História Até As Últimas Consequências - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Orgulho e Preconceito
Personagens Caroline Bingley, Charles Bingley, Elizabeth Bennet, Fitzwilliam Darcy, George Wickham, Georgiana Darcy, Jane Bennet, Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Revelaçao, Romance
Visualizações 30
Palavras 924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meninas, como estão? Obrigada a todas pelas mensagens, então eu resolvi postar mais um capítulo para vcs, apesar de ser pequeno espero que gostem.

Capítulo 33 - Um Pesadelo Apavorante


Fanfic / Fanfiction Até As Últimas Consequências - Capítulo 33 - Um Pesadelo Apavorante

[RECAPITULANDO]

Uh! Essa foi à parte mais difícil. O resto seria mole feito pudim. Enfiou o frasco no bolso e pegou o aparelho de Lizzie. Muito simples. Dois botões.

Virou um deles.

*********************

Elizabeth se viu no meio de uma bruma densa, tentou andar por ela, mas não estava conseguindo, suas pernas estavam pesadas. Parecia que estava andando por horas, mal conseguia enxergar um palmo a sua frente. Hora ou outra esbarrava em uma árvore, e percebeu que estava em uma floresta sombria.

Enquanto avançava, parou abruptamente ao ouvir uma garotinha chorar e chamar pela mãe. Se ela não estivesse enganada, aquela voz era de Jane. Não sabia em que direção ir.

Parou e prestou atenção de onde vinha o som da voz de Jane, mais uma vez a ouviu chamando por ela e foi naquela direção.

Felizmente depois de uma eternidade, conseguiu avistar a filha agachada chorando. Aproximou-se dela e a abraçou apertado

— O meu amor desculpe por ter ficando tanto tempo longe de você.

Sua filha a beijou e parou de chorar quando percebeu que era a sua mãe que estava ali com ela.

— Mamãe, eu estava com tanto medo.

Elizabeth tirou os fios de cabelo do rosto da filha e a beijou.

— Eu sei, meu pequeno raio de sol, me perdoe, nunca mais vou ficar longe de você, aconteça o que acontecer, sempre estarei ao seu lado. 

Voltou a abraça-la forte e limpou as lágrimas. Agradecendo por tê-la ao seu lado.

Mas a paz que estava tendo foi interrompida por outro som assustador. Um gemido de dor acompanhado de um grito parecia que vinha perto dali, mas ao mesmo tempo não.

Jane deu um pulo em seu braço e voltou a chorar.

— Calma meu amor, temos que descobrir quem está precisando de nossa ajuda.

— Estou com medo, mamãe.

— Não se preocupe, eu estou aqui com você. Precisamos saber quem precisa de ajuda.

Pegou a filha no colo e foi em direção ao som. Mas quanto mais andava, o som ficava longe. Mas não desistiu, com uma determinação nascida do desespero, venceu a bruma, os galhos que se emaranhavam em seus cabelos, pernas e braços, e aos poucos conseguiu se aproximar da mulher que agonizava e estacou horrorizada. Viu a si mesma deitada em cima de uma pedra na beira de um penhasco usando uma camisola branca manchada de sangue com uma barriga enorme. Suas pernas estavam abertas, e parecia que estava parindo. Com um último esforço, expulsou a criança dentro de si. Não sabia qual o sexo do bebê, somente conseguiu ver que a criança tinha uma vasta cabeleira escura e que parecia ser linda.

A criança não chorava e parecia que não tinha vida, Elizabeth sentiu os olhos cheios de lágrimas, colocou Jane no chão e tentou chegar perto, queria pegar a criança para ajuda-la a respirar, mas não conseguiu. De repente sem saber como, percebeu que a outra Elizabeth estava segurando em um dos braços o bebê e na outra mão Jane, que começou a chorar e estiva os bracinhos em sua direção, mas alguma coisa a segurava no lugar impedindo de se aproximar.

— Qual dos dois você vai escolher Elizabeth? — Perguntou a outra numa voz destituída de sentimento.

Não sabia o que a outra iria fazer, mas era algo ruim.

— Por favor, não faça mal a nenhum dos dois, eu te imploro. Me entregue eles.

— Não tem essa opção.

— Por favor me entre os dois.

— Você não me deixou escolha.

Conseguiu se soltar ao mesmo tempo em que o seu outro eu, olhava com asco e sem um pingo de interesse para as crianças e simplesmente as jogou do penhasco, como se aquilo não lhe interessasse. Não dando tempo para Elizabeth salvar nenhum dos dois.

******

— Não!! — Elizabeth gritou desesperada se agitando toda, sentiu lágrimas rolando pelos seus olhos, quando sentiu que alguém a abraçava.

— Ei, calma. Elizabeth acorde. — Fitz a abraçou enquanto tentava tranquiliza-la.

Elizabeth sentia o coração disparado ao relembrar as cenas do pesadelo e voltou a chorar.

— O que foi? Conte para mim.

Conseguindo se controlar, Elizabeth secou as lágrimas do rosto e o olhou.

— Tive um pesadelo horrível.

— Quer falar dele para mim?

— Não... não sei se conseguiria. — Novamente voltou a chorar, pensando o significado daquele sonho quando viu que tanto o bebê como sua filha sendo jogados pelo penhasco poderia ser a sua Jane, escorregando de suas mãos.

— Já volto.

Fitz levantou-se da cama e nu em pêlo abriu a porta do quarto.

Quando ela ficou sozinha, se enrolara como se fosse um embrião protegida dentro do útero da mãe. Encontrou a resto no joelho e buscou acalmar-se. Pouco tempo depois, ouviu Fitz trancar a porta do quarto e sentiu o peso dele no colchão.  

— Toma, eu trouxe um pouco de água para você.

Ele ajudou a se sentar e deu o copo nas mãos dela, mas Elizabeth tremia tanto que ele mesmo acabou dando água para ela.

Quando ela terminou, depositou o copo na mesa de cabeceira e deitando, a puxou para si, fazendo com que ela se deitasse em cima de si. Ela o abraçou fortemente como se o corpo dele fosse uma boia de salvação. Não sabia que tipo de pesadelo ela havia tido, mas pelo estado em que ela ficou, deveria ter sido terrível.

Ele pressionou os indicadores nas têmporas dela e começou a friccionar em pequenos círculos. O sono veio lentamente, enquanto ele a via olhando para ele. O rosto dele se transformou no rosto de um anjo, e depois ficou embaçado e se dissolveu no nada.

***


Notas Finais


E ai o que acharam?? Por favor me digam


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