História Até o Fim: o Sagitário e Atena - Capítulo 4


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Categorias Saint Seiya
Personagens Aioros de Sagitário, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso
Visualizações 8
Palavras 534
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É aqui que a história de Pollux e Castor se acaba e uma nova história se inicia.

Capítulo 4 - O lamento de Atena


Fanfic / Fanfiction Até o Fim: o Sagitário e Atena - Capítulo 4 - O lamento de Atena

E Castor subiu as Doze Casas rumo ao Templo de Atena. O sorriso grandioso era estampado em seu rosto enquanto ele andava com o punhal de ouro em sua mão direita. O homem estava ansioso para abrir o corpo da deusa e se aquecer em sua carne. A maldade era terrível naquele homem.

E assim ele chegou no templo do Grande Mestre e contemplou todo aquele lugar já destruído em com problemas na construção. As cores eram inexistentes naquele lugar, que era iluminado apenas pela luz da lua que vinha atrás da poltrona do Mestre.

Castor deu uma risadinha leve enquanto se aproximou do templo da deusa, subindo as escadas lentamente. Nem passou por sua cabeça como ele faria caso a deusa o descobrisse, mas ele permaneceu focado em seu objetivo: matar a deusa.

Assim ele avistou a estátua da deusa e seu templo logo atrás. Ele tomou o maior cuidado para não chamar a atenção da deusa enquanto se dirigia até ela.

Ele foi até os aposentos da deusa e penetrou-os silenciosamente. O punhal de ouro se fazia em suas mãos.

Ele avistou algo debaixo dos cobertores parecendo dormir serenamente... Sem dar outra chance, Castor lançou o punhal em direção ao que ele acreditava ser a deusa repousando em sua cama.

Todavia, não passava de uma isca.

— Quem é você? — a deusa Atena surgiu atrás do rapaz, fazendo-o sobressaltar.

— Atena?!

— Quem é você? — a deusa insistiu fitando-o com seus olhar rígido.

Castor estava pensativo.

— Não me reconhece, deusa Atena? — Ele riu.

— Eu quero saber quem é o ser por de trás deste elmo. O ser que não é o Grande Mestre! — A deusa dizia, analítica.

Castor avançou contra a deusa, mas ela desviou rapidamente.

— Tsc! Eu sou Castor! Sou o lado maligno de Gêmeos! — respondeu.

A deusa Atena se aproximou dele, ainda séria.

— Você não é Castor! — Atena dizia.

— Haha! Muito bem, agora irei te matar, deusa Atena! — o homem tentou investir contra a deusa...

— CASTOR! — a voz era de Pollux, que fez a deusa e o homem se sobressaltarem. Pollux apontava a flecha dourada de Sagitário. — EU ACREDITAVA EM VOCÊ! EU TE AMAVA, MEU IRMÃO! — E, sem pensar duas vezes, Pollux lançou a flecha dourada no coração de Castor, que foi arremessado até a parede, se debatendo e relutando no chão.

Pollux caiu no chão, definitivamente morto.

— POLLUX! — Atena berrou correndo até o homem. — POLLUX! NÃO MORRA! — ela lançou seu rosto até o homem e contemplou a ferida mortal que havia em seu corpo.

‎Pollux, pareceu falar ainda morto:

‎— Atena... Eu viverei com você eternamente... — ele dizia, parecendo que em espírito. — Eu te amarei para sempre...

‎Em seguida Pollux se foi, para sempre?

‎Restou apenas Atena e o cadáver de dois homens, cujas almas se foram e passariam a eternidade em oposição.

‎— Pollux... Eu preciso de você! — ela dizia, aos prantos. — Meu amor... Meu primeiro amor...

‎Seu primeiro amor havia falecido diante de si. Atena, aos prantos, tornou a dizer uma última palavra antes dos ventos abafados engolirem sua vida:

‎— Deixarei nossa vela sempre acesa... Até o fim.

‎ 



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