História Assassina de aluguel- Yandere simulator - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Abenobashi Mahou Shoutengai
Exibições 18
Palavras 774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Escolar, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5 (Ódio coberto por amor)


-VOCÊ NÃO SE LIVROU DO CORPO! VOCÊ É LOUCA OU O QUÊ?!- Ákira está gritando há duas horas.....

-Só esperando pra ver se os vizinhos vão reclamar ou chamar a polícia pelo que você ta gritando.- Digo sem me importar e lixando as unhas.

-Sabe que o que você fez pode nos causar problemas?!

-Ai Ákira relaxa tá bom? Não tinha como me livrar do corpo. Era uma mansão com não sei quantas portas e lugares, cheios de guardas pra todos os lados. Se eu saísse arrastando a mulher e a jogasse em um incinerador, você acha que fariam o quê? Eles pensam que foi suicídio ou que pode ter sido assassinato. Mas quem iria odiar uma dona de casa? Não faz sentido faz? Pensa!

-Pode fazer sentido, mas se nos descobrirem....- Ele diz num tom preocupado.

-Eu sei. Mas eu tava cansada, e não queria carregar um corpo pelo salão principal da mansão que realmente parece assombrada.- Dou de ombros.

-Certo. Só fiquei assustado porque você SEMPRE se livra das provas.

-Verdade.- Fico pensativa.- Bom, de qualquer forma eu vou ter que tomar mais cuidado. O Taro está muito estressado e quer matar quem matou a mãe.

-Você pode matar ele.

-Não é simples assim.

-É simples assim.

-Ákira, eu acho que sinto coisas diferente pelo Taro ta bom? Não vou matar ele.

-Um dia você pode precisar.

-Aya Ákira!- Ouço gritarem.

-Já voltaram fofinhos?- Pergunto vendo Lua e Leo chegarem correndo.

-Sentimos saudades!

-Nós também.- Ákira fala.

-Vocês mataram alguém? Agente teve que matar um cara mau!- Lua diz.

-É. Ele sequestrava crianças da nossa idade pra vender por preços absurdos! Daí, uma moça que é mãe de não sei quantas crianças que foram mortas por ele, nos pagou pra matar ele.- Leo explica.

-Nossa. Vocês foram muito bem.- Sorrio.

-É sim Aya, agente ganhou muuuito dinheiro.- Lua diz num tom super fofo.

Eu não sei mais o que pensar dessa vida. Quero dizer, por um lado somos muito bem pagos, e por outro, matamos pessoas. Sendo torturando-as ou as matando rapidamente. É meio.... cruel. Assassinos são pessoas bem cruéis na verdade, matam pra ganhar a vida. Mas nós, é mais para necessidade. Eu admito, é ótimo a adrenalina no sangue de matar alguém, mas ao mesmo tempo, eu me sinto meio triste por saber que meus pais não iriam querer isso pra gente. Eu sinto isso. 

-Eu.... vou arrumar o quarto da mamãe e do papai.- Digo subindo as escadas, enquanto todos me olhavam um pouco preocupados.  Eu não sei porque inventei de arrumar o quarto intocado dos meus pais, nunca nenhum de nós entramos lá, então por quê do nada eu digo que vou limpar ele? Sou idiota....

Bom, como já falei isso, então vamos arrumar o mesmo né... Fui arrumando cada coisa, até derrubar uma caixinha de música. Eu me lembro dela, minha mãe sempre a tocava para nos fazer dormir, mas.... digamos que nunca mais vimos essa caixinha de música de novo. Pego ela do chão e vejo algo brilhando que havia caído da mesma. Uma carta.

-Eu devo ler? E se meus irmãos quiserem saber também?- Fico pensativa mas a curiosidade falou mais alto. Me sentei na cama e comecei a ler a carta.

Aya, sei que é você que está lendo isso não é meu amor? Preciso te dizer, cuidado. Eu sinto em dizer isso mas..... você não pode se apaixonar. Por ninguém. Se isso acontecer, pessoas irão se ferir. Mentalmente e fisicamente. Se você se apaixonou por favor desista, você não vai conseguir te-lo mesmo que mate qualquer um que alcance ele. Não se torne uma Yandere. Eu já fui uma, e mesmo assim não consegui. É o destino, você será uma também, mas precisava te avisar: Se a Info-chan tem uma filha, não confie na mesma. Essa só quer ter algo para escrever no jornal da escola. E o seu "chefe", não confie nele também. Provavelmente ele nos matou.  Descobrimos que ele matou o pai to Taro, e o pai do mesmo era o meu Senpai, mas foi morto. Eu e seu pai vamos tirar satisfações, os amamos muito.

Mamãe e papai.

Amaço a carta com lágrimas nos olhos.

-Minha mãe amava o pai do Taro? Não posso me apaixonar pelo mesmo? Sou condenada a virar uma Yandere? E-eu.... Por quê?!- Arregalo os olhos ao ver um colar com um pingente. Está escrito "Aya" no mesmo em ouro.- Eu não entendo.... Não posso me apaixonar? Pois então.....- Me levanto com os olhos cheios de lágrimas de ódio.- Se eu não posso ter o Taro, ninguém terá. Se não posso me apaixonar, ninguém irá também.



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