História As patricinhas da Seireitei - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Scarlet_Wolf

Postado
Categorias Bleach
Exibições 1
Palavras 2.804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Direções


O sol entrava suavemente pela janela, tocando a pele clara da garota estirada na cama. Os longos cabelos esverdeados se enroscando no travesseiro. Grimmjow se encostou no batente da porta, os olhos azuis fitando amorosamente a moça. Lentamente, para não acordá-la, ele se aproximou da cama, tomando cuidado para não fazer movimentos bruscos. Seus dedos longos tiraram uma mecha da frente do rosto dela, se maravilhando com a pele suave e sedosa que encontraram. Seus lábios tocaram delicadamente a testa sem vincos, e ele se acomodou na cama ao lado dela.
Puxando-a de encontro ao peito, sentindo seu coração bater de encontro ao seu, Grimmjow relembrou exatamente o porquê de não ter desistido dela, apesar de todas as dificuldades. Mesmo ele sendo um idiota e às vezes magoá-la muito, ela sempre insistiu, dizendo que no fim valeria a pena.
E valeu.
Cada momento que eles passaram juntos valeu completamente o esforço e o tempo gastos. Ele nem podia pensar em algo melhor do que o que eles tinham. A não ser é claro, quando ele a pedisse em casamento. Claro que ainda levaria alguns anos, até ele terminar a pós-graduação em Direito, para que ele entrasse na Polícia com um cargo mais alto do que ele tinha. E então, poder dar uma boa casa para Neliel, com um espaço grande onde ela poderia deixar livres seus amados animais de estimação. Nem tudo era fácil, mas ao pensar em uma vida ao lado da moça, o destino poderia parecer bastante agradável.

Numa salinha de almoxarifado localizada na reitoria, Rangiku procurava por um pingente que havia caído de sua pulseira. Ela estava desesperada, não pela pulseira ser cara, mas pelo valor sentimental que possuía. Ichimaru havia lhe dado de presente durante uma viagem aos Alpes Suíços, em que ficaram presos por causa de uma nevasca. Aquele delicado acessório era como uma prova de amor para a secretária, mesmo que o professor teimasse em não assumi-la pelos mais diversos motivos. Rangiku continuava concentrada em procurar, até que a porta foi fechada abruptamente. Alguém entrou sorrateiramente no local, mas Rangiku não conseguiu reconhecer a silhueta, o local estava escuro e ela havia esquecido os óculos em sua sala.

-Minha bela Rangiku, sempre tão descuidada. –Uma voz masculina sussurrou no ouvido da secretária. –O que faz aqui sozinha?

-Quer me matar de susto, Gin? –Rangiku perguntou brava. –Eu havia derrubado uma coisa, mas já encontrei.

-Fico mais aliviado. –O sorriso cínico parecia uma tatuagem na cara do professor, dando-lhe uma aparência duvidosa e falsa, mas era o que Rangiku mais amava nele.

-Você não toma jeito memo. – Rangiku riu, puxando Gin para um beijo. –Sentiu minha falta?

-Eu sempre sinto. –Gin respondeu com seu habitual sorriso cínico. –Mas a reciproca não é verdadeira.

-Hunf! Não tenho nada a falar com você agora, professor Ichimaru. Então se me der licença... –A secretária preparava-se para retornar a sua sala, quando foi segurada firmemente pelo braço.
-E quem disse que você pode sair? - O platinado disse com o seu sorriso característico, o que fez o coração da secretaria acelerar - Nós ainda nem começamos, minha querida Rangiku. - E com isso, a içou para cima de uma mesa que estava no canto, ficando entre as pernas da mulher. Seus dedos ágeis desabotoavam rapidamente a camisa colada dela, e seus dedos se demoraram na pele dela enquanto soltava o sutiã preto de renda. Rangiku puxou de uma só vez a camisa social que ele usava, arrancando um botão. Gin agarrou os longos cabelos caramelos dela e a puxou para um beijo, fazendo Rangiku gemer em sua boca. O homem desceu a mão pelo seu corpo, tocando os seios fartos sem pudor algum. Afastando a boca rosada da sua, trilhou um caminho de beijos molhados por todo o pescoço dela, até chegar ao mamilo rosado e duro, que contornou com a língua. Repetiu essa ação de novo e de novo só para continuar ouvindo os gemidos de prazer que a mulher dava enquanto puxava fortemente os seus cabelos.
Rangiku puxou Gin para outro beijo, enquanto descia lentamente as mãos em direção à calça do platinado, que já apresentava certo volume. Abriu o zíper rapidamente, fitando-o com uma expressão maliciosa. Agarrou o membro totalmente excitado por cima da cueca boxer, arrancando um suspiro de Gin. Esse se apressou a tirar o resto da roupa da secretária, descendo seus dedos até a intimidade dela.

