História As patricinhas da Seireitei - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Scarlet_Wolf

Postado
Categorias Bleach
Exibições 8
Palavras 2.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Tudo de novo? Que saco!


Fanfic / Fanfiction As patricinhas da Seireitei - Capítulo 1 - Tudo de novo? Que saco!

-Ai que preguiça, eu queria mais alguns dias de férias. –Orihime resmungou olhando para o seu relógio de pulso, que marcava oito da manhã.
-Para de reclamar, princesinha. Nós tivemos férias muito divertidas e infelizmente temos que voltar a realidade, mas isso não quer dizer que nossa rotina precisa ser chata e careta, vamos agitar tanto quanto no semestre anterior. –Neliel disse empolgada, que chamava atenção pelos seios enormes expostos num generoso decote. –Você está bem Rukia? Está tão calada desde que voltamos de Ibiza.
-É impressão sua, Nel. Só ando um pouco cansada, nada que você precise se preocupar. –Rukia disse indiferente, olhando no celular. –Hoje o nosso grupinho vai aumentar.
-Como assim? –Neliel e Orihime perguntaram confusas, principalmente Orihime, porque inteligência não era o seu forte.
-São duas lerdas mesmo. As filhas do reitor voltaram ao país depois de um ano fora, e vão estudar aqui na Seireitei. –Rukia explicou impaciente. –Entenderam agora?
-Sim, dona Kushiki. –As outras duas responderam em coro, debochando de Rukia, que fez cara de poucos amigos.
-E você as conhece? –Indagou Neliel.
-Sim, a Seiren e Seline são bem legais. Eu já as conheço tem alguns anos, por causa das festas na casa do reitor Yamamoto. A gente aprontava horrores. –Rukia riu, lembrando-se das amigas. –Meu pai sempre me dava bronca ao chegarmos em casa, e minha mãe me defendia.
-A sua mãe é uma santa, não sei como ela aguenta o professor Kushiki. Aquele cara é um demônio. –Ichigo apareceu do nada, abraçando Orihime pela cintura. Ele estava acompanhado de Renji e Grimmjow, namorados de Rukia e Neliel, respectivamente. –E aí meninas, beleza?
-Oi Ichigo. –As três responderam em coro.
-Podemos saber o motivo para tanta agitação em plena segunda de manhã? –Renji perguntou curioso.
-É que hoje as filhas do reitor começam a frequentar a universidade. –Neliel normalmente.
-Hum, entendi. E como elas são? Quando eu cheguei vi duas garotas conversando bem animadas pelo campus, uma era morena e a outra tinha os cabelos da mesma cor do professor Ichimaru. –Grimmjow perguntou por perguntar.
-As próprias, Seiren é a morena e Seline é a outra. –Rukia comentou empolgada.
-Acho que eu também vi, elas eram bem gostosas. –Renji comentou malicioso.
-Renji! –Rukia disse brava, dando um beliscão no namorado. –Mais respeito com as minhas amigas, e você não quer arrumar problemas com o senhor Yamamoto, ou quer?
-Calma gatinha, eu tava só brincando. –Renji comentou rindo. –E deus me livre arrumar encrenca com aquele velho, só a cara dele dá o maior medo.
-É verdade! –Todos disseram ao mesmo tempo, causando muitas risadas.
O sexteto continuava conversando animado, até que uma dupla se aproximou deles, aparentando querer causar confusão, especialmente a garota.
-Os babacas da seireitei que juram ser os mais descolados do mundo, que patético. –Disse a garota. Ela era baixinha, olhos e cabelos escuros, corpo magro e sem grandes detalhes, e sempre usava coque.
-Ora, ora, o que temos aqui? A nerd da Seireitei, a rejeitada cujo único ser que consegue aturar é o professor Aizen. Tem certeza que nós é que somos patéticos, Momo Hinamori? –Neliel perguntou irônica, fazendo todos em seu grupo darem risada da garota.
-Que garota ridícula, uma pobre coitada que não se encaixa em lugar nenhum. –Rukia comentou maldosa.
-Suas cadelas, vocês não passam de um bando de patricinhas drogadas que só pensam no próprio umbigo, eu ainda me vingo de vocês! –Momo disse furiosa, saindo a passos firmes. Toshiro apenas a seguiu, calado.
-Credo, essa feinha é muito chata. –Grimmjow disse entediado.
-Não passa de uma invejosa, recalcada. –Orihime revirou os olhos, dando um selinho em Ichigo.
-Olha galera, o papo está bom, mas eu acho melhor irmos. –Ichigo disse meio sem jeito, olhando o relógio do celular.
