História Astronomia de Reis - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Guerra, Jikook, Reinado, Romance, Yaoi
Exibições 13
Palavras 1.947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Survival, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura

Capítulo 5 - Eclipse


Fanfic / Fanfiction Astronomia de Reis - Capítulo 5 - Eclipse

Em termos gerais podemos dizer que um eclipse é o obscurecimento ou ocultação de um corpo celeste por um outro corpo celeste relativamente a um observador. O eclipse solar acontece quando o sol, a lua e o planeta terra estão alinhados, sendo que a lua fica entre o sol e a terra. Nesse caso, o planeta passa pela sombra projetada pela lua.

O eclipse só é capaz de acontecer quando o sol e a lua ‘’se encontram’’, mas há um terceiro com o nome de terra, talvez o crucial ou apenas um intervensor.

~Antes em Ruína~

-Quem pensam que são?! Matem-nos agora! – Gritava o grandioso rei de Ruína enquanto via alguns de seus soldados sendo levados para a execução em publico.

Park Jimin odiava ser contrariado e desobedecido, o mundo sabia disso, mas mesmo assim aviam pessoas que queriam acabar com a soberania infeliz de um homem poderoso, frio e com sede de sangue. Embora tivesse tudo Park sentia como se algo faltasse e o mesmo sempre quando sentia esse vazio fazia coisas horríveis.

Seu passa tempo era matar. Entrar em uma arena com um de seus camponeses presidiários e obrigá-lo a lutar ate a morte. As regras eram definidas de forma justa na visão de Park ‘’ Se eu vencer tu morrera! E se tu vencer estará livre. ’’ embora aos ouvidos de alguns isso soava desafiador mais possível aos olhos de outros era como pedir um pedaço do céu. Park sabia que nunca ninguém o venceria, e essa por sinal era sua graça, o mesmo se divertia vendo os camponeses cheios de si achando que com misera fora e coragem o derrotariam, o melhor guerreiro, o primeiro da elite, o melhor rei.

Não satisfeito com apenas as mortes dos prisioneiros homens em seu calabouço Park também ia à busca das famílias dos tais, para antes de matá-los verem suas famílias serem trucidadas por leões famintos.

-Já chega! Cansei-me desses miseráveis. Joguem na floresta os corpos e matem os que sobreviveram! – Park falava odioso enquanto via os corpos da arena serem retirados, e como sua ordem matar os que sobreviveram.

Park estava cansado e entediado, fazer aquilo todos os dias já não estava sendo tão divertido como antes. Mandar homens para se arriscar a busca de mais camponeses das mesmas terras para trazer a principal que era Ruína não valeria a pena, a população de Ruína estava em baixos níveis, pois todo santo dia sem falta o poderoso Park Jimin brincava de ser a morte, chegando a matar mais de dez famílias em apenas um dia.

Mas o que fazer quando não se tem mais terras por perto para saquear, se a riqueza já grandiosa juntamente da força e perseverança. Tédio não devia ser uma palavra no vocabulário de um rei, mas por sorte do destino Park consequentemente em uma de suas cavalgadas aleatórias ‘’achou’’ um lugar inabitável o que realmente era uma surpresa para o mesmo. O lugar possuía a mais bela paisagem, era como se a paz tivesse forma e vida, e talvez realmente tivesse. Ali virou um refugio do mundo para Jimin o mesmo sempre estava em paz e sozinho ou era o que achava. Em um dia comum andando pelo extenso campo em meio as arvores Park avistou de um longe um cavalo e um homem ao lado vestindo uma manta preta que o cobria dos pés a cabeça, curioso mais atento Park andava cautelosamente em direção ao homem, brevemente perto Jimin escuta a voz suave e forte vinda do cavalheiro que fazia perguntas e dava as respostas a si mesmo. E assim vários dias se passaram e Park apenas observava o belo cavalheiro de cabelos marrões e sua fisionomia bem desenhada, mas avia com uma coisa que Park não contava, era a vontade dos deuses de que o mesmo conhecesse-o.

