História Até onde somos capaz de amar? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 3
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem, fico feliz por esta lendo. Obrigado desde já. 💕💕

Capítulo 1 - Capítulo 1


O amor... passei anos após anos sem me interessar por alguém sem me apaixonar, sem querer algo com qualquer que fosse a pessoa, nenhuma boca foi capaz de me fazer me apaixonar ou amar, as vezes eu achava que meu coração estava congelado mais não, estava abatido com medo de ser machucado de ser ferido de ser enganado novamente ele tinha medo, medo que alguém entrasse nele e não saísse Corretamente.

Pois com o amor nunca me dei bem, ele me odiava e eu odiava o amor principalmente aqueles que dói no peito que me falta a voz com o engasgo na garganta de tanto soluçar o amor que tão pouco sei que tão pouco entendo mais que muito machuca, o amor que em um dia faz sorri e no outro te ensina a chorar, as pessoas amam facilmente e me admiro em ver que em uma semana eles mandam uma mensagem chamando pra sair e na outra posta foto de casal nas redes sociais com uma frase "nosso amor é de uma vida toda" enquanto não faz nem um mês se quer.

Me pego pensando se eles amam ou fingem amar, se eles sorri ou fingem sorri.

Mais há quatro meses atrás

4 MESES ATRÁS

eu conheci um menino, com o sorriso mais belo que eu já vi com a voz mais doce e a risada mais horrorosa, observava ele há dias quando passava em frente ao prédio e ele estava no portão com uma farda horrenda marrom com azul escuro, mais isso era o de menos em frente à tanta beleza ele sorria espontâneo com vida e amor coisa que não acontecia comigo, pois sorri qualquer um sorri mais difícil é mostrar o que tem dentro de si mais ele não ele sorri de um modo espontâneo Alegre mais quando ele dar umas gargalhadas fica horrível, eu sou fotógrafa em uma galeria de fotos de casamento, mais nenhum noivo tinha o sorriso dele.

Quando chegou um dia eu parei em frente ao prédio em uma padaria simples, pedi um café forte e amargo típico brasileiro, liguei minha câmera e enquanto aquele homem sorridente conversava com um amigo talvez ele sorria abertamente com as rugas nos olhos e a pele sofrida, mais eu não daria mais de vinte quatro anos a ele. Ampliei o zoom e tirei várias fotos dele, paguei meu café e segui pra casa  que era perto do prédio.
Peguei meu notebook passei as fotos e a editei principalmente uma em que ele olhava pra cima e seu sorriso escancarado pra todos como uma bela obra de artes, no outro dia quando passei ele não estava na portaria, peguei o envelope e deixei na bancada. Será que devo voltar e pegar sem que ele veja, antes mesmo de ele ler o cartão que deixei dentro do envelope. Mais quando volto pra pegar ele já está com o envelope em mãos, então volto antes que ele me veja e sigo para o meu trabalho que é  tão perto.

Tento imaginar o que ele vai achar, ou até mesmo pensar ou será que não vai gostar? Meu Deus ele tem que gostar.

Entro na galeria, hoje terá um casamento e tenho que está lá cedo. Será eu e minhas amigas a roberta, Sara e a Vitória, mais ela está agora registrando tudo que a noiva faz no salão.  O Making of do casamento.

Depois de esperar três horas em frente à igreja principal da cidade o noivo está no altar e eu encaro ele, és tão belo tão sorridente tão feliz, tiro algumas fotos dele sem que ele perceba a igreja tá lotada e linda muito linda.

- Quer uma água? - Sara pergunta.

- não obrigado, talvez a vitória queira. - aponto pra vitória que tá suada andando de um lado pro outro.

- é vou lá.

A noiva chega em sua limousine branca que é lindo por sinal, a mãe da noiva vai para o altar e a noiva continua no carro tiro uma foto dela ainda dentro e vejo a roke chegar.

- vamos pro salão tomara que der comida pra nós. - roke fala no meu ouvido e entra pra pegar as fotos de frente dos convidados, e dos padrinhos.

O padre se organiza e a noiva sai dali agora são mil e umas fotos.

E assim faço depois de todo o casamento vamos pro salão e fotografamos tudo.

...

- Vamos pra sua casa hoje já que amanhã é folga. - Sara fala e agradeço a Deus por amanhã ser folga.

- Vamos lá. - Falo. Vamos andando.

- esse casamento foi dos Deuses. - Vitória fala.

- Foi mágico, imagino eu um dia. - Sara fala.

- Já tirei tanta foto que nem quero mais me casar. - paro de falar quando passo em frente ao prédio e ele está em frente seu sorriso está mais contagiante. Um frio sobe em meu estômago.

- Esse porteiro é bem lindo né, eu pegaria ele. - Roke fala.

- nem acho tão bonito assim. - Falo.

- porque? ele é lindo. - Sara diz olhando pra ele e ele percebe.

- Gatinho mesmo ele. - Roke fala novamente.

- como é o nome dele? - Sara pergunta.

- Não sabemos. - Vicky fala quando entramos no portão do meu prédio.

- Mais vou me informar. - Sara fala, subimos as escadas, entramos .

- Vocês viram o noivo e a noiva que lindos eram juntos? - Vitória fala com a vasilha de pipoca em suas pernas.

- Lindos mesmo, e encantador. - Falo lembrando deles e de como estavam felizes, era mágico de se ver.

- Depois falamos deles, vamos assistir que não aguento mais falar de trabalho. - Roke diz apertando play no filme.

Eu queria contar para minhas amigas o que eu fiz, o que eu mandei pro porteiro, mais não consigo, a única coisa que consigo é pensar no que ele achou, será que ele odiou?

- Nany, Nany?

Acho que ele deve ter detestado, até porque nem me conhece e aquela frase era meio cliché embora seja de autoria própria, mais não sei.

- Nany, nany? -  A voz da Sara ecoa em meus ouvidos!

- oi? - saio de meus pensamentos.

- Me fala qual o lugar da sua viagem? - Vicky fala e as meninas ri.

- Eu não sei. - sorrio. - Mais o que vocês querem?

- Quero saber qual série vamos assistir já que esse é besta! - roke fala.

- The Vampire Diaries! - respondo.

- The walking dead! - Sara diz.

- prefiro TVD! - Vicky fala e mando beijo pra ela.

- TWD! - Sara diz.

- Aí fica difícil né. - Falo.

- ímpares ou pares? - Roke sugere.

- Vai. - Falo e começamos!  - Pares.

- Ímpares! - ela fala e já começamos a gargalhar. - uma duas meia e já.

- Ah ganhei! - grito. - seis é pares.

- aff galinha, pensei que ia colocar dois por isso coloquei três.  - ela fala.

- Errou! - Vicky ri dela.

(...)

As meninas estão dormindo ainda, preparo o café e vou a padaria para poder comprar pães e algumas besteiras para o nosso café, quando chego perto da portaria ele está lá com uma xícara de café, suponho.
Daria uma bela foto. Vejo o Paul sentado em frente ao Grande prédio e também que não tem nada hoje, faço os pedidos de meus pães e de dois bolos fofo e mole. Pego alguns pães de queijos e mais algumas variedades para o querido Paul, peço um café para viagem. Pago e saio dali, o porteiro olha pra mim na mesma hora em que eu encaro-o.

Entrego o saco e o café pro Paul.

- Obrigado minha menina. - Paul sorri e vou seguir o meu caminho quando...


Notas Finais


Me digam o que tão achando é importante pra mim saber um pouquinho, do que vocês acham.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...