História Asriel x Sans 1 mês por um Senpai - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Asriel, Sans, Sansxasriel, Undertale
Exibições 42
Palavras 1.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero não ter muitos erros ortográficos
e obg por estar acompanhando esse romance
=3
-Tami

Capítulo 8 - Um pouco da história do garçom kawaii


Fanfic / Fanfiction Asriel x Sans 1 mês por um Senpai - Capítulo 8 - Um pouco da história do garçom kawaii

P.V.O (SANS)

Depois de vermos o filme eu já estava cagado. Eu via ao meu lado uma criatura intrigante e que talvez eu... gostasse? NÃO EU NÃO VOU TRAIR O ASRIEL... Mas, se ele não me amar... eu... PUTA MERDA SANS! QUIETA ESSE PAU!

- Sr. Sans tudo bem? Você parece meio tenso. –Eu estava com a mão sobre meu rosto por causa dos meus pensamentos.

- E-estou bem... por parte. –Ele me olha meio inseguro.

- Eu sabia que não devia ter feito você assistir isso, ninguém gosta de sentir medo por diversão!- Ele falava apressado enquanto socava o aparelho da TV para tirar o filme.

- Se acalme, não é como se você tivesse posto uma arma na minha cabeça para eu ver o filme. –Eu tento tocar em seu ombro, mas ele continua.

- Ninguém quer... algo como eu... –Eu conseguia entender mais de um sentido nessa frase, e o segundo sentido me preocupava.

-... – Seus olhos já estavam marejados e sua pressa na fala se tornou em atraso.

- Você... sente... medo? –Uma pontada de tristeza atravessou meu coração.

- S-sim? –Por parte minha resposta era verdade, mas percebi que ele se desapontou com minha confissão.

- D-desculpe...

Ele se levantou e foi até seu quarto, vi que ele iria se deitar para dormir, então fiz o mesmo, só que no sofá.

P.V.O (garçom kawaii)

Não era novidade ninguém entender minha paixão pelo terror, muito menos pelo medo... Depois da morte eu não conseguia ter medo de mais nada... ter uma vida controlada se tornou meu motivo do amanhã, a rotina e repetição é algo prazeroso, acho melhor manter as coisas estáveis para sempre... meus amigos... não conseguiam entender o motivo para tanta perfeição... minha mania de toque fez com que eu afastasse todos que tentavam se aproximar... amor é algo instável demais para mim... sempre mudando... joguinhos psicológicos odeio esse tipo de coisa, como passar ciumes só para a pessoa te notar, isso é ridículo ... ajo da maneira que devo agir, sem jogos, digo e mando a real...

(flashback do garçom kawaii) (imagine em preto e branco)

Mamãe dormia com um tiro no braço enquanto papai dormia com um em suas costas, seu sangue vermelho vibrante tingia uma camada espeça de papelada que ele passara a semana revisando, meu irmão brigava com seu parceiro por ter trazido um revolver ao invés de uma faca, ao que aparentava eles queriam ser discretos.

- Ei! – Diz o cumplice que ainda segurava o revolver. – E ele?

- Meu irmãozinho não vai fazer nada. Ele é só um medroso. –Era verdade eu era um medroso, mas depois de hoje as coisas mudaram...

- C-co-i...

- O que você disse maninho?

- Coi... coi...

- Ele ainda não desenvolveu a fala. –Ele disse ironizando... mas era verdade... eu não sabia falar.

- Você não está com medo? –Ele começa a vir em minha direção.

- Cara vamos embora a policia esta vindo.

- Esta com medo --------?

Meu nome, a única coisa que tenho do passado... ------- será que foi a enfermeira que sugeriu meu nome? Minha mãe não se daria ao trabalho disso...

- A-C-O-R-D-E --------- A P-O-L-I-C-I-A C-H-E-G-O-U

- por que...

- ? ? ?

- por que ele não me matou antes....

- ? ? ?

- antes de eu  ---- ------

RI MSP BPI YRT ,SOD ,RFP BPVR RMYRMFR P W RI FOHP?

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- Acorde G-

- *pensamento* G? Mas meu nome não começa assim.

- Garçom kawaii! – Sr. sans? Ele tinha um rosto horrorizado, ele estava encima de mim na cama, ele segurava meus ombros... que por algum motivo me fazia sentir protegido.

- O que você faz aqui? – Ele segue com sua mão tremula até meu rosto, ele começa a acaricia-lo enquanto uma expressão de alivio imensa aparece em seu rosto igual em seu sorriso.

- Você estava... –Ele para e me da um sorriso triste.

-... ?

-... Eu senti sua falta... fiquei com medo... o filme  me deu pesadelos... – Ele coloca as duas mãos em meu rosto. Ele começa a me abraçar, eu perco o equilíbrio que tinha conseguido com os cotovelos fincados na cama, nos dois caímos de novo na cama e Sr.sans me envolve pelo pescoço com um abraço, que fez nossos rostos ficarem bem perto.

