História As roupas de Im Jaebum - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~eternomalik

Postado
Categorias Got7, JJ Project
Personagens Jackson, JB, Jinyoung, Personagens Originais
Tags Afrodite, Ares, Bnior, Jjproject, Mitologia Grega, Starter
Visualizações 143
Palavras 5.819
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha quem trouxe outra bnior acompanhada da dona Karine que, se não fosse por ela, essa fanfic não estaria aqui POR FAVOR AMEM A KARINE
e amem essa fanfic também, ok?
NÃO TÁ REVISADO perdoem os possíveis erros
BOA LEITURA <3

Capítulo 1 - A missão de Park Jinyoung.


Os raios solares faziam os fios de Jinyoung brilharem, assim como a brisa bagunçava-os suavemente. Já tinha alguns dias que aquele calor se seguia no acampamento, a sorte era gostar daquele tipo de clima.

Park Jinyoung, filho da formosa Afrodite, ocupava-se em voltar da missão que tivera, faminto, quando já estava perto da hora do almoço. Era um meio-sangue que se preocupava muito em sempre seguir as regras e se portar com o bom-senso que moldou desde pequeno.

Ao auge da sua idade possuía como papel principal zelar pela sua reputação e continuar sendo um exemplo para seus irmãos mais novos, por isso se esforçava muito para manter tudo nos conformes, conservar a harmonia que até então habitava o Chalé pelo qual era líder.

Pena que parte daquela reputação decaía devido ao namorado que, infelizmente, não ligava nenhum pouco para nada do que considerava importante. Havia diferenças bem aparentes. Mas, bom, não poderia esperar mais de Im Jaebum, filho de Ares.

Jinyoung muitas vezes foi indagado sobre a razão pela qual se apaixonou e se entrosou com aquele rapaz tão impaciente. A verdade era que nem o moreno possuía fatos construtivos para expor suas justificativas.

Porque simplesmente aconteceu.

E poderia parecer um grande, enorme e gritante clichê dizer aquilo, porém não existia outra forma de definir. Já fazia um tempo que o via vagar pelo acampamento e ser constantemente vangloriado pelas conquistas, pelas vitórias, de suas missões e pela maneira que ascendia sua popularidade com verdade e fundamento.

Jaebum simplesmente lhe soava admirável. No entanto, sua admiração foi muito além daqueles triunfos a partir do minuto em que reparou em seus olhos e se viu mirado por eles. Suas íris tão profundas como um oceano aparentavam lhe puxar e, durante encontros, foi impossível não se render ao mais velho.

Quando se deu conta, após alguns diálogos bobos a beira de um lago, encontrava-se tomado pelos braços e lábios dele. Jaebum detinha de um beijo fantástico e, definitivamente, insubstituível. Era cômico conversar com ele e de imediato notar suas características como um filho de Ares; Jaebum possuía traços bem evidentes.

Não tardaram para selar um relacionamento. Embora todas as diferenças, conseguiram encontrar um ponto de equilíbrio. Mas, tempo ao tempo, seus problemas começaram.

Geralmente tentava não se importar com opiniões alheias e viver consigo, da maneira que desejava, mas a cada dia era mais difícil ouvir comentários sobre o quão mal vestido era o filho do deus da guerra e até mesmo que ele não poderia ser um namorado digno.

O Park estava ficando cansado. E, em minutos antes de adormecer, chegou a pensar que seria interessante ver seu namorado com um ar diferente, com vestimentas que lhe valorizassem mais. Por isso, depois que o Im viesse lhe ver, tentaria conversar com ele sobre sua aparência, mesmo sabendo que seria uma tarefa árdua. Quase como uma missão. E, bom, determinado como era, obteria sucesso.

Pelo menos era o que se esforçava a acreditar.


 

Após se alimentar, tomar um banho e vestir uma roupa mais confortável, preencheu o tempo da tarde ajudando outros campistas com suas tarefas conforme disponível. Jinyoung gostava de sentir o elo que tinha com cada um que, apesar de simples e ocasional, era especial em demasiado.

No entanto, claro que uma parte de si ainda se focava muito na ideia em conversar com Jaebum. Quer dizer, Jaebum era bastante inflexível quando queria e, novamente, não desejava mudar os conceitos que até então carregava. Talvez só dar-lhe algum acréscimo? Mostrar um lado que poderia ser agradável, útil, quem sabe. Não custava tentar, afinal de contas.

Ao passo que a noite caía, se sentia mais ansioso. Sabia que o Im voltaria no final da tarde naquele dia então a cada minuto estalava os próprios dedos e tentava em vão formar um possível prelúdio de sua conversa. Jinyoung não conseguia especular os caminhos possíveis que poderiam trilhar assim que abrisse sua boca.

