História Até Nascer o Sol - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Casamento, Gravidez, Hospicio, Mutilação, Romance
Exibições 5
Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um capítulo!

Boa Leitura!

Capítulo 2 - Responsabilidade


Já passava das dez da noite quando Felipe finalmente se deitou em sua cama.

Seus olhos pesados já nem abriam mais.

O rapaz passava para sono profundo quando ouviu batidas na porta de seu apartamento.

"Droga." Pensou enquanto levantava e ia de encontro a porta de entrada.

-Oi. -Disse assim que abriu a porta e coçou os olhos.

-Felipe... -A voz sedutora de Alice quebrava o silêncio que se instalara ali.

-Agora não, Alice. -Felipe disse fazendo o movimento para fechar a porta.

-Não tão rápido, bonitão. -A ruiva segurou a porta e adentrou o apartamento.

-Alice... -Felipe soltou um suspiro derrotado. -Eu estou cansado, sabia?

-Quem manda trabalhar o dia todo naquele hospício? -Ela esticou as belas pernas nuas pelo sofá.  -Vai acabar ficando louco também.

-Alice eu vou trabalhar naquele "hospício" -Ele fez aspas com as mãos.  -Até quando eu quiser.

-Porra, Felipe. Você era mais legal no ensino médio. -A ruiva se levantou do sofá e agarrou o rapaz pelo pescoço.  -Você me desejava.

-Alice, você é linda. Tem um corpo lindo. É uma pessoa super legal..., mas eu não estou afim.... Entende, por favor? -Felipe quase suplicou para que Alice se fosse. Mas a ruiva não mexeu um músculo sequer.

-Faz quanto tempo que você não transa? -Alice agora encarava Felipe.

-Alice, por favor. Sai. -Felipe mostrou a porta com a cabeça.

-Não saio antes de você me beijar. -A ruiva disse encostando a testa de ambos.

-Um beijo e você sai? -Felipe perguntou arqueando uma sobrancelha.

-Saio. -Alice respondeu já beijando Felipe.

O moreno correspondeu ao beijo. Que demorou muito mais que um beijo comum.

Felipe separou-se de Alice.

-Um beijo e você disse que sumia. -Disse segurando Alice pelo braço.

-Até parece que você não me conhece, Fê. -A ruiva disparou se afastando um pouco de Felipe.

Alice abriu o vestido que usava o deixando cair no chão, ficando apenas de trajes íntimos na sala de Felipe.

-Vamos, Felipe. Faça o que quiser comigo. -A ruiva disse se aproximando dele mais uma vez.

O rapaz não mexeu nenhum músculo.

Alice então começou a desabotoar a camisa de Felipe.

-Alice... -Felipe a interrompeu, fazendo a ruiva lhe encarar. -Não.

-Você é solteiro. Eu sou solteira. Já fomos namorados. Já transamos várias vezes.... Porque não, Felipe? -Alice perguntou jogando a camisa do rapaz no chão.

A moça juntou os lábios com os de Felipe mais uma vez.

Dessa vez, o rapaz não correspondeu.

Alice o empurrou e o encarou.

-Felipe, o que acontece com você? Eu sou mulher. Mulher gostosa, Felipe. Eu estou aqui, na sua frente, praticamente me humilhando para você... E você não olha? Porra... -A ruiva estava indignada.

-Desculpa. -Felipe disse fitando o chão.

Alice tirou seu sutiã e o atirou perto de seu vestido.

-Felipe. -Ela implorou pela atenção do moreno, que levantou o olhar.

-Eu estou aqui para ser sua. -Alice disse segurando as grandes mãos de Felipe.

O rapaz olhava no fundo de seus olhos verdes.

A ruiva elevou as mãos de Felipe até seus seios e fez com que o rapaz sentisse sua excitação.

Essa foi a faísca para acender o fogo de Felipe.

Ele soltou o cinto que usava e agarrou Alice, a puxando para um beijo selvagem.

-Isso, Felipe. Era disso que eu estava falando. –Sussurrou a ruiva tomando fôlego.

O rapaz então a pegou no colo e a conduziu para o quarto. Lá, simplesmente jogou Alice na cama e atirou a calça no chão. A ruiva arrancou sua última roupa íntima restante e a atirou longe.

Alice se atirou em direção ao membro ereto de Felipe e o abocanhou de uma vez.

O casal respirava ofegante. Felipe tomou a iniciativa, penetrando com força a intimidade de Alice, que gemia enlouquecidamente.