-G-Gin, pare com isso. –Rangiku dizia com dificuldade. –Nós já conversamos sobre isso.

-Não vamos apressar as coisas, ainda temos que nos conhecer melhor. –Ichimaru sussurrou no ouvido da loira, deixando-a ainda mais irritada.

-Apressar? Faz três anos que você me diz isso, além de nos conhecermos desde crianças. Estou cansada de suas enrolações. –Rangiku respondeu furiosa, arrumando sua roupa. –Só volte a falar comigo quando for algo que preste, professor Ichimaru.

Andando entre as árvores do campus, Hirako e Aizen conversavam, sendo que o moreno estava de péssimo humor.

-O que foi Sousuke? Acordou com o pé esquerdo hoje? –Hirako perguntou irônico.

-Aquele moleque do Hitsugaya é um abusado mesmo, onde já se viu dançar com uma aluna daquele jeito? Que indecente! –As palavras do professor de história causaram um ataque de risos em Hirako. –Qual a graça disso?

-Diga velho amigo, de quem você está com ciúmes: da senhorita Hinamori por namorar o senhor Hitsugaya, ou da senhorita Yamamoto, que estava muito sensual ontem? –O loiro indagou, fazendo Aizen engasgar.

-Mas que absurdo! –Aizen respondeu revoltado. –Eu só estou preocupado com a integridade dos alunos, e eu não tenho motivo algum para ter ciúmes da senhorita Yamamoto. Aquela patricinha mimada não me interessa em nada.

-Exatamente como diz o ditado: “Onde há fumaça...” – Hirako comentou debochado, deixando o amigo ainda mais irritado. –Você pode enganar quem quiser, menos a mim. A maneira que você olha pra ela, vive seguindo os passos dela, que bobo. Sua obsessão por Seline Yamamoto é porque ela não é como as outras alunas que você consegue controlar, e nem vai conseguir.

-Tchau Hirako, já ouvi bobagens o bastante por hoje. –Aizen saiu em disparada. Ele sabia que Hirako tinha razão, mas jamais admitiria. –Pirralha idiota...

No hospital universitário haviam entrado dois homens de aparência suspeita, deixando todos os funcionários em pânico. Suas caras de maus davam a impressão de que eram assaltantes, terroristas ou até mesmo membros da máfia. Um deles estava cambaleando, quase desmaiando, se não fosse pelo seu parceiro provavelmente teria caído no chão. O outro que tinha uma expressão medonha, dirigiu-se até um guichê de atendimento. Ele era muito alto, usava tapa-olho e seus cabelos eram espetados, com sinos nas pontas.

-Ei você aí, meu pupilo precisa de atendimento médico urgente. –O homem disse grosseiramente. A recepcionista quase gritou de medo. –Anda logo mulher! A situação dele é grave.

-C-como ele se chama? –A moça perguntou trêmula.

-Chad, Chad Yasutora. Você é muito burra mesmo. Nunca ouviu falar nesse rapaz? Ele é a mais nova promessa do boxe mundial. –O homem respondeu impaciente.

-Me desculpe senhor, é que eu não assisto lutas de boxe. –A recepcionista respondeu encolhida, morta de medo dos dois brutamontes.

-Tanto faz. Ele precisa ser atendido logo, você pode deixar de ser inútil e chamar o logo um médico? –A expressão do homem era tão aterrorizante que a recepcionista não se conteve e acabou gritando de pavor. –Escuta aqui moça, eu preciso de atendimento médico, não de um fiasco.

Irritado, o homem começou a xingar a moça de todos os desaforos possíveis, ele estava tão irritado que a pobre coitada começou a chorar de joelhos, pedindo perdão. Uma médica ouviu a confusão e foi averiguar o que estava acontecendo.

-Posso saber o que está havendo aqui? – A médica perguntou calmamente, mas sua expressão era tão assustadora quando a do homem de cabelo espetado. – Por que estão fazendo tanto barulho? Esqueceram que isso é um hospital? Silêncio!

-Me desculpe doutora Unohana, mas é que esse homem assustador entrou aqui exigindo atendimento para o amigo dele, dizendo que o cara é um boxeador e tudo mais, só que ele foi muito grosseiro, eu achei que ele fosse me matar. –Resmungou a recepcionista.

