História Assim, do nada... (Imagine BTS - Suga) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 712
Palavras 1.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E sim, estou fznd uma fic de BtS pq amo <3
Boa leitura! <3

Capítulo 1 - ...De Volta a Seul...


Cara, que bosta total! Eu tinha marcado de sair com uns amigos pra gente roubar umas paradas aí, mas eu tinha que ser expulsa e obrigada a voltar pra Seul. Aquele lugar me lembra de meu trauma, e eu não volto nem fudendo.

— Mãe, entenda! Eu tô bem melhor aqui em Brasil!

Eu não nem ______, ou você vem, ou eu vou lhe fazer vir a força! Estamos entendidas?

— Caralho mãe, cê é chata pra porra!

— _____, tudo o que eu faço é pelo seu bem, se você foi expulsa de todas as escolas que eu te coloquei em Rio de Janeiro, eu não posso deixar pra , venha pra Seul, vou te colocar em uma escola nova que abriu enquanto você estava pra ... Por favor filha, colabore...

— Tá, eu vou...

Não vai pôr fogo no avião, viu?

— hahaha, pode deixar que não vou colocar fogo em nada...

Bom mesmo! Beijos, mamãe te ama!

— Também te amo...

Após minha mãe ter desligado o telefone, olhei pra minha humilde residência, antes de voar pro meu quarto e arrumar minhas malditas malas.

— Pois é vizinhos, vocês finalmente se livraram de mim! — falei e fui pro meu querido quartinho cor-de-preto.

[...]

Estou meio que há... Uma década esperando o meu divino avião para Seul chegar, e nada.

Será que meus sonhos são reais? Sonhei que enquanto eu esperava meu avião, houve um ataque alienígena e eles destruíram o avião, me impedindo (e eu agradecendo profundamente) de ir pra Seul.

Eram agora... 7:40 da manhã. Algum ser divino chamado Deus, faça essa avião cair nesse mundo e dizer que o vôo já está pra chegar...

O vôo para Seul acaba de chegar. Por favor passageiros, se dirijam ao avião.

Uau, Deus ouviu minhas preces. Adorei.

Peguei a minha mala e saí em direção ao meu avião. E por sorte dessa vidinha minha que eu tenho, fiquei ao lado da janela. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pro meu melhor amigo.

" Pois é Marcel, estou te deixando ;-; "
" Affs _______, você é uma menina ;-; "
" Eu sei amor ;-; Mas não se preocupe, quando você vier pra Seul, vai me fazer companhia naquele novo inferno, blz? "
" Pode deixar que eu vou me prostituir pra ir pra �� Agr vai miga, mostra pra eles que você é o famoso Lúcifer �� "
" kkkk', com o maior prazer! Vou sentir saudades, bjs ❤ "
" Beijooosssss ❤❤���� "

Bloqueei meu celular e o coloquei entre as minhas pernas. Coloquei o maldito cinto e pronto. O avião começou a subir e logo a sobrevoar as nuvens. Eu apenas adormeci. Acha mesmo que eu ia ficar 14 fucking horas acordada? Nem que um unicórnio apareça em minha frente...

[...]

Enfim, cheguei! Quase morrendo, mas cheguei. Graças a Deus, com vida né. Que no pouso, eu quase botei um ovo dentro do avião.

Estava no aeroporto, procurando uma lanchonete pra bater um rango. Achei um MC Donald's. Uau, a quando tempo, hambúrguer?

Comi um hambúrguer e tomei um refrigerante, paguei o tio e segui meu caminho.

Liguei pra agência de taxistas e contratei um. Lhe disse que estava no aeroporto e logo ele chegou. Entrei no carro dele e passei o endereço da casa de meus pais.

Chegando lá, pago o moço e desço, pegando a minha mala e minha mochila nas costas. Toco a campainha e recebo uma surpresa agradável.