A atitude de Jeon Jungkook não condizia com o que o mesmo era, mas isso era compreensível. Jeon estava farto, cansado e irritado, ter que aturar a mesma ladainha todos os dias estava lhe cansando a mente, mas não que o mesmo não goste de ver e ouvir os alheios chorando e gritando de agonia, não, não é isso. Jungkook queria um oponente forte e digno de desafiá-lo, mas já estava a pensar que isso realmente era um sonho inalcançável.

Porque o mesmo estava tão bondoso e sereno perto de um forasteiro, o qual nem sabia o nome ou ate mesmo de onde vinha? Pelo simples motivo de ser um jovem e pequeno forasteiro que se ousasse tentar algo Jeon não o perdoaria e arrancaria sua cabeça ali mesmo. Mas por algum motivo que nem o mesmo era capaz de explicar, olhar para o rosto delicado e aparentemente sincero do pequeno a sua frente lhe trazia calma e vontade de tê-lo perto, Jeon não entendeu o motivo para que esse forasteiro lhe causasse tamanha paz, mas já imaginava ser a obra dos deuses, que lhe estavam entregando um pequeno anjinho.  

-Você não se intriga pequeno? – Sua voz suave ecoa pelos ouvidos de Jimin o fazendo-o confuso.

-Perdão, cavalheiro, mas não entendo... – Jimin o fita por um segundo e logo retorna os olhares a sua frente.

-Olhe para o céu, olhe a beleza dos pontos brilhantes misturadas com as cores de fim de tarde.  – Jimin olha para o moreno a sua frente que avista o céu maravilhado com tamanha beleza, o mesmo se não fosse um tanto louco diria que ate mesmo viu o cavalheiro ranzinza sorrir. – O que eles fazem lá? O que eles são? Essas perguntas sempre se fazem em minha cabeça quando avisto o céu à noite... Talvez um dos meus momentos de paz seja só a luz do luar.  

-Você parece maravilhado com esses pontos brilhantes. – Jimin se põe em pé e se guia para frente em direção à serena lagoa que deslumbrava o reflexo das estrelas. – Para mim, cavalheiro, as estrelas são apenas um modo de focar em meus pensamentos. Olhar para o céu e imaginar tudo.

-Então você é um sonhador meu pequeno? – Jeon se levanta e segue em direção a Jimin, o mesmo que adentra o lago calmamente.

-Não cavalheiro. Eu sou um conquistador. Mas, por favor, volte sua atenção às estrelas e me conte mais. – Park brinca com as pontas dos dedos na água fria enquanto da passos para o fundo.

-Não posso lhe contar de algo que nem mesmo eu sei pequeno, infelizmente a minha mais pura paz é inalcançável. – Jeon fita o céu como se procurasse realmente sua paz.

Os dois estranhos agora estavam ali, se banhando nas águas calmas enquanto trocavam palavras inocentes. Para os místicos que observavam atentamente aquilo do céu, era algo magnífico, a paz, a calmaria da brisa tocando os rostos que sorriam timidamente um para o outro, algo realmente deslumbrante. Embora inimigos mortais, ambos não tinham conhecimentos de suas reais faces. E quem seria o ser místico mais abençoado que um dia já houvera dito que tal coisa aconteceria, algo inacreditável estava prestes a acontecer ali e agora. Duas almas rancorosas e não dignas de perdão, sedentas por ódio e vingança teriam seus destinos traçados na mais bela e triste historia de amor.   

