...

- Eu entendo, minha cara, mas é que nós estamos numa emergência...

- Que tipo de emergência? - eu me joguei de forma cansada na cama, para ver o Castiel agitado discutindo com alguém no celular, antes que eu pudesse saber do que a conversa dele se tratava, a minha própria chamou a minha atenção de um jeito impossível de ignorar.

- A senhorita Melody... - já vi que vai dar merda. - Achou algumas... - algumas punições divinas pelos pecados que ela cometeu? - Divergências entre os seus relatórios e os materiais pelos quais a senhorita é responsável...

E aquela foi a segunda vez que eu quebrei a tela do meu celular por que o apertei com ódio.

Ah, senhorita Melody, eu quase tinha me esquecido de você. Provavelmente a ex-vice-representante não tem noção da bala que quase desviou pelo simples motivo de, de novo, eu ter esquecido da existência dela. Não importava, a vingança contra a Debrah podia esperar os cinco minutos que demoraria para eu colocar a bela e recatada professora Melody no lugar dela.

X

- Isso é um absurdo. - eu não sei por que me lembrei da noite da colmeia na barraca da Ambre. - Eu não tenho feito nada neste festival além de trabalhar o máximo possível.

Estávamos nós, professores na sala de reunião de Sweet Amoris, a diretora estava numa ponta da mesa, mesa que deveria ter uns dois metros de comprimento, e eu estava na outra, meio sozinha e isolada. As luzes em volta dos outros professores pareciam estranhamente escurecidas enquanto a lâmpada que brilhava em cima da minha cabeça estava irradiando o brilho de mil sóis. Todos os olhares eram na minha direção e todos acusadores ou decepcionados, como se estivéssemos em um jantar e eu tivesse estragado a noite e o gosto da comida soltando uma piada que conseguia ser machista, racista e homofóbica, os três, ao mesmo tempo em que cuspia nos pratos de todo mundo.

Gostaria de saber de onde eu tiro essas metáforas.

- Isso é inegável, senhora Shermansky. - o titio Boris era o único ali que não me olhava como se meu destino fosse uma fogueira de Salem... De novo, da onde é que eu tiro essas coisas? - Todos nós fomos professores da senhorita Lynn, todos nós sabemos como ela é dedicada...

- Nós não estamos crucificando ninguém, senhor Boris. - isso foi a diretora. - Só estamos pedindo esclarecimentos para a senhorita Lynn.

- De onde eu estou parece muito com uma acusação, diretora. - ah, eu não conseguia me segurar.

- O fato é que a senhorita era responsável pelos materiais. - ela disse com aquela voz firme de professora acostumada a lidar com alunos escrotos. - E os seus relatórios estão em desacordo com os que vêm do grupo Chevalier.

- Como é que é?

- Por exemplo, dois dias atrás. - ela baixou o olhar para umas folhas. - Você anotou que recebemos mais duas novas “Caixas de Som Amplificadoras Multilaser Trolley, Sp2000” de 150w. - ela leu o nome inteiro, eu juro. - Sendo que nos relatórios do grupo Chevalier, nós deveriamos ter recebido quatro.

- O que?! - eu fiquei estática.

- A senhorita poderia explicar o que aconteceu aqui?

- Ela deve ter marcado errado, senhora Shermansky. - titio disse com ternura. - Ou isso deve ser algum engano.

- Esse engano está “acontecendo” desde o começo do festival. - a diretora falou. - Nós só notamos a falta de alguns dos equipamentos agora, não temos uma noção completa do quanto falta, mas isso pode acarretar um prejuízo que arruinaria o festival e a nossa reputação como escola...

Alguém está vendo isso? Alguém está vendo a infâmia sendo feita contra minha pessoa agora? Alguém vê esse disparate, essa calúnia, essa difamação, aleive, detração, essa maledicência contra minha pessoa?! Contra mim?! A única professora naquela escola que aguentava o Erik?! Contra a palhaça que ficava todo dia até oito horas da noite naquela pocilga de escola checando caixas, caixas e mais caixas, só para verificar se estava tudo certo e nos conformes?!

- Vocês estão me acusando de estar roubando?! - eu disse boquiaberta e ultrajada.

