História As paixões de July - Capítulo 15


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - VX


Chegamos em casa pedimos nossa comida preferida (comida japonesa), enquanto esperávamos tomamos um banhos e nos jogamos no sofá. Conversamos sobre as condições da emergência, do atendimento do hospital e outras coisas pertinentes ao então meu trabalho. (Não sei se já citei, mas hoje Eduardo é oncologista e pediatra), mas seu pai quer que ele se especialize. Isso estava tornando sua vida um caos, ele realmente não queria isso.     

-Nossa comida chegou! Pulei por cima do sofá e corri para abrir a porta.

Peguei nossa comida, paguei o rapaz e voltei com nossa “janta” para o sofá, foi quando me veio na mente:

-O hospital precisa de um especialista na cirurgia cardíaca neonatal e pediátrica! Você ama crianças... Pense nisso.

Ele me olhou e apenas acenou a cabeça.

Ficamos um tempo em silêncio enquanto comíamos. Até que a boca grande de Edu foi aberta:

-O que foi aquilo com aquele médico bonitão, achei até que estava rolando algo! Ou melhor, achar é um pouco menos do que todos pensaram na emergência!

Interrompi-o antes que seus pensamentos chegassem mais longe do que estava.

-Nada! Não foi e não será nada! Tivemos uma noite de loucura e nada mais, NADA! Entendeu?

-Sim, entendi! Apenas pensei

-Não pense, só coma!

Voltamos a ficar em silêncio, até que meu telefone tocou, olhei para o display e não reconheci o número, mas atendi poderia ser algo importante. Foi quando ouvi:

-Dra. desculpe ligar para seu celular, sei que é uma indelicadeza da minha parte, porém estou tentando ligar para o Eduardo e não consigo. Cai na caixa direto. Eu me chamo Chin-Ho.

-Já irei passar para ele. Antes que ele terminasse a apresentação.

Pois bem, 20 minutos sem mais perguntas, estava confortável com a situação. Amo ele, mas este instinto protetor me incomoda.

Arrumei a bagunça que havíamos feito na sala antes que o Wilson chegasse, ele não gosta muito de bagunça, isso porque não olhou ainda dentro do meu guarda-roupas...

Eduardo desligou e ficou parado me olhando, esperando que perguntasse algo. (Como sempre. Sabia que ele esperava isso, mas eu nunca perguntei, não seria agora.)

-Terminei de arrumar as coisas vou deitar.

Disse para ele e me retirei. Já estava deitada quando ele entrou no quarto.

-Tome. Seu celular! Obrigado. Posso dormir aqui ou quer que eu vá para o outro quarto?

Só virei a cabeça para o lado dele, dei um sorriso e uma piscadinha (como sempre fiz quando brigávamos). Ele pulou por cima de mim. Escutamos um alto “TLÁC”, e sentimos tudo desabar (sem metáfora ou trocadilhos), desabou mesmo, era uma cama antiga de madeira marrom escuro, estávamos tortos no colchão por cima daquelas madeiras quebradas, rindo, rindo muito, mas muito mesmo. Quando a cabeceira resolveu se soltar do que ainda não havia quebrado. Veio por cima de nós como se fosse uma avalanche, isso doeu bastante!

Não existia horário melhor para o Wilson chegar. Entrou e parou na porta nos olhando naquela situação, ainda rindo, dissemos oi antes de pedir para ele nos ajudar, é claro. Então ele veio levantar a cabeceira.

-Eu devia deixar vocês dois dormirem ai embaixo. O que vocês estavam pensando, pior o que estavam fazendo. Acho que perderam a prática, vou ter que ensinar? Acho que não né?

Saímos, ou melhor, fomos tirados dos “escombros”. Então Eduardo olhou para mim e depois para o Wilson e disse:

-Tio, ele é linda, mas se for para praticar sou mais do Chin-Ho.

Caímos mais uma vez na risada desta vez tínhamos companhia, Wilson. Nossa alegria acabou quando Wilson nos olhou e parou de rir.

-Arrumem e limpem tudo agora. Esta noite dormirão no chão!

Não nos atrevemos de falar do outro quarto. Enquanto arrumávamos ficamos colocando a culpa um no outro. Até que foi legal!

Terminamos tarde, nos jogamos no colchão e apagamos.



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