Aquele local escondido do mundo seria o lar do pecado e desejo, que embora os mesmo não soubessem, apenas um olhar já foi o suficiente para que seus batimentos se acelerarem em despercebido. Agora a luz da lua juntamente as estrelas tomavam o céu deixando a noite cintilante em cores extraordinárias, as estrelas formavam desenhos que só os mais belos criativos seriam capaz de enxergar, a brisa era calma e quente fazia as cerejeiras e os orvalhos dançarem em sintonia, as duas almas pecadoras brincavam no pequeno lago esquecendo-se de suas posições, afazeres e ate mesmo de quem verdadeiramente são. Ambos ali e agora pareciam as mesmas crianças inocentes de anos atrás que corriam pelos campos verdes do palácio e não tinham medo de ter a guarda baixa. Jeon observava o pequeno homem a sua frente, tão delicado, seus traços tão bem formados o deixavam bobo, pois como era belo. O mesmo Jeon Jungkook de algumas horas atrás já não existia mais, o impiedoso com a voz dominante estava agora a beira de um lago brincando com um ser de cabelos prateados que mau conhecia, mas o sentia que já eram conhecidos de anos, era como se ele fosse sua paz! Era como se Park o tivesse sido feito para Jeon! E ah! As estrelas não mentem, pois nelas estão marcadas as mais brilhantes histórias.

-Ah nobre cavalheiro, que me mostraste tamanha beleza ao fim de tarde e inicio de noite. Nunca tinha vislumbrado meus olhos com mais bela paisagem, e foi por ti, por tua causa pude ver... – Park com o rosto levemente inclinado para cima fitava as brilhantes estrelas enquanto seus lábios se mexiam em sintonia única para expressar palavras de carinho para o nobre cavalheiro.  

-Por algum motivo, meu pequeno, sinto que perto de ti posso ser eu mesmo. – Park direciona seus olhos aos de Jeon que quando se encontram causam borboletas na mente. – Você não aparenta ser como o resto do mundo se assim posso dizer, tua fala é como uma melodia única que só eu quero ser capaz de ouvi-la, seus traços delicados... Só eu quero ser capaz de vê-los. Diga, pequeno, como fostes capaz de me enfeitiçar assim? – Jeon para por um segundo e fita a boca do menor a sua frente.

-Lhe contarei meu nobre cavalheiro, apenas se falastes também o que fizeste comigo. Não lhe conheço e nem ao menos sei teu nome, mas por algum motivo senti como se fosse o único. Diga, cavalheiro, você me quer para ti? – Park o lança um olhar que transborda carinho o que faz com que Jeon se aproxime mais do pequeno encantado que lhe prendeu toda sua atenção.

Os deuses se amontoavam a beira nuvem para observar e sorrir confortavelmente da cena que estava prestes a traçar um rumo nos sete reinos, os animais de canto das arvores se escondiam para ver o amor florescer, enquanto no centro da bela paisagem estava os centros de todas as atenções.

Jeon fitava Park e se aproximava cada vez mais do pequeno, suas mãos suavam frio e o mesmo engolia em seco. Jimin o pequeno que parecia inocente observava cada ato de jungkook, e via um ser nervoso a sua frente, o pequeno pensava em como um cavalheiro poderia aparentar ser tão fraco de ante a beleza. Park sabia que se quisesse se aproveitar do momento e pega-lo desprevenido o mesmo podia, pois era o primeiro treinado em elite rígida e extremamente forte então não á nada que não possa fazer. Mas embora lá no fundo esse fosse seu desejo algo em Park falou mais alto deixando o pequeno ser levado pelo momento terno e carinhoso que há tempos não vinha tento.

 Em um toque de lábios o corpo vibra e pela sensibilidade dos lábios isso causa ainda mais prazer, e era isso que ambos iriam experimentar. Um choque de eletricidade que se sente quando beija alguém com necessidade, a vontade dos lábios macios, dos corpos colados e respirações unidas.

Jungkook aproxima seu rosto de Jimin e deixa a ponto do nariz de ambos se tocarem, os olhos do pequeno fitam o maior que retribui o olhar inclinando seu rosto para o lado e permitindo-se sentir a respiração calma do outro em seu pescoço, os olhos vão se fechando enquanto os lábios se abrem lentamente. Jeon encaixa sua boca a de Park e sente os macios lábios o tocando levemente, o primeiro selo da união que mudara. Um toque calmo e sincero, com necessidade mais paciente, o eclipse acaba de acontecer.                


Notas Finais


Beijinhos <3


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