História Assassina de Aluguel - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Isabelle Lightwood, Jonathan Christopher Morgenstern, Max Lightwood, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Izzy, Izzylessa, Simon, Sizzy, Tmi
Exibições 58
Palavras 947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Benedict estava ajoelhado no chão enquanto Jonathan, em pé, sorria para ele.

— Por que fez isso, Benedict? Pensei que fossemos amigos.

— Você e o seu pai são perigosos demais vivos. — ele olhou para baixo. — O plano era fazer você beber o veneno, mas acabei mudando de ideia no último minuto.

— Você tem sorte de que ela não bebeu nada. Seu castigo seria pior. Eu não gosto quando mexam nas coisas que são minhas. — Jonathan retirou uma arma da cintura e apontou para a testa de Benedict.O corpo inteiro de Isabelle estremeceu ao notar a possessão de Jonathan, eu não gosto quando mexam nas coisas que são minhas. Um dos seguranças atrás dela pensou, erroneamente, que ela tremia pela noite fria e logo colocava seu casaco nos ombros finos de Isabelle. Como eu posso ser sua se não sou nem de mim mesma, caro Jonathan?  — Você é primo de Robert. Sabe onde está os filhos dele?

Benedict olhou para Isabelle e sorriu. Ele a tinha reconhecido, mesmo que ela não pudesse dizer o mesmo.

— Pare de olhar para ela e responda a porra da minha pergunta.

— Não. Não sei onde estão os filhos dele.

— Então você é inútil para mim. — Jonathan sorriu. — Adeus, Benedict.

Ele atirou. O corpo de Benedict caiu no chão enquanto uma poça de sangue se formava embaixo do cadáver. Jonathan se virou para Isabelle e sorriu, a arma cinza ainda estava em suas mãos enquanto ele andava para perto dela. Izzy andou para trás instintivamente, mas Jonathan era mais alto e rápido do que ela e logo estava segurando seu pulso com força. O cano da arma tocou a garganta dela, era frio e metálico contra sua pele, e Jonathan voltou a falar:

— Você é tão bonita, seria uma pena estragar isso… Diga-me, Cecily, você planeja contar para qualquer pessoa os acontecimentos dessa noite?

Ele jogou a cabeça dela para trás, fazendo com que ela visse as estrelas. O aperto no pulso dela aumentou quando ela demorou para responder e Isabelle engoliu em seco. Ela ia contar para alguém, obviamente que sim, mas Jonathan parecia ter acreditado em todas as mentiras que ela já disse entretanto ela não tinha certeza se iria conseguir fingir o medo necessário para Jonathan crer dessa vez.

— Não. Não contarei a ninguém. — ela respondeu, a língua tremendo com a possibilidade de falhar. Jonathan pensou um pouco sobre sua resposta, mas logo retirou a arma da garganta dela. Isabelle se permitiu respirar fundo e olhou para Jonathan, cujos olhos pretos varriam o corpo dela com fome.

— Boa garota. — ele tocou na bochecha dela e se inclinou para beija-la. Ela respondeu ao beijo, não com tanta vontade que ela tinha certeza que ele esperaria, mas ainda sim. Ele se afastou, mordendo o lábio inferior dela como se quisesse guardar o seu gosto para sempre. — Vamos. Eu quero ver como é a cama do seu apartamento.

***

Isabelle estava chorando.. As lágrimas desciam por sua bochecha enquanto ela atingia o boneco, suas mãos sangravam e seus pés estavam um minuto distante de desistirem e a jogarem no chão. Outros estudantes a observam enquanto repetiam Vamos, Isabelle. Você consegue. Falta só mais um pouco. Alexander parecia prestes a vomitar e encarava com raiva o pai dos dois, ele era mais alto do que a maioria dos garotos de sua classe, quase do tamanho de Robert, e irritado parecia ainda maior.

— Deixe-a ir! Não vê que ela não aguenta mais? — era verdade. Sua visão já estava ficando escura, sua respiração mais lenta. — Você provou que estava certo agora deixe-a ir!

— Não. Isabelle precisa aprender a respeitar os mais velhos e se eu disse que ela vai passar a noite inteira batendo no boneco é porque ela vai!

Alexander rosnou. — Por que está fazendo isso? Por que você é do jeito que é?!

— Já chega, Alexander.

Isabelle desistiu. Suas pernas se enfraqueceram e ela caiu no chão, os nós de seus dedos sangravam como nunca sangraram antes.

— Isabelle! — o irmão gritou e deu um passo para ir até ela, mas o pai o segurou com força. — Me solte! Se você não vai cuidar dela então deixe que eu cuido.

Robert o soltou e Alexander correu até ela. Ele segurou as mãos sangrentas de Isabelle e a pegou em seus braços, aninhando-a contra seu peito.

— Alexander…

— Está tudo bem. — ele sussurrou. — Não fale nada. Guarde suas forças.

Isabelle abriu os olhos. Jonathan havia saído no meio da noite e sua casa continuava vazia, apenas Cão que dormia no canto do quarto parecia se importar com ela. Quando ela fez o primeiro movimento para pegar seu celular, Cão levantou o rosto e caminhou até a cama, pulando até conseguir se agarrar ao colchão e subir. Isabelle acariciou o rosto dele e pegou seu celular, havia uma ligação de Simon.

Quando Izzy ligou de volta, ele atendeu no segundo toque:

— O que você fez?

— Do que está falando?

— Acabamos de encontrar o corpo de Benedict Lighwood, ele é um primo do seu pai, então, o que você fez?

— Nada. Jonathan o executou depois que ele tentou me matar.

— Você está bem?

— Sim… Por que você não me contou que meu pai iria sair da cadeia?

Simon suspirou do outro lado da linha. — Achei que seria mais fácil para você sem essa pressão… E também queria te proteger.

— Certo, tanto faz. Mas agora que eu jurei não contar para ninguém sobre a morte do Benedict, Jonathan possa confiar mais em mim.

— Ótimo, se você descobrir qualquer coisa, não se esqueça de contar para mim ou para o agente Lightwood. — ele fez uma pausa. — Quero dizer, o Alec!

— Você disse agente Lightwood? Alexander Lightwood?

— Isabelle…

— Ele é meu irmão?

— Merda.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...