Estava ajudando a levar lenha quando ouviu seu nome ser chamado pela voz que conhecia tão bem. Virou sua cabeça quase que automaticamente, visualizando o corpo se aproximar. Pela ausência da camisa alaranjada e pelo aspecto de sua pele, diria que já tomara banho e apenas esperava o horário para comerem.

Jinyoung olhou para Jackson, um de seus irmãos que lhe ajudava, estendendo a mão para que lhe desse a madeira que carregava. O Park hesitou por um instante, mas o loiro dialogou logo em seguida.

— Não será preciso muito, nós terminamos por aqui sem problemas. Pode ir encontrar seu namorado. — Jinyoung mordeu os lábios e, pensando que eles se viravam muito bem, deixou o pedaço de madeira nas mãos do mais novo, sorrindo curto.

— Obrigado. Logo é hora da jantar, não demore a se arrumar. — aconselhou, vendo Jackson consentir gentilmente.

Park Jinyoung tinha um apreço imensurável por seus irmãos que mal lhe cabia no peito. Não eram de ficar grudados e interagirem cem por cento dos momentos, mas os minutos juntos recompensavam todos pelos quais passaram longe e ocupados. Sinceramente não se imaginava sem eles.

 

— Hey… — o moreno cumprimentou baixinho, selando sutilmente os lábios do mais velho. — Tudo bem? Como foi hoje?

— Tudo como imaginado. Difícil, mas possível. Está tudo bem. — observou Jinyoung sentando-se ao seu lado no gramado e procurando sua mão logo em seguida, entrelaçando seus dedos. — E você?

— Está tudo bem. — assegurou com um sorriso, com seu interior se revirando sem parar. — Fiquei ajudando os campistas pela tarde.

— Foi mesmo? Meu namorado está virando um belo de um campista, eu gosto. — Jaebum disse, puxando o menor ainda mais para perto de si, para que pudesse deixar um beijo calmo em seus lábios. — Mas você me parece estranho… Preocupado, sei lá. Aconteceu alguma coisa?

Jinyoung deu um sorriso pequeno, nervoso. O medo da reação de seu namorado fazia seu coração acelerar ainda mais. Suspirou, fazendo uma pequena oração:

Afrodite. Mãe, por favor, faça com que o Jaebum entenda o que eu vou falar. Se você gosta nem que seja um pouco de mim, me conceda esse desejo.

— Eu passei o dia querendo falar com você. — começou, se afastando um pouco do mais velho. — Jaebum, o que acontece é que bem… A minha… As pessoas… O que acontece é que as pessoas andam falando sobre o filho da deusa da beleza e dor amor namorar com um filho de Ares que não sabe se vestir e nem se importa com isso. Eu sou líder do chalé, entende? Eu tenho que estar ok, ser exemplo para meus irmãos e orgulho pra minha mãe, mas você não se veste bem.

O mais velho afastou sua mão da do menor, fechando a cara.

— Você quer terminar comigo, é isso? Quem andou falando mal das minhas roupas? Ah, mas eu vou torcer o pescoço de quem fez isso, eu vou…

— Calma Jaebum. — o mais novo fez força para puxar Jaebum para sentar, quando o mesmo fez menção de se levantar. — Eu não quero terminar com você. Por deuses, eu te amo.

— E o que é então?

— Eu quero que você me deixe te ajudar a melhorar sua aparência. Quer dizer, me deixe mudar seu visual. Por deuses, esse boné é ridículo, e essa calça? Precisamos mudar isso… Urgente.

 

Apesar da feição brava, de dizer que seu visual era perfeito e que um guerreiro não deveria se importar com roupas, bastou apenas um olhar pidão e uma voz manhosa do Park, para que Jaebum concordasse que ele poderia mudar seu guarda-roupa.

— A sua mãe deve querer que a gente fique juntos, pra eu ser tão apaixonado ao ponto de deixar você mexer nas minhas roupas. — Jaebum disse enquanto o casal caminhava para o refeitório.

— É. Eu devo agradecer ela, certo?  — o mais novo brincou, recebendo uma cara feia do mais velho. Riu, deixando um beijo na bochecha alheia e indo para sua mesa.

 

Iria fazer Jaebum se vestir como um verdadeiro filho de Afrodite.

 

#

 

Já havia se passado minutos que Jaebum havia concordado em se transformar numa espécie de cobaia para as ideias inovadoras de Jinyoung. Naqueles momentos ele repensava sobre a facilidade que deixara seu guarda-roupa nas mãos alheias porque sinceramente… Aquilo estava um saco.

Ouvia por alto os comentários que Jinyoung murmurava porque ele parecia conversar consigo mesmo, como se estivesse refletindo sobre o que seria melhor lhe vestir, o que combinaria mais, o que realçaria mais, o que contrastaria mais. Jaebum amava aquele rapaz, mas não negava que lhe era árduo ter paciência para aquilo.

