História As pétalas de Sakura - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Gyuuki, Hana Inuzuka, Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hidan, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Itachi Uchiha, Itama Senju, Izumi Uchiha, Jiraiya, Juugo, Kabuto, Kagami Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Kawarama Senju, Kiba Inuzuka, Kidoumaru, Kimimaru, Kizashi Haruno, Konan, Konohamaru, Kurama (Kyuubi), Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mito Uzumaki, Moegi, Nagato, Naruto Uzumaki, Nawaki Senju, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Rin Nohara, Rock Lee, Sai, Sakumo Hatake, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Sarutobi, Sasuke Uchiha, Shibi Aburame, Shikaku Nara, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Shion, Shisui Uchiha, Shizune, Shukaku, Suigetsu Hozuki, Temari, TenTen Mitsashi, Tobirama Senju, Tsunade Senju, Yahiko, Yamato, Yugito Nii
Tags Alcateia, Alphas, Amizade, Ancestrais, Bruxaria, Bruxas, Coiotes, Companheiros, Feiticeiras, Gaaino, Hanaki, Harry Potter, Itaizu, Kitsunes, Lobisomens, Lobos, Lycans, Magia, Marcada, Naruhina, Naruto, Nejiten, Profecias, Promessas, Romance, Sasodei, Sasusaku, Shikatema, Suika, Traição
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Palavras 2.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo, aqui está pudinzinhos.


E
S
P
E
R
O

Q
U
E

G
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S
T
E
M

💙

Capítulo 2 - Ato I


Estava uma bela noite naquela quinta-feira, e nada como uma corrida para deixá-la completamente melhor.

Sentir a adrenalina começar a dar vida quando a largada é finalmente liberada, o prazer de se entregar a escuridão e apenas escutar o ronco do motor, a liberdade de por o pé no acelerador e se ver sumir, se ver voar aos ventos pelo mundo.

Essas eram sensações únicas e leves, seleções de paz que Sasuke só conseguia encontrar naquela pista.

Não se importava com o fato de ser ilegal, na verdade, faziam três anos que já não ligava mais para nada, desde que a perderá.

O sono já não vinha como antes, a vida não possuía mais a mesma euforia ou magnitude.

Toda vez que fecha os olhos, torna-se prisioneiro da imagem dela ou das memórias dos anos que viveram juntos e felizes, mas uma coisa em que permaneceu preso no decorrer desses anos foi a recordação de seu sorriso, um sorriso doce, singelo e ingênuo.

Mas agora era outra realidade, uma realidade na qual vivia atormentado, engolido pelas lembranças de que sua pequenina estaria completando seus tão sonhados quinze anos em Maio, uma realidade em que jamais conseguiria esquecer daquela funesta manhã.

Perturbado pelas lembranças dela, Sasuke tomou, mais uma vez, uma de suas atitudes impulsivas.

- Hey, Kimimaro. Se está tão confiante da sua vitória, por que não vamos com tudo? 15 mil, o que me diz? – perguntou com seu tom arrogante e a expressão seria de sempre.

O albino e seu grupo se desataram a rir.

- Está entregue demais hoje, o papai ti castigou ou é a falta da sua irmãzinha? – perguntou zombeiro, para logo depois rir, sem ter ideia de que uma daquelas simples palavras estava rasgando o peito do Uchiha e reabrindo uma ferida que nem estava completamente fechada. – Quando a irmãzinha, ops... Itachi, quando ele volta mesmo?

- Não é dá sua conta. – rosnou tentado manter o controle, afinal, não poderia deixar apenas um merdinha como aquele lhe tirar do sério, ela não gostaria disso.

- Hei, hei, Sasuke... Cara, vai com calma. Isso é grana pra poha. – Naruto, seu ômega e melhor amigo, tentou intervir.

- Está insinuando que eu sou incapaz de ganhar? – questionou o moreno, com a sobrancelha arqueada e a testa levemente franzida, mostrando o caminho iniciado para a irritação.

