História As vantagens de ser Choi Hansol - Capítulo 9


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups"
Tags Colegial, Hanhan, Jeongcheol, Lemon, Meanie, Verkwan, Yaoi
Exibições 175
Palavras 1.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU ODEIO QUANDO A FORMATAÇÃO DA ERRADA AAA
meu toque
socorro

oi gent td bom sdds

Capítulo 9 - Capítulo VIII


Capítulo VIII

Relacionando-se às escondidas

 

“Já estamos no segundo mês e Seungkwan ainda está dividindo o quarto com ele, o grande famoso deste colégio” Provocando o mais novo, Mingyu se aproximara forjando que a banana em mãos era um microfone e direcionando esta ao rosto do loiro. “Como se sente, Choi Hansol, em ter um companheiro que aparentemente será fixo?”

“Imagino que o boquete dele seja bom” A sobrancelha de Jisoo fora arqueada enquanto aos seus lábios travessos levava um pedaço do pão que possuía em mãos, gargalhando com o olhar repreensivo recebido.

“Calem a boca, vocês não prestam” Ele bufou, tacando seu corpo contra o gramado alto e deixando que seu corpo fosse realçado com a respiração ofegante assumida após uma grande quantia de voltas por toda a extensão do campo. “Não falem esse tipo de coisa perto dele, eu não quero mais uma pessoa revoltada comigo pelas coisas que vocês falam.”

A última chance como Boo pronunciara com seus próprios lábios carnudos há dois meses fora uma das enormes motivações para o rumo que levara o americano ao estado que se encontrava agora. Ele fazia de tudo para manter aquele garoto em seu quarto, distinto dos outros em que a presença era um tanto indiferente.

Durante os dois passados anos Vernon confessaria que não se lembrava frequentemente do garoto de Jeju. Memórias passageiras e típicas surgiam quando se relembrava dos seus dias fora do internato e, claro, um imenso desejo de vê-lo mais uma vez, já que os primeiros lábios que tocara nunca seriam esquecidos, ainda mais quando robustos de sentimentos verdadeiros.

E a decepção era mais do que explicita quando Hansol acabara por perceber que o garoto novo de sua escola não se recordava da sua pessoa tanto quanto o inverso, o único tolo que não fora capaz de perceber era o próprio, mas Choi acabara por relevar, durante as semanas, até meses, mas com a proximidade ainda maior o caso entre eles apenas tendendo a uma firmação oficial, ele adorava utilizar isto como uma forma de suborno.

Ainda assim ele nunca cogitara que, com o visualizar mais uma vez daquele garoto, seus sentimentos voltariam em mesma intensidade. Não deixava transparecer, mas cada passo que tomava seu coração pulsava tão rápido do que o rapaz surpreso e mais velho.

Um grande “porém” em suas interações – decisões tomadas por ambos – era de quem nenhum dos amigos tinha, de fato, noção de Seungkwan e Vernon passavam noites preferindo dividir a mesma cama a cada um dormir na sua, a não ser na noite que brigavam.  Especulavam que, assim como qualquer garoto que dividiria o quarto com o americano, que já tinham dormido juntos e que trocavam alguns beijos – um deles praticamente pego no início de toda essa confusa “relação” -, mas ninguém poderia confirmar que eles estavam juntos.

Para a incrível imagem daquele que dormia com diversas pessoas diferentes o americano e o garoto de Jeju nunca tinham passado uma noite juntas que não fosse para simplesmente dormir. Vernon era cauteloso com suas atitudes, já que Boo Seungkwan era o único que lhe despertava o interesse de um relacionamento sério.

“Oi gente” O garoto de fios castanhos se aproximara, com curtos sorrisos e alguns cadernos em mãos. “Choi Hansol!” E o cenho do loiro fora franzido quando outro lhe chamara.

“Por que está me chamando de Choi Hansol? Você nunca sequer me chama de Hansol” Ele suspirou dando alguns passos de aproximação e arqueando uma das sobrancelhas. “Choi Hansol nem seria bem o meu nome, odeio quando me chamam assim, melhor você não ficar fazendo o mesmo” Sorrira sutilmente, pronunciando em tom baixo e quase inaudível.

“Por quê? Esse é o seu nome” Sua pronuncia, por vez, fora um pouco mais alta, mais ainda sim sutil. “Choi Hansol” Os dedos dedilhavam no ar escrevendo seu nome em hangul.

“Estou indo” O loiro sinalizara aos amigos, levando seu olhar aos mesmos. “Para vocês que sempre duvidaram de mim, hoje vou ser professor particular do nosso querido novato” Gargalhou baixo, vindo a acenar e apoiar uma das mãos nas costas de Seungkwan para que seguisse o mesmo trajeto. “Choi Hansol é meu nome coreano, digamos. Eu sempre me apresentei como Chwe Hansol desde que vim morar aqui e as pessoas continuam falando Choi Hansol, talvez eu não saiba mesmo meu nome” Falava com certa calma enquanto caminhava ao lado do rapaz de fios quase ruivos. “Eu prefiro quando me chama de Vernon, ou então só Hansol, mas não me chame pelo o nome completo, hm?”

