História As várias faces de Louis Tomlinson - Orgia - Capítulo 5


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Gay, Harry Styles, Incesto, Larry, Liam Payne, Lilo, Linguagem Imprópria, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nouis, One Direction, Orgia, Primeiro, Sequências, Sexo, Sexo Grupal, Tomlinson, Zayn Malik, Zianourry, Zouis
Exibições 99
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM VOLTOU
GENTENEY, FOI MAL PELA AUSÊNCIA, TO NUMA FASE CRÍTICA...



OLHA AÍ MAIS UM CAPÍTULO. APROVEITEM.


AHHH.... NÃO LEIA SE PALAVRAS IMPRÓPRIAS TE DEIXAM DESCONFORTÁVEL.

Capítulo 5 - Futura punheta


Meu celular tocando em algum lugar do quarto, a cabeça doendo, estou muito cansado. Parece que tem um martelo dentro do meu cérebro, tento ignorar o toque contínuo, mas é quase impossível. A noite foi um desastre, depois de me render à proposta de Alex, ainda tive tempo de me esfregar num outro cara na boate, o que não deu muito certo. Alex deu um show de ciúmes, eu perdi uma boa foda e terminei me entupindo de vodca. Uma merda.

Eu acho que preciso trabalhar hoje, ainda não estou conseguindo raciocinar. Levanto da cama, a cabeça pesando uma tonelada. Descalço, caminho até o corredor e de lá vou para a cozinha, parece que meu celular deu um tempo, já não o escuto. Preparo uma xícara de café instantâneo, sentando-me num dos bancos ao redor do balcão de refeições.

Depois da cafeína pura, que vai fazendo efeito em meu organismo, dirijo-me para um longo banho, torcendo para que minhas energias se reestabeleçam. Ao final, escolho um dos ternos caros que possuo, seco o cabelo, escovo os pelos curtinhos de minha barba cerrada com os dedos, tudo isso em frente ao espelho.

O celular, novamente, vibrando e tocando. Dessa vez eu o encontro, atendo. É minha secretária/assistente querendo saber do meu paradeiro, dou a clássica desculpa do trânsito e peço para que ela tente enrolar os sócios enquanto não chego. Teremos uma reunião ainda hoje. Nos despedimos e eu já estou calçando os sapatos lustrados, perto da saída do apartamento.

 

--

 

Burocracia atrás de burocracia, sócios revoltados com as baixas de lucro, alguns me olhando torto, aqueles que são devotos do meu padrinho, eles acreditam que eu não tenho capacidade para administrar a Úria sozinho. Coitadinhos. Um bando de velhos brochas, que o pinto só funciona à base de remédios, tá explicito. Reviro os olhos, os cotovelos sobre a mesa de vidro, estamos todos sentados em círculo, discutindo problemas econômicos, financeiros. Minha secretaria parece uma máquina, escreve tão depressa que eu me canso por ela. É esforçada, tenho de admitir.

 

– Sou a favor de que devemos consultar o Lorenzo, o quanto antes. – Um dos velhos sugere, Anthony Figuor. Suas mãos enlaçadas sobre a mesa, sustentando-se numa pose bem formal. Idiota.

 

Abro a boca para responder a colocação estúpida quando Roger se pronuncia, estremeço com o tom de sua voz, olhando diretamente para ele, que está a minha direita. – Lorenzo foi claro quando disse que sua parte na Úria seria administrada por Tomlinson, não temos que incomodá-lo com problemas os quais somos capazes de resolver, isso é desleixo, pouca vontade. – Nossa! Jones é uma avalanche de coisas boas, gostoso, inteligente e sempre tentando apaziguar as situações de conflito. Um homem de poucas, mas certeiras, palavras.

 

Delicioso. Admirar Roger é sinônimo de ereção, porra...

 

– É somente uma sugestão, Jones. Eu entendo perfeitamente a posição de Lorenzo, e a respeito. Só que, devido às circunstâncias, – o velho Figuor volta a falar, gesticulando dessa vez. Eu ergo uma das mãos, devo me impor ou não estarei tomando partido do meu papel de liderança.

– Não estamos aqui pra discutir quem devemos consultar ou não, estamos aqui para resolver o problema e é o que faremos, senhor Figuor. Obrigado. – Encerro qualquer possível argumento que ele possa ter, deixando-o calado. O restante se comporta a igual Figuor e, assim, terminamos a reunião sem conselhos estúpidos.

 

Eu me apresso com os assuntos que vêm depois de encerrada a seção de discussões para tentar dar uma palavrinha com Roger e agradecê-lo pelo feito, porém não consigo. Ele é sempre muito apressado, o primeiro a sair das reuniões.

 

--

 

Mais um dia cansativo, em que tive de aguentar Danny no telefone por quase trinta minutos enquanto dirigia, foi péssimo. Ela tem uma festa de família para ir no fim de semana e está em dúvida do que vestir. Eu me faço de tonto, um ignorante com os temas relacionados à moda, o que não é verdade nem de longe. Tudo isso é pra que ela não se demore na conversa, mas não adianta muito.

Chego a casa exausto, caio na cama com a mesma roupa que estive vestindo o dia inteiro. Apago.

Horas depois, minha companhia toca, levanto a contra gosto, sem entender o que está acontecendo, aonde estou, tudo reflexo de ter acabado de acordar. Vou me arrastando até a porta, ajeito as baias da parte de cima do terno amarrotado e a abro.

Roger Jones!

Na minha porta.

Quase sofro um desmaio.

