História As Novas Vidas Secretas de Sweet Amoris - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Castiel, Dakota, Lynn, Lysandre, Melody, Nathaniel, Viktor Chavalier
Tags Alexy, Ambre, Amor Doce, Armin, Castiel, Dake, Debrah, Kentin, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Rosalya
Exibições 118
Palavras 3.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente ._. essa espera do ep 32 de amor doce tá quase me matando

Capítulo 5 - Enfermeira Ratched


"Enfermeira Ratched é uma sociopata, tirana, cruel e sádica mulher que controla seus pacientes com punho de ferro. Ao ser contrariada por algum deles, de forma sutil usa seus métodos de humilhação como punição."

 

Dois anos atrás eu e o Castiel tivemos uma briga feia. Feia mesmo.

Faltava uma semana para eu apresentar meu trabalho final de curso, ele já estava trabalhando como guitarrista em uma banda e também estava fazendo os trabalhos finais da faculdade. Nós dois estávamos estressados, cansados e longe de casa e isso foi um dos fatores que nos fazia brigar quase todos os dias enquanto estávamos na Austrália. Porém aquela briga começou comigo, no momento em que eu decidi que faria meu mestrado.

Eu seria injusta se dissesse que o Castiel não tinha motivos para se revoltar comigo. Ele tinha aguentado muita coisa durante minha graduação. Por causa das pesquisas e dos trabalhos eu passava mais tempo viajando do que na universidade de Sydney, imagine como isso o fazia se sentir, justo ele que se mudou para longe dos amigos e da família só para ficar comigo. Quando eu voltei do Quênia, do meu emprego temporário no orfanato de elefantes, ele quase chorou de alegria por que pensou que aquilo tudo tinha acabado, os empregos malucos, as minhas viagens, as vezes que eu ligava para ele de cima de uma maca de hospital para avisar que eu tinha sido picada por uma cobra ou atacada por um Ratel Africano. Pela misericórdia de Odin, não foi só uma vez.

No fundo, bem no fundo, eu não fiquei brava por ele ter transado com a Debrah, melhor, eu não fiquei impressionada. Eu tinha sido muito egoísta com ele nos últimos quatro anos, muito mesmo, houve semestres em que eu simplesmente aceitava ir passar um mês num barco seguindo baleias sem nem avisar alguma coisa pra ele. Não, eu não fiquei com raiva, eu fiquei triste e quase sufoquei de tanto chorar, mas não fiquei com raiva.

Com raiva eu fiquei depois, mas tudo isso vai fazer sentido depois. Eu devo dizer que essa história não começou quando eu voltei para Sweet Amoris, mas sim quando um acontecimento bizarro ocorreu na minha tarde de sábado, depois que eu completei um mês como professora.

X

- Aiai, minha valquíria. - eu falei tirando a Collette da cadeirinha e a colocando no chão, dentro do chiqueirinho dela. - O que vai ser agora? Wagner? Mozart? - ela nem estava me escutando, aquela ingrata, já tinha achado o akita de pelúcia que o Viktor deu para ela e me ignorado completamente.

- Bem, nada diz “soneca depois do almoço” melhor do que Fantasia para un Gentilhombre. - coloquei a música para tocar no celular, ligado às caixinhas de som e liguei o ventilador na direção do chiqueirinho da Collette. - Depois não reclame se você só gostar de compositores latinos e ficar entediada com os clássicos. - beijei o topo da cabeça dela e me deitei no sofá. - Calor do inferno.

Minha intenção era dormir um pouquinho, aproveitar a soneca que a Collette tirava depois do almoço, para depois começar a elaborar as provas de diagnóstico que a diretora me pediu para o primeiro, segundo e terceiro ano. O cenário estava bem confortável, apesar do calor. A Collette já estava ressonando tranquilamente dentro do chiqueirinho e o ventilador espalhava um cheiro perfumado, cheiro do damasqueiro japonês que o Viktor me deu um milhão de anos atrás, pela casa.

Eu já estava entrando em sono profundo quando uma batida violenta me acordou. Eu despertei no susto, alguém estava batendo na porta do meu apartamento e parecia bastante determinado. Assumi que deveria ser o Viktor. Levantei ainda meio que balançada por conta da sonolência e cometi o erro de não olhar pelo olho mágico antes de destrancar a porta.

Nunca, em meus vinte e três anos de vida, eu conseguiria adivinhar quem estava atrás daquela porta antes de eu abri-la.

Era a Ambre. A Ambre bêbada.

- Você... - ela disse com a voz embriagada e se apoiando no vão da porta. - Você... Você arruinou minha vida!

Eu fiquei tão chocada que acho que meu coração parou.

