História Assombrada pelo passado - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fantasmas, Muito Mais
Visualizações 2
Palavras 768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bora continuar?

Espero que gostem deste capítulo novo

Contém violência e insinuações violentas

Capítulo 2 - Capítulo um - Cadê a Mamãe?


Fanfic / Fanfiction Assombrada pelo passado - Capítulo 2 - Capítulo um - Cadê a Mamãe?

Mas um dia começa, me levanto e tomo banho para mais um dia de aula apesar de estar um sol de 27c lá fora, eu estava de blusa de frio, minha pele ardia por causa das surra que tomei da minha mãe, motivo? Eu não sei, devo ter feito algo errado ou não…

Sai para a sala meu pai estava com mamãe na sala ela deitada de costas pra mim e meu pai em cima dela, ela estava chorando eles estavam estranhos não sei o que acontecia ali, fui na cozinha preparei meu leite e sai quando eles ficam desse jeito não podia ir até eles se não eu apanhava.

Eu era bastante independente fazia minhas tarefas domésticas e escolares, era pra ser um dia normal como vários outros dias, mas algo pareceu estranho quando cheguei em casa. Minha casa estava limpa e tinha comida feita, algo raro para mim porém não tinha ninguém em casa pelo menos eu achava isso.

Ouvi ruídos vindo do quarto de empregadas era barulhos de batidas e pancadas, fui olhar pois com sorte era só um ladrão. Não era meu pai socando a parede com o telefone no ouvido.

- Onde você está sua vadia? Acha que a trepada de hoje vai te livrar do que te espera? Eu sei onde você está!  Se você não vir vou matar a sua filha.- Um mínimo de silêncio e logo ele emendou - cinco minutos e isso que vc tem sua puta.

Fiquei em silêncio mas ele me viu, fiquei paralisada de medo.

- Keith! Vá para a cozinha pegue seu prato de comida e vá para a merda do seu quarto, se eu pegar vc de batuca ouvindo eu mato vc junto com a vadia da sua mãe. Você ouviu?- disse ele com o dedo na minha cara.

- Sim papai! Já tô indo,- disse chorando- já vou.

- Não vou te bater Keith, Eu sinto muito, ago-gora vai- disse me empurrando pra fora.

Parecia uma despedida e com certeza era afinal foi a última vez que vi ele, fui para o meu quarto com vários lanches, me tranquei lá dentro, não demorou muito quando minha mãe chegou e a briga começou, fui para a fechadura.

- João por favor eu não fiz isso, acredite em mim nunca te trai, por favor e mentira!- minha mãe gritava enquanto meu pai tirava o cinto dele.

- Mentira? E aquela saída de sempre? A nota do motel? Acha que sou trouxa mulher-  ele deu uma cintada nela e depois outra e outra.

Ele se aproximou e rasgou o vestido dela e gritou sobre a lingerie que lá usava naquele dia e cada vez a confusão aumentava, ele começou a cheirar a pele dela procurando o resto do outro.

- Aí vadia lavou bem o corpinho? Isso até que me dá umas idéias antes de te matar! Mas você não merece que eu a tome, vou aliviar sua dor.- disse isso tirando uma pistola de uma gaveta.

Pah Pah

E Minha mãe caiu no chão desacordada meu pai sai do meu ponto de visão e ficou uns 29m no quarto e de repente a porta bateu com força, foi a minha deixa abri a porta devagar e fui até a minha mãe que ainda estava viva.

- Mamãe? Você tá bem? O que posso fazer por você- disse ajoelhando na poça de sangue me curando sobre o seu rosto.

- Na-nada meu anjo e-eu vou ir embora meu anjo, perdoa a mãe por tudo que fiz?- disse ela bem fraca.

Eu não podia perdoada dos dois ela foi a mais cruel pois sempre me agredia e me culpava por não poder ir embora.

Não respondi levantei e fui até o quarto de mamãe pra buscar a agenda para lugar e pedir ajuda, quando entrei tinha uma carta eu abri e dizia assim:

“ Filha não nos veremos mais deixe a cadela aí e vá até a dona Lídia era está com o seu futuro não nos veremos mais, lamento

João Marchionne”

Guardei papel na casa e liguei para a polícia quando eu até a sala minha mãe já estava inconsciente, não demorou e a polícia chegou. Eu estava deitada sobre o peito de minha mãe e muito sangue ainda estava em mim, a casa destruída e a arma próxima a porta, em minutos minha casa estava lotada de policiais.

 Me comportei como a menina bem mandada que eu era fui até o corredor e ouvi o médico fazer perguntas e por luzes na minha cara, não não me lembro muito da época da delegacia e do hospital. Apenas que nunca me senti tão sozinha como me senti naqueles longos 10 dias de internato.


Notas Finais


Obrigado aos que vão acompanhando até aqui

Fortaleçam e deixe dicas beijos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...