-Entendi. Coloquem o rapaz na maca e levem-no para a sala de exames. –Ordenou a médica, voltando a atenção para o monstrengo. –E você quem é?

-Sou Kenpachi Zaraki, ex-boxeador e atualmente empresário do senhor Yasutora. –O homem respondeu convencido. –É um absurdo tratarem meu boxeador dessa maneira, seus medíocres.

-Escute bem senhor Zaraki, aqui no hospital universitário Seireitei todos os pacientes são tratados da mesma forma, independente de status, classe social ou poder aquisitivo. Vocês não são melhores que ninguém. Fui clara? –Unohana disse severamente. –E não faça mais escândalos neste hospital, ou darei ordens para não permitirem sua entrada.

Zaraki ficou observando Unohana ir embora, ela calma e graciosamente pelos corredores do hospital, mesmo usando saltos enormes. Seu sorriso e gentileza com todos era encantador, uma mulher fascinante.

-Mulherzinha metida a besta, é uma convencida só porque é doutora e teve boa educação. Ainda se acha no direito de me dar lição de moral, ela vai ser só... –Zaraki resmungou baixo, dirigindo-se para a praça de alimentação do hospital.

Ulquiorra observava atentamente os movimentos desajeitados da garota. O cabelo alaranjado rodava ao redor dela enquanto a moça tentava rodopiar do jeito mais desajeitado do mundo. A cada segundo que passava, ele se surpreendia mais e mais com o jeito desastrado dela, chegando até a rir em alguns momentos. Ela rodava ao ponto de ficar tonta e quase cair, o que fez o moreno engasgar de tanto rir. Era óbvio que ela estava tentando imitar algum passo de dança, mas qualquer pessoa que olhasse diria que não havia progresso algum.
O garoto guardou suas partituras, decidido a ensaiar mais tarde, quando viu o namorado dela chegar e a abraçar por trás. Era claro que ele já sabia da traição da moça com o professor de Direito, mas não seria ele a contar a Ichigo a razão de sua namorada passar tanto tempo "estudando". Não, ele preferia observar de longe tudo que acontecia, seguindo-a com o olhar pelos corredores e salas, sem nunca ser visto.

-Orihime... –Ulquiorra pensou desanimado. –Você não precisa de nada disso, olhe mais ao seu redor.

Rukia andava distraidamente pelos corredores da escola, os fones de ouvido gritando alguma canção coreana. Os pés batiam ritmicamente no chão enquanto a morena se dirigia ao auditório. Ela era a única deles que se preocupava em ensaiar fora dos treinos, tudo porque desejava seguir a sua verdadeira vocação, que é a dança. A garota tinha aprendido desde cedo a dançar, e sempre se dedicou a isso, mesmo doente. Agora, com esse campeonato regional de dança, ela teria a chance de conseguir entrar no grupo mais prestigiado do país e finalmente seguir a carreira que queria. Seu pai não gostaria de saber o que a morena andava tramando, mas Rukia achava que já estava na hora de bater as asas e voar, livre.
Ligando a caixa de som, seus pés seguiram o ritmo fácil da música, bailando e rodopiando suavemente. Balé era fácil até certo ponto, e ela era boa o suficiente para seguir até a borda sem vacilar. Seus olhos violetas se fecharam, admirando a música, enquanto o corpo se encarregava de seguir os comandos básicos a que estava habituada. Ela estava tão distraída com a dança que nem notou quando a porta do auditório se abriu, e o garoto ruivo entrou. Ichigo parou, encantado com os movimentos suaves da morena. Seus olhos se fixaram na figura pequena e ágil que bailava de um lado a outro, seguindo as batidas suaves como se a música fosse parte dela.
O ruivo sentou-se na primeira fileira de cadeiras, totalmente hipnotizado. Seus olhos não se desviavam do palco, onde a menina, parecida com uma elfa, dançava.
Rukia rodopiou mais uma vez, só que... Os seus pés não encontraram um chão onde se apoiar. Ela estendeu os braços à frente do corpo, em uma tentativa de se proteger da queda, mas foi acolhida por dois braços fortes, e abrindo os olhos, deu de cara com olhos de um castanho chocolate suave, que a fitavam preocupados:
-Está tudo bem com você, Rukia? Não se machucou? –Ichigo indagou assustado.
-I-Ichigo!!! - A morena sentiu o calor subir para as bochechas, tendo certeza de estar ruborizada.
-Você está bem, Rukia? –Ichigo perguntou preocupado, olhando intensamente para Rukia.
-Estou, estou bem. - A garota sentiu um calafrio subir pela espinha ao ouvir a voz grave do ruivo, se derretendo em seus braços. -Você já pode me colocar no chão.
-A-Ah é, eu sinto muito. - O garoto a colocou delicadamente no chão, ruborizando até as orelhas. -Não foi a minha intenção.
Rukia se virou, pronta para andar até o palco, quando uma fisgada subiu por sua perna, a fazendo gritar e quase cair novamente, se não fosse por Ichigo, que a amparou.
-O que foi? Você se feriu? – O cabeça de cenoura estava muito aflito.
-A-Acho que torci meu pé. - A moça disse com um tom choroso - Está doendo muito.
-Não se preocupe, eu te levo pra enfermaria. - E com isso, apesar dos protestos pegou a morena no colo, seguindo em direção à ala da enfermaria.