- Meus pais... - ela entrou no meu apartamento, mesmo sem eu deixar, cambaleando como uma prostituta drogada. - Estão se divorciando por sua causa...

- Seus pais podem ir direto pro inferno. - eu falei.

- E o Casty... - HÁ-HÁ. - Terminou... Terminou comigo só por que você voltou! - ela tropeçou entre as pernas e quase caiu, quase para o meu desgosto. Como é que essa idiota sabia onde eu morava?!

- Ambre se você não sair da minha casa eu vou te jogar pela janela.

- Você... - ela soluçou. Dava pra sentir da Austrália o cheiro de álcool na Ambre. - Por que você consegue tudo o que quer? Você é só uma vagabunda e...

No mesmo segundo a Collette acordou chorando. Ótimo, vou matar essa desgraçada de verdade agora. Quando eu voltei meu olhar para a Ambre ela soluçou de novo e se inclinou para vomitar tudo o que tinha consumido nos últimos três dias na minha blusa.

Filha da puta.

- Eu... - pausa para respirar. - Eu aposto que você já se arrastou pra ele... - levantei minha cabeça para o teto e suspirei. - E...

Ela não terminou a frase por que escorregou no próprio vômito, caiu e acabou desmaiando. Para o meu ódio, não tinha nenhum sangue saindo da cabeça dessa idiota. Olhei para minha blusa suja de vômito e depois olhei para a Collette. Ela parou de chorar e riu de mim. Pelo visto essa menina herdou meu humor cruel e meu gosto por ver gente se fodendo.

- Ah céus. - eu tirei minha blusa, fui até a área de serviço e a joguei no cesto de roupa suja. Quando voltei a Ambre ainda estava deitada no chão. Os olhos dela estavam fechados, mas ela estava balbuciando alguma coisa no sono bêbado dela. - Espere um pouco, minha valquíria.

Eu arrastei a Ambre até o banheiro e liguei o chuveiro em cima dela. Foi um suplício enfiar ela dentro do box ainda meio desacordada. Depois limpei o vômito da sala e remexi na bolsa dela até encontrar o celular. Achei o número do Nathaniel, o bendito não atendeu. Claro que não, ele estava numa trilha, provavelmente não havia sinal de telefone lá.

É nessas horas que é ruim ser uma pessoa maravilhosa como eu. Eu não ia ligar para os pais dela, “alô senhor espancador de adolescentes, venha até aqui na minha casa buscar sua princesa bêbada desmaiada no meu chão”, tanto a Li quanto a Charlotte moravam fora da cidade agora e eu preferia levar uma facada no coração a ter que falar com o Castiel. O Viktor estava viajando, assim como a Rosalya, que tinha ido para a fazenda dos pais dos irmãos fofura passar o fim de semana.

A sensação de tirar a roupa da Ambre, colocar as minhas nela sem ter ninguém além de uma menininha de dois anos para dar apoio moral é indescritível. Como eu sou uma pessoa maravilhosa eu não podia simplesmente largar ela dentro de um táxi à mercê da vontade do motorista.

A sensação de enfiar essa desgraçada quase desmaiada dentro do táxi carregando a Collette também foi indescritível.

De toda forma, Nathaniel me disse uma vez que a Ambre estava dividindo um apartamento com uma garota da mesma agência de modelos que ela em um prédio que ficava há meia hora de onde eu morava. O taxista deve ter pensado que eu tinha ido num bar arrancar a minha esposa bêbada de lá enquanto segurava nossa filha. O olhar que ele me deu, olhar de “pobre criatura, como a vida anda te tratando?”, também foi indescritível.

Quando chegamos lá a Ambre já estava desperta o suficiente para balbuciar o andar e o número do apartamento, mas, ainda assim, ela ficava com a cabeça baixa e mal abria os olhos. O zelador me deu o mesmo olhar que o taxista quando nós duas passamos pela recepção. Foi um saco arrastar a idiota bêbada enquanto eu a apoiava com o meu corpo e puxar a Collette pela mão para ela andar com a gente.

- Ambre, cadê a sua chave? - foi só pararmos no corredor que a idiota deu um jeito de sentar apoiada na parede resmungando. - Inacreditável. - eu tomei a bolsa dela e comecei a remexer. - Eu devo ter salgado a Santa Ceia, por Odin, que jeito maravilhoso de passar o sábado.

- Eu odeio você. - ela resmungou.

- Vai se danar. - achei as chaves e destranquei a porta. Um fedor horrível invadiu minhas narinas quando eu abri a porta, mas eu não me importei. Modelos não deveriam ser muito aplicadas à afazeres domésticos. Depois de trinta segundos quando eu vi que a Ambre não ia levantar sozinha, eu soprei o ar, levantei a palhaça pelo braço e a arrastei apartamento adentro.

