História As paixões de July - Capítulo 11


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Categorias Big Bang, EXO, House, Infinite, SHINee, UNIQ, VIXX
Personagens Cho Seung Yeon, D-Lite (Daesung), Dongwoo, Eric Foreman, Gregory House, Hoya, James Wilson, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Kai, KiBum "Key" Kim, Kris Wu, Leo, Lisa Cuddy, Minho Choi, Myungsoo (L), N, Personagens Originais, Ravi, Robert Chase, Suho, Sunggyu, Taemin Lee, Taeyang, Wang Yibo
Tags Bigbang, Daesung, Dongwoo, Dr Eric Foreman, Dr House, Dr James Wilson, Dr Robert Chase, Exo, Hakyeon, Infinite, Kai, Kim Jongin, Kpop, Medicina, Minho, Sangue, Sunggyu, Taemin, Traição, Vixx
Visualizações 144
Palavras 989
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - XI


Já se passou uma semana desde que Chase e eu tivemos nosso ato inconsequente. Não nos vimos ou falamos depois daquele dia. Sei que um pouco da culpa é minha, fujo de situações que acredito não acrescentar na minha vida, então não fiz questão de encontra-lo nos corredores. Além disso, tive uma semana corrida com muitas reuniões “chatices”, odeio perda de tempo, mas, para alguma coisa serviu, sou totalmente independente agora, não cumpro mais horários tendo apenas que estar no hospital em emergências extremas.

Tive então que denominar um dos membros da equipe para responder na minha ausência. Pensei que Raphael seria ideal por suas atitudes e conhecimentos. Andrea se encarregara da tabela de plantões e folgas e Daniel seria responsável pelas burocracias com Internações e planos dos pacientes. Wanda por sua determinação seria o “espelho” para Lysa. Agora sim, equipe formada e com funcionalidade. Apesar de achar esses momentos de “união” de pessoas para “resolver problemas”, tive a oportunidade de então conhecer Dr. Foreman, desde o ocorrido aquele dia no elevador comecei a olha-lo diferente, (*AH! Esqueci de dizer que Jessie, Myrah e *Victoria*(a bebê) estão bem, ainda baixados no hospital, mas aparentemente sem riscos de morte*), voltando ao Dr., via-o agora como um ser humano, lindo por sinal, suas mão perfeitas, sua boca delineada como se tivesse sido desenhada com pincel de ponta fina deixando uma simetria particular cada vez que ele falava, sua pele, (esse é um fato que preciso salientar, não que não goste de homens brancos, eu gosto, se for um cara legal, inteligente, bem-humorado, gosto sim, mas nunca escondi nos tempos de estudo que a preferência são negros e altos, baixos também não ficam de fora se preencher os requisitos descritos acima, não coloquei bonito, isso para mim realmente não importa.), voltando, sua pele, o que já havia me chamado atenção a primeira vez que eu o vi, agora me chamava mais ainda, ele, Dr. Foremam tinha um coração...   

De volta à ativa... Atender na emergência (imaginem: amo trabalhar e cuidar das pessoas seja onde for). Me dirigindo para emergência, tenho o desprazer de encontrar Dr. House, acompanhado pela Dra. Allison Cameron, que conhecia apenas por nome, ela estava de licença resolvendo problemas de família, segundo as “bocas de corredor”.  Fiz minha parte em cumprimentar e me apresentar a ela, que retribuiu o gesto. Quase que atropelando e não dando espaço para mais um a palavra, Dr. House com sua “sutileza”, veio quebrando o gelo de uma forma muito “convencional”.

- A Dra. Cameron é a ex-namorada do Dr. Chase! Disse em tom sarcástico.

Em tom ainda mais sarcástico respondi:

-Acho que terminar foi uma escolha bem sábia da parte dela (já sabia que ela que havia terminado), ela parece estar bem contente! Virei as costas e desci pelas escadas, não queria mais ouvir a voz dele naquele dia.

Resolvi dar uma parada no primeiro andar e visitar o Dr. Wilson no seu consultório, estava com saudade, não nos víamos direito a alguns dias.

Bati na porta e ele mandou entrar, no que abro a porta vejo que há uma paciente em seu consultório, pedi desculpas e disse que voltaria mais tarde. Ele então pediu que ficasse e olhasse alguns exames. Entrei e ele me apresentou a Sra. Ruthy Cosgrowe, depois me apresentou para ela:

-Esta é a Dra. July, ela não é oncologista, mas afirmo a Sra. que as formações que ela tem irão nos ajudar a tomar uma decisão no seu caso.

Examinei cada detalhe de todos os laudos e exames que tinha em minhas mãos, senti pela primeira vez medo, medo de não ter a resposta, medo do diagnostico, medo de errar, de não ajudar. Mas devia ter uma resposta, um parecer. Acabada minha analise, dei minha opinião baseada no material que tinha.

-Sra. Cosgrowe, ao meu ver, a melhor alternativa para a senhora será retirar o tumor, ele ainda está em uma fase que pode ser reduzido em 80%, e acompanhado por químio após a cirurgia ele ainda pode reduzir mais 10%, totalizando 90% de chance de redução do tumor, isso pode ajudar para que não continue se espalhando.

Fui interrompida pela voz calma e doce da Sra. Cosgrowe.

-Eu tenho medo de fazer esta cirurgia, tenho medo de morrer.

-Mas, Sra. se a cirurgia não for realizada, a senhora morrerá, bem antes do que pensa, estamos colocando uma opção que pode lhe dar muitos anos de vida ainda. Quero que pense e diga ao Dr. Wilson, pois se o procurou, é porque confia nele. Despedi-me e sai da sala.

Fiquei cerca de vinte minutos lá dentro, mas foi o suficiente para sair distraída e ser surpreendida pela Dra. Cameron me esperando. –Ops, (disse eu), você me assustou!

-Precisamos conversar, acho que ficou algum ruído quando fomos apresentadas.

Olhei-a no fundo de seus olhos castanhos claros, dava para me enxergar neles, alias toda ela era como uma fonte cristalina, seu jeito meigo e delicado, sua voz clara e macia, seu sorriso parecia tão verdadeiro, tudo combinava com seu rosto aveludado contornado por seus lindos cabelos loiros e lisos. Resolvi então desistir mais uma vez da emergência e fomos até a cafeteria conversar.

Começamos pela rotina no hospital, falamos do café que estava horrível, do horror que aconteceu semana passada, enfim botamos algumas conversas fora até chegar onde ela queria chega, Chase.

-O House tem problemas, você já deve saber. Quanto ao que ocorreu hoje lá em cima, quero pedir desculpas, não sei o que realmente vocês dois tem, mas eu não tenho nada a ver com vocês. Meus problemas com Chase são com ele, não você! Disse ela.

-Eu sei que não partiu de você, acontece que ele quer que tenhamos tantos problemas quanto ele, então ele faz essas coisas. Quero pedir desculpas também se te ofendi dando a resposta para ele! E encerrei o assunto.

Já estava tarde me despedi e fui arrumar minhas coisas para ir embora. 



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