História Assassino de Aluguel - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Assassinodealuguel, Barbarapalvin, Justinbieber
Visualizações 132
Palavras 2.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - It's not my problem


Fanfic / Fanfiction Assassino de Aluguel - Capítulo 5 - It's not my problem

New York City,

Barbara Palvin | NARRANDO

 

Fazia exatamente uma hora que eu esperava por Justin, mas nada dele aparecer. Talvez tenha acontecido algo grave, não faço ideia. Tirei o celular de meu bolso, e liguei pra ele pela segunda vez, chamou, chamou e nada. Suspirei frustada pondo meu celular no bolso de novo, e pegando minha bolsa, ficando de pé novamente. Meu corpo foi puxado pela cintura e meu corpo se chocou com o de Justin. Percebi que era ele por sua risada. 

ー Demorei muito? ー perguntou

ー Uma hora.  ーfalei olhando para seus olhos, que pareciam mais claros agora. 

 ー Desculpe,  estava resolvendo algumas coisas. ー falou passando a mão por meu rosto. ー vamos? Já está escurecendo. 

ー Vamos. ー falei e saímos de perto do lago. 

Durante o caminho, foi silêncio total, não que foi um incomod, e sim bom. Tinha partes da cidade que eu nem sequer conhecia. Paramos em frente a um restaurante, era enorme e muito chique, o que me fez ficar com bergonha. 

ー Não vai entrar? ー Justin perguntou. 

ー Parece ser tão caro... 

ー Que nada, eu vou pegar mesmo. Vem. ー disse segurando minha mão, e fomos até a recepção onde Justin disse que tinha uma mesa reservada, mas a mulher o contrariava, o deixando irritado. 

ー Como assim não? Olhe essa merda direito. ー disse, enquanto ainda segurava minha mão. 

ー Vou ver novamente, senhor. ー ela disse olhando para a tela do notebook. ー Oh, sim, está aqui. Desculpe-me. 

ー Vou reclamar disso, incompetente! ー Justin disse, deixando a mulher sem graça e eu chamei sua atenção.

ー Não seja assim, coitada dela. ー falei mas ele negou, enquanto seguimos para a mesa. 

ー Não, temos que pegar no pé desse pessoal, se não as coisas não andam. ー disse, puxando a cadeira para mim, que agradeci e o vi se sentar. 

Ele fez o pedido por mim, e eu só olhava para o restaurante, era tão lindo, droga, estou fascinada com tudo isso. As pessoas bem arrumadas, com classe, era admiravél. 

ー Gostou do lugar? ー Justin perguntou sorrindo pra mim. 

ー Sim, muito. É muito lindo! 

ー Podemos vim mais veze se quiser, ou ir pra outro lugar, se preferir. ー  disse e eu sorri alegre. 

ー Teria como nós irmos em um parque de diversões? Eu sempre quis ir em um, mas meu irmão sempre interferiu. ー falei, fazendo cara de tédio. 

ー Não acha que está velha demais pra isso? 

ー Eu sei, eu sei mas...eu quero tanto! ー pedi fazendo manhã, e vi Justin bufar, rindo em seguida. 

ー O que eu não faço por você não é? ー disse e eu sorri envergonhada. 

Vi o garçom se aproximar de nós , junto com nossas comidas e pondo a nossa frente. Era pizza, a quanto tempo eu não comia uma boa pizza?

ー Já que estamos em um restaurante itáliano, por que não uma boa pizza? - Justin disse de forma engraçada. 

Tinha vinho também, mas eu deixei para tomar depois, nunca tomei esse négocio, vai lá saber como é. Provei da pizza, e era incrivelmente boa, bem melhor do que a comum vendida por aí. Justin ficou me perguntando sobre como ia o colégio, e tudo mais. Eu queria saber mais dele, eu sei que ele esconde algo ainda, toco no assunto de eu pai, ele não gosta, nem muito de sua mãe, então não falei nisso mais, ele já estava ficando irritado. 

ー Não vai provar o vinho? ー Justin perguntou e eu neguei receosa com a cabeça ー Ah, prova, você vai gostar! 

Fiquei pensando por alguns segungos e decidi tomar, dei um gole, e tinha um gosto estranh, não é ruim, mas também não é tão bom quanto parece. 

ー O que achou?