Estava um cheiro horrível dentro daquele lugar, tão forte que até a Ambre acordou depois que eu a joguei em uma poltrona.

- Meu Deus. - ela disse tampando o nariz. - O que você fez com a minha casa?!

- Eu sei o que você não fez, pelo visto, limpou. - alcancei o interruptor e a luz da sala foi acesa.

O apartamento não parecia especialmente sujo ou coisa do tipo, a colega de quarto da Ambre estava deitada no sofá. Parecia dormir sem sequer se importar com o cheiro.

- Alice, o que diabos você fez aqui?! - a Ambre perguntou para a colega dela. - Alice?! Vai fingir que não está escutando?

Tinha alguma coisa estranha com a Alice.

- Alice?! Sua engraçadinha. - a Ambre levantou ainda meio que cambaleante e começou a chacoalhar a Alice. - Responde sua idiota!

Depois de um minuto da Ambre insistindo, eu notei que Alice tinha a pele muito mais pálida do que o que seria considerado normal e que não havia resposta nenhuma por parte dela mesmo com a Ambre berrando na cabeça dela com um bafo de álcool que acordaria uma múmia. Quando a Ambre se cansou e se afastou eu fui até a Alice e a peguei pelo pulso para verificar uma coisa.

Esse tipo de coisa só acontece comigo.

X

- Eu não acredito que você não percebeu que ela estava morta.

- Mas como é que eu ia saber?! - a Ambre retrucou. - Ela só ficava deitada dormindo o dia todo!

- Ela estava morta há três dias! - eu falei. - Ninguém dorme três dias seguidos a não ser que tenha morrido ou entrado em coma!

- Pare de gritar comigo! Não é minha culpa!

Alguém aí poderia me responder por que esse tipo de coisa acontece comigo? Alguém, algum ser pensante nesse universo, nesta terra linda criada por Deus, consegue achar uma explicação que sirva para dar algum sentido no dia que eu estou tendo? Por que eu tenho que lidar com uma defunta que eu nem conheço e com a Ambre bêbada ao mesmo tempo? Esse tipo de coisa imbecil só acontece em filmes e em fanfics de merda. Essa situação toda é tão ridícula que é um caso de rir para não chorar.

Depois que a gente percebeu que a Alice estava morta, foi todo um inferno que se desencadeou, como se o dia já não estivesse infernal o suficiente. A Ambre vomitou de novo, a Collette começou a chorar e acabou que fomos parar na delegacia para prestar depoimento. Depois de ficar lá três mil anos, a Ambre começou a vomitar descontroladamente, pelo menos dessa vez não foi em mim, e desmaiou de vez. A policial que estava pegando nosso depoimento se compadeceu da situação e nos levou no hospital. Daí mais três mil anos até alguma alma bondosa enviada dos céus atender a Ambre para ver que ela estava bêbada, diagnosticar desidratação por álcool, que médico brilhante, e colocar ela num leito tomando glicose na veia. A palhaça aqui no lugar de ir embora duma vez simplesmente pegou uma cadeira e se sentou ao lado do leito até a idiota acordar pra me xingar.

- Eu não acredito que toquei num cadáver. - a Ambre resmungou. - Que nojo.

- E eu não acredito que você vomitou no meu apartamento. - eu falei.

- Nem vem que isso é tudo sua culpa! - ela falou.

Vou sufocar essa menina com o travesseiro.

- Ah claro, fui eu quem enfiou uma garrafa inteira de uísque barato pela sua garganta. - eu falei.

- Tudo começou quando você voltou! - ela falou. - O Castiel simplesmente terminou nosso namoro e nem fala mais comigo!

- O que eu tenho a ver com isso?! - a culpa não era minha se o Castiel era um ex idiota.

- Não se faça de sonsa! - ela se não fosse pela agulha enfiada no braço dela, tenho certeza que a princesa já teria voado no meu pescoço. - Você deve ter se oferecido pra ele e por isso ele terminou comigo!

- Tem dez milhões de lugares em que eu gostaria de estar agora, mas não, imagina, eu tinha que vir aqui socorrer essa idiota bêbada. - eu resmunguei.

- Isso não é justo! - ela disse. - Você teve sua chance e você estragou tudo! - senti mágoa na voz dela. - Eu aturo tudo o que ele faz e mesmo assim ele terminou comigo só por que você apareceu!

- Do que você está falando?

- Você é surda?!

- A parte do “aturo tudo o que ele faz”. - eu disse. - O que é “tudo”?

- Ah o que te importa. - ela falou emburrada e me virou a cara. - Você só se importa consigo mesma. - olha quem fala.

- Ótimo jeito de falar com a pessoa que te levou bêbada até em casa. - eu falei.

- Eu não pedi sua ajuda!

