História Assexual. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baeksoo, Bottom!chanyeol, Chanbaek, Chankai, Exo, Top!kyungsoo
Visualizações 54
Palavras 2.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


cara, mil desculpas por ter ficado muito pequeno, juro que ia escrever mais so que to com dor de cabeça aaa

o capítulo ficou sem sentido e totalmente aleatório ;-;

espero que pelo menos alguém goste ;u; obrigado por ler.

Capítulo 1 - 1.


Tudo parecia estar indo bem na luxuosa mansão dos Byun. Os lucros cada vez maiores acarretavam mais fama e dinheiro a aqueles, dando-lhes mais reconhecimento mundial e social. Sendo cada vez mais convidados a eventos e jantares nobres, nada poderia os deixar mais felizes e satisfeitos financeiramente ou socialmente. Ou pelo menos era o que achavam até o progenitor da família ter a brilhante ideia de juntar seu filho mais velho, Byun Baekhyun, com o alfa de uma das três grandes famílias daquele país -e até mesmo do mundo-. E é claro que o disciplinado ômega concordou com tudo proposto, mesmo que hesitante, e então o acordo fora feito. Dentre de um ano e poucos meses a união de ambos estaria selada assim como o casamento.

E é ai que voltamos então ao “tudo parecia estar indo bem”. Naquela história todo tinham um pequeno -grande- problema que ninguém, tirando nosso protagonista, sabia.

Byun Baekhyun, por ser ômega, estava fadado desde o nascimento a gostar de ser o passivo da relação e seguir ordens do parceiro -querendo ou não-. E para falar a verdade não se importava a ser submisso a alguém, desde que ajudasse de alguma forma sua família, mas dentre aquilo tudo havia um porém. Baekhyun não gostava, nem um pouco diga-se de passagem, daquele tipo de contato físico que era obrigado a ter ao se comprometer com alguém. Não era por ser virgem ou por ser inseguro com seu corpo -coisa que não era-, muito menos por ser com alguém que tinha apenas poucos meses para conhecer bem antes de se juntaram para sempre. Mas sim por um único fator, que não podia ser mudado ou alterado até porque tinha nascido daquele jeito. Byun Baekhyun era assexual.

Ao contrário do que deve estar pensando, assexual não é nenhum tipo de doença nova descoberta pela nasa, muito menos algum problema mental incurável ou qualquer coisa que se deve passar nessa sua mente. Então vejamos, como ele poderia explicar algo quem nem mesmo entende completamente?

De uma forma resumida, não tinha interesse algum em ir para a cama com alguém, ou ficar trocando mensagens safadas no meio do trabalho -assim como via em fanfics-. Também não via nada demais naqueles corpos desnudos que quando mais novo viu em uma revista adulta que alguns ômegas mais velhos por um acidente o mostraram. Para si, estava de bom tamanho ficar deitado em uma espaçosa cama no frio, embolado em um lençol e assistindo Netflix com alguém que fizesse ao menos seu coração bater rápido. Ah! Quase que ia esquecendo. Mesmo que não precisasse e não sentisse a mínima vontade de transar com alguém, não quer dizer que não se interessava amorosamente por outra pessoa. É claro que havia aqueles assexuais que não sentiam vontade alguma de transar ou de namorar, assim como havia alguns que queriam apenas transar e não namorar... para falar a verdade existiam tantos tipos que Baekhyun havia se perdido antes mesmo de entender o que era.

E bem, como comentado antes esse pequeno -grande- problema, era capaz de destruir completamente e em pequenas migalhas tudo aquilo que seus progenitores haviam construído para si; veja bem. O contrato servia para comprometer e unir ambas as famílias em um a só, ou seja: a parti do momento que Baekhyun e Chanyeol estivessem selados, a empresa iria para seus nomes e logo que tudo aquilo acontecesse seria esperado apenas uma coisa. Um filho ou filha para continuar a linguagem. Além de ter o dever de saciar seu alfa nos cios e da filhotes a ele, teria também que manter a vida sexual ativa, até porque querendo ou não eles teriam que se tornar um casal, tendo amor envolto ou não. E quem souber o grande problema levante a mão... isso mesmo!! Baekhyun assexual, ou seja, nada de sexo. Nada de sexo é igual a nada de filhotes e nada de filhotes é igual a nada sucessores, nada de sucessores é igual a nada de contrato. Entende onde quero chegar?