- Ninguém falou nada disso, senhorita Lynn. - a Delaney falou.

- Ninguém precisa me falar nada, professora, eu sou muito inteligente e consigo entender sozinha. - eu olhei para todos eles. - Por que diabos eu roubaria caixas de som?!

- Não foram só caixas de som que se fizeram ausentes, mas todo esse equipamento é muito caro, senhorita Lynn... - a diretora disse.

- Sabe, realmente isso aqui não parece uma acusação... - cruzei meus braços. - E sim uma calúnia feita contra uma professora inocente!

- Nós estamos pedindo uma explicação, senhorita Lynn. - a Delaney falando. - Você não precisa ser agressiva...

- Oh-ho, a senhora não sabe o quanto eu posso ser agressiva quando me acusam de roubo. - de novo, minha boca imensa não conseguiu se segurar e esqueceu que eu estava lidando com adultos ali, e não com adolescentes idiotas ou com o Castiel.

- O que isso deveria significar, mocinh... professora?! - bonitinho que ela tenha tido a decência de se corrigir para não me tratar como uma adolescente na frente de todos os outros professores.

- Isso tudo é um absurdo! Eu tenho planos pra depois dessa escola, por que eu estragaria tudo roubando e ainda mais desse jeito tão estúpido?!

- Senhoras... - o titio Boris disse apaziguador.

- O fato, senhorita Lynn é que os relatórios estavam...

- Sob minha responsabilidade, já entendi. - huh, achei que eu ia morrer com o olhar que a diretora me deu. Deve ser assim que o Castiel se sente quando me interrompe e eu o encaro de um jeito homicida. - E eu estou dizendo que isso tudo é um absurdo, eu não roubei nada!

- Então que explicação a senhorita dá para as coisas que sumiram? - a Delaney falou.

- O que vocês querem que eu faça? Dê um registro da minha conta bancária para provar que eu não estou enriquecendo ilicitamente?! - a única coisa que minha conta no branco provaria era a minha miséria.

- Você não está levando isso a sério, senhorita Lynn.

- É muito difícil levar qualquer coisa a sério quando se é acusada injustamente...

- Não faça o papel de vítima, senhorita, há provas indicando, no mínimo, a sua negligência. - a Delaney não vacilou nem um momento por causa do olhar assassino que eu lancei a ela. Respect, de uma fêmea dominante para a outra.

- Coisa que eu também não fui. - negligente, no caso.

- Isso é sério, senhorita Lynn. - a diretora disse. - As consequências que podem recair sobre você são extremas e não me dão nenhuma alegria. - do que é que essa mulher estava falando?! - Nós não contatamos o grupo Chevalier por que esperávamos resolver isso dentro da escola e sem nenhum alarde.

Belo trabalho fazendo isso... Dessa vez eu consegui me controlar.

- Eu deveria agradecer por isso, diretora? - por pouco tempo, lógico.

- Cuidado com sua atitude, senhorita... - isso foi a Delaney. Um momento para observar que, até então, só fêmeas dominantes estavam falando naquela mesa. O senhor Faraize estava encolhido na própria cadeira implorando para acabar logo, a Melody fingia que nada daquilo era do interesse dela e os demais professores começaram a ficar desconfortáveis depois que eu comecei a rebater as atrocidades jogadas contra o meu nome e a minha postura profissional.

É sério?! Eu?! Acusada de roubar caixas de som?! Claro que dinheiro não era algo que eu acumulava na minha vida, eu gostava mais de acumular drama e conhecimentos aleatórios sobre animais exóticos, mas eu também não me importava com aquilo. Além disso, em três segundos eu consegui pensar em maneiras muito melhores de desviar dinheiro daquele festival, roubar caixas de som e equipamentos profissionais era o mais imbecil de todos eles. Sério, quem é que não suspeitaria se uma professora, do nada, aparecesse numa loja carregando quatro caixas de som, que valem o preço de uma prestação do meu carro, querendo vendê-las?