Além das caretas que o próprio fizera quando adentrou o lugar. Era até esperado como um filho de Afrodite por ter um Chalé bem arrumado e perfumado, mas um digno filho de Ares definitivamente não ligava para aquelas coisas. Manter a ordem sobre as coisas parecia inútil quando tudo se desarrumaria novamente, era tão natural e de sua natureza agir daquele jeito.

Mas, respirando fundo, ainda observava o moreno seguir com seus ideais. Fitando sua expressão ele parecia centrado no que fazia, vasculhando suas roupas e encontrando algumas que nem se lembrava da existência. Sabia que havia concordado com tudo o que foi dito no dia anterior, mas… Bom, estava se esforçando.

— Jaebum, você está vendo o tanto de roupa que você tem que são muito melhores do que as que você está usando atualmente? — ele dizia com uma calça na mão esquerda, uma blusa na direta. — Qual é o problema de olhar um pouco mais pro seu guarda-roupa?

— Nada muda o fato de serem só roupas, Jinyoung… Eu pego as primeiras que eu vejo e que serão confortáveis. Não acho que preciso me preocupar com as outras se essas serão suficientes. — respondia naturalmente, com seus braços cruzados, o tornozelo direito acima do joelho da perna esquerda, o fitando.

— Mas é claro que sim! Todas as suas roupas estão aqui para serem usadas e não só essas daí que você considera confortáveis e são horríveis! — Jaebum arqueou a sobrancelha com o tom e o palavrear alheio, como se estivesse ofendido com tais. — Você sabia que se pode unir o útil ao agradável, certo?

— Suas frases feitas…

— E que cabem perfeitamente nessa situação. — Jinyoung suspirou, pegando o pequeno monte de vestimentas que lhe soava agradável e entregou ao mais velho, cujo tardou um pouco a mover-se e recebê-lo. — Vista algumas dessas, eu posso te mostrar que você ficaria muito mais bonito com elas.

O filho de Ares abaixou o olhar para a quantidade de trajes em suas mãos e voltou a encontrar as íris do jovem, aquele que não demorou a pender sutilmente a cabeça para o lado e lhe olhar outra vez com aqueles olhos pidões, aquela expressão que sempre lhe amolecia.

— Você disse que tentaria…

Era verdade; ele disse logo após de comerem na noite anterior, quando o moreno pediu uma segunda confirmação sobre o que almejava. Portanto, acalmando seu interior com uma respiração profunda, assentiu e ergueu-se.

— Eu volto logo.

 

Daquele jeito se foram alguns minutos provando as vestes e, bom, Jaebum até poderia julgar algumas razoáveis, agradáveis, mas Jinyoung enaltecia algumas peças que ele sinceramente não achava tudo aquilo.

— Você está falando sério, Jinyoung? Essa calça é muito justa…

— É o modelo dela. É do tamanho certo e não vai te fazer mal. Ela realça as suas pernas, não vê? Não é pra tanto, Jaebum… É só falta de costume. — respondia enquanto o filho de Ares ainda se olhava no espelho. Ele tentava se ver com os olhos dele. Tentava.

Mas desistia.

— Quer saber? Eu acho que isso tudo não faz sentido… — virou-se para olhar o mais jovem, se aproximando da cama onde o outro estava começando a retirar a calça. — Não estou inclinado a usar isso. — estendeu-a. — Ela pode ir pro lixo. As outras eu posso usar.

Park Jinyoung suspirou, vendo que tudo não foi tão conturbado e árduo quanto imaginava. Jaebum realmente se empenhou em seu pedido e ficava feliz com isso. Ficaria mais feliz se aquela calça ficasse com ele, mas resolveu aceitar.

— Ok, ok… Então essa calça, mais aquele chapéu e aquelas…

— O que você tem tanto contra aquele chapéu? — Jaebum falou em uma escala maior enquanto já terminava de se vestir como estava anteriormente. — Ele é muito confortável.

— Hum… — o moreno franzia as sobrancelhas. — Tudo? — dizia o óbvio, demonstrando indignação em seu olhar.

Ambos respiraram fundo.

— Isso não vai dar certo. — soltou um riso, maneando a cabeça. — Você pode até ser um filho de Afrodite, e se importar em grande escala com o que se veste e deixa de vestir, mas esse não sou eu. Gosto de usar o que me deixa confortável, principalmente para lutas. Não gosto dessas besteiras.

 — Então pra você eu sou uma grande besteira? — o mais novo se levantou, ficando quase do mesmo tamanho do mais velho. — Pra você eu sou besta e o que mais?

— Por deuses, Jinyoung. Eu não te chamei de besta…

— Mas você acha isso, não acha? Aliás, todo mundo acha os filhos de Afrodite as pessoas mais fúteis desse planeta. Você também deve achar. Mas se eu sou besta e fútil, você é um brutamontes que só liga para lutas.

