História As várias faces de Louis Tomlinson - Orgia - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Gay, Harry Styles, Incesto, Larry, Liam Payne, Lilo, Linguagem Imprópria, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nouis, One Direction, Orgia, Primeiro, Sequências, Sexo, Sexo Grupal, Tomlinson, Zayn Malik, Zianourry, Zouis
Exibições 99
Palavras 2.982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HOOOOOOOI......... CARA, JÁ VOLTEI.
ANTES DE QUALQUER COISA, EU QUERO AGRADECER A TODOS QUE ESTÃO LENDO E DEIXANDO SUA PRESENÇA CONFIRMADA DE ALGUMA FORMA.

AGORA VEJAM VOCÊS, QUE LEGAL! NO ÚLTIMO CAPÍTULO UM LEITOR (consertei aqui muahahaha) SUGERIU EXATAMENTE O QUE EU ESTAVA PREVENDO PARA ESSE CAPÍTULO: ORGIA. ATÉ PELO NOME DA FIC E TAL. QUERO MUITO AGRADECÊ-LO, OBRIGADO MEU AMOR. ~GuihStylinson.

ENFIMMMMMMM....


EU JÁ IA ME ESQUECENDO TAMBÉM DE AVISAR QUE: SE VOCÊ FICA DESCONFORTÁVEL COM PALAVRAS IMPRÓPRIAS, SEXO GRUPAL ETC, NÃO LEIA, TÁ BOM? <3


ESSE CAPÍTULO TÁ MAIORZINHO, LOGO EU RETORNO COM MAIS, VAMOS LERRRRRR.

SÓ MAIS UMA COOISAAA... ESSE CAPÍUTLO TEM MAIS UMA PESSOA NARRANDO! QUEM SERÁ EIIIMMMMM... AEEEEEEEE..

Capítulo 6 - Disputando um mesmo cu


LOUIS TOMLINSON

“Não vou trabalhar hoje, tô sem condições, resolva tudo pra mim. Beijo.” Digito e envio a mensagem de texto para a minha secretária, jogando o celular ao meu lado, no sofá. Estou assistindo a um desenho doido, não entendo do que se trata, mas é muito melhor do que o jornal de meio dia.

O sonho que tive com Jones não sai da minha mente, quase esfolei o pinto essa madrugada e hoje pela manhã de tanto bater punheta pensando nele. Eu preciso urgentemente de uma distração.

Volto a pegar o celular, passando os olhos pelas mensagens do aplicativo que uso, várias ainda não lidas, os grupos os quais participo não são verificados há dias. Pra minha surpresa, a tela se fecha em cinza e o nome Harry Styles pisca no visor, uma chamada para ser atendida. O que Harry quer comigo? Sem deixar de mencionar que esse é primeiro contato de qualquer um deles depois de nossa foda grupal.

 

– Fala comigo! – Atendo de modo bem hetero, cruzando minhas pernas.

– Tomlinson? – Ele reproduz meu sobrenome com a voz grossa, sorrio, sem deixar vestígios que o fiz.

– Eu. – Respondo ao seu chamado. Styles parece acanhado, relutante, está em silêncio. – Tudo bem, Harold? – Digo seu nome de maneira formal, quero parecer imparcial com o que houve e quem sabe demonstrar que já não me recordo da orgia, o que seria, de fato, impossível.

– Tudo ótimo. Olha... – Harry continua relutante, medindo as palavras, eu o mandaria falar de uma vez, mas preciso manter a discrição.

– Sim... – Incentivo-o a dar continuidade.

– Horan me ligou hoje cedo, ele disse que queria marcar uma reunião entre amigos novamente. – Styles diz num só fôlego. É óbvio que as cenas do nosso último encontro entre amigos estão passando por ambas as nossas mentes. – Você tá afim? – Ele pergunta tão baixo que quase não o escuto.

– Vai ser tão divertida quanto à última? – Proponho provocativamente, meus dentes beliscam o lábio inferior. Estou oficialmente agindo contra tudo o que tinha sugerido nos segundos anteriores.