- Hah... o-ok. –Eu pisco varias vezes até conseguir acostumar com os ossos frios do esqueleto em volta de minha nuca, eu sentia meu rosto queimar, não por vergonha da posição que ele ficou, mas sim por eu ter feito ele ver aquele filme e ainda faze-lo ter pesadelos.

Ele mantem um olho fechado e abre o outro. – Você está muito vermelho...

- Hah... desculpe... . –Ele da uma risada e eu sinto a boca do esqueleto indo até meu pescoço e sussurrando.

- Desculpa... –Sua voz parecia preocupada e sincera. – Eu devia ter te abraçado antes de você dormir...

- S-sr.sans. –Eu falo com um pouco de desconforto e por algum motivo continuei sentido vergonha, mesmo sabendo que ele não estava bravo, eu só senti meu rosto queimando mais e mais.

- Não vou te deixar sozinho de novo... me....- Eu senti seus “lábios” tocarem meu pescoço, por algum motivo meu olhar se foi para o outro lado da sala, parecia que se eu o olhasse eu iria ter um infarto.

-... –Ele para a um centímetro do meu pescoço e levanta da cama, com um pigarro sem jeito ele arruma sua camiseta.

- Bem m-melhor eu v-voltar para casa. –Ele ia para a porta para sair do quarto e eu continuei deitado na cama.

- Até mais Sr.sans. – Ele me olha por uns minutos e com a mão sobre a boca vai embora.

Eu continuei deitado na cama com minha blusa imensa quase toda amarrotada que dava para ver da minha barriga até um pedacinho da minha cueca box de ursinhos, meu cabelo estava todo bagunçado que parecia até que eu tinha tido um ataque , eu devia estar patético... mas... meu coração estava pulsando, eu apreciava esse sentimento que na maioria das vezes eu só atingia em situações de vida ou morte. Um sorriso involuntário apareceu após eu me lembrar de que Sr.sans gostou de meu chocolate quente.

P.V.O (sans)

HAAAAA! Ele estava tão! Tão! CARALHO! Como aqueles gritos saíram de algo tão pequeno e doce? Ele estava gritando quando eu acordei, ele se mexia incontrolavelmente enquanto seus gritos estridentes e medonhos enchiam aquele apartamento minúsculo. Eu não devia ter deixado ele sozinho... eu não queria admitir, mas eu entendi que eu quero ajuda-lo mais que tudo, mas com tudo isso eu aprendi uma primeira coisa.

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1- não deixa-lo dormir indignado com algo.(ele estava indignado sobre eu sentir medo)

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A partir de hoje eu lembrarei tudo sobre ele, será como um “save people, save the world” vou fazer o possível para não machuca-lo...

Quando toquei em seu braço seus gritos pararam, seu suor fez com que seu cabelo ficasse úmido e tentador, seus olhos pareciam mais relaxados e isso tirou um pouco da tenção que me deu. Ele estava jogado na cama, ele usava uma camiseta MUITO larga de manga curta que estava escrito “a coffee for work” e um short preto que era um pouco largo que permitia eu ver sua cueca de estampa de ursinho. Eu apertei seu rosto, que era muito macio e delicado ao contrario do de Asriel, seus lábios eram tão rosa, eu passei a mão em seu cabelo que estava encharcado de suor, seu cabelo estava tão lindo, não era totalmente liso e nem muito encaracolado, era só um pouquinho encaracolado na parte de trás e encima.

Quando ele acordou foi um alivio imenso. Quando eu quase lhe dei um beijo no pescoço eu me dei conta do quanto fui imprudente, foi uma linha de sabores diferentes quando eu me entrelacei nele, sabores que eu nunca tinha provado... M-m-ma é c-claro q-que e-e-eu so estou tendo u-um pro-ble-minha com s-sentimento, obvio que não é a-a-a-am-amo-r !!!

- Será que ele esta pensando em mim... -Meu rosto adquiriu um novo tom de azul após minha própria fala. – O-OBVIO Q-QUE N-NÃO!


Notas Finais


Eu estava pensando em fazer um quadro em que vcs pudessem fazer perguntas para eles (quem vcs quiserem fazer perguntas) mas ainda é só uma ideia, me digam o que acham

Eu sei que tem uma parte em que o passado e o presente não encaixão na ortografia (fica errado de propoito, ou seja, os erras de passado e presente são propositais) lembrem disso pois acontecerá mais vezes.

Vc deve ta pensando pq ela escreveu umas coisas nada a ver lá encima, tudo é coerente. Palmas se vc conceguir decifrar o engima e sim (ele dá spoilers, e tera mais)

Obg por ler minha fanfic! <3
-Tami


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