— Jinyoung… — o mais velho fechou a mão em um punho, sentindo a característica raiva lhe domar.

— Vai me bater, brutamontes?

Jaebum rosnou e acabou por socar o colchão da cama. Respirou fundo quando viu o mais novo engolir em seco e contou até dez, pedindo paciência.

— Eu não te acho idiota, besta, fútil ou qualquer outra coisa, ok? Mas eu realmente não me importo com roupas, e não quero usar essa calça. Como você acha que vou ser capaz de lutar com isso? Olha, eu uso as outras, certo? Eu não quero brigar com você. Eu te amo.

Jinyoung assentiu, enquanto fazia um bico nos lábios. Jaebum deu um pequeno sorriso, puxando o menor para seus braços e deixando um leve beijo nos lábios do outro. Mas logo um falatório os interrompeu, e puderam ver dois filhos de Ares entrando no chalé, enquanto trocavam socos entre si.

Jaebum os cumprimentou, antes de sair com o outro.

 

#

 

Não estavam tendo uma boa convivência. Após a briga, quase não se viram mais. Naquele dia, quando ficou sozinho, Jinyoung fora para seu chalé chorar. Sentia-se triste, e ainda tinha brigado com uma das pessoas que mais amava. Naquela mesma noite sonhou com sua mãe: Afrodite tinha um sorriso largo e usava um vestido longo que mudava de cor. Seus cabelos eram grandes e o meio sangue não sabia dizer ao certo se eram pretos, castanhos ou um loiro mais escuro.

A deusa sorria pra si, enquanto acariciava seus cabelos. No sonho, o moreno estava deitado em uma espécie de praia, o sol brilhava no céu.

— Afrodite…

— Olá, querido. Você estava cansado, hum?

— O que você quer? Onde estamos?

— É apenas um sonho, não se preocupe. Você me chamou, não se lembra? Enquanto chorava… Chorando por conta de homem quando se pode ter vários outros.

— Eu não quero ter outros, mãe. Eu amo o Jaebum, é com ele que quero ficar. A senhora não gosta que eu o namore?

— Hum… Ele é um rapaz bonito e luta bem. Mas realmente não liga nadinha para moda e bons hábitos. Mas se eu não o quisesse com ele, não teria amolecido o coração dele para aceitar aquela sua proposta, certo? — a deusa deu um sorrisinho.    — Ele me lembra muito o pai dele… Mas Ares aprendeu a se vestir melhor com o decorrer das décadas.

— Ares é tão bonito como Jaebum?

A deusa riu parando de mexer nos cabelos alheios e sorrindo maliciosa.

— Muito mais. E ele é muito quente, se é que me entende. Jaebum também é quente?

— MÃE!

Mais uma vez a deusa riu, se recompondo aos poucos.

— Não precisa se fazer de santo. Sei o quanto meus filhos apreciam o sexo e o quanto os filhos de Ares são apressadinhos. Mas agora eu preciso ir, antes que Hefesto ache que eu esteja com algum mortal… Fique bem, querido.

— Tudo bem, mãe. Obrigado por aparecer.

E com o sorriso da deusa em sua frente, Jinyoung sentiu seu corpo começar a se balançar, e logo após, acordou com um de seus irmãos lhe balançando e chamando por seu nome.

— Jinyoung, acorde. — Alice falava. — Está na hora de levantar.

— Certo. Me dê vinte minutos e estarei pronto, já podem ir na frente.

Com os demais concordando, o Park se levantou indo pegar mudas de roupa para tomar seu banho.

 

Depois de fazer suas poucas obrigações do dia, Jinyoung observava o treinamento de Jaebum. O mesmo vestia uma calça que outrora tinha pedido para ele usar e a blusa do acampamento. Por cima dela, o colete de proteção. O Park admitia que o Im era um ótimo lutador, afinal, estava no seu sangue. O mais velho treinava luta com espada, e o viu comemorar quando venceu Alex, um filho de Hermes.

O mais velho pareceu lhe notar, e sorriu vindo em sua direção.

— Parabéns pela a vitória.

— Obrigado. Não está ocupado?

— Agora não, e você?

— Eu fiquei de ajudar no celeiro. Mais tarde a gente se fala?

— Pode ser.

Jaebum concordou, antes de virar as costas e ir encontrar com dois de seus irmãos e a líder do chalé de Atena. Jinyoung se sentiu triste por não ganhar um abraço ou sequer um beijo, e sentiu ciúmes quando viu o mais velho passar seus braços pelo o pescoço da garota.

Bufando, o filho de Afrodite saiu dali, indo procurar qualquer outra coisa.