ー O gosto é bem...estranho pra falar a verdade, mas acho que bom. ー fiz uma careta e ele riu baixo.

Eu ia falar algo, mas seu celular tocou, e eu terminei de comer a pizza. Foram duas fatias grandes para Justin e duas pra mim. Ao que tudo indica, Justin falava com sua mãe, ela perguntou onde ele estava e ele ficou meio receoso ao dizer, mas disse que estava com uma amiga. Amiga...acho que erámos mais que isso! 

ーBom acho que já devemos ir... ー ele disse ー Já são oito e meia da noite.

Arregalei os olhos. As horas passaram voando como o vento!

ー O que eu vou dizer para o Bryan? ー perguntei baixo pra mim mesma, mas Justin ouviu. 

ー Vou te levar em casa. ー disse e eu rapidamente neguei com a cabeça. 

Ficamos de pé, e Justin deixou o dinheiro dentro de uma carteirinha que tinha em cima da mesa, reclamou da recepcionista como tinha dito. Seguimos para fora do restaurante e eu segurei seu braço. 

ー É melhor eu voltar sozinha... ー falei e ele negou com a cabeça, segurando minha mão.

ー Vou te levar, não se preocupe com isso. Assim conheço sua irmão. ー disse e eu me arrepiei.

Bryan não vai gostar nada disso...

Após alguns minutos, já estavamos próximos a minha casa, já pude ver Bryan na frente de casa com dois seguranças. E ele estava irritado, enquanto tinha o celular no ouvido, provavelmente tentando me ligar, porém meu celular estava no silêncioso. Os seguranças apontaram para eu e Justin. Olhei para Justin, e ele estava calmo, eu só queria sair correndo dali. 

ー Isso são horas Barbara? E quem é esse sujeito? ー Bryan perguntou grosso. 

ー É  só um...

ー Namorado dela. ー Justin me cortou, fazendo-me engolir seco, apertando sua mão. 

ー Como é que é? ー Bryan perguntou, furioso. ー Eu vou te matar cara!

ー O tem de mal nisso? ー Justin perguntou, o desafiando. 

ー Passa pra dentro Barbara. ー Bryan disse, olhando para Justin ー Tenho que saber com quem estou mexendo. 

Ele disse isso, e Justin me puxou um pouco pra trás eu estava nervosa, Bryan poderia bater nele, ou algo do tipo. Não quero que Justin se machuque. 

ー Ei, está tudo bem. ー Justin falou segurando meu rosto com as mãos deixando meu rosto próximo do seu, enquanto eu encarava seus olhos. - Só vou conversar com ele, amanhã nos vemos de novo. 

ー Ele vai te machucar. ー falei perdida e ele me deu um beijo na testa, fazendo sinal com a cabeça pra eu ir. 

Me afastei, mesmo receosa para os dois, e entrei para dentro de casa, passando pelo jardim e abrindo a porta de casa.  Corri para meu quarto, me jogando na cama, começando a ficar nervosa de novo. O que eles estariam falando agora? Bryan era capaz de tudo para me proteger, mas Justin não é um perigo, não pra mim. 

Para tentar esquece isso, peguei meu notebook, e o liguei, entrando nas redes sociais, vendo que Raquel tinha me chamado em todas. Dizendo coisas do tipo: "Sua vaca, me responde! " Fui até o Skype, e liguei pra ela, vendo que a mesma estava online. Em segundos ela apareceu na tela, com a feição brava. 

POR QUE DESLIGOU A LIGAÇÃO? EU QUERIA TER OUVIDO MAIS!

- Não grite! Calma!

- Calma o cacete! Agora me conta, por que desligou? 

- Eu tive que desligar por que, ele estava mal, está com alguns problemas em casa, então eu preferi desligar. - dei a desculpa que ela engoliu. 

Tadinho. Qual o user dele aqui?

- Pra quê você quer? 

Por que quero falar com ele, ué. 

- Não, melhor não. 

Hummmm, ciúmes?

- Não, mas de qualquer forma. 

Não queria admitir, eu estava com ciúmes sim. Raquel é muito bonita, Justin poderia se interessar com ela, e me deixar, não vou arriscar. 

