História As pétalas de Sakura - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Gyuuki, Hana Inuzuka, Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hidan, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Itachi Uchiha, Itama Senju, Izumi Uchiha, Jiraiya, Juugo, Kabuto, Kagami Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Kawarama Senju, Kiba Inuzuka, Kidoumaru, Kimimaru, Kizashi Haruno, Konan, Konohamaru, Kurama (Kyuubi), Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mito Uzumaki, Moegi, Nagato, Naruto Uzumaki, Nawaki Senju, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Rin Nohara, Rock Lee, Sai, Sakumo Hatake, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Sarutobi, Sasuke Uchiha, Shibi Aburame, Shikaku Nara, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Shion, Shisui Uchiha, Shizune, Shukaku, Suigetsu Hozuki, Temari, TenTen Mitsashi, Tobirama Senju, Tsunade Senju, Yahiko, Yamato, Yugito Nii
Tags Alcateia, Alphas, Amizade, Ancestrais, Bruxaria, Bruxas, Coiotes, Companheiros, Feiticeiras, Gaaino, Hanaki, Harry Potter, Itaizu, Kitsunes, Lobisomens, Lobos, Lycans, Magia, Marcada, Naruhina, Naruto, Nejiten, Profecias, Promessas, Romance, Sasodei, Sasusaku, Shikatema, Suika, Traição
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Palavras 2.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aaaaahahhhhhh... Ohayo, minna-san. 


Então, estou repostando os capítulos I e II (prólogo e ato I) porque dei uma reestruturada pra ficar mais totoso. 


ENTÃO, NÃO, não está a mesma coisa de antes!!!


Repostando aqui também os avisos: 

- Antes de mais nada, gostaria de dizer que estou empolgada com a história, mas isso não quer dizer que não terei imprevistos.

- Não tenho dia fixo pra postar e assumo que posso dar sumiço, mas eu volto.

- Não estou aqui para cobrar comentários, mas escrever pro vento é que não rola, por isso peço que comentem e me digam o que estão achando.

- Perdoem-me por quaisquer erros, onegai.


- Não se preocupem, pois também estarei postando o capítulo III (ato II) ainda hoje. 


- Sem mais tardar, sejam bem-vindos e...

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

💙

Capítulo 1 - Prólogo


Querido moreno/lobinho,

Se você está lendo isso, significa que finalmente tomei uma decisão de como prosseguir com a minha vida.

Sabe, moreno, eu fui treinada desde pequena para ser um exemplo a ser seguido, ser a mais forte das Indomáveis e a mais sábia das bruxas. Tive aulas normais como qualquer criança deveria ter, obviamente. Mas também fui instruída pelos treinamentos de defesa (e ataque) do Kakashi-sensei, pelas magníficas aulas de dança da Kurenai-sensei (mesmo que por poucas semanas), pelos amados ensinamentos da minha okaasan e pelas cativantes histórias daquele a quem chamava de otousan. Eu aprendi a cozinhar, a lutar, a dançar. Sasuke-kun, eu era extremamente feliz, porque apesar da óbvia diferença de status e poder, nós, do Coven Azami, éramos unidos, éramos uma grande família.

Sabe, eu mencionei que deveria ser a garota-exemplo, certo? Bom isso, verdadeiramente, nunca deu certo, como você mesmo pode imaginar *risos* poderia ser absurdamente centrada, muitíssimo estudiosa, graciosamente calorosa e gentil, uma bruxa de extremo poder, como deveria se ser alguém da linhagem principal do Coven, mas tudo que eu queria era ser apenas eu e isso me fez ser espontânea demais, explosiva demais e agressiva demais. Não me leve a mau, apenas buscava proteger aqueles a quem amava, porque era assim que eu era, simplesmente.

Mas antes dos anos passarem voltemos a quando tinha 5 anos e conheci Porca-chan, Temari-san, Tenten-san e Naruto-kun. Todos nos tornamos grandes amigos e a minha vida se iluminou mais, porque, apesar de amar muito os membros do meu Coven, na época não existiam crianças da minha idade.

