História As Várias Faces da Cor Vermelha - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin, Jimin Depressivo, Jungkook, Jungkook Misterioso, Kookmin, Lemon, Minkook, Mistério, Namjin, Romance, Suícidio, Vermelho
Visualizações 66
Palavras 3.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sim, eu deveria tá att outras histórias
ME PERDOEM. É MEU BEBÊ
Espero que gostem!
Pra quem leu da primeira vez, é o mesmo cap, n mudou nd!

Capítulo 2 - Face Dois: Rosas


Fanfic / Fanfiction As Várias Faces da Cor Vermelha - Capítulo 2 - Face Dois: Rosas

Um ano depois.

Agosto. 

Ler aquela carta ainda me deixava imensamente mal, principalmente por aquele dia fazer um ano da morte da Hyuna, minha doce irmã que até hoje eu não soube o motivo de ela decidir se matar, eu sempre quis saber. Eu sei que ela não tinha uma vida perfeita, com pais perfeitos, com uma escola perfeita e nem tinha muitos amigos, mas ela sempre demonstrou ser imensamente feliz e satisfeita com o que ela tinha. Nunca a vi chorar sem logo depois de alguma conversa ela sorrir gigantemente, e ela nem chorava tanto, ela nunca demonstrou ser alguém deprimida ou que estivesse no mínimo abatida por alguma coisa. Eu acabava ficando confuso demais, não sabia como reagir. Eu estava muito mal, principalmente depois que encontrei uma carta, com a letra dela, encima da minha cama, sobre o meu travesseiro.

"Minnie, olá querido irmão. Eu só queria te dizer que eu te amo mais que tudo nesse mundo, você é a única pessoa de verdade que se importa comigo.

Me desculpem por ser egoísta.

Te amo, adeus."

Eu sei, eu sei. Não era nada que demonstrasse o motivo dela se matar, mas ela dizia que me amava naquela carta, assim como eu amava ela de uma forma descontrolável. Ela era meu bebê amado, eu a mimava, eu cuidava dela. Agora eu não tinha de quem cuidar. Minha casa ficou mais vazia e cheia de nada. Triste e escura. As cores não tinham mais graça. Só não saí de lá porque voltar para a casa dos meus pais não era uma opção muito agradável. Permaneci lá dentro, e mesmo chorando todos os dias eu não quis sair, eu não quis parar de sentir a dor. Eu tinha medo de sair e deixá-la para trás, eu não podia sair. 

Tranquei o quarto e o banheiro dela, não entro lá dentro já fazem meses, pois quando entro, a primeira coisa que eu faço é chorar desesperadamente. Eu não aceito, definitivamente, eu não aceito. Nunca soube qual foi o motivo, mas, quando eu souber, vou fazer de tudo para acabar com esse motivo. Se for uma pessoa, vou estraçalhá-la, se for um lugar, vou destruí-lo, se for nossos pais, vou me vingar, e se for eu mesmo... Eu não mereço viver. Eu não sei porque, mas eu me culpo por ela ter morrido, talvez eu não tenha passado tempo o suficiente com ela, ou talvez eu não a deixei fazer algo que era importante demais. Não sei o que pensar. 

Meus amigos dizem que eu fico encucado demais pensando nos motivos de Hyuna ter desistido de viver e ter tirado sua própria vida, eles dizem que sabem que ela era importante demais para mim, — a final é minha irmã — mas, que eu deveria parar de pensar tanto nisso. Talvez ela nunca quisesse que eu soubesse e por isso pediu desculpas por ser egoísta na carta que ela deixou para mim. Ela não falou de mais ninguém, apenas de mim... Nem dos pais e nem dos amigos, só de mim. Eles também dizem que eu deveria parar de me preocupar, pois ela me amava demais para a culpa ser minha, mas, eu não engulo, o motivo deve estar em algum lugar e eu ainda vou descobrir. Ah, sim, eu vou. 