Mas não havia muita escolha. Ou Baekhyun aceitava e se casava -sem amor- com um completo desconhecido, que assim como os outros milhões de alfas devia ser um babaca controlador viciado em sexo, e orgulhava sua família trazendo com aquilo ainda mais glória e fortuna. Ou, mesmo com toda a pressão, recusava e aguentava para o resto da vida os olhares indiferentes e rudes de todos aqueles que cresceram consigo, provavelmente a empresas séria passada para sua irmã dois anos mais nova, Wendy, uma beta incrível. E na pior das hipóteses seria deserdado. E com todas aquelas opções em sua frente -note a ironia- decidiu se sacrificar por aqueles que os deu tudo que poderia pedir, educação e um teto.

E com toda essa enrolação de minha parte para explicar tudo o que aconteceu para resultarmos no agora, devo dizer que Baekhyun não estava nem um pouco arrependido. Talvez um pouquinho tenso e nervoso, mas não arrependido por estar fazendo o melhor por sua família.

E da mesma forma que estava impaciente, a algum tempo atrás no seu quarto, estava naquele momento. Sentado em uma, enorme diga-se de passagem, mesa de madeira entalhada e decorada com pano quase tão macios quanto sua pele, sendo alvo de olhares hora julgadores hora suaves dos integrantes da família ao qual se juntaria. Mesmo que desconfortável, comia com toda a tranquilidade ensaiada que aprendera com todos os anos sendo convidado a jantares importantes de pessoas ricas -até demais- e poderosas. Era possível para si quase que sentir toda a tensão que se espalhava por aquela luxuosa sala de jantar, e mesmo que todos tentassem encobrir o quanto interessados estavam de julgar o ômega, era impossível não notar a curiosidade presente no ar. Tentava a todo custo não transparecer o quanto aquilo incomodava, até porque era algo até que bem habitual, de acontecer. E no quando todos as pessoas de ambas as famílias terminaram de comer, e tomaram a liberdade de encarar o garoto agora diretamente, o progenitor da família Park começou seu ensaiado discurso:

-Com licença senhores e senhoras -logo todos desviaram os olhares para o homem elegante que bateu levemente uma pequena colher de sobremesa em uma taça para atrair as atenções- creio eu que todos os presentes aqui saibam o motivo de tê-lo os chamado. -um burburinho foi ouvido em afirmação- ótimo. Então, apresentarei oficialmente os dois sucessores das empresas. Byun baekhyun e Park Chanyeol, façam o favor de se levantarem -o pedido, que soou como ordem, logo foi atendido e ambos os garotos encontravam-se em pé ao lado da parte única da mesa. Com as posturas perfeitamente retas e os sorriso falsos estampados no rosto, se curvaram em sinal de respeito a todos presentes, ouvindo em seguida aplausos leves. Um ao lado do outro foi possível perceber a diferença de altura dos dois, o que ocasionou suspiros de algumas tias. Fazendo o mais velho xinga-las, mesmo que mentalmente, afinal qual era o problema das pessoas por acharem que sempre o ativo deve ser mais alto? Se segurou mentalmente para não revirar os olhos, e manteve a pose calma vendo que Chanyeol estava da mesma forma. Logo um discurso que nem ao menos se teve trabalho para ouvir foi dito, vez ou outra dando chances para que comentasse algo ou apenas concordasse com o que era dito.

Ao final, todos se levantaram e rumaram com graça, igual a nobres em filmes antigos, até o imenso salão de baile da família Park, que era decorado com alguns enfeites dourados e brilhosos, provavelmente feitos de pedras caras, e em uma das paredes havia mais mesas postas, dessa vez mesas pequenas mas que provavelmente eram mais caras que algumas casas daquela cidade. E ao lado daquilo haviam bancas com salgados e aperitivos refinados com algumas taças postas perto das bebidas, que iam desde os mais variados drinks om álcool até sucos cheios de misturas entranhas, como morango ao mel.