-Tem razão, a primeira aula é com o professor Kushiki, e eu não quero levar bronca logo no primeiro dia de aula. –Renji disse apressado, arrastando Rukia pelo pulso. –Até mais gente!
-Tchau! –Todos disseram ao mesmo tempo, cada um indo para sua sala.
Em sua sala o reitor Yamamoto iniciava mais um dia rotineiro de trabalho. Ao ver sua secretária trazendo uma pilha de relatórios, soltou um longo suspiro de desânimo.
-Bom dia senhor Yamamoto. –Disse a secretaria de forma simpática. Ela era alta, loira, olhos azuis grandes e brilhantes, lábios carnudos e bem pintados de gloss cor de rosa. O cabelo estava preso em um coque simples com alguns fios caídos na frente, e ela usava um terninho cinza com camisa branca, sapatos pretos de salto médios. Por onde passava chamava a atenção por causa de seu corpo curvilíneo e seios fartos, que apesar da roupa discreta e formal, marcava perfeitamente cada detalhe de sua silhueta.
-Bom dia Rangiku. –O velho Yamamoto disse rabugento. –Tem notícia das minhas filhas?
-Seiren está no hospital universitário sob a supervisão da doutora Unohana, e Seline foi vista na cafeteria trabalhando em seu notebook. São as informações que possuo até agora. –Rangiku disse educada, verificando a agenda de seu chefe. –Deseja mais alguma coisa?
-Peça para que ambas venham a minha sala no fim da tarde, eu preciso ter uma conversa séria com as duas. –Yamamoto disse sério, olhando para um porta-retratos em sua mesa.
-Está bem, com licença. –Rangiku disse educada, retornando para sua sala.
Numa das numerosas salas do terceiro andar, Momo andava raivosa de um lado para o outro, enquanto Toshiro esperava pacientemente que a raiva da amiga passasse.
-Como elas ousam me tratar assim? Essas vadias pensam que podem fazer de tudo só porque são ricas? Elas não perdem por esperar, vou me vingar de todas elas!
-Acho que você deveria deixar isso de lado. -Toshiro disse calmamente - Aliás, você soube que as filhas do reitor acabaram de chegar aqui? Ouvi dizer que elas são muito amigas da Kuchiki...
- Que seja! - A morena disse, zangada - Devem ser só mais duas pirralhas mimadas assim como a Kuchiki! Ainda bem que Aizen-san disse que eu devia ficar longe dessas garotas encrenqueiras, ele é tão gentil! - Os olhos castanhos da garota se iluminaram no momento em que ela disse o nome do professor. - Talvez eu devesse comunicar para ele o que está acontecendo, só por precaução.
- Já te disse mais de uma vez Momo, não gosto de você perto do professor Aizen. Não confio naquele homem. Ele parece esconder alguma coisa, e boa não é. –Toshiro disse irritado.
-Oh Toshiro, se você soubesse como está enganado... O professor Aizen é tão gentil e honesto, nem posso imaginar alguém melhor do que ele. –Momo comentou toda derretida. –Um dia eu ainda vou me tornar a senhora Aizen.
-Que seja. Vamos, não quero me atrasar. - O garoto de cabelos brancos se levanta, e segue em direção à porta. - Você não vem?
-Ainda não. Tenho que resolver... Umas coisas. Eu te encontro depois, Shiro.
Assim que o garoto sai da sala, Momo se levanta e vai em direção da sala dos professores, que costuma estar vazia nesse horário, a não ser por certo professor...
Momo se aproximou lentamente, abrindo a porta com todo o cuidado possível, mas para sua decepção o local estava vazio. Ela andou de cabeça baixa pelo corredor, frustrada.
-Professor Aizen, por que não me esperou? Será que não sentiu minha falta durante as férias? –Momo resmungou para si mesma, quase chorando.
-Oi Momo, tudo bem com você? –Um rapaz cumprimentou a morena de forma animada. Ele era loiro, não muito alto e magrelo. Um de seus olhos azuis ficava oculto pela franja, lhe dando um aspecto depressivo e melancólico.
-Oi Izuru. –Momo respondeu seca, ignorando o rapaz. Izuru ficou um pouco chateado, pois pretendia puxar assunto com a morena, sua paixão secreta.
Já passava do meio-dia quando a praça de alimentação da universidade começou a lotar. Dois professores andavam alheios por entre a multidão, discutindo assuntos triviais. Um era loiro e de estatura mediana, com os cabelos moldados num corte bastante peculiar, mas o que chamava mais a atenção era o sorriso largo e cretino. Já outro era moreno e alto, os cabelos castanhos levemente ondulados, com uma franja que predomina no lado esquerdo, que por pouco não cobre os olhos, lhe dando um aspecto mais descontraído, embora os óculos tornassem sua aparência mais séria e intelectual. Eles seguiam tranquilamente para uma mesa, até que algo chama a atenção do mais alto.