Hoje, dia quinze de agosto, fazem exatos um ano de sua morte, e eu estou dentro de uma floricultura, junto com Namjoon, Seokjin e Taehyung, meus três amigos que vieram me acompanhar — e os três amigos que vivem falando para eu deixar de ser paranóico — à procura de rosas vermelhas, as favoritas de Hyuna, para deixar sobre seu túmulo. Eu não sabia se pensava nas rosas e chorava pensando nela, ou se sorria, lembrando de quando ela ficava feliz em ver uma rosa vermelha, ela sorria grandemente quando alguém lhe dava uma rosa dessa; quando eu esquecia ou não tinha ideia do que dar à ela de aniversário, eu costumava comprar um belo buquê de rosas vermelhas e presenteá-la, ela sorria durante dias e cuidava delas como se fosse um filhotinho de cachorro. Pois é, acho que eu vou chorar. 

Me aproximei das rosas e toquei uma delas. Essas flores me davam uma lembrança tão forte de Hyuna, principalmente de seus sorrisos. Subitamente eu sorri, e já senti minha visão turva pelas lágrimas que queriam vir com toda força. 

Senti uma mão dar uns tapinhas em minhas costas, como se fosse para me confortar; tirei minha visão das flores e olhei quem estava fazendo isso, era SeokJin, ou como eu o chamo carinhosamente de Omma, pois ele foi mais mãe que minha própria mãe. Desde que Hyuna morreu, ele se aproximou de mim e me fez bem, cuidava de mim, me deixava chorar em seu ombro como um bebê, me dava puxões de orelha quando eu fazia alguma coisa errada ou me fazia rir quando eu estava triste, virou um dos meus melhores amigos, e hoje em dia ele e Namjoon estão sempre do meu lado. Jin mostrava um sorriso confortante, dizendo que estava do meu lado, não importava o que houvesse. 

— Quer que eu peça as rosas? — perguntou para mim, já com sua voz de mãe e acolhedora. Ele acariciava meu ombro. 

Suspirei e neguei devagar com a cabeça. Voltei a olhar as rosas.

— Elas não vão me machucar. — ri sem vontade — Eu peço. 

Ele assentiu e tirou a mão do meu ombro, voltando ao lado de seu marido. 

Encarei as flores do meu lado e soltei um sorriso ladino e sem vontade. Chamei o floricultor que nos atendeu com um belo sorriso e um belo bigode chamativo. 

— Já escolheu a flor que vai querer, senhor? — o floricultor perguntou educadamente, sem tirar o sorriso do rosto. Assenti e apontei para as rosas vermelhas. — Oh. — ele aumentou o sorriso — As belas rosas vermelhas. São tão lindas... Para mim, elas representam as mulheres. Tem uma aparência bela e sensual, pode conquistar facilmente com seus encantos. A maioria pensa que ela é frágil, mas se tocá-la de uma forma errada, ela mostrará seus espinhos e espetará seu dedo. Por isso digo, cuidado com rosas e com mulheres. — solta uma risada nasal e os meninos acompanham, eu apenas sorrio fechado. 

Não estou nem aí para sua comparação senhor floricultor. Eu só quero pegar elas e ir direto para o cemitério. Não quero olhá-las e nem pensar que são como mulheres, não quero ouvir histórias sobre flores, ou qualquer coisa do tipo, eu só quero ir embora daqui. O floricultor perguntou quantas rosas eu ia querer para formar o buquê, eu o respondi e ele pegou a determinada quantidade, limpando-as, retirando suas folhas e as juntando com uma fita, depois, envolvendo-as com um plástico decorado. Ele me entrega e eu o pago.

— Desculpe a intromissão, mas, é para alguma namorada, senhor? — o floricultor me pergunta, e eu respiro fundo, negando com a cabeça.

— É para a minha irmã. — sorri triste. 

Ele abre a boca, emitindo um "ah", e logo depois retorna com seu sorriso.

— Tenho certeza que ela vai amar. — convicto.

É, senhor floricultor, eu tenho certeza que ela vai. Mas eu não vou. 