 

Batidas na porta de meu quarto, interrompeu minha conversa com Raquel, e a porta se abriu, revelando Bryan. Me despedi de Raquel, e fechei o notebook, pondo ao meu lado e Bryan sentou a minha fente. 

ー Vou te fazer umas perguntas. ー disse e eu assenti. ー Onde conheceu esse cara?

ー No lago, onde eu sempre fico quando largo da escola e eu pra lá. Então ele chegou e começamos a nos falar, já faz longos dias que nos conhecemos. 

ー Qual o nome dele?

Ele estava me testando, provalmente fez essas pergutas a Justin também.

ー Justin Bieber. 

ー Estão namorando realmente?  Onde ele trabalha? Do que trabalha?

ー Não exatamente, ele não chegou a pedir minha mão ainda, e trabalha em uma floricultura com sua mãe. - respondi. 

ー Quantos anos ele tem? 

ー 25 anos, eu acho. ー falei meio confusa, mas depois confirmei. 

ー Conversei um pouco com ele lá fora...não estou confiando muito nele. 

ー Bryan por favor, eu gosto tanto dele, não faz isso comigo! ー implorei, sentindo meus olhos marearem. 

ー Não sei não. Vou ficar vigiando ele, enqquanto isso. 

ー Então quer dizer que não preciso me separar dele? 

ー Não, mas...

Nem esperei ele terminar de falar e pulei em cima dele, lhe dando um abraço apetado e cheio de alegria, mesmo ele não gostando, me abraçou também. Eu estava aliviada. 

 

 

 

Justin Bieber | NARRANDO

Aquele babaca achou que ia me intimidar, me faça o favor. Eu que pensei que Bryan fosse algo maior, que me desse um certo receio, mas nem isso. Ele apenas me fez algumas perguntas e disse que estaria de olho em mim, que caso eu errar, estarei morto. Quem pode morrer, é você meu amigo. O mais chato foi levar a Barbara para jantar, oh garota chata. Não sei se vou aguentar mais ficar com ela por mais um mês sequer, estou cansado de tudo isso, fingir que gosto dela ou que me importo é ridículo, eu faria um bom ator olhando por outro lado.

ーEntão quer dizer que estava com uma amiga? ー minha mãe perguntou entrando no meu quarto, enquanto eu vestia minha blusa. 

ー Sim uma amiga. ー falei me jogando na cama, relaxando meu corpo. 

ー Ou seria algo a mais? ー perguntou com um sorriso no rosto, me fazendo revirar os olhos. 

ー Pode me deixar descansar ? 

ー Esteve esse tempo todo com ela? Já vai dar meia noite.

ー Não, a deixei em casa e fiquei por aí. ー falei dando de ombros.

ー Não quer comer nada?

ー Mãe, eu não quero nada. Obrigada, tchau. 

Vi ela dar risada e sair do quarto, fechando a porta finalmente me deixando sozinho. Eu tinha falado com Edward, horas atrás, agora ele quer que eu apenas trabalhe pra ele, eu não queria concordar, mas acabei aceitando. No final, eu poderia ajudar minha mãe, pra ela sair dessa de uma vez. Ela parecia cada vez mais cansada, e eu ficava cada vez mais preocupado com sua saúde. 

***

 

Eram duas e trinta da tarde, estava na floricultura com minha mãe. E até que o movimento estava bom, ótimo pra falar a verdade. Minha mãe disse que ia aos fundos e depois voltava, eu apenas assenti, sentado na cadeira, quando vi a porta ser aberta. Eu odiava atender as pessoas, mas não era qualquer uma, era a Barbara. Santa porra, até aqui? 

ー Gostaria de...comprar umas...flores. ー disse e me olhou estranho, sorrindo logo depois. Provavelmente não esperava me ver ali. 

ー Qual sua preferência, mocinha? ー perguntei sorrindo, enquanto me aproximava dela. 

ー Rosas brancas. ー disse e eu assenti, passando por ela, e na entrada da floricultura, tinha algumas rosas brancas lindas.

Fui até elas, e peguei algumas, levei pra dentro, e ela disse que queria embaladas, que ia leva-las mesmo. Então assim eu fiz, embalando tudo, e entregando pra ela, que cheirou as rosas fazendo uma cara enjoada, e sorriu, ameaçando pegar o dinheiro do bolso.

ー Eu te disse que não precisa pagar. ー falei segurando sua mão. 