Porém, como tudo que é bom tende a durar pouco, nossa felicidade e amizade se acabou. Primeiro, Naruto teve que deixar a cidade, eu conseguia entendê-lo, afinal, ele podia ser meu melhor-amigo/irmão, mas tinha que acompanhar seus pais. Segundo, os rumores e olhares começaram, fazendo Temari e Tenten se afastarem tanto de mim quanto de Ino, mas ainda posso dizer que compreendi, pois éramos apenas crianças tolas que tinham que escutar e obedecer aos mais velhos. Mas o terceiro, o terceiro me deixou sem chão, e provavelmente você já escutou do Naruto o quanto é difícil realizar essa proeza, que é me deixar sem superfície, certo? Mas acredite, aconteceu.

Um certo dia, Ino e eu estávamos em meu quarto quando um som conhecido nos chamou a atenção, porque realmente, poderíamos conhecer o som, mas encontrá-lo ali não seria nada comum. Deixando o que estávamos fazendo de lado, nos apressamos a ir até a porta e descobrir o que eles queriam. Mas, enquanto disparávamos pelos corredores, minha okaasan, Mebuki Haruno, nos encontrou e então antes que tivéssemos tempo de questionar o que acontecia fomos brutalmente arrastadas até os jardins, tudo para encontrar, o que até então acreditava ser, a pior cena que já tinha presenciado na vida, o meu Coven, o meu amado Coven, Sasuke-kun, fora completamente massacrado, restando apenas a mim, meus pais, Inoichi (o pai de Ino), Temari, Tenten e a própria Ino. Os Bruxos Ancestrais tinham matado TODOS!!

Quando dei por mim, já estava jogada ao chão inundada em lágrimas e resmungando vários “por que's?”

Mas o pior, o pior momento mesmo, veio quando tive minha resposta.

“Nós, bruxos e bruxas, possuímos três importantes leis, três decretos imutáveis, aos quais somos obrigados a seguir. O terceiro deles, é manter o balanço de todas as coisas, assim como manter suas palavras e seus pensamentos verdadeiros. O segundo, é sempre honrar os Deuses e a Deusa. E o primeiro, e o que lamentavelmente venho anunciar que foi quebrado, é jamais trair seu Coven ou seu companheiro.”

“Quem? – minha okaasan perguntou sôfrega.”

Nós pudemos ouvir risadas, risadas totalmente maléficas e desprezíveis.

“Você pergunta quem, Alta Sacerdotisa? – ouvimos a voz cortante da ancestral. – Seu marido, o Alto Sacerdote, KIZASHI HARUNO. – exclamou ela com ódio e desprezo.”

Minha okaasan sacudiu a cabeça em negação, ela não podia acreditar que seu amado pudesse cometer tal ato.

“Isso é impossível!! – okaasan exclamou.”

“Diga isso ao filho de dez anos, obviamente bastardo, de seu companheiro. – a voz fria da ancestral cortou o último fio de esperança que existia no coração de minha okaasan.”

Okaasan entrou em choque no segundo que se prosseguiu e eu... Bem, eu naquele momento deixei de acreditar no amor, pelo menos no que envolvia um homem e uma mulher romanticamente.

Mas a dor não terminaria por ai, ela tinha que ser mais cortante, profunda e mortal.

“O preço para a traição é o extermínio de todo o Coven, ao qual no momento em que a inflação é descoberta se torna impuro.”

“Onegai, renuncio agora mesmo meus direitos como bruxa, mas, onegai, permita-me viver. – Temari implorou, enquanto seu corpo se curvava em suplica diante a ancestral.”

Tenten não tardou a se juntar a loira e se eu pudesse ficar mais surpresa do que já me encontrava, definitivamente teria ficado. Afinal, os Ancestrais concordaram com elas.

Não nego a mágoa que tanto Temari quanto Tenten me fizeram sofrer nesse dia, mas não sou hipócrita para dizer que em seus lugares, talvez, tivesse feito exatamente o mesmo.

Vendo minhas, até então, amigas fugirem com o rabo entre as pernas, após perderem suas magias e sem sequer se importarem com o restante de nós, eu decidi que não precisava de mais ninguém, que se tivesse minha okaasan, tudo estaria bem.