 

#

 

Àquela altura já se encontrava dentro do refeitório cujo ânimo era predominante, pena que esse sentimento ainda estava longe de atingir o rapaz de cabelos escuros. Após o episódio durante a tarde, Jinyoung ficara infeliz o resto do dia, como se todo o seu incômodo sobre as roupas de Jaebum migrassem ao fato de que ele não lhe dava mais atenção. Quer dizer, sabia que houve toda a discussão, mas Jaebum poderia ter sido… Melhor.

Estava sentado à mesa concentrado no que comia, mesmo que sua mente estivesse vagando incessantemente. Foi surpreendido por uma presença ao seu lado e seria mentira dizer que não se assustou. Direcionando o olhar ao justaposto, avistou nada além do dono de seus pensamentos com aquele ar claramente mais leve que o seu. Emanava um cheiro bom, como se estivesse acabado de tomar banho, e se sentiu incapaz de não fitá-lo.

— Muito trabalho no celeiro? — indagou simplista, comendo do lanche que havia pedido.

— Huh? Ah, sim. — Jaebum tinha um prato mais reforçado, deveria estar faminto por todo trabalho que teve durante a tarde. — As coisas acabaram durando mais que o planejado.

— Hum… — Jinyoung sabia que tinha muito a dizer, mas simplesmente não possuía vocal para aquilo.

— Você está bem? Parece cabisbaixo.

Ótimo, você ainda sabe reconhecer quando seu namorado está chateado, parabéns Im Jaebum.

— Tudo ok, Jaebum. — empenhou-se a responder com normalidade, porque apesar de estar realmente frustrado, não queria conversar sobre tudo ali, nem naquele minuto exato.

No entanto, seria estranho se o mais velho não lhe olhasse por mais algum tempo, o observando, avaliando cada traço de seu rosto. O Park então lhe jogou confusão, demonstrando em suas íris seu mau entendimento da insistência do olhar, embora reconhecesse perfeitamente os motivos. Em segundos o Im já se voltava a terminar de comer enquanto ele fazia o mesmo.

Como esperado, o moreno terminou primeiro, porém acabou esperando seu namorado finalizar sua refeição. Olhava suas próprias mãos, das quais brincavam com um pedaço de guardanapo, e se interessava pelo ato. O distraía.

— Me encontre no pavilhão quinze minutos depois do toque de recolher. Vamos conversar.

Não reparou na movimentação alheia; não reparou na maneira que o filho de Ares se aproximou e murmurou aquelas palavras próximas do seu ouvido, lhe fazendo prender o ar involuntariamente. No momento em que girou a cabeça a fim de fitar Jaebum, já o via sair da mesa. Com o coração acelerado, teve seus olhos cativados pelos semelhantes conforme seu dono encaminhava-se para fora do lugar.

Park Jinyoung soltou o ar somente quando a figura alheia desapareceu de sua visão.

 

#

 

Um frio dominava a barriga do moreno enquanto avançava ao local. Uma brisa soprava, o silêncio entrava pelos seus ouvidos. Sem Harpias pelas redondezas ficava mais fácil ser ligeiro em sua caminhada, porque mentiria caso falasse que não estava ansioso. Não sabia muito bem o que esperar da suposta conversa que Jaebum se referiu, porém soube exatamente o que sentiu com a voz do próprio tão perto de si.

Jinyoung respirava fundo.

Respirava e já conseguia enxergar as colunas que emolduravam o pavilhão propriamente dito. Não tardou em presenciá-lo e deparar-se com as costas do rapaz que amava, o qual estava encostado em uma das mesas existentes ali. Mordeu os lábios e com passos silenciosos chegou até ele, ficando ao seu lado, encostando-se igualmente e chamando sua atenção.

— Hey… — Jaebum murmurou suave, selando levemente os lábios do mais jovem após segurar seu rosto com as duas mãos, voltando a ficar do seu lado segundos depois.

— Olá. — cumprimentou com um sorriso fechado. O primeiro beijo do dia ocorreu durante a noite pelo menos.

Analisando o acastanhado, Jinyoung podia ver que estava tentando formular alguma coisa em seu silêncio e cabeça baixa, portanto somente aguardou.

— Bom… Você deve achar que eu não percebi, mas… Sim, nós estamos estranhos desde aquela discussão. — afirmou num fôlego só. — Será que podemos resolver isso? Eu não gosto desse clima. Não gosto de ver tristeza dentro dos teus olhos. — apesar de toda a personalidade que Jaebum levava, era sempre agradável testemunhar aquela guarda baixa, os instantes em que sua voz parecia lhe acariciar junto à luz lunar e a densidade das íris negras. — Eu considerei o que disse. Veja, nem estou usando aquele chapéu ou aquelas roupas de antes e estou me sentindo bem assim. Continuo confortável.