“Oh, agora estou confuso” Ele franzira o cenho, levando seu olhar para o corpo ao lado, sendo cauteloso com seus passos. “Eu sempre te chamei de Choi Hansol e achei que esse fosse seu único nome, tanto que quando você chegou falando Hansol Vernon Chwe eu estava completamente desiludido sobre quem seria você”.

“Agora você sabe” E a mão que estava apoiada em suas costas fora levada até seus fios, qual acariciara sutilmente e sorrira de canto.

Não que ele não fosse bom em nenhuma matéria específica, o americano era surpreendentemente bom em exatas, mas obviamente seu visual e suas atitudes não combinavam nem um pouco com algumas notas que possuía. Não que ele, também, fosse um ótimo professor, aliás, não era. Seungkwan passara mais da metade da aula que pedira para ter em química com o Vernon apenas rindo e o atacando com as pronúncias sarcásticas. Ele queria menos olhares e mais fórmulas, já que era péssimo em juntar ácidos com bases e colocá-los na água, sabe-se lá o porquê já que Boo nem sequer sabia  da existência de mais um sal do que não aquele que utilizava para temperar sua comida.

A aula, entretanto, não fora nenhuma cena de filme – com exceção dos olhares incessantes do loiro nos lábios do moreno. Não teve beijo, não teve mão boba e muito menos uma noite de sexo, ou melhor, dia e seria o primeiro entre os dois. Afinal, Boo Seungkwan não era um mero brinquedinho sexual, como os amigos de Chwe costumavam supor. Ele era, surpreendentemente, muito mais que isso.

O garoto dos fios escuros guardava suas coisas em seus respectivos locais no quarto em que se encontravam quando o fuzilante olhar que sentia ultrapassar sua pele fora um motivo a seus devaneios. Obviamente seu companheiro de quarto fora seu motivo para isso. Seu cenho fora franzido e com algumas canetas ainda em mãos o mais velho soprou um riso.

“O que você quer?” Obviamente era o mais fácil de perguntar, já que os olhos de Hansol realmente desejavam algo.

“Se eu te perguntar se você quer namorado comigo, o que você diria?” Os olhos que fitavam o corpo daquele erguido foram dirigidos a suas orbes escuras. As orelhas alheias logo ficaram avermelhadas e mais um riso fora soprado.

“Que você está louco” Desta vez o riso fora anasalado e sua mão levara as canetas até o estojo sobre a mesa próxima.

“É, talvez eu esteja” Quem rira naquele instante fora o loiro, que ajustou suas costas deixando-as eretas enquanto umedecia os lábios.

“Você está brincando” A cara de espanto era explicita e suas mãos nervosas igualmente. Ele suspirou, cruzando os braços e dando um passo de aproximação aquele repousado no acolchoado. “Isso foi um pedido de namoro?” E mais um passo, agora estando praticamente entra as pernas do loiro, com a diferença que estava erguido.

O mais novo meneou a cabeça e abraçou a cintura daquele próximo, esboçando um curto sorriso enquanto fitava sua face emburrada. Seungkwan sempre desejava muito e, obviamente Hansol como seu servo pela paixão que lhe recobria, tinha de atender.

“Era só para ver as chances que tenho em ser chutado” E ele gargalhara, puxando o moreno para a cama junto consigo e distribuindo selares pela face e pescoço daquele agora deitado, entre risada.


Notas Finais


estamos chegando na reta final da história, mas ainda faltam uns 5 ou mais capítulos, então nem sei pq estou comentando isso
eu espero terminar até semana que vem, ou que que vem, pq depois eu vou viajar e ficar tecnicamente em um hiatus de dois meses e, não quero que isso atrapalhe a fanfic - que é a única que está sendo atualizada na minha conta no momento.

eu acho que esse é um dos meus capts favoritos, nusei direito pq, mas adoro ele nhonho
espero que tenham gostado também e comentem o que acharam, o que esperam, etc etc
preciso sempre saber da opinião de vcs

[Encontrou algum erro durante o texto? Informe-me! Eu sou uma pessoa deveras desatenta, não importe quanto eu reveja o texto. Eu não trabalho com betas, então espero que compreendam!]

gente, eu não sei se tem alguma baby aqui ou se tem algm que se interessa numa fic do B.A.P, mas eu escrevi uma one-shot e gostaria que vocês lessem, claro, se quiserem. https://spiritfanfics.com/historia/confinado-7028234

e outra coisinha
SEVENTEEN TÁ VINDO GENTE
TO NERVOUSER


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