Nós quatro agradecemos ao senhor, que nos dera um pequeno tchauzinho e um "volte sempre". Acenamos para ele também e saímos da floricultura, indo em direção ao carro que estava estacionado logo em frente. Entramos no automóvel, com Jin dirigindo, Nam no banco do carona e eu e Tae atrás. Já sentado e com o sinto de segurança, eu olhei para as rosas e suspirei. Que saudade eu estava da minha pequena Hyuna. 

Apertei aquelas rosas como se fossem ela. Como se eu fosse perdê-la à qualquer instante.

Adentramos aquele recinto frio e cheio de túmulos devagar. Era estranho entrar num lugar desses, era um misto de sensação de paz com algo pesado, era uma atmosfera pesada, como se você pudesse sentir tudo o que já se passou lá dentro. Os choros, as mágoas, as saudades, os desesperos, os remorsos, as culpas, tudo. Era coberto de árvores, e quando o vento batia, trazendo um barulho de folhas e galhos se movendo me davam arrepios. Eu nunca gostei muito desse lugar, aliás, quem gosta? Trás más recordações, trás coisas tristes e cruéis. E claro, trás a saldade, a falta de alguém. 

Passamos por diversos túmulos, todos datados diferentemente, desde os mais simples até os mais decorados, até chegar no de Hyuna. Era um túmulo simples, pois não tínhamos muito dinheiro para enterrá-la num grandioso, como ela merecia. Acabamos enterrando-a num da família mesmo, no que entes fora enterrada minha bisavó materna. Ela era um doce de pessoa. O túmulo estava coberto por flores e folhas secas, algumas fotos estavam expostas dentro de um lugar específico para isso, com uma portinha de vidro para ser visualizada. Estava meio sujinho, mas nada demais. Ali eu não consegui mais me segurar, me ajoelhei de frente ao túmulo e me debrucei nele, me permiti chorar novamente como um bebê. A saudade era massacrante, me matava aos poucos. Hyuna era a pessoa que eu mais amava no mundo, e esse mundo cruel me tirou ela.

Que saudade eu sinto de você, Hyuna... 

Chorei, chorei e chorei mais um pouco. Não parei, pensando na saudade e em nossos melhores momentos juntos desde quando eramos crianças pequenas e viradas. Aprontavam os com todo mundo. Ninguém nos aguentava. 

Senti alguém afagar meu cabelo, levanto o olhar e vejo Tae. Ele sorri para mim, se abaixando e me abraçando. 

— Calma, Jimin... — me abraça forte e eu retribuo. — Ela deve estar bem. Tenho certeza. — ainda afagava meu cabelo, me permitindo chorar em seu ombro. 

— Que saudade eu tenho dela, T-Tae... — eu soluçava, não conseguindo falar direito graças ao choro. — Você deveria tê-la conhecido. — ele me apertou mais forte. — Ela era incrível. 

— Tenho certeza que era. É sua irmã. — se afastou do abraço e me mirou, sorrindo. — Agora ela deve ser um anjo que te protege, Jimin. Agora ela deve ter trocado de lugar com você. Agora, quem protege, é ela. Não fique mal. Ela está muito melhor. — acariciou minha mão. 

Eu respirei fundo, tentando fazer o choro ir embora. 

— Cadê o Jin e o Nam? — me levantei, limpando minha calça, e Taehyung fez o mesmo. 

— Eles foram vem o túmulo da mãe do Jin. — Tae limpava sua calça. 

Assenti. 