-O que foi Sousuke, algum problema? –Perguntou o loiro.
-Não é nada, Hirako. –Sousuke disse normalmente, mas seu olhar estava fixado na mesa onde Rukia se encontrava, que estava acompanhada de suas amigas.

-Já entendi, você não sabe quem elas são, não é mesmo? –Indagou Hirako.
-Do que está falando? – Sousuke se fez de desentendido.
-Sousuke Aizen, eu te conheço há mais de quinze anos e sei quando está tentando disfarçar algo. –Hirako comentou cômico. –Aquelas garotas são as filhas do reitor Yamamoto, Seiren e Seline.
-E por que eu deveria saber disso? Não tenho o mínimo de interesse nelas. –Aizen comentou indiferente, mas continuava observando as duas garotas.
-Você é um péssimo mentiroso, sabia? –O loiro deu tapinha nas costas do moreno, debochando. –Mas se eu fosse você tomava cuidado com a ruiva, ela tem uma personalidade bem difícil e possui simpatia seletiva, ainda mais que você é bem popular entre as alunas.
-O que está insinuando? –Aizen disse incomodado, mas sem perder a calma ou a elegância.
-Não estou insinuando, estou afirmando! Eu sei muito bem que você faz muito sucesso entre as alunas, especialmente a Hinamori. – Hirako e Aizen podiam ser muito amigos, mas o loiro adorava irrita-lo. –Imagina o escândalo que ela faria se soubesse que você está de olho em outra aluna.
-Pare com isso Hirako, eu não tenho relacionamento com aluna nenhuma, e também eu jamais pensaria em me envolver com as filhas do reitor, essas garotas são chave de cadeia. –Aizen disse normalmente. –Você parece conhecer muito sobre elas.
-Mas é claro, eu sempre ia às festas da mansão Yamamoto, e ocasionalmente encontrava com elas, que eram sempre os centros das atenções junto com a filha do professor Kuchiki. – Hirako comentou normalmente, dando a primeira garfada em seu almoço. – Porém eu acho que seria do seu interesse se aproximar delas, já que em breve o senhor Yamamoto vai anunciar um novo vice-reitor.
-O que? Mas e o senhor Sasakibe? –Aizen perguntou incrédulo.
-Sua saúde está bastante debilitada, e ele irá se aposentar até o fim do mês, prazo que o velho tem para encontrar um substituto. –O loiro comentou enigmático, analisando as reações do colega e amigo. –Parece que há dois nomes cotados para o cargo.
-E quais são? –Aizen perguntou curioso.
-Um deles é o de Byakuya Kuchiki, o que não é novidade. Aquele cara não vê a hora de pôr as mãos no grupo Yamamoto, e já que não pode por meio da união das famílias, vai tentar através desse cargo. –Havia certa maldade nas palavras de Hirako, o que Aizen ignorou. –Eu não confio naquele cara, tem algo muito suspeito nele.
-Isso nem me surpreende mais, e quem seria o outro? –O moreno queria saber mais sobre o assunto, porque apesar de não demonstrar, ele também cobiçava o cargo.
-Ninguém sabe, mas eu tenho um forte palpite: você. –Hirako disse convicto, apontando para Sousuke.
-Eu? Por que você acha isso? –Aizen perguntou surpreso. –Eu nunca puxei o saco do Yamamoto e nem frequento as festas da mansão dele, que razão ele teria para cotar o meu nome como possível vice-reitor?
-Exatamente por isso, talvez ele te veja como provável futuro vice-reitor e quem sabe sucessor dele por não demonstrar interesse e pela sua dedicação com a universidade, todos sabem que você é um professor muito competente e respeitado, sendo uma boa opção pra cuidar da Seireitei. –Hirako disse normalmente, bebericando seu chá gelado.
-Que ideia mais absurda, existem professores muito mais capacitados para assumirem o cargo do que eu, como o professor Ukitake, o professor Urahara, a professora Unohana ou até mesmo o professor Ichimaru. –Aizen respondeu modesto. –Além disso, eu dou aula na Seireitei faz menos de dois anos, com certeza não veem como alguém confiável ainda.
