História As paixões de July - Capítulo 16


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Categorias Big Bang, EXO, House, Infinite, SHINee, UNIQ, VIXX
Personagens Cho Seung Yeon, D-Lite (Daesung), Dongwoo, Eric Foreman, Gregory House, Hoya, James Wilson, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Kai, KiBum "Key" Kim, Kris Wu, Leo, Lisa Cuddy, Minho Choi, Myungsoo (L), N, Personagens Originais, Ravi, Robert Chase, Suho, Sunggyu, Taemin Lee, Taeyang, Wang Yibo
Tags Bigbang, Daesung, Dongwoo, Dr Eric Foreman, Dr House, Dr James Wilson, Dr Robert Chase, Exo, Hakyeon, Infinite, Kai, Kim Jongin, Kpop, Medicina, Minho, Sangue, Sunggyu, Taemin, Traição, Vixx
Visualizações 143
Palavras 934
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


13/06/2012

Capítulo 16 - XVI


Na manhã seguinte fui acordada pelo celular tocando, atendi e era Daniel.

-Dra. July, venha o mais rápido que puder a Wanda piorou!

Pulei rápido do colchão, peguei a primeira roupa que vi pela frente, tomei um banho e me  arrumei. Deixei um bilhete e fui correndo para o hospital.

Entrei direto pela emergência, fui até o leito dela, estava sedada. Verifiquei seu prontuário, ela tivera uma melhora pela madrugada. Como poderia ter ficado naquele estado. Pedi as tabelas de horário, vi que Dr. Foreman estava no hospital e pedi que o chamassem. Enquanto isso, pedi a transferência para um quarto.

Foreman chegou rápido, olhou os prontuários e teve a mesma conclusão, não poderia ter piorado.

Ela foi levada para o quarto e Dr. Daniel solicitou mais alguns exames. Enquanto os exames eram realizados, sentamos para ver prováveis causas. E mais uma vez estava eu olhando para ele, Dr. Foreman, meu sonho esculpido pelas mãos mais perfeitas e detalhistas, parado na minha frente. *Ai July, por favor, se concentra*. Ficamos cerca de uma hora conversando e aguardando os exames complementares. Com os exames em mãos conseguimos então detectar uma bactéria (Helicobacter pylori), bastante comum, presente em quase 90% da população podendo variar sua agressividade dependendo do organismo da pessoa. Assim que detectada Dr. Daniel foi até quarto de Wanda e prescreveu a medicação. Agradeci a Dr. Foreman que acenou a cabeça e se disponibilizou em ajudar sempre que necessitasse.

Olhei em meu relógio, vi que já era quase horário do almoço, fui até o quarto da Wanda para vê-la, ela estava sedada ainda. Desci no consultório do Dr. Wilson, ele já havia saído, provavelmente com o Edu. Então fui comer sozinha, aproveitei para ir ao um restaurante que ninguém gostava, então só comia lá quando desacompanhada. Era bem pequeno, as mesas distribuídas aleatoriamente para as pessoas poderem passar, não tinha decorações na parede, os donos quem nos atendiam (sempre com um sorriso cativante), tudo muito limpo e podíamos ver nossa comida ser preparada, ficava  umas duas quadras do hospital, nunca entendi porque não gostavam de lá. Então, peguei o caminho e fui depressa, estava calor e a roupa que eu havia pego não era propicia para aquele clima, embora fosse de manga curta era preta e com tecido que, por favor, porque eu comprei isso mesmo?

Cheguei no restaurante não havia muitos lugares, eu não sou chata, mas tenho algumas manias, gosto de sentar nos cantos, mas hoje, sentar no meio foi o que me restou...

Sr. Petrik veio me atender.

Dra. quanto tempo! Estou feliz por não ter esquecido de nós. O mesmo de sempre?

Sorri e disse que sim, pensei que tinha que ir ali em um final de tarde comer batata frita e beber umas cervejas com o Edu. Ele irá amar o lugar.

Estava sentada de costas para a porta de entrada, não sei qual o motivo, mas estava!

Aguardava minha comida quando senti uma mão passando de leve em rosto, tive a sensação de ser acariciada por uma rosa. Olhei na direção da mão que chegou a tocar meus lábios quando virei, mas o dono daquele toque me causou arrepios estava do lado contrario, então ele se abaixou  e sussurrou em meu ouvido:

-Negue que não sentiu nada!

Segurei meu desejo de beija-lo e respondi:

-Senti sim, medo, já ia gritar!

-Então porque está vermelha e sua respiração está como naquela noite?

-O que está fazendo aqui? Está me seguindo agora?

Foi quando ele virou e disse ao dono: -O de sempre para mim!

O bondoso Sr. acenou e sorriu.

Então Chase sentou na cadeira vazia na minha frente, fiquei olhando e pensando o quão pretencioso estava sendo. Ao mesmo tempo pensava quanto tempo eu iria resistir, eu realmente estava envolvida. Mas conhecia homens iguais a ele, não queria isso de novo. Eu realmente queria fugir desses relacionamentos. Homens lindos e ricos, isso seria para eu sofrer novamente.

Chase ficou ali parado me olhando, enquanto aguardávamos nossos pedidos, no entanto não consegui encara-lo. Sabia que não conseguiria disfarçar. Meu pedido chegou um pouco antes do dele, tentei comer o mais rápido que pude para ir embora, mas sem sucesso, Chase terminou antes de mim, levantou e saiu em direção do caixa. Não vou negar que fiquei desapontada por ele não me esperar, ao mesmo tempo feliz e aliviada.

Ao me dirigir ao balcão para fazer o pagamento, fui informada que já havia sido pago pelo Dr.

Respirei fundo e agradeci. Ao sair me deparo com Chase me esperando (o que não foi uma surpresa), me convidou para tomarmos um sorvete, olhei no relógio e disse que estrava com pressa. Fui ignorada e puxada pelo braço até uma praça que havia na frente do restaurante. Então acabei sendo “convencida” a ficar.

Sentamos embaixo de uma árvore, perto de umas crianças que corriam. Não chegamos a conversar, ou melhor, não tivemos tempo de conversar, um menininho de uns 4 anos veio correndo e tropeçou, só que desta vez não foi nosso alvo de atenção, ele caiu em cima de mim, mais exatamente de nós, meu sorvete e eu. Chase juntou o garoto, olhou se não havia se machucado, a mãe do garoto correu em nossa direção e desculpou-se. Ficamos numa boa. Era o que eu havia pensado, sentamos novamente e Chase começou a rir quando olhou para mim, então me olhei, estava com o rosto da criança desenhado no sorvete esmagado na minha blusa. Comecei a rir também. Foi aí que abri o caminho e Chase me beijou. Beijo que acendera como se fosse uma lareira que aquecia meu corpo todo.



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