História Assassinato no casamento - Capítulo 1


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Categorias Adam Lambert
Exibições 4
Palavras 674
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Shoujo (Romântico)
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


 O som espectral de um vestido em movimento... passos... o tilintar de taças de cristal... o suave frufru de cortinas de veludo... ecos do passado ressoam sobre este teto. O baile encantado não é para os vivos. Aqui apenas rodopiam fantasmas na sua dança sem fim. O dia do meu casamento, um dos piores dias da minha vida, quando por um breve momento eu era a pessoa mais feliz dançando a valsa dos noivos  com o meu amado marido Adam.
 Era o dia mais perfeito da minha vida quando eu finalmente ia me casar com Adam e nada poderia dar errado mas algo ia manchar aquele dia para sempre. Me arrumei sem pressa mas estava muito nervosa, afinal fazia um ano que estávamos planejando e arrumando tudo para este dia.
 A igreja estava linda e todos os nossos convidados compareceram. Adam estava maravilhoso no altar sorrindo sem parar. O padre fez aquela fatidica pergunta: "Se alguém tem algo á dizer que fale agora ou cale - se para sempre" e estava indo tudo muito bem, pois ninguém se manifestou. Depois foi a festa. Que que era aquilo? Escolhemos um excelente salão muito elegante e foi quando, de repente, na hora da valsa dos noivos que tudo aconteceu:
 Eu e Adam estávamos dançando a nossa valsa e logo apareceu uma pessoa disposta á tudo e paramos de dançar com todos assustados gritando e esse louco já foi atirando no Adam. Ele caiu em meus braços sangrando muito manchando meu lindo vestido de vermelho sangue, o sangue de Adam.
 - Socorro! Alguém chama uma ambulância. Adam está muito ferido. 
 Eu pus Adam deitado em meu colo enquanto alguém ligava para para um hospital e beijei sua boca passando minhas mão em seus cabelos quase chorando.
 - Meu amor, você vai sair dessa. Você vai sobreviver.
 Adam respirava com dificuldade e tentava dizer algumas palavras:
 - Não sei... se vou... conseguir. 
 - Não diga isso. Vai sim e seremos muito felizes.
 Depois de um certo tempo, a ajuda finalmente chegou e ele foi colocado na ambulância e eu queria muito acompanhá - lo mas não me deixaram devido eu estar muito abalada mas o pai dele o acompanhou e me disse que daria notícias assim que desse.
 A festa é óbvio que tinha acabado e todos voltaram para as suas casas e eu entrei no carro com meus pais e minha irmã e fomos para a casa deles. Eles não iam me deixar em minha casa que também era de Adam, pois queriam cuidar de mim e me acalmar. Fui obrigada a tomar um calmante para ver se dormia poque estava muito agitada.
 Cheguei na casa deles e tiraram meu vestido ensanguentado, me fizeram tomar um banho, pois estava suja de sangue e depois me deram o calmante. Eu estava chorando muito e só assim eu dormiria.
 No hospital, Adam foi levado á sala de cirurgia, pois precisariam salvar a vida dele e retirar a bala do abdômen e precisaria de uma transfusão de sangue pela perda excessiva. Os pais de Adam e o irmão, andavam preocupados de um lado para o outro na sala de espera. Depois de muito tempo, um médico chegou avisando que ele não resistiu e faleceu.
 Eles choraram muito e sem saber como me contar. Eles até ligaram mas souberam que depois de muito tempo e calmantes tinha finalmente conseguido dormir e que no outro dia me contariam.
 No outro dia, eu e minha família os encontramos e eles me contaram melhor. Eu chorava sem parar pensando em tudo de bom que tinha nos acontecido até aquele maldito tiro. O velório foi pior ainda. Ter que encontrar rostos de nossos amigos e outros parentes nossos. Eu mal conseguia comer algo que me deram, pois estava á muito tempo sem comer.
 Faz algum tempo que tudo aconteceu e ainda está tão recente que ainda me pego chorando ao me lembrar dele e pensar que se aquele ser desgraçado não tivesse atirado tirando a vida de Adam, eles poderiam estar juntos e muito felizes.



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