- E mesmo assim desmaiou no meu apartamento!

- Silêncio, vocês duas. - isso foi uma enfermeira, velha e maligna como a enfermeira Ratched. - O seu namorado está aqui, senhorita.

- O que? - a Ambre falou.

A enfermeira deu lugar para que o Castiel pudesse aparecer. É, eu sei, esse inferno todo que eu passei para ir na casa da Ambre foi para evitar ter que ligar pra ele, mas eu não tive outra opção quando tivemos que vir para o hospital. Alguém ali tinha que ficar com a Ambre e já estava anoitecendo, eu precisava levar a Collette pra casa.

- Casty! - a Ambre disse alegremente. - Você veio por mim!

Castiel esperou a enfermeira ir embora para terminar de processar a situação.

- A Lynn me ligou contando uma história bizarra dizendo que alguém morreu... - ele falou intercalando o olhar entre nós duas. - Quem diria ver vocês duas juntas sem uma tentando matar a outra.

- Ah, que bom que você está aqui! - ela falou sorrindo. - Eu não tenho mais que aguentar essa idiota.

- De novo, de nada por te carregar bêbada até aqui. - eu falei me levantando. - Tchau para vocês dois.

- Lynn, espera aí. - ele me parou me segurando pelo antebraço, pude escutar o gritinho interno de ódio da Ambre há milhas de distância. - O que... O que diabos está acontecendo aqui?

- Eu já falei Castiel. - eu disse me soltando. - A idiota apareceu bêbada na minha casa e desmaiou...

- Ei! - isso foi a Ambre.

- Aí eu a arrastei pro apartamento dela, chegamos lá a colega de quarto dela estava morta, fomos pra delegacia, a Ambre vomitou numa lixeira e aí viemos pra cá.

Ele ficou uns quinze segundos me encarando com a boca aberta como se fosse um retardado.

- O que?

- Ah, céus. - revirei meus olhos.

- Com licença. - isso foi outra enfermeira. - Desculpe incomodar, mas a creche do hospital fecha às sete, senhorita, e você não pode ficar com crianças aqui dentro da ala dos pacientes.

- Como é que é? - isso foi o Castiel.

- Tudo bem. - a Collette apareceu detrás das pernas da enfermeira para vir me abraçar e pedir colo. Fiz o que a mocinha pediu e a peguei no colo, parecia que eu não a via há milhões de anos. - Nós já estávamos saindo, não é minha guerreira de Odin?

Escutei o Castiel engasgando e quase morrendo, quase para o meu desgosto.

- Lynn... - ele falou depois de tossir umas vinte mil vezes e recuperar o controle da própria garganta. - Quem é essa menina?

- “Essa menina” é a Collette. - eu falei apertando a Collette.

- Que nome esquisito. - a observação super produtiva veio da Ambre.

- Você vai desejar estar bêbada e anestesiada se repetir isso de novo. - eu falei.

- Quantos... - ele engoliu em seco. - Quantos anos ela tem? - por que esse idiota quer saber?

- Dois, não que isso seja do seu interesse. - ele arregalou os olhos e, pela expressão dele, pareceu ter tido um AVC.

- L-Lynn?! - ele disse. - Essa garota...

Meu celular estava tocando, adoro quando isso acontece enquanto estou falando com gente que eu odeio.

- Alô. - era o Viktor me avisando que já tinha voltado de viagem. - Graças a Deus, venha me buscar no hospital e eu juro que te dou todo o dinheiro que eu tenho. - não que isso fosse fazer diferença pro Viktor. - É uma história imensa e eu não quero falar disso agora. - olhei para o casal ternura lá dentro. O Castiel continuava boquiaberto e a Ambre me olhava sem paciência, querendo que eu fosse embora logo. - Enfim, adeus para vocês dois e Ambre se você aparecer na minha casa de novo eu quebro uma cadeira na sua cara.

O Castiel me gritou alguma coisa quando eu já estava saindo, mas eu não escutei e por isso eu me arrependo. Se eu tivesse parado para escutar o que ele tinha me dito, eu teria economizado outra cena que aconteceu logo depois.


Notas Finais


Alô alô...

Hellooou! Cá está mais um capítulo na vida de Lynn palhaça, a parte da garota morta no apartamento é uma referência a uma série de youtube que ficou muito famosa recentemente (e que eu adoro), quem acertar qual é ganha uma pergunta, sem restrição, ou seja, pode ser spoiler, respondida sobre a fic. TA-TADAM!

Enfim ._. não poderei responder os comentários hoje, mas amanhã eu os responderei assim que postar o quinto. :3 muito obrigada todo mundo que está acompanhando e comentando, o carinho deixa a Lynn palhaça feliz :3

Obrigada por ler :3


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