– O que você quiser, Louis. O que você quiser... – Harry parece mais aliviado com essa frase, ele está se soltando. – A esposa dele vai passar a semana de ação de graças na casa da mãe e Niall precisa trabalhar até domingo, mas ganhou o sábado, só que ela não sabe... – Então Horan está mentindo para a esposa, penso. Que bonito! – Podemos nos ver nesse dia, tudo certo, então? – Solto um murmúrio de confirmação e me despeço.

 

Sábado será um dia glorioso, de muito gozo e curtição. Me levanto do sofá, animado. Corro para o quarto e lá abro minhas gavetas de cueca e acessórios. Dessa vez, vou me produzir e eu tenho certeza de que eles não vão aguentar sequer olhar pra minha bundinha sem estourar de tesão. Ah, esses meus amigos...

 

--

 

Sábado, dez e meia da noite.

 

NIALL HORAN

Estamos todos na garagem aqui de casa, os amigos de sempre, tirando aqueles que não puderam vir. Bebidas geladas, aperitivos, a mesa de sinuca rodeada, é uma festinha particular sem a presença de esposas ou filhos. Malik, um dos caras da época da faculdade, trouxe três mulheres gostosas de companhia, todas elas têm grandes seios, cabelos longos, do estilo boneca pra trepada, fico me perguntando o que pensaria Lívia a respeito disso...

Payne, grande Liam Payne, já fumou sete cigarros seguidos, sim, eu contei, ele não sai de perto do basculante desde que chegou, atirando toda a fumaça para o quintal dos fundos da minha casa. Jota está com ele e os dois conversam entre si.

Harold também está aqui, Garry, seu irmão, mandou dizer que não poderia vir porque precisa entregar um projeto urgente no dia seguinte. Peter foi outro que lançou uma desculpa parecida, cancelou a presença em cima da hora, também conduzindo o papo de que está muito atarefado com o trabalho.

Há um clima pesado entre a gente, é a primeira vez que nos reencontramos depois daquela noite. A noite em que Louis se revelou pra gente. Louis é o pitelzinho desde a faculdade, o modelo de perfeição que se destaca no meio de nós. Ainda não sei como andava e anda conosco. Hoje, mais velhos e sisudos, ele continua vindo aos nossos encontros, festejando com a gente, mas, nessa última reuniãozinha, Tomlinson nos deu certeza do que desconfiávamos há muito tempo: ele é viado. Muito viado, daqueles bem viados.

E o pior não é isso. Todos nós fizemos a bunda dele de playground. Um assunto tão desconfortável que ninguém ousou a comentar até agora. Parece que estamos esperando um ou outro tomar iniciativa e ninguém toma. Por falar em Louis, ele é o único que ainda não apareceu ou deu alguma desculpa do porquê não viria.

Isso me enche de esperanças. Não que eu seja gay, longe de mim! Gay é uma coisa que eu, definitivamente, não sou. Mas aí... Eu fico pensando em como foi gostoso encaçapar o cuzinho de Tomlinson, o buraquinho mais apertado e apetitoso que eu provei nesses últimos anos, também pudera! Estou fodendo a mesma boceta por mais de uma década, é decepcionante. Amo minha esposa e filhos, não estou reclamando, poréeeeem sexo é algo que nada tem a ver com amor, é algo carnal, um dos nossos instintos e é impossível resistir aos instintos.

Payne vem em minha direção, é a quarta garrafa de litrão que bebo enquanto permaneço sentado numa das poltronas.

 

– E Tomlinson? – Liam pergunta pelo diabinho que há pouco invadia meus pensamentos, sabia que sua ansiedade descontada nos cigarros foi por causa do nosso jovenzinho. Sabia!

– Nem sinal de vida. – Digo, retirando o celular do bolso para checar se há alguma mensagem de Louis. – Nadinha.

 

Payne se senta num dos braços da poltrona, ao meu lado. Ele tem todo um estilo conservador de ser, com certeza devido ao militarismo que lhe foi imposto mesmo antes de, de fato, servir às forças armadas. Foi criado por pai e avô militares, Payne é extremamente empinado, sério, intolerante.

 

– A gente precisa conversar sobre aquilo. – Ele fala pelo canto da boca, como se não quisesse que ninguém percebesse do que se trata a nossa conversa.