— Sim, eu reparei… — a voz baixa esforçou-se para sair, os olhos continuavam em algum ponto fixo no solo. — Você… Você está lindo assim. — o olhou naquele segundo. — Os comentários e minha opinião mudaram drasticamente.

Jaebum sorriu curto com o comentário e se aproximou levemente, procurando a mão alheia, tocando-a acima da mesa à medida que mirava sua face.

— Não precisamos ficar assim, não é?

O moreno pensou em todos os pontos importantes do momento. Afinal, foi relevante o fato de Jaebum lhe chamar para conversar, o fato de lhe ouvir e de se esforçar, ainda que sua natureza fosse distinta daquele seu universo.

Deveria se lembrar sempre que Jaebum era filho do deus da guerra, não poderia esperar uma reação completamente dócil do mesmo quando estivesse mexendo no que era dele. Sentir-se mal pela última vez não resolveria nada e seu recente ciúmes não fazia sentido já que estava óbvio que Jaebum lhe amava muito para ceder tantas vezes como cedeu.

E ele lhe amava de volta o suficiente para relevar aquela história toda.

— Sim… Não precisamos. — respondeu baixinho, portanto, abaixando o olhar com suas bochechas se tornando róseas, mas ligeiramente teve seu rosto erguido pelos dedos finos e gelados do mais velho.

— Eu realmente amo você, Jinyoung. E acho que assim como você quis me mostrar que se vestir bem é importante, quero dizer que nem sempre devemos nos importar com isso.

— O que você está querendo dizer exatamente? — Jaebum aumentou o sorriso um pouco mais, acariciando o rosto alheio com a mão. Àquela altura já estava frente a frente com o menor, roçando seu nariz no dele devagar, aconchegando lentamente as digitais acima da cintura coberta.

E sua resposta simplesmente foi um beijo. Um beijo que, embora sutil, eriçou seus poros de uma maneira assombrosa e, como se fosse instantâneo, já permitia que Jaebum lhe beijasse como bem entendia, redescobrindo sua boca com calma e sensualidade.

Com os olhos fechados Jinyoung sentia-se viajar na fragrância característica, aventurar-se na boca dele, sentir um calor subindo-lhe conforme Jaebum o tomava daquele jeito erótico, forçando as mãos contra sua pele lhe pondo acima do móvel, abrindo as pernas para seu ser ficar próximo o suficiente.

Em segundos as mãos de Jinyoung foram até o pescoço alheio, encontrando sua nuca, emaranhando os cabelos castanhos entre seus dedos e os puxando de leve conforme os dentes do mais velho mordiam seu lábio inferior.

Naquele instante ocuparam-se em encarar um ao outro. Jinyoung umedeceu os lábios a fim de sentir o sabor do namorado e o próprio focou-se no ato como se dependesse daquilo para viver. Sua respiração mais rápida mesclou-se com a dele assim que se aproximaram novamente. O maior trilhou sua mão dos quadris até as coxas, puxando seu corpo contra o dele e lhe beijando outra vez.

E dessa vez investiu mais. Pressionou umas das mãos na lombar enquanto a outra ainda agarrava-lhe as pernas, não tardando a segurar atrás dos joelhos e se pressionar no mesmo tempo em que avançava contra o pescoço alvo, cheirando, beijando, chupando sua tez. O Park se envolvia no outro e o abraçava com o fôlego descompassado, seus olhos fechados e mordendo os lábios impedindo os gemidos de sair.

Mas sempre acabava soltando algo quando a língua do mais velho alcançava a linha da clavícula e se arrepiava por completo, inevitavelmente. Foi quando, sem pensar direito, Jinyoung voltou a colar sua boca na do castanho e o beijar voluptuosamente.

— Elas não importam quando estamos assim. Quentes. — Jaebum sussurrou quando sentiu os dígitos do menor tocar a barra da camisa que usava, deixando-o retirar, sentindo a brisa fresca lhe acariciando. — Não concorda?

Não esperava aquele tipo de fala àquela altura, mas não conteve o sorriso que adornou os lábios. O olhou daquela curta distância, tocando os bíceps e deslizando os dedos pela pele bronzeada. O Im era dono de um físico invejável e o Park se sentia bem sabendo que somente ele tinha o poder de tocá-lo, explorá-lo e marcá-lo.

Os olhos cor de chocolate acompanhavam o percurso de seus dígitos que a cada segundo desciam. O mais velho contraiu o abdômen assim que a temperatura deles o atingiu, excitando-se pela forma que Jinyoung dividia olhares entre si e o ato de abrir a sua calça. Quando envolveu seu membro semiereto tremelicou as pálpebras e franziu o cenho, nostálgico pelo toque.

 

Já fazia um tempo desde a última vez que se envolveram daquela forma.