- O QUE?! - exclamou o loiro escandaloso, fazendo Sasuke revirar os olhos. – Claro que não, mas poha cara... – suspirou. – Quer saber, faz o que quiser. – Naruto bufou e se afastou, sabendo que de nada adiantaria falar, pois quando o amigo põe algo, naquilo que ainda chama de cabeça, não há ninguém que tire.

- E então, o casalzinho acabou a discussão? – Kimimaro perguntou ainda sorrindo zombeiro. – Por mais que eu esteja adorando a cena, - continuou irônico. – eu vim para correr.

- Vai se fuder, triguinho. - mandou, irônico, o que irritou o albino. – E vamos logo para minha vitória. – sorriu, convencido.

Ambos entraram em seus carros, apenas aguardando a mulher peituda e seminua retirar o sutiã e dar como iniciada a corrida.

Não demorou muito para o tecido, da cor vinho, ir ao chão e menos ainda para que os dois competidores saíssem cantando pneu.

Sasuke fechou o albino e logo pode apreciar a vista da frente, mas não demorou muito a ficar desconcentrado quando uma lembrança lhe atingiu.

Escutei o baque, feito pelas costas dela chocando-se contra a parede, mas não me importei. A única coisa relevante naquele momento eram minhas mãos, que passeavam pelo corpo curvilíneo, apreciando, através do tato, cada curva, deliciosamente perigosa, que o mesmo possuía, até que se focaram em suas coxas, que eram extremamente grandes e atraentes, apertando-as e, consequentemente, permitindo-me ouvir um gemido vindo da minha garota.

“Nossa, ela não tinha noção de como aquele pequeno som me fazia beirar a insanidade.” Pensei.

Porém, também existia outra coisa que me importava naquele momento, e isso era minha boca colada naquela boquinha carnuda e rosada, ou minha língua que travava uma batalha contra a dela, explorando ao máximo do contato das mesmas.

Ainda não entendia como alguém poderia possuir um sabor tão prazeroso e viciante, mas vindo dela tudo parecia possível.

Meu membro já estava mais do que vivo e desperto dentro da calça, e está estava mais do que apertada na atual situação, mas simplesmente não ligava, esse era o efeito que minha garota, sua marcada, αγάπη μου, causava em mim.

Então foda-se se estava parecendo um adolescente, e ainda por cima um dos virgens. Estava feliz, porque a tinha ali, completamente entregue em meus braços, inteiramente presente em minha vida, e isso me fazia sentir finalmente completo.

Sacodiu a cabeça rapidamente, em outra tentativa, muito bem frustrada, de expulsar os pensamentos daquele maldito sonho, mas mais uma vez parecia impossível e seu pau já estava duro e pulsando dentro da calça, o que lhe fez bufar impaciente.

Não aguentava mais passar por esse tipo de situação. Faziam exatamente cinco semanas, sim, um mês e sete dias, que começou a sonhar com ela, αγάπη μου, sua marcada. E desde então sua vida se tornou o verdadeiro inferno, porque simplesmente toda vez que pensa nela, consciente ou inconscientemente, seu “amigo” de baixo enrijece e tem que se virar para livrar-se do problema e pra variar sozinho. Ai você deve se perguntar porque não se aliviar com alguma outra garota, e por favor, não o julguem, Sasuke ama sua garota e será completamente fiel a ela, ASSIM QUE ENCONTRÁ-LA, enfim... acredite, o Uchiha tentou, e tentou mesmo, mas não adiantou, pois agora que seu lobo sentiu o cheiro de sua marcada só ela será capaz de os fornecer prazer.

Talvez não existisse mau nisso, afinal, todos eles, lycans, sonham em encontrar suas companheiras, mas veja bem, Sasuke conhece o seu cheiro, porém nunca o sentiu pessoalmente. Aí você se pergunta, como é que é? Pois é, para iniciar, o que chamou como, sua mais nova desgraça, a primeira vez que sonhou com ela, e que pensou em outra coisa que não tivesse relação com três anos atrás, sentiu o seu cheiro e desde então Susanoo, seu lobo, não mais se aquietou.