 

Liam pretende dizer mais alguma coisa quando a campainha da entrada da frente toca. Não há um entre nós que não fique alarmado, até mesmo Zain, que avançava nas garotas como se fossem comestíveis, se solta dos braços femininos e vem para o meio do salão da garagem.

Deixo meus amigos para trás e vou atender a porta. Esfrego minhas mãos, provavelmente nosso convidado ilustre é quem chama. Respiro fundo e puxo a maçaneta. Meu sorriso encorajador se desmancha quando o grupo de garotas toma conta da minha visão. Mas que porra é essa?

 

– Boa noite!!! – Elas cantarolam juntas. Eu ainda estou com cara de paisagem. – Seu presentinho chegou! – A líder delas anuncia, todas estão de sobretudo, muito maquiadas. A morena, ao lado da líder, abre o casacão para me mostrar sua lingerie. – Ah! Nós temos um recadinho! Lindsay, por favor! – A líder novamente, dessa vez anunciando a loira de estatura mediana que está entre elas. A garota me entrega um cartão pequeno, decorado. Pego-o e o leio.

 

“Tenho certeza de que farão proveito desse presente! Beijos, Tomlinson.”

 

– Mas que merda. – Declaro em voz alta, encarando o bilhete. As meninas me empurram da entrada e vão direto para o corredor principal que dará na garagem. Estão invadindo minha casa.

 

Viado de merda! Não dá pra acreditar que ele fez isso.

 

– Ou, ou, ou! – Berro logo atrás delas. – Calma aí! – Já é tarde, estão seguindo o som e o cheiro de comida, arrombando a porta da minha garagem e dando início ao seu show de prostitutas. Entro logo depois delas, meus amigos ficam tão surpresos quanto eu fiquei e, claro, decepcionados. Não dá pra entender por que queríamos tanto a presença de Louis, parecia até algo obsessivo, e eu tinha certeza, plena certeza, de que sim, todos nós o queríamos.

Payne fecha seus punhos, os outros começam a disfarçar o incomodo em receber as beldades, nossas masculinidade está em jogo. Liam passa por mim feito um foguete. – Esse filho da puta quer brincar com a gente. – Sua fala mostra o quão explosivo ele é. – Ele tá lá fora! Tenho certeza! – Grita do corredor, eu o sigo, dando uma última olhada nas meninas, que então vestem somente suas lingeries, abaixando-se e levantando em danças eróticas.

– Mas o que é isso, irmão? Fica calmo! – Questiono Liam, tentando acompanhar ritmo desembestado. Saímos porta a fora, atravessamos a rua e ele enfim para, gira o corpo, procurando por Louis, eu acredito.

– Ele sabe o quanto uma brincadeira assim pode mexer com a gente. – Payne me aponta um dos dedos, rosnando. – Ele tem consciência disso, tá jogando. Eu preciso aclarar as coisas com esse viado de merda, eu tenho uma patente a zelar e não quero fazer brincadeirinha com isso. Achei que colocaríamos tudo em pratos limpos hoje! – Liam, mais alto que eu, parece querer me bater, cuspindo ao falar tudo isso em cima de mim.

– Então é isso o que você quer, Payne? Aclarar as coisas? Achei que faríamos uma reunião como a anterior. – Louis é o dono dessas palavras, ele surge de trás das árvores da calçada a qual estamos, seu carro está a alguns metros atrás, ele balança a chave nos dedos. Muito arrumado, como sempre, o cabelo engomadinho, roupa apertada.

– Tomlinson! – Payne estoura os pulmões para dizer o sobrenome do nosso amigo, cruza seus braços, enfrentando-o. – Que palhaçada foi essa?

– Eu não tô entendendo... – Louis está com ar de deboche, aproxima-se durante sua fala. – Achei que isso agradaria a todos vocês, meus amigos machões, pirados em boceta. – Liam está vermelho de raiva, eu o acompanho para perto de Louis.

Payne nos assusta, a mim e ao próprio Tomlinson, quando o pega pela gola da camisa e o sacode, desgrenhando seu cabelo com isso. – Você acha que isso atinge o nosso ego, seu imbecil? – Louis fica na ponta dos pés, o rosto tão vermelho quanto o do nosso amigo militar, ele se agarra nos pulsos de Liam, buscando se libertar do aperto deles em seu pescoço. – Pois nós vamos te provar o quão decididos com a nossa sexualidade nós somos, e vamos provar agora. Você não devia ter aparecido, Tomlinson, arruinou a sua própria brincadeirinha. – Com essas palavras finais, ele carrega Louis para minha casa de maneira agressiva, essa situação é meio complicada, angustiante, mas me deixa, por algum motivo, com tesão. Tomlinson submisso às vontades de Liam e, muito em breve, às vontades de todos nós.