Quando todos as famílias foram liberadas para interagirem entre si, Baekhyun finalmente achou estar livre para comer algo que realmente lhe interessasse, cá entre nós aquelas bolinhas de queijo no cantinho das mesas mais afastadas pareciam divinas. Mas antes mesmo de poder dar dois passos, teve alguns desconhecidos vindo a si, uma mulher de cabelos marrons e levemente enrolados presos em uma espécie de coque com rabo de cavalo, e um homem com pinta de vilão de filme usando um terno preto e branco. Ambos chegaram sorrindo abertamente, talvez a mulher estivesse mais, com taças de whisky em mãos. Começaram apenas com perguntas bobas, como por exemplo qual era sua idade -coisa que o fez quase que revirar os olhos, se estava quase que assumindo a empresa era obvio que estava perto de completar os vinte-, e quais eram suas cores preferidas ou tipos de música. E quando menos percebeu já estava sendo, quase que obrigado, alvo de perguntas indecentes e diretas. Perguntavam com a maior naturalidade do mundo se ainda era virgem, se gostaria de ter filhos ou quais posições mais gostava ou queria experimentar na hora H.

E mesmo que se esforçasse para não mandar aquelas pessoas para o quinto dos infernos, não conseguia parar de arranhar discretamente o braço por trás do corpo, coisa que fazia sempre quando estava tenso, nervoso ou irritado. Quando finalmente achou que estava livre, o casal metralhou mais um milhão de perguntas estranhas, se não fossem ricos iria achar que eram psicopatas atrás de seu corpo. Estava de saco cheio não aguentando mais a mulher de nariz empinado e nem o homem drácula, apelidos carinhosos dados por si aos dois, e quando finalmente conseguiu uma brecha para falar algo, foi apenas a desculpa mais rápida de boa bolada por si:

-Me desculpem por atrapalhar nossa conversa, mas com toda a licença eu irei até o banheiro. - -sorriu falso antes de vazar daquele salão, sem dar ao menos tempo para responderem. Andou para um direção aleatória procurando o antes citado banheiro, avistando apenas alguns de seus familiares juntos dos da outra família. Depois de algum tempo finalmente achou o tão esperado lugar, logo entrando para ter sua tão esperada paz. Lá dentro pode ver que nem mesmo um lugar daqueles estava livre de luxuosidades. Dentre os inúmeros box, tinham um especialmente maior, que logo achou ser de deficientes, belo engano, quando abriu sem querer a porta que estava destrancada, viu uma grande banheira, tendo ao seu lado um cômoda que provavelmente devia conter toalhas ou sabonetes. Seu queixo caiu, que tipo de família tem uma banheira instalada em um banheiro “público” de um simples salão de baile.- mas que por...- deu grito, daqueles bem altos ao sentir uma mão misteriosa do nada ser depositada em seu ombro, e se virou em disparada com os olhos arregalados. Atrás, agora de frente, de si estava Park Chanyeol, que sorria doce. Tão doce quanto foi falso, foi a única coisa que passou pela mente do Byun antes de recompor e lançar um olhar a aquela mão, que foi retirada dali.

-Desculpe-me por lhe assustar assim, Byun. Acho que deve me reconhecer. -ditou fazendo uma leve reverencia e voltando a posição anterior, após o aceno do menor- vejo que já conheceu meus tios -um sorrisinho discreto brotou em seus lábios, mas não discreto o bastante para nãos ser percebido pelo outro, que teve vontade de pegar o primeiro rolo de pape higiênico que visse e faze-lo engolir a força. Mas é claro que aquilo não aconteceria porque a única coisa que fez foi continuar a sorrir forçado tão forçado que parecia verdadeiro. – sinto muitíssimo pelas perguntas que devem ter sido feitas -ao menos ele não havia ouvido, Baekhyun suspiro aliviado internamente- eles conseguem ser bem... indiscretos. -soltou um leve riso descontraindo um pouco o clima tenso e estendeu uma de suas palmas ao mais velho dali. – se importa de sairmos daqui? Acho que nossos pais não iriam gostar de saber que nossa primeira conversa foi em um local tão sujo. -Baekhyun olhou discretamente ao redor. Sujo? Aqui está mais limpo que meu quarto. Logo acenou levemente com a cabeça aceitando a mão estendida do outro, e saíram daquele lugar.

Conforme andavam alguns cochichos foram possíveis de serem ouvidos por dois motivos: estavam andando de mão dadas, mesmo que aquilo não fosse tecnicamente um ato próprio entre casais. E por estarem saindo juntos de um banheiro, pouco usado dali.