A história do romance do Jin e do Nam é simplesmente a mais bonita que já vi. Desde quando eu soube que o Nam ia casar, — que foi quando eu o conheci — ele me falava as histórias de como conheceu Jin. Ele disse que seu pai era bem próximo da mãe de Jin, como melhores amigos, e Jin e ele se conheciam desde novos, mas nunca gostaram um do outro. Já houve uma época, antes de Nam se descobrir homossexual, que ele era absurdamente Homofóbico, e isso o fez desprezar mais ainda Jin, por ele sempre demonstrar gostar de meninos e coisas de meninas. Jin sempre teve uma queda por Nam, mas por ele ser absurdamente homofóbico, obviamente ele nunca ousou contar. Mas, a mãe de Jin sabia que ele era infeliz daquela forma, sabia que o seu filho sempre ficava triste e abatido, por causa de Namjoon, então, em um dia em que ela e Jin foram na casa de Nam para uma visita normal, ela o chamou para uma conversa, e falou sobre o que Jin sentia por ele. Ao invez de Nam ficar revoltado como era o esperado, ele sorriu. O que podemos refletir disso é que obviamente Nam sempre gostou de homens, mas ele tinha medo da sociedade, do que ela poderia fazer, e mascarou isso sendo homofóbico. Quando descobriu que Jin gostava dele, decidiu ignorar a sociedade e seria feliz. Graças à mãe de Jin eles estão juntos. Mas, infelizmente, uma semana antes de se casarem, a mãe dele faleceu devido à uma grave pneumonia.

Era tão triste. 

Pelo menos os dois agora são felizes. 

Peguei o buquê de rosas e cherei-as. Aquele cheiro me lembrava ainda mais Hyuna. Coloquei o buquê em cima do túmulo, retirando as flores secas que ali tinha. Olhei e sorri triste.

Espero que você esteja bem e feliz, Hyu.

— Vamos? — perguntei à Tae. O mesmo assentiu e nós fomos até onde Jin e Nam estavam. 

Quando lá chegamos, eu percebi que nem Nam, e muito menos Jin choravam. Na verdade eles sorriam, e Jin ainda mais. Isso era intrigante. Eles lidavam tão bem com a saudade, pareciam esquecer que eles nunca mais a veriam, pareciam que estavam bem pelo fato de estarem ao lado dela. Mesmo que fosse o túmulo. Quando fomos embora, os dois deram um tchau para o túmulo dela, e ainda sorriam. Enquanto eu? Eu só queriam me jogar na minha cama e chorar o dia inteiro. 

— Jin, — o chamei e ele me olhou — por que você não chora? Por que você sorri? — perguntei à ele. Já tínhamos muita intimidade para fazermos esse tipo de pergunta. Ele aumentou ainda mais seu sorriso para me responder.

— Porque eu sei que ela está em um lugar bem melhor que aqui, sei que ela está bem, e que um dia eu irei vê-la novamente, lá em cima, sei que ela está me observando e está orgulhosa de mim e do que eu me tornei. Sei que ela não quer me ver triste, quer me ver sorrindo e alegre. Por isso que quando eu venho aqui, eu não choro, eu me alegro, por que a sinto mais próxima de mim. — seu sorriso não diminuiu ou tornou-se triste. Ele parecia bem em falar aquilo — Você um dia vai chegar à isso, Jimin, você vai ver. — ele me abraçou e fomos para o carro. 

Na volta, eu estava calado, apenas refletindo sobre aquelas palavras de Jin.

Eu não tinha certeza se um dia eu chegaria à isso.

Todos nós fomos para minha casa na volta, eu sabia que eles só estavam fazendo isso porque não queriam me deixar sozinho chorando como um condenado. Queriam que eu ficasse bem. Eu só queria ficar sozinho, mas deixei-os fazer o que queriam fazer. 

Entramos na minha casa, e Namjoon já fora diretamente para minha geladeira, provavelmente pegar alguma coisa para comer. Taehyung o acompanhou.

Eu e Jin estávamos na sala, calados, quando ele me puxou para um canto mais distante. 

— Estou pensando em fazer uma supresa para o Nam. — ele fala, animado.

— Que tipo de surpresa? — perguntei, não muito interessado. Digamos que eu ainda estava no mundo da lua.

— Quero adotar uma criança. — olhei para ele imediatamente. 

— Nossa. O Nam vai amar! Ele ama crianças. — sorri sincero.