-Ukitake vive afastado por motivos de saúde, Urahara não saberia trabalhar fora de seu laboratório, Unohana já comanda o hospital universitário e Ichimaru é a última pessoa que Yamamoto colocaria nessa lista. –Hirako riu com desprezo ao citar o último professor. –Essa sua modestidade é comovente, sabia?
-Já me cansei dessa conversa. Você está com a macaca hoje, tenho pena dos seus alunos. –Aizen riu levantando-se da mesa, mas não sem antes dar uma última olhada para as irmãs Yamamoto. –Até mais tarde.
Na mesa das patricinhas, Seline estava imersa em seu próprio mundo enquanto suas amigas e namorados conversavam sem parar.
-Ei Rukia, é verdade que esse ano a festa de abertura do semestre vai ser na sua casa? –Orihime perguntou curiosa. Rukia respondeu que sim, deixando todos na expectativa. –Ai que demais, e já tem tema pré-definido?
-Vai ser uma festa branca, onde todos os convidados terão que usar pelo menos uma peça de roupa branca. Já encomendei nossos vestidos com o Ishida, serão exclusivos! –Rukia comentou entusiasmada.
-Só espero que aquele esquisitão não faça roupas curtas demais. –Ichigo comentou enciumado, abraçando Orihime apertado.
-E daí? Vamos estar acompanhadas de vocês, não vamos? –Neliel disse convencida enquanto devorava suas batatas fritas. –Quem teve essa ideia?
-Da festa na casa dos Kuchiki ou do tema? –Renji perguntou curioso.
-Os dois. –Neliel normalmente.
-Meu pai se ofereceu para fazer a festa em nossa casa dessa vez, e minha mãe sugeriu o tema, ela disse que seria chique se as pessoas se vestirem de branco para a festa. –Rukia comentou entediada. –Seline, você pode largar esse celular um pouco e conversar com a gente?
-Oh, me desculpe. –A Yamamoto mais nova respondeu sem jeito.
-O que está achando da universidade? –Orihime perguntou curiosa. –E sobre a festa branca?
-A Seireitei não mudou muito desde que eu a visitei pela última vez, e vai ser bom não ser a anfitriã pela primeira vez desde que a minha mãe morreu. –Seline comentou com pesar, pois sentia muito a falta da mãe.
-Puxa que triste, meus sentimentos aí. –Grimmjow comentou desajeitado, causando surpresa em todos. –Eu sei como é perder a mãe.
-Obrigada Grimmjow, é muita gentileza sua. –Seline sorriu simpática. –A propósito, alguém viu a Seiren?
-Lá! –Rukia e Orihime apontaram para a mesma direção. Seiren estava apoiada em um corrimão, conversando com um rapaz de aparência suspeita. Ele era alto e possuía cabelos curtos e espetados, seu rosto até seria atraente se não fossem as estranhas tatuagens de gosto duvidoso. –De onde saiu aquela porcaria?
-O nome dele é Shuuhei Hisagi, e apesar da aparência é um cara muito sério e responsável. Está no último ano de jornalismo, mas segue carreira militar. Provavelmente será apresentado a você, já que ele faz alguns bicos para o jornal da universidade. –Renji tagarelou sem parar. –E ele tem um fraco por garotas de jaleco.
-Uau Renji, você deveria trabalhar em uma coluna de fofocas. –Ichigo comentou debochado, fazendo todos rir. Renji atirou uma bolinha de papel em sua cabeça, que não gostou.
-Não comecem rapazes, estamos na melhor universidade do país, não na casa do professor Urahara. –Neliel comentou irônica.
-É mesmo, aquele cara mora numa bagunça só, como a noiva dele aguenta? –Orihime comentou apavorada.
-Bom pessoal, o papo está bom, mas eu ainda tenho assuntos a resolver e mais uma aula pra assistir. Até amanhã! –Seline se despediu, com seu habitual sorriso só para os amigos.
-Tchau Seline. –Todos disseram em coro.
Num imenso corredor do prédio da reitoria Seline se olhava em um imenso espelho, verificando se sua aparência estava de acordo. Ela usava um vestido bege que era curto, mas muito elegante e sofisticado, com um casaco vermelho com detalhes pretos por cima. Os sapatos eram vermelhos para combinar com o casaco e uma de suas bolsas (Costume que ela e sua irmã adquiririam desde a adolescência de andar com duas bolsas.), suas joias eram sempre douradas, exceto por um colar preto com pingente de lua, presente que sua mãe lhe deixou para quando completasse dezesseis anos. A longa cabeleira prateada estava presa em um rabo de cavalo muito bem feito, sem um fio solto. Ela sorriu satisfeita ao ver que estava bem apresentável, sem perceber que de longe um professor a observava...



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