— FILHA!!! — a minha mãe me abraçou fortemente, e eu apenas retribui. Eu não sou lá daquelas filhas sempre presentes e amorosas com os pais, mas eu senti uma puta saudades dos meus coroas.

— Tá bom mãe, tá bom... — falei, fazendo ela me soltar e dar um longo suspiro.

— Bem-vinda de volta _____. — disse meu padrasto, me abraçando.

— Obrigada Edgar... — Nunca me acostumei com a ideia de o chamá-lo de "pai". Eu gosto muito dele, mas sei lá...

Depois de ser recebida carinhosamente pelos meus pais, eu jantei qualquer coisinha e subi para o meu novo quarto. E era de se imaginar que minha mãe iria deixar a minha cara. AiAi, eu tenho a melhor mãe do mundo, mesmo que ela seja insuportável as vezes, mas continuo a adorando...

Arrumei as minhas roupas em meu closet e logo fui tomar um banho. Tinha perfume de velho pregado em mim, que coisa mais horrível!

Depois do banho, escovei meus dentes né, tem que escovar, porque senão, meu aparelho apodrece.

Como estava sem sono por ter passado 14 horas dormindo, (sim, dormi a viagem inteira) decidi arranjar algum filme pra ver. Escolho ver " O Homem das Trevas ". Eu nunca tinha visto essa porra, mas... Netflix é tudo. Fiz uma pipoca e peguei o meu pote de Nutella.

— _______, ME AJUDA COM A LOUÇA!? — escuto o grito de minha mãe e eu pauso o filme, indo ajudá-la.

Enquanto ela lavava a louça, eu enxugava e guardava no lugar delas, que foi um aborrecimento ter que aguentar minha mãe reclamando que os pratos não era alí e sim em outro armário. Eu mereço, viu?

— Então filha, como é lá no Brasil? — pronto, o papo já começou a ficar bom.

— É muito foda mãe! A senhora precisa conhecer! Eu aprendi um monte de coisas por lá. O povo brasileiro é muito acolhedor, e eu adorei aquilo. — falei, animada e pensando no Brasil.

— Gostou mesmo, né? — perguntou e eu afirmei com minha cabeça. — E o que você fazia depois das aulas?

Eu não vou nem fudendo contar pra ela o que eu faço depois de sair da escola. Pensa ______, pensa numa mentira que ela acreditaria...

— Eu... Ia na casa de um amigo e a gente ficava jogando vídeo-game! — respondi. Acho que ela engole.

— Amigo, é? — Affs, eu odeio quando ela faz isso.

— Sim mãe, o Marcel, mas não tem nada entre a gente. Digamos que ele... Curte... A mesma fruta que eu... — falei e ela não pareceu entender.

— Como assim?

— Ele é gay... — fui direta, que aguentar as lerdisses da minha mãe é um saco total.

Ela arregalou os olhos em forma de quem " AHHHHHH tendi ;-; ". Acho que eu sei da onde puxei esse meu jeito lerdo que as pessoas julgam ser fofo '-'.

— Mas eai, você não cresce não? — perguntou.

Olhei para o meu corpo e me aborreci.

— Infelizmente, parece que não. Esse corpo minúsculo meu, cansado das pessoas chegarem em mim e " Ei! Você tem 10 anos né? ". Poxa! — falei, meia bravinha.

— Hahahaha, relaxa, coloca um salto e fica show! — falou.

— Nem que apareça um unicórnio apareça em minha frente. Acho salto tão... Mesquinho... — falei. — Prefiro meus tênis e minhas rasteirinhas, tá de bão tamanho...

Terminamos finalmente com aquela louça e nos sentamos na mesa, conversando mais um pouco. Decido voltar a ver meu filme e minha mãe vai para seu quarto.

Fico assistindo ao filme, e sem perceber, eu acabo dormindo...


Notas Finais


Bom amores, é isso! Espero que gostem e ainda tem muita coisa por vir aí, viu?
Beijocas ❤😘


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