Mas o pior de tudo mesmo? Não, não são vivenciar os momentos quentes (porque ele realmente não se importa de sonhar com eles enquanto não a encontra, até porque pode sentir tudo que viveu no sonho), ou ter que se resolver sozinho após pensar nela, mas sim não conseguir ver o seu rosto. Ele sabe que a ama, que a anseia somente para si, sabe que é ela sua marcada, mas como sentir tanta coisa por alguém que nunca viu?

Tudo isso é absurdamente frustrante, cansativo e revoltante. Poha, ele sabe que seus lábios não são muito grandes, porém carnudos e rosados. Reconhece que seu corpo é pequeno, mas possui belas curvas, principalmente aquelas coxas que o levam a uma perdição, que... Pelos deuses. Também sabe que seu cabelo é longo e incrivelmente, ou inacreditavelmente, da cor... ROSA. Sim, ele disse rosa.

Ela é diferente de tudo que já imaginou, e talvez seja isso o que mais apreciou nela. Mas como saber disso tudo se nunca à viu? Bom, ai vem outra nova “tortura”, caralho, quer dizer, ele ADORA demais poder senti-la, porque é apenas por tocá-la que descobriu coisas sobre ela, além, é claro, dos cabelos exoticamente da cor rósea que, curiosamente, é a única coisa que consegue ver nos sonhos, só que por mais satisfeito com seus momentos impuros, ele NECESSITA VER O ROSTO DELA, ou melhor, ELE NECESSITA VÊ-LA POR INTEIRA, não, não, a verdade é que ELE PRECISA ENCONTRÁ-LA COM EXTREMA URGÊNCIA, afinal, a rosada pode ser sua última gotícula de esperança.

Mas foda-se, ele precisava esquecer isso agora e focar na corrida.

“Pois é, heueheueueheu, o idiota do Kimimaro acha que pode me ganhar. Me poupe, sou eu que domino essas ruas, hahhaha.” Pensou.

A adrenalina chegava quase a explodir por suas veias, e é a melhor coisa que já descobriu na vida, perdendo apenas para sua marcada e para o sexo.

Estava tudo dando certo, como de costume. Faltava pouco para que alcançasse a linha de chegada, anunciando assim sua vitória e porventura o fim da corrida, mas lá estava ela para perturbar novamente a sua mente.

Sua garota apareceu um pouco a frente do carro, sua expressão esbanjava cansaço ao mesmo tempo em que se encontrava assustada, o que o fez arregalar os olhos e frear bruscamente para não atropelá-la, mas imagine sua outra surpresa ao sair do carro, já bastante atordoado por sinal, e encontrar apenas a estrada vazia, pois é, não tinha ninguém lá. Só pode pensar que fora apenas outro truque de sua mente desgastada com a maldita saudades de sua rosada, garota qual ainda nem chegou a conhecer e já o fazia perder o pouco juízo que ainda tinha, além da corrida, é claro.

Pera...

Desacelera um pouco a fita.

CARALHO, A CORRIDA!!

Entrou no carro bruscamente, mesmo sabendo que não existiam chances para vencer.

“Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Droga. Mil vezes Droga!!” Pensava.

Tinha perdido a corrida. E o pior, nem tinha se dado conta ou se importado.

De qualquer jeito, após despertar de seu pequeno surto, e transe (pois não deixava de enxergar os fios róseos que pensou ter visto ainda a pouco em sua frente), andou com seu bebê, seu Koenigsegg CCXR preto, que por acaso é o terceiro carro mais rápido do mundo, indo até 417 km/h e é claro, sendo simplesmente e humildemente o carro MAIS CARO DO MUNDO. Obviamente Sasuke não pagou por ele, pode apreciar carros e estar menos ajuizado, mas não caga dinheiro e nem o Sr. Fugaku é louco de lhe dar algo desse valor. Enfim, seu bebê foi ganho como pagamento em uma de suas corridas, e foi com ele que andou até a multidão que comemorava a vitória de Kimimaro logo atrás da largada.

Após a porta do carro subir e lhe dar a chance de por os pés para fora do automóvel, já foi puxado e bombardeado de perguntas do baka do Naruto, que o segurava e quase levantava do chão, completamente indignado.

- COMO VOCÊ PODE PERDER PARA AQUELE CARA, TEME? – berrava o loiro, segurando-o pela gola da camiseta.