-Mais forte, mais forte. –A ruiva pedia enquanto apalpava os seios de forma selvagem.

Felipe a penetrava de pé. Alice se encontrava de quatro.

Era a cena perfeita de um sexo sem compromisso.

O rapaz diminuiu o ritmo e trocou de posição com a moça.

Agora ele estava deitado na cama e Alice por cima dele.

A ruiva sentou e levantou várias vezes antes de chegar a seu ápice.

Depois dela, Felipe fez o mesmo, a inundando por dentro.

Os dois respiravam aliviados.

Alice se deitou ao lado de Felipe e os dois adormeceram.

...

Natasha acorda na clínica.

Coça os olhos e percebe a agulha com soro em seu braço e se assusta.

Finalmente olha ao redor e se lembra do pesadelo que vive.

A moça encara o chão por alguns segundos.

Natasha "acorda" com os mesmos dois enfermeiros do dia anterior entrando no quarto, provocando susto na loira.

-Arthur, está na hora de terminarmos o que começamos ontem. -Disse o enfermeiro mais velho se aproximando da maca.

-Tem razão, Murilo. Ela ta esperando. -Disse Arthur, chegando por trás da maca.

Murilo segurou os pulsos de Natasha, que ainda estava tonta por causa do sono, Arthur segurou as pernas e puxou a calça da moça até os joelhos.

-Olha que delicinha, Murilo. Não tem nenhuma estria. -Disse Arthur, passeando com a mão pelo corpo de Natasha.

A loira se debatia e gritava muito. Mas ninguém parecia escutar.

Em um momento de distração do que segurava seus pés, Natasha chutou o rosto do homem e gritou mais alto. Arthur levantou com fúria e pegou uma injeção do bolso.

A moça fazia muita força para se soltar de Murilo, mas tudo parecia em vão.

Quando a injeção encostou em seu braço, a porta do quarto abriu e se chocou com a parede fazendo um barulho terrível.

-O que eu disse sobre vocês aqui? Saiam agora. -Natasha reconheceu a voz de Felipe.

Os enfermeiros soltaram a moça, mas ela continuava tremendo.

Felipe entrou no quarto e bateu a porta atrás de si.

-Natasha... Você está bem? -Perguntou o rapaz, repousando a mão sobre a testa da moça.

A loira fez um sinal de negativo com a cabeça.

O rapaz colocou as roupas da moça em seus devidos lugares.

-Você está gelada, Natasha.... Tem frio? -Felipe perguntou tirando a mão de Natasha e abrindo a porta do pequeno armarinho que tinha no quarto.

A moça assentiu.

O rapaz pegou um cobertor do armário e rapidamente cobriu a loira.

-Por que você sempre aparece quando eu preciso? -Perguntou Natasha, encarando Felipe.

-Eu sinto moças indefesas em perigo. -Respondeu o rapaz com divertimento em sua voz, arrancando uma gargalhada da moça.

-Obrigada, viu? - Disse a loira, segurando a mão do moreno.

-Não tem que me agradecer, Natasha. É meu dever te manter bem. -Respondeu Felipe, se separando do toque da moça e a encarando.

O silêncio foi cortado por suaves batidas na porta.

-Doutor Felipe? -Perguntou Karina, pelo vão da porta.

-Eu. -Respondeu o rapaz, se virando para a secretaria.

-O responsável pela garota quer ver o senhor. Posso dizer que já vai? -Perguntou Karina, abrindo um pouco mais a porta.

-Faça isso. -Felipe respondeu voltando sua atenção para a moça.

A porta se fechou e Felipe voltou a olhar para Natasha.

-Parece que seu pai veio falar comigo. –Disse o rapaz alterando a velocidade do soro que a moça tomava.

-É... Por favor, Felipe, não deixa ele entrar aqui. –A loira suplicou segurando a mão do moreno.

-Porque não quer ver seu pai? Ele veio até aqui. –Felipe retrucou voltando as atenções para a moça.

-Eu não quero que ele me veja assim. Talvez meu pai seja a única família que me restou. –Natasha respondeu fitando o chão.

-Eu vou falar com ele, está? Eu volto quando terminar. Não vou te deixar sozinha. –O moreno disse em tom baixo passando a mão sobre os longos fios loiros de Natasha.

A moça assentiu e Felipe saiu do quarto. 


Notas Finais


Gostando?

Beijos :*


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