História As paixões de July - Capítulo 6


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Categorias Big Bang, EXO, House, Infinite, SHINee, UNIQ, VIXX
Personagens Cho Seung Yeon, D-Lite (Daesung), Dongwoo, Eric Foreman, Gregory House, Hoya, James Wilson, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Kai, KiBum "Key" Kim, Kris Wu, Leo, Lisa Cuddy, Minho Choi, Myungsoo (L), N, Personagens Originais, Ravi, Robert Chase, Suho, Sunggyu, Taemin Lee, Taeyang, Wang Yibo
Tags Bigbang, Daesung, Dongwoo, Dr Eric Foreman, Dr House, Dr James Wilson, Dr Robert Chase, Exo, Hakyeon, Infinite, Kai, Kim Jongin, Kpop, Medicina, Minho, Sangue, Sunggyu, Taemin, Traição, Vixx
Visualizações 148
Palavras 869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - VI


Mesmo sendo uma linda manhã de primavera estava fazendo um friozinho, entrei rápido para o apartamento ainda sem entender o que acontecera... Ao abrir a porta fui surpreendida mais uma vez pelo “Sol” da minha vida, estava me esperando com bolinhos de queijo e cappuccino de baunilha (meu preferido), sentado na bancada com um sorriso esplendoroso me olhando...

-Bom dia! (disse ele) Soube que tiveram um plantão meio agitado, acho que deve estar cansada e com fome, venha tomar café e conversar um pouquinho antes de deitar.

Olhei para ele tirando meu casaco e pensando ainda no ocorrido durante o trajeto de volta para casa. Respondi:

-Bom dia! Nossa, nada melhor que ser recebida com tanto carinho! É tivemos uma noite cansativa, eu ainda não aprendi a lidar com crianças, acho muito injusto que elas tenham que sofrer.

Não obtive resposta para minha afirmação. Porém o assunto mudou sem eu perceber.

-Gosto da sua jovialidade, do seu otimismo, do jeito que dorme e acorda, gosto seu sorriso, do modo que olha quando te acordo, fico olhando para você e não me canso disso.

Ouvindo estas palavras, me senti em uma montanha-russa que fica sempre de cabeça para baixo. Não tinha o que dizer. Não sabia o que falar. Mas fiquei mais embaralhada quando o ouvi dizer:

-Vendo você tenho vontade de te abraçar e te proteger, assim, como se fosse uma irmã mais nova, não deixar nada, nem ninguém te atingir.

Meu “mundo” desabou! O que eu estava pensando? O que? Aquilo tudo não se tratava... Quer dizer! Minha cabeça agora doía como se estivesse sendo esmagada. Meu orgulho ferido!

Terminei meu café sem pronunciar mais uma palavra, pedi licença e fui para meu quarto.

Dormi durante algumas horas, acordei ainda atordoada com tudo que havia acontecido naquela manhã, levantei tomei um banho e pensei em sair para comer algo, pois já passava da 1:00 da tarde e almoço, seria difícil encontrar naquela região. Saindo do meu quarto havia um bilhete na geladeira (como este povo adora um bilhete na geladeira), tem comida pronta não precisa sair para comprar.

Estava terminando de comer quando meu celular tocou, era o Chase. Atendi a ligação.

-Oi, sou eu, Chase. Hoje, sabe? Acho que aconteceu alguma coisa... Podemos dar uma volta aí na praça para conversarmos um pouquinho?

Estava sem fazer nada mesmo... Aceitei, afinal eu também achei algo estranho!

Não demorou muito ele chegou. Saímos e conversamos sobre muitas coisas, rimos de uma criança que tropeçou e caiu, brincamos com um cãozinho de uma senhora que estava sentada perto de nós, tiramos fotos, corremos atrás de uns pombos, mas não falamos sobre o ocorrido. Enfim, fomos para casa. Chegando lá convidei-o para entrar e tomar um café.

Entramos ainda lembrando e rindo do tombo do menininho...

Ainda estava frio na rua, tirei o casaco e peguei o dele para pendurar atrás da porta Foi quando senti sua mão passando entre meus cabelos e apoiando minha nuca no intuito de eu não recuar, senti sua respiração próxima ao meu rosto, seus lindos olhos me olhado e se aproximando dos meus, como fugir? Sua outra mão entrelaçando minha cintura, foi quando seus lábios, seus maravilhosos e bem desenhados lábios tocaram os meus, tentei resistir, mas larguei os casacos no chão me entreguei naquele beijo. Um beijo que parecia queimar, um beijo que ardia como pimenta. Senti meu corpo adormecer como se estivesse anestesiada. Neste momento não passava mais nada na minha cabeça, só que eu queria me entregar de corpo e alma para aquele homem. Parecia que o tempo havia parado.

Então quando aquele momento acabou, ficamos nos olhando por alguns segundos sem falarmos nada, foi quando o silêncio foi quebrado:

-Acho que nosso assunto já foi resolvido! (Disse ele)

Eu ainda sem entender o que estava acontecendo lembrei dos casacos que haviam caído, juntei-os depressa e disse:

-Olha, não sujou!

 Coloquei os casacos pendurados e fui rapidamente fazer o café sem dar mais chance de qualquer outro imprevisto.

A tentativa de um novo diálogo não foi promissora, pois eu estava fugindo de tocar no assunto. Foi então que meu “anjo” protetor chegou. Surpreso com a visita inesperada foi um tanto rude ao cumprimentar.

Olhou-me com um ar de reprovação enquanto eu preparava o café. Agora que Wilson chegara eu consegui me soltar, então sentamos todos para tomar café e comer alguns pãezinhos que ele havia trazido. Começamos a falar da tarde que tivemos e novamente começamos a rir do menininho que havia caído. Wilson nos contou que não estava bem, havia perdido uma paciente, ele estava triste. Foi quando eu levantei da mesa e coloquei “Fantastic Baby – Big Bang” no Karaokê, puxei Wilson pela mão entreguei um dos microfones para ele, o outro, para o Chase (sou louca então de pagar esse mico), como se fosse uma maluca desvairada fui dançar!

Depois colocamos mais algumas e eu até cantei, o karaokê teve pena de mim e deu uma nota 6,0, disse que está bom, mas posso melhorar... 

Nesta função quando percebemos já era quase 00:00, tínhamos que estar as 7:00 no hospital. Então dei um jeito de mandar o Chase embora sem despedidas.

Dei boa noite para o Wilson e fui dormir. 



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