 

--

 

Na garagem, as garotas, em sua maioria, praticamente nuas, com os seios grandes de fora, estão dando, pagando boquete, gemendo como as boas piranhas que são. Até as amiguinhas de Zain estão pelo meio. Liam atrai a atenção de todos com o que carrega numa das mãos: Louis Tomlinson, bem vestido, cheirando a roupa de marca.

 

– Olha quem eu encontrei lá fora, galera! – Payne faz o anúncio. – O responsável por esse maravilhoso presentinho. E ele disse que também faz parte do presente, não é? – Louis não responde, fico em dúvida se ele está realmente assustado com tudo isso, ou se suas reações fazem parte das artimanhas de se fingir de coitadinho. – Eu vou primeiro, porque eu encontrei. – Liam diminui o volume da voz, guia Louis até uma das poltronas e o atira ali. – Tira a roupa. – Ordena como se estivesse tratando com um dos soldados do quartel. Tomlinson se levanta.

 

Eu então percebo que ele ganhou o foco de todos nós. Harold, por exemplo, estava fodendo uma das meninas quando chegamos e está, agora, com a calça aberta, o pinto de fora, atento aos movimentos de Tomlinson. Malik abandonou o boquete das loiras e todas as suas carícias, elas continuam perto dele, oferecendo alguns poucos toques que ele rejeita quase sempre. Jota, marcado de batom por todo o tronco e pescoço, se aproximou neste segundo. Somos cinco, todos de telespectadores para os futuros atos de Louis Tomlinson, nossa putinha.

 

– O presentinho não é suficiente pra vocês, hm? Vamos contar... – Louis lança os olhos para as meninas que estão presentes, conta uma a uma com os dedos. – Oito meninas! Oito mulheres maravilhosas! As oito não dão conta de vocês? Ou vocês preferem algo mais duro ou, talvez, apertadinho, quem sabe, algo mais masculino! – Payne acerta a mão bem aberta numa das faces de Louis e ele se desequilibra, tendo de se apoiar na poltrona logo atrás de si para não desabar no chão. Eu até me projeto para frente, preocupado com a porrada que fora de barulho tão alto e força expressiva.

– AHHHHR! – Ele ruge, ainda de rosto virado, seus dedos por cima da região que havia sido esbofeteada. – Merda! – Ergue o corpo aos poucos, mexendo o maxilar, massageando o próprio queixo. A marca dos dedos de Payne está pintada por cima da bochecha recém depilada, é quando percebo que Louis não tem mais os pelos da barba cerrada que costuma usar, e isso favorece a aparição da enorme mancha vermelha.

– Tira. A. Roupa. – Liam ordena mais uma vez, ele o faz com pausas. Eu mesmo quase tiro as minhas roupas tamanha a imposição que ele assume na fala.

Louis abre mais um dos seus sorrisos debochados, sua bochecha marcada é evidente quando comparada ao resto de seu corpo nesse momento. Ele retira a camisa de gola, desabotoa sua calça e a passa pelas pernas. Está vestindo outra daquelas cuecas que só cobrem a parte da frente, ele coloca as mãos por dentro dela e ameaça tirá-la, Payne o impede. – Fique com ela. – Recomenda.

 

É a vez de Liam dar início à retirada de suas roupas. O restante, incluindo eu, despimo-nos também, como que por impulso.

