História As pistas de Anne Rose. - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 27
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii...
Muito obrigada pelos 116 favoritos!!
Estou muiiiiitooo feliz=)
Beeeem, novo capítulo pra vocês e ele tá meio que assim.."maconhado" pois eu decidi fazer loucuras...
MINHA CARA SER LOUCA NÃO É???
Hahahahajajajaj
Boa leitura...

Capítulo 5 - Olá Anne...


Fanfic / Fanfiction As pistas de Anne Rose. - Capítulo 5 - Olá Anne...

É estúpido imaginar que está louco. É idiota pensar que todos o chamam de louco mesmo você não sendo, a verdade é que, todos somos loucos...A diferença é que "falar com relógios" não deve estar dentro da rotina da sociedade.

Ouvi uma conversa de meus pais sobre como a morte de Anne tinha feito mal para mim, e que já deveriam ter me colocado em um psicólogo, agora eu estava delirando e precisava de ajuda.

Estou em um hospital pequeno que apelidei carinhosamente de "o lar dos ponteiros", um hospital psiquiatra para jovens "loucos", estou recebendo tratamento e não preciso ficar internado, apenas tenho que ir ao lar dos ponteiros três vezes por semana.

O médico/ponteiro disse que minha saúde mental estava muito boa, eu parecia estar bem, exceto quando ele colocava um relógio em minha frente: eu tinha a enorme necessidade de gritar. Mas me controlava.

George veio até o lar dos ponteiros me fazer uma visita, ele comentou o quão grave era os relógios terem parado para eles, ele fez uma consulta no relógio principal da cidade e tudo parece bem, todos podem ver o relógio movendo os ponteiros normalmente. Mas George e Ross não viam. Como se fosse um delírio.

Conheci uma garota aqui na clínica, chamada Stacy, uma garota tecnicamente muito inteligente e quase não acredito que alguém possa ter a achado louca exceto quando a ouvi dizendo que ela pode se comunicar com alguns animais. Totalmente louca. Eu gosto de loucura.
Quem não gosta de um pouco de loucura?
Estávamos andando pela área de alimentação e depois de algum tempo decidi falar com ela sobre os relógios e sobre Anne. Ela parece ser diferente de todos aqui. Ela simplesmente sorriu ao ouvir a história de tudo que aconteceu nessas últimas semanas e explicou que também tem sentido coisas estranhas acontecendo na cidade.
Ouvi diversas vezes ela me falando sobre um "presságio" que a mosca da cozinha tinha falado algo a ela sobre os relógios e essa coisa de tempo.
Mosca?
Sim. Totalmente louca.

Os únicos dias livres que eu não precisava ir para a clínica eu apenas me encontrava com Stacy e conversávamos sobre absolutamente tudo que dois adolescentes não conversam normalmente: Relógios, moscas, loucura, desaparecimentos e mais relógios.
Stacy tinha um jeito diferente de reagir à situações estressantes. Ela sorria e falava coisas meio sem sentido, eu não a achava louca como seus pais ou os psicólogos e psiquiatras da clínica. Ela não era louca, apenas tinha pensamentos exóticos e incríveis.


Acordo com o despertador em meu quarto. Levanto e tomo um banho, me arrumo e minha mãe diz que vou à escola.  Estranho mas não questiono, tomo café e saio em seguida. Entro na escola e tudo parece estar normal, ando pelo largo corredor e algumas pessoas acenam para mim de longe. Entro em minha sala e sinto meu pulmão contrair e minha visão desfocar por alguns segundos. Anne estava sentada em sua cadeira olhando para a janela da sala, até que me viu de longe e veio em minha direção, minhas mãos tremiam lentamente e ela abriu um sorriso:
-Oi Ross! - senti minha cabeça ficar tonta por um tempo mas respondi.
-Oi. -ela me olhou meio séria com minha resposta "seca".
-O que houve com você? - Ela perguntou enquanto ria.
-O que está acontecendo? - fiquei perdido no nosso diálogo e reparei uma dor forte em minha cabeça, ela deu uma risada fraca.
-Acontece que hoje tem prova de química. E eu aposto que você não estudou! - ela respondeu e neguei com a cabeça.
-Tem algo errado. Você não é Anne! - Dei um passo de distância dela.
-Você está estranho hoje. Mas enfim, a festa é amanhã à noite não é? - meus ouvidos pareciam estar mais em choque do que eu mesmo.
-Festa?- Perguntei.
-Sim! Aquela do seu amigo que você me chamou quando estávamos no bar do Texas...- fechei os olhos e tentei captar o que ela tinha acabado de falar. Quase não acreditei.
-Você não pode ir! - Ordenei para ela.
-Você realmente está muito estranho hoje. Aconteceu alguma coisa? - ela segurou minha mão e se aproximou. Era como se fosse surreal ela ali, na minha frente.
-Eu não posso acreditar que está viva...deve ser um sonho- eu estava incrivelmente feliz e com medo por ela estar ali perto de mim. VIVA!

-Eu tinha morrido? - ela perguntou.
-Não, mas você estava presa. -respondi com os lábios trêmulos.
-Do que está falando? - ela se afastou de mim e arregalou os olhos.
-Eu tenho muita coisa para te contar... -falei para ela.
-Nossa, que pesadelo horrível!
Parei por um instante. 

Pesadelo?
O seu desaparecimento foi apenas um sonho?

Parecia ser real...



Notas Finais


E aí amorecos?
Gostaram?
Comentem aí pq AMO ler comentários.
Espero que tenham achado bom.
Tchau! Até breve fofeeeeennhooos!


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