História Assistente Pessoal - Capítulo 38


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Categorias Arthur Aguiar, Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lodovica Comello, Martina Stoessel, Violetta
Personagens Diego Domínguez, Jorge Blanco, Lara, Lodovica Comello, Martina Stoessel
Tags Assistente, Dievica, Hot, Jortini, Romance
Exibições 290
Palavras 1.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey, anjinhos. Desculpa pela a demora. As coisas estão realmente complicadas pra mim, principalmente pelo o lado emocional. Mas enfim, aqui está o capítulo de hoje.

Capítulo 38 - Aposta


Sinto beijos molhados por todo o meu rosto e, instantaneamente abro um longo sorriso.

- Bom dia, marrentinha. - Jorge murmura rouco perto da minha orelha e não consigo segurar o suspiro. Essa voz...

- Bom dia, amor. - me espreguiço e finalmente abro os olhos. Noto que eu estava no quarto dele, de pijama e ele me abraçava por trás. - Como fui parar aqui?

- Quando você dormiu ontem, eu te vesti e te trouxe pra cá. Seu sono é pesado mesmo, hein!

- Mas eu estava super cansada ontem. E você sabe o porquê, engraçadinho. - sorrio e, cuidadosamente, me afasto do seu abraço e me levanto da cama. Preciso de um banho!

- Se você quiser, eu posso te deixar bem cansada agora também. - ele morde o lábio inferior enquanto sinto seu olhar se fixar nos meus seios.

- Nada disso. Você vai é trazer meu café na cama.

- E por quê eu faria isso?

- Huum, simplesmente porque você me ama. - me encaminho para o banheiro e antes de entrar no mesmo, o encaro. - E porque eu vou entrar em greve de sexo.

Ele arregala os olhos e pula da cama.

- Não, meu amor. Nada de greve, por favor. Me diga o que você quer. - ele se aproxima e noto o desespero em seus olhos.

- Me surpreenda, Blanco. - beijo seus lábios levemente e entro no banheiro rindo.

(...)

Assim que saio do banheiro, vejo meu maravilhoso namorado entrar no quarto com uma bandeja. Ele me olha e sorri. Faço o mesmo.

- Diga-me Blanco, o que você cozinhou pra mim?

- Na verdade eu não fiz nada. Só peguei um copo de suco pra você e esquentei dois pedaços de pizza.

Olho incrédula pra ele e verifico a bandeja. Não acredito que ele fez isso...

- Jorge, essa pizza é do mês passado. - faço uma careta. - E esse suco é de limão. Odeio coisas azedas.

Ele me olha por alguns segundos e coça a nuca.

- Bom, o que vale é a intenção. - ele força um sorriso e eu acabo rindo.

Tenho que me lembrar de não cobra-lo para trazer o café pra mim...

- Está tudo bem, amor. - me aproximo dele e o beijo. Ele, de um jeito desengonçado, deixa o café da manhã na cama e cola ainda mais os nossos corpos.

Suas mãos descem até minha bunda e ele me surprende ao deixar um forte tapa no mesmo, fazendo-me gemer em sua boca. A toalha é arrancada do meu corpo e é jogada no chão. Não me importo. Preciso do Jorge, preciso de suas mãos tocando cada pedacinho do meu corpo.

Ele separa nossas bocas e mordisca meu queixo. Seus dedos tocam minha vagina molhada com precisão.

- Tão quentinha. - ele morde o lóbulo da minha orelha e quase fico sem fôlego. - Você me deixa louco, marrentinha...

Ele desceu seus lábios até meu pescoço, mas antes que ele pudesse fazer algo, eu o empurro.

- Nada disso, querido. - murmuro ofegante e me xingo mentalmente por ser tão fraca a ele. - O que eu te disse antes...

- Você não pode fazer greve, amor. - ele faz um biquinho e tenta se aproximar novamente. - Eu preciso de você, por favor.

- Nada disso, Jorge. - pego a toalha novamente e cubro meu corpo.

Ele bufa.