Mas para piorar as coisas, Kizashi usou de sua magia, a minha vida e de minha okaasan como distração para fugir, porém não me importei tanto, afinal, foi nesse momento que mandei Ino e Inoichi para longe, pelo menos eles mereciam uma chance de escapar do destino que nos aguardava. E mesmo que irritados com a fuga, os Ancestrais se voltaram contra nós duas, mas, aparentemente, eles tinham esquecido que minha família possuía lemas, nos possuímos apenas dois, seja selvagemente indomável e, o outro estaria mais para um conselho, não desperte a fúria de um Haruno.

No minuto em que vi minha okaasan sendo ameaçada o sentimento veio, o tsunami de escuridão, a fúria imensurável.

Nesse dia eu quebrei barreiras e provei que realmente merecia o título de Flor Indomável. Ora suave como uma pétala de sakura, outrora selvagem como uma besta sedenta.

Eu matei um deles, Sasuke-kun. Matei um Ancestral. E sabe quem em toda a história já realizou tal feito?! Ninguém, lobinho, ninguém.

Eles recuaram e nós fugimos.

Passamos anos tranquilos devo admitir, não digo que foi fácil reaver o sorriso no rosto de Mebuki, mas depois disso, nossos dias se tornaram mais dóceis.

Mas você sabe, a felicidade escapa de minhas mãos com destreza.

Quatro anos depois... Foi quando aquele monstro nos encontrou. Madara Uchiha. Nunca pensei ser possível odiar tanto outro homem que não fosse o fantasma de Kizashi Haruno, mas Madara me mostrou que eu estava errada, novamente.

Ele me separou de minha mãe e me encaminho até Kabuto Yakushi, aquele ser asqueroso queria testar o limite do poderoso Coven Azami. Ele queria estudar e ver até onde, em sua mente doentia, aguentávamos.

Foram meses sucessivos de tortura e tormentos vindos com a fome, cansaço, dor e a amargura das lembranças.

Mas, novamente, tinham se esqueceram de algo importante, não se deve provocar a fúria de uma Haruno, Sasuke.

Eu aguentava bem, sequer me incomodava com as torturas, afinal, tinha sido treinada pelo melhor. Mas aquele dia, quando aquela voz voltou a ser ouvida após meses, proferindo aquela maldita frase, tudo se apagou e eu só enxergava e me perdia no mais profundo breu, novamente.

Quando me dei conta, já tinha matado todos que ousaram entrar em meu caminho, mas infelizmente não posso dizer que Kabuto fora um deles.

Estava diante a eles, os desgraçados que a queriam morta, Madara Uchiha e seu primo, Obito Uchiha.

“Matem-na.”

Era tudo que ecoava em minha mente, a única palavra que conseguia ouvir, e era tudo que precisava para responder-lhes a altura.

Mas as coisas não eram tão simples, pois a Akatsuki ainda possuía o Punhal de Selenita. Selenita, acredito que você não saiba Sasuke-kun, mas ela é uma pedra muito poderosa de ligação com planos de vibração mais elevada. Ela promove a canalização de grande quantidade de luz na sua forma mais pura, além de estimular a abertura do sexto e do sétimo chakra. Ela facilita a experiência de receber informações de Guias e Protetores.

Ela também é muito eficiente na limpeza do campo áurico. Colocada na base da coluna com o seu fluxo direcionado para cima, ela ajuda a remover bloqueios energéticos em qualquer parte da coluna. Colocada na base do pescoço, fluxo para baixo, ela ajuda a equilibrar o fluxo de energia vital na coluna. Ela pode ser usada para ajudar na regeneração da estrutura das células e para corrigir deformidades ósseas.

A Selenita também é um poderoso amplificador, potencializando qualquer tipo de trabalho energético, as intenções pessoais e a energia de outras pedras. Ela pode ser igualmente utilizada para limpar e energizar as pedras, bastando mantê-la apontada para a pedra e mentalizar a intenção. Um círculo de Selenitas distribuídas no chão se torna um espaço muito poderoso de meditação e ascensão espiritual. É uma pedra ‘sensível’, por isso é bom ter cuidado redobrado com os seus pensamentos e emoções.

Mas aonde eu quero chegar mesmo Sasuke-kun, é que o Punhal de Selenita pode controlar e matar bruxas, portanto eu deveria estar a mercê daqueles lunáticos, mas nada era importante, eu estava cega pela fúria indomável.