 

Entretanto, Jinyoung se encontrava instigado como qualquer outra. Não havia como resistir a Im Jaebum. Não quando o próprio reagia tão bem aos seus carinhos, como fechava os olhos e deixava-se levar, mesmo que por pouco tempo, afinal Jaebum gostava de ficar no controle.

E exatamente por tal feitio, já estava o mesmo cessando seus movimentos, vindo com sua pressa costumeira livrar seu corpo magro das vestes que usava. Arrepiou-se pela brisa num segundo, mas queimava conforme os dedos percorriam sua pele em outro. Era fácil para Jinyoung acabar entorpecido pelos beijos e toques daquele rapaz que não poupava maneiras de lhe levar à loucura.

— Eu senti falta de te tocar, sabia? — disse ao pé do ouvido, ofegante, mordendo o lóbulo enquanto terminava de abrir a calça do jovem e descê-la um pouco junto da roupa íntima.

— Sentiu? — debilmente retrucou, se estremecendo no instante em que teve sua ereção rodeada, gemendo com a forma que Jaebum já lhe estimulava.

— Aham.

Jinyoung perdia o fôlego. Uma das mãos estava apoiada na mesa enquanto a outra apertava os ombros do maior conforme o mesmo movia sua mão devagar, lhe premendo do jeito que gostava. Pela proximidade era facilmente tomado pelo calor alheio, o fazendo fechar os olhos para aproveitar melhor, mas não tardava a abri-los e mergulhar nas íris intensas de Im Jaebum.

Este, por sua vez, colava sua testa na dele e usufruía da respiração acelerada, dos gemidos contidos, sorrindo ladino ao ver que o pau em mãos latejava e liberava aquela quantia pequena de pré-gozo, pela qual fez questão de espalhar e tornar a extensão tesa molhada. Park Jinyoung ficava tão bonito daquele jeito; entregue e sedento.

Jaebum… — gemeu fechando a mão ao redor do pulso alheio. Sabia pelo seu tom era um aviso para ir mais devagar mesclado com o desejo de ir mais rápido.

O Im apertou a ereção quente murmurando um “huh?” antes de deslizar a língua pelo pescoço, fazendo Jinyoung se estremecer à medida que o vento batia contra eles. Como imaginou, não obteve nenhuma resposta além daqueles balbucios repletos de regozijo.

Largou o membro por alguns instantes, forçando o corpo para trás. O Park ligeiramente apoiou suas mãos para trás, facilitando o ato do mais velho que trilhou saliva até os mamilos despertos, molhando, mordendo e beijando cada um deles, recebendo em troca a inquietação maravilhosa e os sons eróticos do mais jovem.

— Me deixa te tocar também. — sussurrou, acariciando os cabelos macios, levantando o olhar do outro.

A troca de olhares lhe renderam uma excitação desigual.

Sem aviso prévio Jaebum pegou seus cabelos e chocou sua boca contra a dele, voltando a agarrá-lo, arrastando suas unhas curtas pelas costas nuas até direcionar a destra trêmula ao próprio falo, procurando aquele que já toca anteriormente em seguida.

O suor brotava em suas peles banhadas pela luz da lua, esta a única testemunha do ato luxurioso que ocorria no meio do pavilhão. Eles abafavam os gemidos encontrando a língua um do outro, mas o ar era tão sôfrego que necessitavam findar a carícia para respirar.

E, ali, buscavam por ar juntos; gemiam juntos; chamavam um ao outro juntos.

Jaebum recuou, deixando o moreno confortável outra vez. Este tomou liberdade em explorar a pele alheia com a língua, lambendo e beijando a curvatura exposta, apreciando o gemido rouco que invadiu seus ouvidos quando mordeu a região.

— Venha mais para a beirada. — pediu, e Jinyoung prontamente o fez.

A destra que envolvia a ereção do menor juntou-a com a dele e sentir a rigidez mútua fez o acastanhado morder fortemente os lábios. As glandes se roçavam, Jinyoung prestava atenção naquilo e ofegava, movendo levemente seu quadril acompanhado do outro. Os beijos que aconteciam eram rápidos, não possuíam ar para algo mais longo. O Park arrastava suas unhas pelos ombros, costas, dando uma ardência prazerosa ao mais velho que acelerava os movimentos.

Jinyoung, sem autocontrole, pendia a cabeça para trás e voltava a prender os cabelos castanhos em mãos, forçando-a ficar rente a sua. A boca entreaberta, seca, procurava ar incessantemente. Os corpos em ebulição formigavam à medida que o auge se aproximava e, dessa forma, tampouco se lembravam do lugar em que estavam. As hemácias alvoroçadas queimavam tudo, até que em gemidos mais audíveis o menor veio, sendo dominado pelas sensações do orgasmo em segundos.

Por instantes ele não se focou em mais nada. Somente apoiou a cabeça no peito do seu namorado, tentando encontrar o compasso da própria respiração. Quando abriu os olhos, que nem se lembrava de ter fechado, e avistou o pau de Jaebum tão sedente, parou as ações dele e ligeiramente mudou as posições.