- E até quando essa greve vai durar? - pergunta emburrado.

- Até depois do casamento.

- Mas ainda falta algumas semanas.

- E daí? Acho que você pode  aguentar até lá. - respondo.

- Eu posso, mas duvido você conseguir. Você é louca por sexo.

- Eu não sou louca por sexo, Jorge. - reviro os olhos.

- Martina, semana passada você me levou até uma lavanderia à noite e transou comigo em cima de uma máquina. E na sexta passada me levou até o telhado de um prédio abandonado e se masturbou pra mim.

- Todo mundo tem seus fetiches, marrentinho. - dou de ombros. - Mas isso não quer dizer que eu seja uma louca por sexo.

- Então vamos fazer uma aposta? - confirmo com um aceno e espero ele continuar enquanto me visto. - Se você não transar comigo até o dia do nosso casamento, eu faço o que você quiser. Mas se você não resistir às minhas provocações, eu quero uma semana de sexo. E só vamos parar quando eu quiser.

Até que isso não seria tão mal...

Sorrio com absoluta certeza que vou ganhar.

- Aposta feita, amorzinho. - lanço um beijo pra ele e assim que termino de me vestir, saio do quarto.

(...)

- Ela tem o direito de saber, Lodo. Essa carta pode ajudar ela a superar a morte do Guilherme de uma vez. - Mercedes murmura e me abaixo próxima à escada para escutar a conversa delas.

- Não Mechi. Ela está bem com o Jorge e essa carta do Peter só vai piorar.

- Ela é nossa melhor amiga, Lodovica. Nunca escondemos nada dela e isso é injusto.

- Injusto é atrapalhar à vida dela logo agora. Ela está feliz e é isso que importa, Mercedes.

- Que bundinha maravilhosa. - escuto a risada do meu namorado e bufo. Que safado!!

Me levanto do chão e sem olhar pra ele, eu desço às escadas. Imediatamente minhas amigas param de cochichar e me olham. Estão me escondendo alguma coisa e eu vou descobrir o que é.

- Alguma novidade, meninas? - me aproximo de ambas. Elas se entreolham.

- Haam, não. Só estávamos vendo algumas coisas do casamento da Lodo. - Mercedes responde, sem me olhar.

Eu pensei em indaga-las, mas de certa forma, Lodo tem razão. Minha vida com o Jorge está ótima e nada pode nos atrapalhar. Ainda mais agora que o meu casamento está chegando.

Nossa... O meu casamento! Nunca pensei que um dia eu casaria, ainda mais com o Jorge.  E é tão estranho pensar que daqui a poucos dias eu vou estar usando uma aliança no dedo.

- Ahh, falando nisso, eu estava pensando em juntar nossos casamentos. O que acha? Um casamento duplo seria bem legal.

- Tá falando sério? - Lodo sorri. Assinto sorridente e ela logo vem me abraçar. - Adorei a ideia, Tini.

- E quem sabe o Ruggero não pede logo essa maluquinha em casamento, né?

Mercedes nos olha irritada e se levanta bruscamente da mesa.

- Eu nunca, nunca vou casar com aquele idiota. - ela nos olha com uma vontade de nos matar e sai batendo o pé da sala.

- Epaa, será que uma certa história está se repetindo aqui? - Diego aparece de repente e me olha. Depois, movimentando sua cadeira de rodas, ele vai até sua noiva e a beija nos lábios.

- É, quem sabe. - murmuro rindo e me jogo no sofá. Não demora muito para o Jorge chegar.

- Vou visitar os meus sobrinhos. - ele me olha. - Quer ir?

- Não dá, tenho que procurar o meu vestido de noiva.

- Tudo bem. Então te vejo mais tarde, marrentinha. - ele se aproxima e me beija suavemente nos lábios. - E vê se não pensa muito em mim te tocando. - ele morde o lóbulo da minha orelha e em seguida saí de casa. Convencido!


Notas Finais


Quem vocês acham que vai ganhar essa aposta? Bom, até breve.


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