História Asilo Clarifiel - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Amor, Depressão, Insanidade, Loucura, Manicómio, Possessivo
Exibições 32
Palavras 510
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - 1ª chave


Fanfic / Fanfiction Asilo Clarifiel - Capítulo 7 - 1ª chave

Eu não fazia idéia do que viria a seguir, tudo em mim tremia, minhas mãos suavam e eu sentia um arrepio percorrer minha espinha, Nathan se virou pra mim, me olhou de cima a baixo, seus olhos pareciam diferentes e negros, tive um pouco de medo:

-você vai se arrepender muito de ter dito aquilo, você não sabe o quão perverso eu sou

-mostre-me 

Eu estava tremendo mas não queria fraquejar eu precisava das chaves, não importa qual fosse o desafio eu iria suportar. Ele começou a abrir sua blusa, quando a tirou no seu peito haviam cicatrizes enormes e bem saltadas, ele parecia ter sido brutalmente torturado ou sei la o que, seu corpo era belo apesar das marcas, aquelas cicatrizes o deixavam mais sexy, pelo menos para o meu paladar:

-não está assustada com o corpo de um monstro? 

-deixei de acreditar em monstros a muito tempo. 

-a mas não deveria, somos bem reais. 

-só acredito vendo. 

Nathan caminhou na minha direção e fez um sinal Lara que eu me deitasse, pegou de seu bolso uma chave e se sentou sobre mim, balançou a chave na minha frente:

-se você fizer direitinho, você vai poder sair so seu quarto quando quiser e voltar quando quiser. 

-e as câmeras? 

-elas não funcionam bem, a imagem e ruim, so estão ali pra enganar. 

Levantei a mão para pegar a chave:

-não seja apressada, me diga, você gosta de dor? 

-depende do nível 

-vamos testar, quero ver se gosto de você o bastante. 

-o bastante pra quê? 

-pra não te matar

-como assim? 

-quando se ama de verdade alguém você o deixa sangrar, so se mata aqueles que são tediosos, seja divertida e me divirta. 

Ele colocou suas mãos  sobre meu pescoço e ria enquanto me sufocava, eu não tentava me mover nem soltar, apenas esperei quieta pela morte, quando senti minha razão abandonar meu corpo ele soltou meu pescoço :

-você é definitivamente bem louca

Ele ria de forma descontrolada e histérica começei a rir junto, eu realmente estava ficando louca naquele lugar, eu já estava alí a praticamente um mês e minha sanidade já não era das melhores, eu estava me transformando. 

-gosto da sua coragem, mas quero ver o quê você é  capaz pra pegar isso. 

Joguei Nathan no chão e enrosquei minhas pernas bem forte e seu pescoço, apertava cada vez mais até que soltei. 

-meu único problema e que eu também gosto de brincar. 

-a mais com certeza vamos brincar. 

Com apenas um puxão ele rasgou minha camisola, me fez ficar de joelhos e agarrou meu cabelo com força, encostou seu quadril no meu rosto, fui capaz de sentir algo crescer sobre sua calça, mas ele não parecia querer fazer nada sexual comigo, pelo menos ainda não,seus olhos eram assustadores e suas intenções impossíveis de se decifrar. Ele apenas ficou alí durante algum tempo me olhando, me senti meio constrangida, no fim ele jogou a chave no chão e me deu outra camisola, saiu sem dizer nada. Eu não entendi bem aquela situação mas me contentei com a chave da saida,ou melhor uma delas. 



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