Enquanto a diretora me dava um sermão, céus eu ainda os escutava mesmo depois de seis anos de formada naquele lugar, o celular da Melody, que estava sobre a mesa ao lado dela vibrou, e isso atraiu meu olhar para a ex-vice-representante. Por um milagre divino eu esqueci minha raiva de ter sido acusada daquele jeito e me lembrei que quem tinha, magicamente, achado as divergências entre os meus relatórios e os do grupo Chevalier tinha sido a bela, recatada e do lar noiva do Nathaniel.

Oh-ho, meu sangue ferveu quando percebi aquilo. De ódio, rancor, ira, vontade homicida de mutilar a gargante de alguém com os meus dentes, mas também de alegria. Foi nesse momento, quando o olhar da Melody e o meu se encontraram, que eu vi a resposta para todos os meus problemas.

- Sabe de uma coisa, diretora? - eu puxei meu celular da minha bolsa. - Eu concordo com a senhora e com todos vocês, tem alguma coisa muito errada nisso tudo.

Houve uma exclamação ao perceberem a minha mudança de postura para uma maluca completamente na defensiva para a maluca cooperativa.

- É mesmo, senhorita Lynn?

- É. - eu olhei pra Melody, ela me retribuiu como uma gazela olhava para um leão antes de ser devorada, com desespero. Sim, ex-vice-representante, eu já tinha sacado tudo ali. - Muito errada.

A Melody arregalou os olhos prevendo o que eu falaria em seguida.

- O que fazemos então, senhorita Lynn? - fuzilei a Melody por mais uns segundos e depois me virei para a diretora sorrindo.

- Eu não sei o que está havendo aqui, diretora Shermansky, mas eu vou ficar feliz em cooperar para resolvermos isso. - comecei a discar meu celular. - Vou inclusive, pessoalmente cuidar disso para a senhora. - coloquei o celular no ouvido.

- O que ela está fazendo? - a Delaney perguntou.

Hora de chamar a cavalaria.

- Viktor, estão me acusando de ter roubado equipamento do festival. - outra exclamação geral. - Claro que não seu idiota... Aham... Aham... - chequei uma ponta dos meus cabelos. - Não sei do que você está falando... - segurei uma risada, mentira eu sabia sim. - Onde?!

- CAHAM. - isso foi a Delaney pigarreando para chamar minha atenção.

- Claro... Claro. - só para esclarecer, ele estava me contando que alguém trocou as vitaminas dele por laxante, ele ficou preso dentro de um banheiro com as calças... Arruinadas e a única pessoa que não o roubou, quando ele dava dinheiro para alguém comprar uma calça nova, foi um transgressor sexual interessado no corpo dele. - Tudo bem, te vejo mais tarde.

Desliguei o celular e encarei os professores de Sweet Amoris com a cara mais lavada do mundo.

- Senhorita Lynn? - o tom da diretora pedia uma explicação.

- Ah sim, eu acabei de ligar para o herdeiro... - falei isso olhando pra Melody. - Do grupo Chevalier e ele disse que não pretende cancelar o evento ou fazer acusações antecipadas, mas que investigará pessoalmente... - de novo, olhando para a Melody. - O que está acontecendo aqui...

- O-o que?! - isso foi a bendita da ex-vice-representante se pronunciando pela primeira vez naquela reunião.

- Oh, creio que a senhora não se lembra, diretora. - eu disse sorrindo para a confusão da senhora Shermansky. - Não? Que o principal finaciador desse evento é meu amigo de infância? - pela cara da Melody ela com certeza tinha se esquecido. - Pois é, eu tenho certeza de que ele vai investigar cada pedra dessa escola antes de me acusar de qualquer coisa...

A última parte dessa conversa, curiosamente, durou uns cinco minutos. Cinco minutos, trezentos segundos, para eu mostrar para a doce, adorável e mentirosa professora Melody que eu não era nenhuma otária e onde é que era o lugar dela.


Notas Finais


Alô, alô graças a Deus

Genteney, perdão por demorar pra postar ._. eu ando com muita coisa pra estudar, nesse final de semana eu saí pra comemorar o aniversário de uma amiga, fiquei bêbada, um coala me atacou e... Enfim, acontece com todo mundo '-'....

Acho que não tenho mais nada pra falar o.ô

Obrigada por ler :3


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