Seline seguia a passos firmes em direção ao auditório, descendo a escada do 5° andar. A jornalista estava entediada, então tinha resolvido treinar para o campeonato como uma forma de distração. O short curto e a regata colada marcavam perfeitamente o corpo esbelto da dançarina, que ostentava uma expressão indiferente. As pernas bem torneadas chamaram a atenção dos alunos que passavam, inclusive de alguns professores. Um deles em particular estava fuzilando os alunos com os olhos, uma expressão de posse estampada no rosto másculo. Ela parou nas escadas para arrumar seus tênis, mas sabia que estava sendo observada, rindo baixo.

-Se continuar me seguindo eu vou jogar futebol com a sua cabeça. –Seline disse em tom ameaçador, virando-se lentamente para encarar seu stalker. –Tá me olhando por que, palhaço? Quer alguma coisa de mim?

-Quero sim. –Num piscar de olhos Aizen a prensou contra a parede, tentando beija-la a todo custo. Seline não permitiu de forma de alguma, e na primeira oportunidade acertou uma joelhada nas partes íntimas do professor, que caiu de joelhos. –Sua louca, qual o seu problema?

-Eu é que te pergunto. Ponha de uma vez por todas nesse seu miolo mole que eu não sou para o seu bico, vai se divertir com as suas aluninhas e me deixa em paz. –Seline respondeu raivosa, sem nem esperar a resposta de Sousuke.

-Mas que garotas dos diabos, o que ela tem de tão diferente assim? –Aizen resmungou para si mesmo, inconformado.

-Um coração calejado de mágoas e perdas. –Shunsui disse sério, aparecendo ao lado do professor de história. –Seline Yamamoto já passou por maus bocados, e agindo dessa maneira ela só vai te odiar. Se você realmente não tem a intenção de ama-la, não perturbe mais, ela não merece isso.

-Tem certeza que está falando da mesma pessoa, professor Kyoraku? –Aizen questionou desconfiado. –Essa garota é tão convencida e arrogante, agindo como se fosse melhor que todo mundo.

-É por causa da sua fama que ela age assim. Se você não fosse tão safado e mulherengo provavelmente conheceria seu lado doce e gentil. –Shunsui comentou reflexivo. –Pense bem nas minhas palavras, professor Aizen. Até mais tarde.

Aizen ficou pensativo com as palavras do professor de música, pela primeira vez se sentia mal por sua conduta antiética na Seireitei.

-Mas era só o que me faltava mesmo, de consciência pesada por causa de uma patricinha mimada como ela. Essa Seline Yamamoto. –Aizen saiu irritado, por não saber como lidar com a jornalista e nem por conseguir se entender.

Seiren estava exausta após um plantão de 36hrs no hospital universitário. Ela andava em direção ao seu carro feito um zumbi quando viu que havia alguém encostado nele, segurando um buque de rosas vermelhas.

-Shuuhei! –Como num passe de mágica o sono da médica desapareceu, pulando no pescoço do rapaz. –Que bom te ver.

-Estava com saudades, você não respondeu mais as minhas mensagens. –Shuuhei fez bico, em seguida sorrindo carinhoso, depositando um beijo na testa de Seiren, que suspirou de alegria. –Eu vou te levar pra casa.

-Tudo bem. –A médica levantou as mãos, em sinal de rendição. –Também não me importo se quiser cozinhar pra mim.

-Que mocinha folgada. –Shuuhei brincou. –Mas tudo bem, se é ser mimada o que a senhorita deseja, vou realizar seu pedido com prazer.

 -Que sorte a minha. –Seiren debochou, e logo caiu no sono. Shuuhei olhava encantado para ela. Como era possível alguém ficar ainda mais bonita dormindo? Foi o que ele pensou. A sorte havia sorrido para ambos e ninguém se atreveria a dizer o contrário.

 



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