ー Então tudo bem. Te vejo mais tarde? ー perguntou, eu assenti e eu a puxei pela mão, lhe dando um beijo, que não durou muito, a deixando vermelha por ter algumas pessoas olhando. A deixei ir e voltei  para dentro, vi minha mãe com os braços cruzados me olhando com um sorriso debochado no rosto. 

ー Uma amiga não é? Sei bem Justin Bieber... ー disse me fazendo dar risada.

Voltamos a trabalhar, e as horas se passavam devagar. Eu estava inquieto, queria fazer o meu trabalho, matar pessoas, mas eu não poderia fazer isso, droga, eu estou ansioso demais. Minha mãe percebeu isso, me perguntou se eu queria algo, mas eu neguei, dizendo que estava tudo bem, anos fazendo isso sem parar, e agora ficar por meses sem fazer isso, por conta de uma garotinha, eu poderia matar ela de qualquer forma, ou até ela mesma se matar. Se eu pedir pra ela se jogar do prédio e dizer lá embaixo tem algo que vá salvar ela, ela faz. 

Ela já está em minhas mãos, mas como Edward disse, ainda não é o momento, está cedo.

ー Mãe já estou saindo. ー avisando, gritando da sala. 

ー Ok, vá com Deus e não demore á voltar. 

Sai de casa, e fui até a minha moto, pondo o capacete, ligando a mesma e seguindo para aquela praça, e não demorei a chegar lá, não era tão longe de minha casa. Quando o sinal fechou, parei a moto, e ouvi gritos do beco ao lado. Era uma garota e dois homens aparentemente, queriam estuprar ela. Eu pense em descer a moto e ajudar ela, mas apenas ficamos nos olhando, o sinal abriu e eu desviei o olhar pra frente, voltando a deixar a moto em movimento. Eu não podia ajudar ela, eu não...conseguia, isso chega a ser estranho pra mim, não consigo.

E afinal de contas não é problema meu, eu já fiz aquilo com algumas garotas um tempo atrás antes de matar elas, e vejo o quão ruim é pra elas, mas bom pra mim. Não me importo se estou sendo um insensível, é o que eu sou agora, o que me tornei, não posso mudar isso mais. Quando eu mais precisar, não vai ter ninguém pra me ajudar, então por que ajudar os outros? Perca de tempo. 

Cheguei a praça, deveriam ser cinco e alguma coisa da tarde, eu não tinha levado meu celular, então não tinha como eu saber. Estacionei a moto, e peguei a chave pondo no bolso, pegando meu capacete, indo para o lago, me aproximei dali, e eu já pude ver Barbara, sentada, mexendo em sua unhas. 

ー E aí? ー falei, me aproximando dela, vendo ela ficar de pé, e me dar um beijo. ー está afim de dar uma volta de moto? 

ー Sério? Então vamos! 

Disse animada, e fomos pra minha moto, quando eu ia abrir o banco da moto, lembrei que minhas coisas estavam ali, então sorri sem mostrar os dentes e tirei um dolár do bolso, lhe entregando e mandando a mesma comprar uma água, ela se afastou e foi fazer o que eu pedi. Quando vi que ninguém olhava, abri o banco, e tirei o outro capacete dali, deixando o banco normal novamente. Barbara apareceu em um pulo ao meu lado, com uma sacola plástica nas mãos. Lhe entreguei o capacete, e peguei a sacola, subindo na moto, e vendo que ela subiu também. Coloquei meu capacete,  ela segurou minha cintura e eu liguei a moto, a pondo em movimento novamente.

Vamos dar uma saidinha de Nova Iorque.

 

 

 

 


Notas Finais


Eu espero que o capítulo tenha ficado com um tamanho bom pra vocês, por que pelo notebook não tem como ver. Provavelmente muito de vocês estão com raiva do Justin, e sinto muito informar que vão ficar com mais, o pai dele realmente destruiu a vida dele. Justin não vai se apaixonar pela Babi em um piscar de olhos, guys, não é assim. Ainda vai ter muita coisa pela frente, pra depois ele meio que se apegar a ela, isso é tudo novo pra ele. A última vez que ele se apaixonou foi a anos, então vai ser dificil pra ele. Paciência!


ATÉ BREVE!


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