Olho na direção da ponta do meu caralho grosso, parece um pedaço de tora, noto o quanto esse clima pesado me afetou aqui embaixo, estou semiereto, uma bombadinha e posso foder tranquilamente. Acerto uma cuspida recheada no meu instrumento e o preencho de saliva, espalhando o creme transparente até as bolas. Uma das garotas, a morena, se ajoelha em minha frente e pede permissão, com os dedos, para trabalhar em meu pênis, eu a libero, claro. Levo o olhar para Liam e ele está abaixado, por cima de Louis, mais precisamente entre suas canelas. Tomlinson voltou para a poltrona, de joelhos em cima dela, ele arrebitou a bunda lisinha, 98% nua, de vestimenta apenas os elásticos da cueca que aparecem nos cantos dela. Payne encapa seu tubo com camisinha das que pingam lubrificação. Meu corpo dá sinal de espasmos com a cena, estou a cada segundo mais duro, crescendo na boca da morena que me chupa com profissionalismo.

Payne o penetra sem qualquer preliminar e Louis o aguenta até o talo sem reclamar ou implorar por uma foda lenta, pelo contrário, ele parece prontinho para ser surrado com pica.

Os urros altos de Zain me fazem parar para observá-lo, ele acaba de espirrar uma boa quantidade de porra nos seios da loira que o cercava, ela fica de pé na frente dele e segura o pino babado de gozo, sua boceta abriga somente a pontinha da pica de Malik e a garota dança de um lado para o outro, tentando absorver o melado de Zain com o de sua xota.

Harold retornou a enfiar o pinto boceta adentro da garota que o servia quando trouxemos Louis, há mais uma delas atrás de Styles, acariciando os gomos de sua barriga e se acabando em gemidos perto dos ouvidos dele.

Nossa excitação brota das canetadas de Liam em Louis, é essa imagem em movimentos que está fazendo o delírio de nossas rolas. É incrível como um cu, que mede pouco mais que a circunferência de um polegar, pode se esticar pra receber a largura de Payne, o buraco até faz bico quando o militar se retira por inteiro. Eu não vou demorar a vir, e quero experimentá-lo, quero fodê-lo até gozar dessa e das outras vezes que estão por vir hoje à noite. Com cuidado, afasto a menina de meu pinto e ela, um pouco aborrecida, compreende o que quero fazer. Zain está ao meu lado, avançando na direção dos dois jogados no sofá, que se comem em barulhos e sem pausas. Malik teve a mesma ideia que eu. Merda. Driblo meu amigo e alcanço uma das laterais de Liam.

 

– Minha vez. – Imponho, esperando que Payne cesse o desespero de saborear o rabo de Louis com violência. Ele pende a face na minha direção, os olhos quase negros, ele está fora de si, completamente focado em chegar lá, estourar dentro de Tomlinson.

– Não. – Range os dentes ao dizer. Zain me faz companhia e exige o mesmo: que Payne libere Louis. Sem receber qualquer resposta ou atitude que indicasse que nos daria o lugar no cu de Tomlinson, eu empurro o militar na direção de Zain, como um touro. Zain o empurra de volta, na minha direção, e Liam parece ter grampeado os pés no chão. Seu quadril não dá brechas de sequer um segundo, ele entra e sai freneticamente, Louis se segura no tecido do sofá, seus olhos cerrados, a testa suada e os lábios abertos.

– Chega, Payne. Chega. – Também estou falando entre dentes, necessitado e com raiva. – Chega. – Trombo meu corpo com o dele com toda a minha força e ele retribui como numa queda de braços.

 

O ódio faz com que eu fique ainda mais quente e ereto, meu pênis pinga pelo assoalho, atinge até meus dedos dos pés e eu o quero, quero Louis Tomlinson. Quero agora. – PAYNE! – Aumento a voz, mas ele está irredutível, sinto olhares assustados nos rodeando, são as garotas que vieram fazer sua apresentaçãozinha tosca. Harry e Jota tomam a nossa raiva como deles e se aglomeram em volta de Liam.

É uma guerra! Uma guerra declarada em que o território a ser conquistado está valendo mais que a nossa amizade.

Os delírios do sexo.

 


Notas Finais


DEIXA UM GRITO NOS COMENTÁRIOS (assim: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA) SE VOCÊ QUER SABER O QUE VEM DEPOIS DESSE INÍCIO DE BATALHA.

BOM, GENTENEY. OBRIGADO POR TUDO. Ah, em breve consertarei os capítulos pra colocar o nome de quem está narrando, ainda não tinha feito isso pq só o Louis narrou até agora. Desculpa aí se eu escrevi algo errado, só revisei uma vez pq vou correr aqui p trabalhar. Beijo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...