História As Trevas de Sethaborn - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Era Medieval, Fantasia, Magia, Mago, Sally-yagami, Trevas
Exibições 3
Palavras 1.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gente, este capítulo, pelo menos a meu ver, está bem quente!

Boa leitura!

Capítulo 5 - A Luta contra o Troll


Akkarin abre os seus olhos ao mesmo tempo em que o troll avança contra ele e Carline que, totalmente em pânico, não consegue conter um grito de mais puro terror.

―  É melhor você fugir, Carline! – Akkarin se vê falando.

― O que...?! – a voz da princesa é totalmente assustada.

― Fuja!

O jovem aprendiz de mago não tem tempo de falar mais nada, pois o troll avança mais uma vez, pronto para atacar. Em meio ao desespero, e, vendo que Carline não vai lhe obedecer, ele empurra a princesa, ao mesmo tempo em que pega no chão uma pedra e a lança conta o monstro a sua frente.

E, no instante em que ele faz isso, percebe que palavras estranhas saíram de sua boca, sem que ao menos ele se desse conta e, a pedra que ele lança é envolvida em chamas, atingindo o troll em sua região abdominal, e percebe a pele do monstro queimando.

Ante a dor, o mostro urra em fúria e, volta a avançar contra Akkarin, que simplesmente não sabe o que fazer em uma situação como esta, principalmente porque a princesa está ali, e, infelizmente, ela é sua responsabilidade!

O troll avança mais uma vez, e, a cada passo que ele dá, a terra treme, por conta de seu tamanho gigantesco. Akkarin sente a adrenalina tomando conta de seu corpo, e, a cada passo que o monstro dá em sua direção, ele dá um passo para trás.

Sente Carline segurando com força o tecido de sua camisa, e, logo se dá conta de que a princesa está bem atrás de si.

Vê a criatura avançando e, novamente, sente como se letras de fogo estivessem se formando em sua mente. Seus lábios se abrem e novamente começa a murmurar palavras irreconhecíveis, ao mesmo tempo em que começa a fazer estranhos gestos com suas mãos. E, de suas mãos, surge uma imensa rajada de fogo, que toma todo o corpo do monstro, que começa a urrar enquanto seu corpo é consumido pelas chamas.

Mas, mesmo com o corpo sendo corroendo pelas chamas, o troll, inflado pela raiva, dá um golpe contra o tórax de Akkarin que, junto com Carline, é arremessado para longe. Os dois rolam no chão e, Akkarin mal tem tempo para se levantar e vê o monstro, ainda em chamas, avançando contra si.

― Você o enfureceu...! – fala Carline, sua voz mostrando o quanto ela está tomada pelo pânico.

― E acha que eu não percebi?!

Akkarin simplesmente não sabe o que fazer. Aliás, não consegue nem ao menos explicar como agiu até agora e, a verdade, é que Carline tagarelando em seu ouvido não ajuda em nada.

Novamente, ele vê o troll se aproximando e, ele sabe que se as coisas continuarem assim, ele e Carline serão mortos.

Sem pensar em mais nada, e, sob os olhos amedrontados de Carline, Akkarin avança contra a criatura, tirando todos os pensamentos de sua mente e, tudo o que quer é vencer esta criatura, não importa como, ou morrer tentando!

O troll avança mais uma vez e, Akkarin, tomado pelo desespero, pega um tronco que está caído no chão. E, sem nem ao menos pensar direito no que está fazendo, o jovem aprendiz salta em cima do troll, e, quando seus corpos se chamam, as chamas no corpo da criatura simplesmente desaparecem.

Com toda a sua força, Akkarin tenta cravar o tronco no coração da criatura e, é neste momento que tronco em sua mão começa a se transfigurar, transformando-se em um objeto luminoso, o qual o jovem aprendiz usa para perfurar o corpo da criatura.

E, assim que recebe o golpe, o troll volta a urrar e, caí no chão, levando Akkarin junto consigo. E, mesmo prestes a morrer, o monstro ainda faz um último movimento e, com suas mãos gigantescas, consegue dar um último golpe em Akkarin, acertando a sua região diafragmática.

O jovem aprendiz grita de dor, ao mesmo tempo em que sente o ar lhe faltando em seus pulmões e perde a consciência.

Carline, que assistira toda a cena, e, ao ver o monstro caído e sem vida, não perde tempo e corre até Akkarin, tentando reanima-lo de todas as formas.

― Akkarin...!!! – a voz da princesa é desesperada – Akkarin, por todos os deuses, fale comigo, por favor...!!!

 

 

***

 

 

Pouco a pouco, seus olhos vão se abrindo e, a claridade acaba por fazer com que, em um gesto de instinto acaba levando o braço a sua testa, e, permanece assim por alguns minutos, até o momento em que seus olhos finalmente começam a se adaptar a claridade, e é então que começa a prestar atenção o local em que ele está e, percebe que está em um quarto enorme, e, totalmente desconhecido para ele.

― Finalmente acordou, Akkarin. – a voz de Damon se faz ouvir.

Ao ouvir a voz de seu mestre, o jovem aprendiz vira-se para o lado e, ao sentir dor, não consegue conter um urro.

― Se eu fosse você não tentaria me mexer desta forma, meu jovem, pois você tem três costelas fraturadas.

― O que aconteceu, mestre? – Akkarin se vê perguntando – E eu não reconheço este lugar, onde estou?

― Você está no palácio, meu jovem, em um dos muitos quartos de hóspedes.

― E por que estou aqui?

― Porque a Princesa Carine contou ao Rei Jonathan sobre sua bravura, e, por ordem do Rei, deverá permanecer aqui, até se reestabelecer por completo.

― Eu não entendo o que aconteceu, mestre...

― Pelo que a Princesa Carline nos contou, você finalmente despertou seus poderes, Akkarin.

― Mas eu sempre pensei que...

― E você achou mesmo que eu perderia o meu tempo treinando alguém sem poderes? Desde o dia que o conheci, percebi que você é dono de um grande poder adormecido. E, ao que tudo indica, este poder está começando a despertar e, este será o início de seu processo para se transformar em um grande mago. Mas, creio que esta não será uma tarefa fácil para você, principalmente agora.

― O que o senhor quer dizer com, principalmente agora?

― Penso, Akkarin, que há algo grande por trás da aparição do troll que você matou. 


Notas Finais


CONTINUA...


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