Consegui explodir o local em que nos encontrávamos e ferir Obito, mas acabei cometendo um erro. Baixei minha guarda quando ataquei Obito e nesse pequeno descuido, Madara me marcou com o punhal e, consequentemente, perdi a maior parte de minha magia em pouquíssimos segundos, porém, eu ainda estava incapacitada de enxergar, então simplesmente retirei a arma e parti para atacá-lo novamente, mas infelizmente ele já havia escapado, e junto a ele se foi Madara.

Após minhas ações acabei desmaiando e sendo acudida por minha okaasan. Quando despertei, uns dias depois, me dei conta do que ele tinha me tirado. Mas conseguimos passar por mais três anos. Só que eu fui tola, não vi o que acontecia ao meu redor e por isso a perdi. Sei que disse que Madara matou minha mãe, e ele realmente o fez, mas não diretamente. Eu a encontrei, pendurada pelo ventilador do próprio quarto. Essa foi a segunda vez que eu perdi o chão e me dei conta de que não tinha porque continuar, não existia razão para lutar contra a ampulheta.

Sozinha, acolhida pela escuridão, engolida pelas sombras. Foi assim que vivi, até que completei meus dezessete anos e finalmente senti, aqueles seriam meus últimos momentos e por isso eu decidi, se já estava perdida, que me perdesse na insanidade.

Resolvi me aventurar e por isso vim para a cidade de Konoha. Só que jamais cogitei reencontrar Dei-chan, Naruto-kun ou Ino-chan, mais ainda, não imaginei conhecer pessoas que se tornariam tão importantes como a Hina-chan, You-chan e bem... Você. Sasuke Uchiha. A minha última esperança.

Você precisa entender, em meio as baladas, as corridas clandestinas e as outras loucuras que cometíamos, eu não podia suportar estar gostando de alguém, não depois do que aquele homem fez.

Então eu prometi a mim mesma que seja qual fosse o sentimento que estivesse crescendo em meu coração, ele seria morto e enterrado.

Mas não mandamos no coração, não é mesmo?

E então quando menos vi, já estava apaixonada, mas o pior veio depois, em ter que aceitar que não apenas meu coração fora roubado, como também havia sido entregue à um Uchiha.

Jamais aceitaria isso, assim pensei. Porém, no momento em que vi você e Naruto-kun ameaçados foi o estopim. Eu lutei por vocês, por você...

E mais tarde sua mãe, a doce Mikoto-sama, acidentalmente revela que eu sou sua marcada.

Você tem noção de como foi, Sasuke-kun? Eu fiquei tão feliz, pois tinha desistido de me envolver com você quando escutei, declaro que por acidente, Naruto comentar sobre você ter sentido o cheiro de sua marcada. Poxa, ciúmes foi... Arghn!! Um monumento construído e repleto apenas da mais pura inveja me descreveria quase perfeitamente, mas... Bem.. Prefiro não relembrar.

Mas então uma ameaça aparece, a profecia das Doze Luas desperta, os Ancestrais retornam... Tanta coisa se prosseguiu.

Ainda estou abismada com a cara de pau daqueles velhos em me pedir tal coisa, mas deixa pra lá.

Enfim...

A minha decisão foi reaver minha honra e viver, Sasuke. E para fazer isso, tenho que detê-lo e tomar de volta o que é meu. E, outra vez, para fazer isso, eu preciso passar pelo último... Teste.

Nós, bruxas, temos que provar aos Deuses ou a Deusa que somos dignos de nossos poderes, e para isso passamos por testes, aos quais alguns chamam de pesadelos (porque são realizados apenas em nossas mentes).

Quando você me ver novamente será como se eu estivesse dormindo, um sono profundo do qual não sei se serei capaz de acordar, mas é preciso ao menos tentar.

Queria dizer tudo isso pessoalmente, mas sei que você não permitiria que eu realizasse o último teste por ser tão perigoso. Mas a essa altura já será tarde, NÃO OUSE CORRER ANTES DE ME DEIXAR TERMINAR, LOBINHO!!

O que eu queria dizer, Sasuke Uchiha, é que por você, eu quebrei algumas de minhas promessas, e que eu realmente sou irritante... Mas também sou apenas... A sua irritante.

Com carinho,

Sakura Haruno.



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