Para o Park aquilo poderia não trazer problemas, até porque era um alfa e por algum motivo as pessoas achavam bonito um alfa galanteador -ou pegador como Baekhyun preferia-. Mas para si, significava olhares tortos e horas de repreensão de seus pais, até porque mesmo que prometido a aquele garoto, Baekhyun ainda era um ômega “de respeito”, então deveria casar virgem. Ou seja, ter relações intimas com Park Chanyeol antes do selamento? De modo algum, o que na realidade o aliviava, ainda tinha um anos e alguns meses para se preparar para tudo.

Em quanto conversava com o outro, mesmo que pouco. Pode notar seus pais o olharem sérios, como se estivesse o relembrando de não fazer merda. Quase quis rir, se eles soubessem que aquilo era a última coisa que gostaria de fazer, parariam de encher o saco? Não, provavelmente pioraria tudo. Que tipo de ômega defeituoso era ao ponto de nem mesmo ter interesse por relações carnais tinha?

Guardou aqueles pensamentos para si mesmo quando Chanyeol ofereceu-se para ir pegar um prato com alguns dos salgados das mesas, tendo mais um aceno em resposta. Baekhyun deixou-se cair cansado naquela cadeira, mesmo sem demonstrar, não queria mais repreensão dos pais. 

Para sua surpresa, em quanto esperava, a porta principal do lugar foi aberta, revelando assim outras duas, grande e poderosas, famílias entrando. Seus olhos se arregalaram e tratou de se ajeitar ainda mais naquela cadeira, confuso com tudo a sua volta. Quase que não notou quando o Park voltou e deixou o prato no lugar em que ambos estavam.

-Acho que meu pai deve ter esquecido de falar, mas nós convidamos também as famílias Do e Kim para se juntar a nós. -falou como se não fosse nada- bom terei que ir os receber, me dê um minuto. -sorriu de um modo que deveria fazer várias pessoas se derreterem, mas que fez Baekhyun apenas concordar e voltar sua atenção as novas pessoas ali.

 

                                                        *-*

 

Baekhyun estava tão disperso em pensamentos, que nem ao menos notou quando o mais velho sucessor da família Do, se sentou em seu lado e começou ao encarar, distraído em quanto comia. Só foi capaz de o perceber, quando o garoto roubou uma de suas preciosas bolinhas de queijo, e levou ao boca rindo de lado com a cara de taxo do Byun, que rapidamente levantou o olhar, se preparando para xingar a pessoa -mesmo que mentalmente-. Mas censurou a própria mente ao ver Do Kyungsoo sentado ali, em quanto ria baixo de si, colocando a mão em frente a boca. E mesmo que Baekhyun quisesse xinga-lo de todos os nomes possíveis, se limitou a apenas sorrir torto -era o sorriso falso mais mal feito que já fizera, talvez por ainda estar puto- e se curvar, mesmo que sentado, para o garoto a sua frente que retribuiu sem tirar o sorriso do rosto.

-Peço desculpas por chegar assim, Byun Baekhyun, acho que estava pensando demais para não me perceber chegar. – o ômega disse, fazendo lhe concordar.

-Digo o mesmo, Do Kyungsoo, devo estar viajando demais. -abriu novamente um sorriso, dessa vez mais verdadeiro e se levantou. -quer andar um pouco? Creio que não se importariam de dois ômegas andando afastados juntos. -o outro concordou se levantando, logo estavam indo a saída daquele salão, rumo ao esplendido jardim que a família Park ostentava.

Um pouco antes de chegar a fora, foi rapidamente interrompido por seus pais, que pediram licença rápida ao Do, e o puxaram um pouco para perto, perto o suficiente para murmurarem discretos: não fique muito próximo desse garoto, há boatos ruins sobre ele. Se aproxime mais do irmão mais novo, Do Sehun.

Logo que foi solto voltou hesitante ao mais novo, que o esperava com as mãos na cintura, quase que não parecendo um ômega para falar a verdade. E mesmo que seus pais tivessem o dito para manter distância daquela pessoa, não pode negar continuar ao acompanhar até o jardim.

Afinal, o que aquele ômega de aparência não tão indefesa assim, podia ter feito para ser vítima de boatos daquele tipo?


Notas Finais


desculpem qualquer erro, minha cabeça ta doendo demais para ajeitar ;-;


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