História Até amanhã, talvez - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Original, Romance
Visualizações 10
Palavras 406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


É a primeira vez que faço algo original, espero que gostem e se interajam comigo através dos comentários •-•

Capítulo 1 - Correntes de um destino cruel


A escuridão era a única coisa que eu via a um bom tempo, sinceramente não sabia quando havia começou nem quando terminaria, apenas sabia da existência de uma luz, a única luz do local, única e irritante luz do local que vinha de uma fechadura em uma porta particularmente longe demais que não consiga alcançar. Tentava se mexer, porém só conseguiu ouvir os barulhos irritantes das correntes tilintando- suspirou exausta- provavelmente nunca sairia dali.
Ouviu as vozes rotineiras por detrás da porta que ficavam cada dia mais incoerente, lembrava-se do tempo em que ainda podia entendê-las, diziam algo como “ela nunca vai sair desse quarto? “, “isso tudo é culpa sua, eu quero divórcio” ou até “isso não passa de uma tremenda frescura, ela só quer chamar atenção”. Mas não, não queria. lembrava-se de tentar interferir, dizer que não era assim, que ela não sabia o que estava acontecendo nem como parou nesse lugar escuro e solitária e muito menos como sair dali se estava acorrentada ; tentava pedir ajuda de todas as maneiras, dando pequenos sinais e até fazendo mímica, porém todos os pedidos de socorro foram prontamente ignorados por essas e mais vozes por trás da porta. As únicas vozes que podiam ouvi-la eram as de dentro, porém nunca gostou das “idéias de fuga” das mesmas.
O lugar estava mais frio e escuro do que antes, seu desespero lamentável a deixou vulnerável às vozes do lado de dentro, enquanto ficava cada vez mais difícil de desvendar o que as de fora diziam

“eu posso ajudar você”

Tentou ignorar e se focar apenas nas vozes do lado de fora

“[...] eu não aguento mais isso [...]”
“ por favor….eu…. [...]”
“INÚTIL! “-som de tapa
“por...por favor….eu….[...]”

Lágrimas grossas caiam de seus olhos pela quarta vez desde que acordara, não conseguia mais suportar

“posso te ajudar a se livrar disso”

Como? Como se livrar de algo que ela nem lembrava mas que lhe causava tanta dor?

“você precisa cortar essas correntes, ser livre”

Mas como?

“você tem uma tesoura”

Não é mais forte que correntes

“Mas é mais forte que sua pele...vamos… é apenas um sonho bobo”

Sempre a mesma ladainha, porém depois de tantos anos naquele lugar ela começou a cogitar a ideia do sonho e para se libertar de todo o sofrimento que aquele sonho-pesadelo- ela o fez.

E foi assim que ela se suicidou na última quinta feira. Com cortes profundos nos braços.

Notas Finais


Perdoem os erro, escrevi pelo celular


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