História Até que a Morte Nós Separe ( Taehyung - V - BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Tags Bts, Taehyung
Exibições 85
Palavras 971
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Universo Alternativo
Avisos: Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bem... eu nem sei o que falar, ainda nem sei porque escrevi, só sei que chorei </3

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Até que a Morte Nós Separe ( Taehyung - V - BTS) - Capítulo 1 - Capítulo Único

A grama úmida fazia um barulho quase imperceptível sob meus pés, o vento gélido que o local alto, sem árvores para interrompê-lo, soprava forte me fazendo me encolher no moletom preto com mangas, a temperatura estava baixando rapidamente e eu não estava preparado, pouco me importava com um resfriado de manhã, ultimamente eu não consigo pensar em muita coisa, além da dor interna que sentia todos os dias que acordava e todas as noites que dormia, o frio não só estava na temperatura, mas também em meu coração que se quebrou pouco mais de três meses.

Apertei as flores na palma de minha mão como se isso fosse tirar um pouco a dor e me obriguei a continuar andando, o céu limpo sem nuvens negras destacava a lua em cima de minha cabeça, me fazia companhia e iluminava o caminho que queria seguir sem me deixar tropeçar em pedras ou gravetos, enquanto as estrelas zombavam de mim por ser tão mortal. Por um momento o frio dominou minha espinha, fazendo-me parar para olhar ao redor, mas nada tinha, só o verde escuro do campo e as árvores ao longe acompanhadas por um par de faróis reluzentes que iluminava a estrada à sua frente. Ignorei o calafrio e continuei caminhando devagar, parecia uma eternidade até o campo ficar plano e avisar os montes um pouco mais alto que o normal. As sepulturas estavam enfileiradas e organizadas dos mais velhos para os mais novos e a mais recente que tinha sido cavada levou uma porcentagem da minha alma junto quando a fechou para não ser aberta.

Parei a metros de distância das sepulturas, não conseguia chegar mais perto, a dor dos estilhaços em meu peito foi forte o suficiente para dar um passo para trás. A culpa veio instantaneamente não pode deixar de ser levado pelas emoções, não consegui conter umas das mãos a ir ao meu peito e o apertar tentando controlar a dor, que me causou está aqui neste lugar. Assim meus joelhos não foram suficientes para suportar meu peso e desabei no chão esmagando as rosas brancas que trazia com zelo.

As lágrimas tomaram conta da minha visão e a única coisa que pode sentir era o líquido escorrendo pelo meu rosto que traçava meu rosto e desprendendo do queixo enquanto caia rumo a grama se misturando com as gotas de chuva que haviam caído mais cedo. Poderia ficar horas sentado e chorando, mas me recusei a ser um covarde, ela merecia isso, era merecia que eu fosse forte o suficiente que chegasse e me despedisse propriamente, não pode aparecer para a despedida, nunca foi bom com elas, mas precisava dizer adeus.

Se recompondo, forcei meus pés e pernas se esforçarem, e com passos desajeitados me coloquei de pé e me mantive firme. Tirei as lágrimas salgadas que me atrapalharam a ver o lugar com clareza e voltei ao meu plano original, caminhei até a sepultura dela e depositei as rosas amassadas aos pés do monte que a cobria e impossibilitava de ver o corpo frágil  e agora sem vida dela. Me curvei várias vezes em demonstração de respeito e me levantei.

 

Não sabia o que dizer a única coisa que pode pensar era a perda, a falta e no desespero que me cobria, feliz é aquele que tinha partido primeiro, não tinha que viver todos os dias como se seus dias tivesses vazios e em falta.

Limpei mais lágrimas do meu rosto, e mantive as que estavam em formação dentro de mim e tentei limpar minha voz para dizer algo. Eu precisava dizer, precisava me despedir.

- Ainda não posso acreditar que você partiu, não posso acreditar que não irei escutar sua voz, me recuso a acreditar que não a verei mais. Me recuso a acreditar - Minha foi sumindo assim que o desespero das lágrimas vieram à tona - Ainda espero suas ligações, eu ainda sento com meu celular em minhas mãos e espero que você me ligue, ainda espero que me ensine palavras sábias, ainda espero que me conte suas aventura, ainda espero que você esteja aqui para me abraçar quando estou de joelhos sangrando. - Com a manga do moletom limpei meus olhos que continuava despejando sua dor em meu rosto - Eu morri por dentro, ainda espero que você me abrace e me diga que ficará tudo bem no dia seguinte, mas você não está aqui para me consolar e o que mais me irrita é que seja por você que estou morrendo a cada segundo a cada dia - Minha voz falhou e meus joelhos fraquejaram e se recusaram a ficar de pé, sem mais força meus joelhos enterraram se na grama fria - Eu só quero dizer que te amo muito vovó, por mais que eu chore e diga que não consigo suportar essa dor, quero que entenda que sou grato por tê-la comigo todos esses anos e se soubesse que esse seria o destino, que no final partiria primeiro e me deixaria em frangalhos, eu ainda continuaria querendo viver esses pequenos e felizes momentos com você - Fiz mais saudação, para me despedir e me levantei, ficar lá se tornava mais pesado e lamentável, me recusava a acreditar que ela estava debaixo da terra úmida e molhada - Adeus vovó. Não se preocupe comigo, agora sou uma criança crescida.

Escutei passos sendo dado na grama e se aproximava cada vez mais,sem olhar para trás eu sabia que era meu apoio, era minha carona para me tirar desse inferno que se tornou minha vida depois que ela se foi. Hyung chegou em minhas costas e colocou uma de suas mãos em meu ombro, apesar de não falar nada senti a solidariedade e seus sentimentos passados pelo simples gesto. Dando um adeus fraco e cheio de dor me afastei sendo criado por ele.

 

FIM...


Notas Finais


Espero que tenham gostado e desculpa qualquer coisa. Sabe, as pessoas que perdem alguém bem próximo... apenas deem amor a elas, apenas isso.


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