História Asilo Stark do Paranormal (Interativa) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Arkham, Asilo, Asilo Stark, Interativa, Paranormal, Sobrenatural, Violencia
Exibições 61
Palavras 612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


As fichas estarão nos comentários, e as regras nas Notas Finais. Boa leitura.

Capítulo 1 - Regras e Fichas


2018, de noite, Asilo Stark.

Rachel caminhava pelo corredor estreito do asilo a fim de encontrar o primeiro paciente. Procurou, na sua prancheta, a ficha do homem. O seu nome era Frank Jefferson Falls, com trinta e três anos e era um psicopata. Em "Motivo da prisão", estava escrito, simplesmente "Assassino em série". O Asilo Arkam, como era chamado, foi criado exclusivamente para pessoas com algum poder e habilidade especial, por isso não ficou intrigada quando leu "Dom: Telapatia".

Um psicopata com telepatia... Que felicidade.

Parou em frente à uma cela escura por dento, com grades que lembravam uma prisão americana, mas era bem mais que isso. bastava ela apertar um botão que elas emitiriam um potência tão altas de eletricidade que arremessaria quem quer que fosse para trás. Apenas cinco delas era o suficiente para uma morte rápida.

- Frank Falls? - ela chamou. Se aproximando lentamente, vinha uma figura. A medida que caminhava, sua forma ficava mais clara até que conseguia ver como ele era. Alto, mas ainda parecia jovem, com seus 33 anos. Tinha os cabelos longos e castanhos ondulados, que batiam nos seus ombros, e a sua barba precisava ser cortada com urgência. Sua história era bastante triste, mas não chegaria aos pés de quem ainda estava por vir. No Asilo inteiro, só havia ele e o Paciente X, mas deste último era proibido até mesmo citar seu primeiro nome.

- Boa noite, doutora Rachel - ele disse, numa voz suave e forte.

- Como você sabe... Ah... 

Burra, pensou. Ele pode ler seus pensamentos, pare de ser tão tonta.

- Ah, vamos, doutora, pare de ser tão... fria consigo mesma. - Quando ele falou, moveu a cabeça para trás e girou devagar, como se estivesse alongando o pescoço. Ele está irritado com minha presença, pensou. - Deixa disso, doutora. - Ele encostou ambas as mãos em uma só barra de ferro. - Você é um amor. Entra na minha sala e vamos nos divertir. Aposto que você irá gostar.

Rachel o olhou, com uma sobrançelha levantada, mostrando um olhar de "Sério, mesmo?". Rachel se lembrou que ele podia ler a sua mente. Não custava nada tentar...

Você foi bem cruel no seu passado, sabia?

Ele arranhou os dentes.

- Deixemos o passado para trás. Já te disse o quanto você é bonita?

Rachel sorriu maliciosamente. Estava gostando daquilo. Você gosta de matar. Por que?

- Você não sabe o quanto é bom, doutora, ah! - Ele deu meia volta e foi para a parte escura da sua cela. Ele mesmo disse que queria que as luzes permanecessem sempre apagadas. - Você não sabe o quão bom é. Eu leio cada fobia que elas tem, e depois mato-as com elas, é incrível! Mato uma garota que tem medo de cachorros com vários cães rasgando a sua carnes, enfiando os dentes dentro dos músculos... Oh!

A psiquiatra continuou do mesmo jeito que estava antes. Tais alegações não eram novas para ela. Não teve nenhuma outra expressão pelo resto da consulta, até que Franck, de uma vez, correu e parou com a cabeça em uma das barras, fazendo com que seu coração acelerasse do susto que havia levado.

- Você está bem? - ela perguntou. Frank levantou, com a testa sangrando e um sorriso malicioso no rosto.

- Agulhas, doutora - ele disse, fazendo com que ela se arrepiasse. - Agulhas, é disso que sente medo. Agulhas, agulhas, lalalalala.

Rachel, com o coração batendo muito rápido, levantou-se e disse:

- Nossa consulta acabou, Frank. Agora volte para sua cela. Vou para a sala da lady Stark, agora.

Ele rosnou feito um cão e ela saiu, indo em direção ao elevador.


Notas Finais


A Margot Robbie e o Jared Leto já foram reservados como Photo Player. São, respectivamente, a Rachel e o Frank.

Aceito até duas fichas por pessoa, uma de paciente e outra de psiquiatra.

Fichas apenas em Tumblr, comentário ou Jornal (de preferência Jornal).

Seu personagem não pode ter nenhum poder igual ao de outro, e estes só são válidos para pacientes.

A fanfic terá início no dia 10/12/16

Não aceito os seguintes dons: teletransporte, onisciência, onipresença, telecinese e nada que tenha a ver com transporte.

Nenhum psiquiatra poderá ter um romance com seu paciente. Nada de Harley Quinns e Jokers, ok?

Seu personagem pode se curar/enlouquecer, com o tempo.

A identidade do Paciente X não é um mistério, as pessoas apenas não tocam no assunto.

Em algum momento da fanfic, esse personagem irá fugir do local, e o Asilo vai se tornar um caos, com cada paciente solto. Logo, a história é apenas dos pacientes tentando escapar, também, e os pisiquiatras tentando sobreviver/capturá-los.

Se leu até aqui, a palavra-chave é "Joker arrasa", para paciente, e "Eu viveria por você" para psiquiatras.

Seu personagem vai morrer de acordo com a sua fobia, então coloque uma bastante interessante, lembrando que apenas três irão sobreviver de toda a equipe.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...