— Estou pensando em adotar algum dia desses... — ele começou a falar sobre crianças que já viu e tudo mais. Eu escutei sem dar muita atenção, não que fora por não querer, é que de certa forma eu sempre lembrava de Hyuna, de algum jeito. 

Os dois voltaram e Jin se calou.

Conversamos durante algumas horas, jogamos alguns jogos e nos divertimos. Devo confessar que meu problemas até que saíram um pouco de minha cabeça.

Eles foram embora algum tempo depois, e assim que eu fechei a porta, fiz algo que eu não deveria fazer. Caminhei em direção ao quarto de Hyuna e abri a porta. Tudo estava no exato jeito como fora deixado. As paredes vermelhas, com algumas estampas de flores, decorações com fitas e pisca-piscas também da cor vermelha, as cobertas e fronhas da cama, vermelhas, as fotos comigo, com os amigos e com a familia ainda estavam lá. Eu não mexi em nada. A única coisa que eu mexi foi nesse dia, que fora quando eu me deitei em sua cama macia, me agarrei com o travesseiro dela e chorei, chorei, e chorei. 

Que saudades suas, Hyuna...

Me levantei meio zonzo ainda em cima da cama de Hyuna, havia dormido lá após chorar durante o que pode ser dito como horas, eu sentia meu rosto úmido e inchado. Levantei-me e arrumei um pouco a cama, retirando e arrumando o que eu havia bagunçado e amassado. Calçei minhas sandálias e saí do quarto, fechando a porta com a chave. Olhei para o relógio pendurado na parede, marcavam exatas duas da manhã. Ok, o horrível dia de aniversário de um ano da morte da minha irmã já havia ido embora, já era o dia dezesseis de agosto. Caminhei até meu banheiro e retirei minha roupa, indo tomar banho, e naquele banho eu relaxei. Evitei pensar nas saudades que eu tinha dela, evitei chorar, já havia perdido água demais no meu corpo. Mais um pouco e eu ficaria desidratado. 

Após acabar o banho, me enchuguei e me troquei, colocando um pijama de mangas compridas e calças, com estampas de ursinhos. Super maduro, eu sei. 

Do meu quarto, peguei meu travesseiro e meu edredom, desci as escadas e fui para a sala, colocando meu travesseiro e meu edredom lá. Fui para a cozinha preparar alguma coisa para comer, escolhi pipoca e brigadeiro. Eu assistiria algum filme para assistir. Estava sem sono, devido à ter dormido no quarto da minha irmã. Depois que fiz as guloseimas, escolhi algum filme qualquer quetinha na netflix e assisti, comendo. Eu lembro bem que eu não gostava de ver televisão nem nada assim, mas quando não se tinha nada para fazer essa ainda era uma opção.

Quase quatro da manhã e o sono ainda não havia vindo. Minha pipoca e brigadeiro haviam acabado. O filme havia sido um sacobe eu desisti dele, não tinha nada de interessante para assisntir. Então, botei na TV local. No momento, passava um filme na madrugada. No tédio, decidi assistir. 

— Por volta de Seul está tendo muitos casos de assassinos de plantão que andam pela cidade de madrugada. Pelo que se foi descoberto, eles passam pelas casas que tarde da noite ainda estão com luzes acesas. Eles batem na porta de sua vítima, e, se elas foram muito ingênuas e atenderem a porta, o assassino o mata sem piedade alguma. 

Pff. Papo furado. Por isso que não gosto de tevê, sempre tem essas histórias sem pé nem cabeça e...

Ding dong.

A campainha tocou. 

Eu estremeci. 

É claro que não seria um assassino, certo? Isso não existe, é um filme... 

De curioso, fui até a porta e olhei no olho mágico. O que vi era pior que um assassino. 

Se tratava de um garoto, todo molhado, vestindo vermelho. 

Aquilo sim me dera medo.



Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO
Vou chamar vcs de reds, - ou vermelhos? - n sei pq, só decidi.
ME FALEM O Q ACHARAM
COMENTÁRIOS MOVEM MONTANHAS (e minha vontade de escrever, hehe)
Beijoooox


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