Estou com a cara amassada, mau hálito, visivelmente esculachado, nem quero falar do cabelo. Enquanto que ele está deslumbrante, seu terno azul-marinho, os fios grisalhos perfeitamente alinhados, terei um orgasmo só com essa visão.

 

– Jones! – Sai da minha boca como uma tosse. – Mas o que... – Roger me interrompe, lançando sua mala de negócios, que somente então percebo, longe, ele me pega pela cintura e eu estou caminhando para as nuvens, sem entender absolutamente nada, mas nas nuvens. Sua boca se pressiona na minha, fecho os olhos e aproveito esse momento de insensatez. Roger apalpa minha bunda, sua língua está circulando por entre meus lábios, e ele os chupa, brinca com minha boca como se fosse um pirulito doce.

Caminhamos de costas para dentro do apartamento, não estou pensando em mais nada, só em curtir o que está acontecendo. Seguro a gola da camisa social de Roger e começo a desabotoá-la sem ao menos retirar o terno. – Roger... Caralho... O que é isso? – Pergunto entrecortado, descolando minha boca da dele por algumas vezes. Nossas respirações pesadas colidem, é um delírio.

 

Jones permanece em silêncio, talvez esteja temendo suas próprias atitudes. Posso recitar todas as palavras que já ouvi de Roger desde que eu o conheço de tão poucas que foram, e, num momento como esse, não seria diferente. Jones repete minha iniciativa e trata de lutar contra meu terno, puxando as mangas compridas, abaixando-se para remover a calça e as meias que eu ainda tenho nos pés.

 

Em meio à agressividade de nossos beijos e toques, as roupas formais, roupas íntimas vão para longe de nossos corpos, ficam emboladas por cima do sofá da sala. Estamos no balcão da cozinha, o local mais alto que Jones encontrou para me sentar, suas mãos firmes percorrem minhas coxas, subindo até a cintura, seguem para os mamilos e ele os belisca, torneia os biquinhos em seus dedos, me deixando maluco, agoniado. – Roger... Olha só pra você... – A vista de Jones nu é muito mais do que eu pude imaginar por todo esse tempo de convívio estritamente profissional. Ele tem pelos nos peitos, suas pernas também são recheadas deles, em cima da rola grande há um arbusto negro que me põe salivante. Másculo, o mais másculo possível, tão homem que me faria agonizar em espasmos apenas ficando pelado, em exposição, bem na minha frente. – Que homem gostoso, ah, meu paur... – Enrolo meus dedos em minha própria pica desperta, sacudindo-a ao observar atentamente os detalhes do quarentão mais delicioso que eu já vi na vida.

Jones leva o indicador nos lábios, estando entre minhas pernas, pediu que eu fizesse silêncio com esse gesto. Aproximou os lábios de meu ouvido e ordena, rígido: – Não faça escândalos. – Enlouquece mais a bicha, claro! Não pude conter o tremelique que deu pelos meus braços e pernas e isso fez com que Roger abrisse um sorriso de interesse.

 

Olhando-me como um predador averigua sua presa, Jones reclina o rosto na direção da minha barriga, alcançando a cabeça latente de meu pino grosso num segundo. Solto-o e deixo que Roger o guie. Sua boquinha de lábios finos cobre mais da metade da rola dura e ele tira muito proveito dela, fazendo-a parecer pequena quando a engole por inteiro, depois a tornando maior quando mama só no biquinho, seus polegares rodeando minhas bolas.

Estou me esforçando pra não começar a gritar como num filme pornô, é um pedido do meu amante, e eu devo cumprir, quero que Roger jamais se esqueça do quão saboroso é foder o cu de Louis Tomlinson.

Jones enjoa da pica que lhe distraiu até então e me coloca de quatro, com a bunda arreganhada em sua cara. Seguro-me do jeito que posso no balcão, abaixando-me e me levantando nos joelhos para que ele se delicie com as piscadas do meu furo, ouço os barulhinhos que provém do mesmo todas as vezes que minha bunda se separa mais abruptamente. Roger me prende em suas mãos, mantendo meu cu aberto, sua língua o invade, vai bem no fundo, o máximo consegue. Murmúrios escapam de minha boca e eu empurro o traseiro na cara de Jones, afundando-o mais e mais ali. Minhas bolas esfregam em seu queixo, ele está me sugando a ponto de fazer arder.

 

– Ohhh! Roger!!! – Não consigo evitar. Jones estapeia uma das partes da minha bunda com tamanha força que me balançado para o lado. Ele afasta ainda mais os pedaços do meu traseiro, o risco entre eles quase se rasga e Roger passa os dentes ali, pelas bordinhas do meu cu.

 

E é nesse momento que a sirene de uma ambulância toca numa altura insuportável. Já não sinto a língua e os lábios de Roger...

Volto a mim num estalo.

Estou atirado em minha cama, de barriga pra cima, meu pinto por fazer um buraco no feixe da calça.

 

– Eu não acredito nisso! – Minhas mãos massageiam meus olhos, minha voz está rouca depois de tanto ter dormido.

 

Sim. Um sonho. Um sonho erótico com Roger Jones.

Que ótimo.


Notas Finais


QUEM TEM UMA IDEIA DO QUE TOMMO VAI FAZER DEPOIS DE UM SONHO DESSE???

MANDE SUAS SUGESTÕES PARA O PRÓXIMO, SÃO SEMPRE BEM-VINDAS.


BEIJO, BEIJO. OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E FAVORITOS.


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