História Até a eternidade. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Personagens Originais, Taemin Lee
Tags Jinki, Jogyu, Jonghyun, Onew, Snit
Exibições 17
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo um: Biblioteca


Fanfic / Fanfiction Até a eternidade. - Capítulo 2 - Capítulo um: Biblioteca

 

 

 

 

— Jinki. — bateu na porta uma vez — Lee Jinki! — Nem uma resposta vinha de dentro do quarto, o costume era do mais velho responder após chamar uma única vez. — Hyung, estou entrando. Se estiver pelado, vista-se. — abriu a porta estranhando ao não ver ninguém.  Aonde estaria o mais velho? 

 

Seus olhos se focaram ao lado da cama e se assustou ao ver o corpo do mais velho desacordado. Rapidamente se pós de joelhos ao lado do corpo desacordado do mais velho, tocou em seu rosto dando leves tapinhas chamando pelo seu nome. Assim que sua mão foi de encontrar com a pele do mais velho, e seu estado de preocupado passou para desesperado ao notar que a temperatura do seu hyung estava elevada. 
 

Respirou fundo não podia entrar em desespero.

 

Ligou rapidamente para uma ambulância e dez minutos depois ele estava na sala de espera de um hospital.
 

 

— Kibum! O que houve? — era Hyukjae vindo ao seu encontro. — Assim que eu cheguei em casa, a senhora Kim me disse o que houve. — exclamou assim que se pós a frente do mais novo.

 

— Não sei, hyung. Eu acordei e fui chamar o hyung, Jinki.  Ao ver que ele estava atrasado para a faculdade. E quando entrei no quarto ele estava desmaiado ao lado da cama e quente muito quente. Eu liguei para uma ambulância e até agora ninguém vem me dá notícias.
 

— Quem é o guardião de Lee Jinki? — antes que Hyukjae falasse algo um médico apareceu para alívio dos mais novos.

 

— Somos nós, doutor. — Hyukjae exclamou indo em direção ao mais velho.

 

— O que houve com o Jinki? — Kibum questionou afobado.

 

— Vamos conversar na minha sala.  Me acompanhem, por favor. — pediu e os mais novos se entreolharam preocupados.
 

 

O que será que aconteceu com Jinki?


 

 

Quatro meses antes.

 

 

  Desde pequeno ele ouvia aquela frase e se perguntava o que significava aquilo, por qual motivos os adultos repetiam aquela frase, por qual motivo sua falecida avô lhe dizia aquilo. Kim Jonghyun era pequeno demais para entender certas coisas, ou como seus pais diziam aquilo que não entendia era coisas de adultos. Filho único, amado incondicionalmente pelos seus queridos pais. Sempre teve uma boa educação, alimentação, roupas, um teto bom para morar.

 

Nasceu rico ou como dizem por ai; Nasceu em berço de ouro. Até que o tempo passou e ele cresceu, teve várias namoradas, teve a fase rebelde e para o alivio de seus pais ele finalmente estava trilhando um bom caminho.

 

   Agora com vinte e quatro anos Jonghyun cursa egenharia em uma das melhores faculdades da Coréia do Sul, aonde muitos dariam um braço para poder estudar alí. Ele trabalha como responsável por alguns projetos da empresa da familia, que atua no ramo de construções e é bem conceituada no mercado coreano. Em um certo dia ele esbarra sem querer em: Lee Jinki. Um garoto bastante misterioso, poucas pessoas sabem da sua vida, aonde mora, quem é a sua familia. A única coisa de concreto que sabem sobre Jinki é que ele estuda arquitetura, vive andando com apenas duas meninas e quase nunca fala com alguém, além das garotas que ficam ao seu lado.

 

E foi tempos depois de esbarrar com Jinki que Jonghyun começou a entender o sentindo daquela frase que ouvia desde pequeno.

 

 

“ Há males que vêm para o bem. ”
 

 

— Desde que esbarraste em Jinki você fica fora do ar o tempo todo. —  foi ao ouvir a voz de Minho que Jonghyun voltou a realidade.
 

— Eu não sei o que está acontecendo comigo. — desabafou para o amigo que tinha sentado ao seu lado. —Aquele garoto me intriga, me deixa fascinado, me deixa irritado, me deixa — parou ao perceber o que ia dizer.

 

— HÁ! — se levantou animado. — Eu sabia! Eu sabia! Eu sabia! Kim Jonghyun você não me engana. Tsc... Tsc.. Finalmente você percebeu, né? Você não me engana Jong, eu sou seu melhor amigo e te conheço como a palma da minha mão. Então, quer dizer que você está realmente apaixonado? — então, começou a rir.  — Logo pelo Lee esquisito Jinki? Tanta gente para você se apaixonar e tu vem me apaixonar logo por ele? Sério isso? — questionou incrédulo.
 

— Qual foi a graça? —  Taemin perguntou ao chegar perto dos amigos e notar Jonghyun com a cara fechada  Minho rindo como se não houvesse amanhã.
 

—  Jonghyun tá apaixonado por Jinki.
 

—  Lee esquisito Jinki?
 

— Esse mesmo!
 

— QUE? COMO ASSIM KIM JONGHYUN? 
 

— Chama a atenção, vai chamem a atenção. — exclamou irritado.
 

— Existe boatos que ele matou os pais e as duas garotas que andam com ele na verdade são policiais. — Taemin exclamou. — Tem boatos que ele é um serial killer em algum tipo de teste maluco do governo.
 

 

— Boatos? O que significa que isso não pode ser real. E parem de falar besteiras e vamos para a aula. — se levantou pegando suas coisas e deixando os amigos para trás.

 

 

 

Taemin e Minho se olharam abismados.

 

 

Jonghyun realmente havia se apaixonado por Jinki?

 

 

 

Após as aulas Jonghyun seguiu para a biblioteca. O Kim estava recolhendo alguns livros para um trabalho importante. Quando acaba entrando em um parte vazia da biblioteca, estava andando distraido em meio aos corredores, procurando livros que poderiam o ajudar no trabalho. Quando acaba ouvindo um gemido. Estranho... Será que tinha alguém transando alí? Não! Tanto lugar pela  faculdade para fazer aquilo. E iriam escolher justo a biblioteca?
 

 

Ao pegar um livro Jonghyun consegue perceber pela fresta deixada pelo livro, alguém caído no outro corredor. Então tá explicado o gemido que ouviu a minutos atrás; Era um gemido de dor. Ele vai até o corredor em que a pessoa está caída, para ver se pode ajudar o desconhecido.  Seu coração dispara ao perceber quem era; Lee Jinki. Até que o sentimento da preocupação o invande, fazendo Jonghyun se ajoelha ao lado de Jinki. O Kim percebe a respiração acelerada do outro e antes que pudesse fazer algo o Lee cai desacordado em seus braços. Para completo desespero do loirinho.

 

 

 

 

Algumas vezes o esperado simplesmente perde importância comparado ao inesperado.

Meredith Grey


Notas Finais


Tomei vergonha na cara e finalmente vim postar o primeiro capítulo.
Não tenho muita coisa a dizer sobre esse capítulo, eu betei duas vezes. Porém, os eros sempre passam despercebido pela minha pessoa. Desculpem pelos erros e espero que gostem desse começo. ❥


E garanto que o próximo capítulo saí antes do ano acabar. (~˘▽˘)~


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