- Dobe, será que você pode me soltar? – perguntou irritado, mas tentando manter a calma.

- SE VOCÊ ESTAVA SE SENTINDO MAL ERA SÓ ME DIZER, QUE EU CORRIA NO SEU LUGAR, MAS DAR ESSE VEXAME E AINDA PERDER ESSA GRANA?!

- Da para parar de gritar no meu ouvido, Naruto? - falou, quase rosnando, mesmo sabendo que ele não pararia tão cedo com sua crise de chilique.

- QUEM É QUE VAI PAGAR O MEU LAMEN AGORA, SASUKE!? – questionou desesperado e com os olhos marejados, acabando por soltar a camiseta.

“Aff. Então era isso, esse baka só se preocupa em encher o bucho mesmo.”

- Tsk...

Antes que pudesse dar-lhe uma boa resposta escutou seu telefone tocar.

- Naruto, fica quieto, é o meu pai. – bastou dizer isso para que o esfomeado se aquietasse. – Alô?

- Sasuke, sou eu. Preciso que volte ao Distrito imediatamente. – a voz imponente de sei pai, e Supremo Alpha da sua alcateia, a Yatagarasu, se fez presente.

- Aconteceu algo? - questionou, ligeiramente preocupado, pois não aguentaria outra catástrofe familiar no atual momento.

- Conversamos quando chegar. – falou e logo tratou de desligar.

- Você ouviu, dobe. - disse, enquanto entrava novamente no carro.

- Nossa. O que será que aconteceu? O tio estava tão sério. – o baka falou após alguns segundos dentro do carro, fazendo Sasuke o olhar com uma cara de “isso é sério?”, mas como a pessoa é tapada em demasia, não entendeu e o moreno teve que falar.

- Quando ele não esta serio, baka?

- Aaahh. Isso é verdade. – disse rindo.

- Hn.

O loiro por algum milagre dos deuses ficou quieto, dando-lhe a oportunidade de pensar no que foi aquela visão da sua rosada.

Não que as coisas relacionadas a ela não sejam estranhas, mas nunca tinha à visto fora dos sonhos, então isso o deixou mais confuso e agora seu lobo estava muito mais inquieto.

Sasuke: Por que não conseguimos encontrá-la?

Susanoo: Onde... Será que ela está?

(...)

A morena de pele clara e olhos tão escuros quanto a noite dirigia de volta ao Distrito.

A matriarca da família Uchiha estava cansada, dissera que ajudaria a organizar a festa dos pequeninos da escola de sua neta, mas não pensara no quão desgastante seria, esteve por dias em uma correria sem fim.

De qualquer jeito, estava feliz, pois logo chegaria em casa e veria seu “bebê” e seu marido, infelizmente não veria o filho mais velho, mas sabia que não tardaria a tê-lo de volta em casa.

Ficar longe dos filhos ou do marido por muito tempo à deixava aflita, isso depois de tudo que ocorreu três anos atrás, mas não era uma opção acorrentá-los dentro de casa. Quer dizer, não é como se Mikoto não tivesse pensado nisso, mas seria agoniante demais para seres que vivem correndo pela floresta serem mantidos em “cativeiro”.

A morena observou, pelo retrovisor do carro, a neta que dormia serenamente no banco traseiro e se permitiu sorrir, Itachi era muito sortudo em ter um anjinho como aquele.

Era triste, mas a pequena Youko, mesmo possuindo apenas um ano quando a mãe deixou esse mundo, nunca esquecerá dela e apesar de seu pai ter se casado novamente, jamais considerou Yugito como mãe, então se sentia presa a saudades da falecida.

Com o desvio dos olhos para o banco de trás, Mikoto não viu quando uma garota de madeixas curtas e douradas correu pela frente do veículo, acabando por se surpreender e frear bruscamente.

Tudo aconteceu tão de repente, que a Uchiha mais velha só pode assistir, com os olhos arregalados, a garota chocando-se contra o veículo e ser arremessada em sequência, enquanto a pequena Youko despertava em pleno susto.


Notas Finais


αγάπη μου = meu amor.


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