Descendo da mesa, o colocou contra ela e ajoelhou-se, não fazendo hora para abocanhá-lo, contendo o sorriso com o aperto em seus fios e o gemido que repercutiu da sua garganta. Com as mãos abaixou as calças alheias até o meio das coxas e prendeu-se ali para chupá-lo com vontade. Sentiu a pressão em seu couro cabeludo, portanto, ergueu o olhar e gemeu junto com o maior. A visão que tinha era imensurável.

— Me deixa foder a sua boca. — murmurou ofegante, observando a forma que Jinyoung afastava-se de seu membro, sentindo-se ainda mais desejoso quando aquele som erótico se fez entre eles. Fitou-o respirar fundo e umedecer os lábios, rapidamente abrindo a boca, lhe esperando.

Jaebum sentiu vontade de acabar com aquele rapaz por ser tão provocativo.

Assim que tinha seu pau envolvido pelos lábios carnudos e avermelhados de Jinyoung, não se poupou a começar fodê-lo. Segurando as madeixas entre os dedos mexia seu quadril e investia contra a boca alheia, sentindo-se tocar a garganta diversas vezes. Havia momentos que as mãos do moreno apertavam suas coxas e, por isso, diminuía sutilmente para o mesmo respirar, logo voltando à velocidade anterior.

Jinyoung lhe enlouquecia quando lhe permitia fazer aquilo, ainda mais lhe encarando daquele jeito, todo bagunçado. Moveu-se freneticamente até liberar-se na boca dele, gemendo, arfando, visualizando esperma se mesclar com saliva e tudo ser engolido pelo mais jovem.

Por fim, respirou fundo.

Respirou fundo e apoiou as mãos na beirada da mesa, se recompondo do clímax recente. O filho de Afrodite se levantou e ajeitou suas calças inspirando uma boa quantidade de ar. Quando direcionou o olhar ao mais velho, o encontrou lhe fitando com indícios de um sorriso nos lábios. Aproximou-se e, seguindo suas vontades, selou a boca dele demoradamente, sorrindo curto em seguida.

Jaebum retribuiu o ato e ajeitou-se igualmente, procurando sua camisa junto com o mais novo.

— Seu cabelo está uma bagunça. — comentou com um ar risonho, prevendo o tom que o moreno usaria.

— Ah, jura, Jaebum? Por que será? — o Im riu e, depois de vestir a peça que faltava, rodeou o pescoço alheio lhe beijando a orelha.

— Temos que ser silenciosos para voltar.

— Sim, eu sei… — respondeu pensativo, caminhando com o maior.

E por alguns poucos minutos, um silêncio confortável se instalou entre eles.

— Sabe, eu realmente te amo, Jinyoung. — o citado olhou-o de soslaio, estranhando o tom utilizado. Jaebum olhava para frente e os dedos da mão livre mexiam das madeixas, arrumando-as. — Com ou sem roupas.

Jinyoung não aguentou e deu risada, achando fofo o modo que o filho do deus da guerra estava se portando. E claro que, como um bom filho, rapidamente o encarou com um olhar estranho, mostrando que já se incomodou com a sua risada depois da confissão aleatória.

— Não, não é isso. — já aliviou o seu lado explicando-se. — Só não estava esperando essa confissão agora. — olhou para o acastanhado com um sorriso curto nos lábios. — Eu também te amo, Jaebum. Com ou sem roupas. Menos com aquele chapéu. — murmurou a última parte.

Você acabou de falar daquele chapéu de novo, Park Jinyoung?

Àquela altura o filho de Afrodite já se desvencilhava nos braços alheios e corria rindo em direção aos Chalés.

 


Notas Finais


JACQUELINE DISSE QUE ESSA FANFIC SERIA MENOR, PENA DE QUEM ACREDITOU
é incrível!!!! eu não ia colocar o lemon todo porque queria deixar um número de palavras agradável mas vocês estão vendo o fracasso????? TEM QUASE 6K ESSA PORRA MANO

MAS espero que as quase 6k tenham sido agradáveis apesar de tudo. Karine MUITO OBRIGADA POR ESCREVER UMAS PARTES MAROTINHAS E POR ME AJUDAR E AGUENTAR MEUS DRAMA; KÔ, OBRIGADA TAMBÉM POR ME DESEMPACAR NO LEMON
AMO VOCÊS IRMÃS

E agora eu vou embora. Só deixando claro que a capa é provisória até a Juliana rainha surgir e poder fazer algo pra mim. @JuBangLo está sendo procurada e espero encontrá-la viva. q

TÉ MAIS PIMPOLHOS ♥
LEIAM OBRAS NA TAG STARTER! <3


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