História Até que o contrato nos separe - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Exibições 73
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse título foi criativo... Não? Ok ( ._.)

Capítulo 4 - Um pai para meu bebê


 

Acordei com o barulho da campainha da casa que alugara. 

— Já vai, já vai. — Calço meus chinelos pantufa e saio do jeito que estava na cama.

Percebo que a campainha já havia parado de tocar no instante que passei da porta do meu quarto.

— Quem é? — Grito, mas ninguém responde. —  Aishhhhhhhhh. 

Vejo pelo olho mágico que não há ninguém, olho para o relógio e ainda estava muito cedo. Eu abro a porta e não vejo ninguém. Algo embaixo faz barulho e logo olho para baixo.

— HUH?!! — Fico paralisada. 

Havia uma criança na minha porta, ela estava em uma cesta como nos filmes. Eu olho novamente para os lados e não vejo ninguém. Eu agacho e tiro o pequeno lençol que cobria o bebê. Eu peguei ele e a cesta e coloquei dentro de casa. O que levaria uma pessoa a abandonar uma criança? 
[...]

Eu estava conversando com a proprietária sobre o caso de manhã.

— Ele é tão bonitinho. — Diz a senhora.

— Senhora, eu não sei o que fazer. — Digo com o bebê no colo.

— Tem que fazer uma queixa na polícia. — Sugere.

— Daqui 30 minutos tenho que trabalhar, não posso deixá-lo aqui? — Pergunto.

— Hein? Aqui não dá, eu não posso olhá-lo, leve-o. — Ela se levanta e sai, retornando com canguru de bebê. 

— Huh? Eu vou levar ele nisso? — Pergunto.

— Sim, depois vá a polícia. — Diz.

Suspiro e ela me ajuda a colocar. 

[...]

Antes de ir trabalhar, passo no mercado, — sei que ele sentiria fome e não iria demorar — compro umas papinhas e já dou uma pra ele. 

Na empresa, consegui passar com ele, o que me fez eu me sentir vitoriosa por parte. Sei que ainda teria muita coisa para resolver, principalmente sobre a queixa, teria que fazer algo rápido, talvez quem o deixou se arrependeu. 

Quando entro na sala todos me olham.

— Huh? — Todos me olham confusos.

— Não pode trazer seu filho aqui. — Jimin diz.

— Ele não é meu filho. — Eu acabo explicando o que aconteceu. 

Eles ficam chocados por 10 segundos, depois caem na gargalhada.

— Huh? Não tem graça. — Bufo — Cadê o Hoseok? 

— Que bom que lembrou, preciso que chame ele aqui, ele está no andar de cima na sala 8. — Diz Rap Monster.

— Não posso andar com ele aqui, vão perceber. — Digo

— S/N, deixa ele com a gente. — Jungkook.

— Vou confiar em vocês. - Retiro o canguru de bebê e saio em busca de Hoseok

Eu entro na sala onde Rap Monster disse.

— Hoseok? — Digo baixo e olho para os lados. — Isso aqui é o... 

— Huh? — Hoseok aparece

Eu grito e tampo o rosto sem graça.

— S/N, O-o que faz a-aqui???? — Pergunta.

— Mandaram procurar você. — Digo — Sinto muito não vi que aqui era o vestiário. 

— Tudo bem, pode virar. — Diz e eu me viro

Ele tinha colocado uma toalha. Eu esperei ele se vestir e então fomos para o elevador. Estavamos sem graça com que havia acontecido, quando fui apertar o botão ele também fez o mesmo, e nossas mãos se bateram. 

— Er... Er... — Hoseok aperta.

Quando abrimos a porta Rap Monster segurava o bebê de cabeça para baixo.

— Assim vai matá-lo — Jimin.

— Ele não para de chorar. — Suga

— É claro, Namjoon está segurando ele errado. — Jin.

— Gente, qual é desse bebê? - Hoseok, acabamos explicamos pra ele o que aconteceu e eu peguei o bebê de volta.

Eles ficaram calados, mas Tae dá um sorriso e logo quebra o silêncio.

— Temos que colocar um nome nele. — Comenta.

— Juninho. — Jungkook.

— Não não, que tal Tomas? — Rap Monster.

— Tomas não, Carlinhos. — Tae.

— Esse é bom. — Jimin

Decidimos que o chamaria de Carlinhos e revezaríamos as horas para ficarmos com ele, enquanto eu trabalhava. 
[...]

Cuidar do Carlinhos estava sendo fácil, talvez eles até se divertiriam.

— O que está acontecendo aqui? — Abro a porta e a sala estava de ponta a cabeça.

— S/N.... — Eu interrompo.

— O que estão fazendo? O que aconteceu? Cadê o Carlinhos? — Todos olham para o meu lado e eu acompanho os olhares.

Eles tinham colocado Carlinhos no canguru e penduraram no cabide. Carlinhos dormia então não houve choros.

— Mas o qu... Droga. — Pego Carlinhos com cuidado para não acordar. 

— S/N, ele dormiu e não tinhamos ideia onde o colocar. — Tae

— Vocês sabem o que é cuidar de alguém? — Me sento com Carlinhos no braço

— Prometemos cuidar mais dele. — Jungkook.

Eu abaixo a cabeça e começo a chorar.

— Ei S/N, pare de chorar. — Suga diz, o que me faz chorar mais.

— S/N, o que foi? — Jin

— Não é culpa de vocês, eu devia ter feito alguma coisa, não trazê-lo para cá. — Digo.

Hoseok vem perto de mim e limpa minhas lágrimas. 

— Vamos resolver isso com você. É nossa amiga — Diz.

Eu levanto e todos eles olhavam para mim. Agradeço com um sorriso e de repente alguém bate na porta.

— Quem será? — Tae

— Segura. — Dou Carlinhos a ele e abro a porta.

— Sim? — Abro um pouco a porta.

— Eu preciso entregar isso. — Rhy aparece com uns papéis. 

— Eu entrego. — Digo.

— Eu preciso entregar pessoalmente. — Diz

— Eu pessoalmente entrego. — Pego as folhas.

— Não precisa. — Ela puxa de volta. — Deixa eu passar.

— Rhy, é que... — Sou interrompida.

— Vamos logo — Ela emburra a porta. 

Ela olha para todos os meninos em seguida surge um olhar curioso vindo dela. Ela só entrega as folhas para Rap Monster e sai.

— O que foi isso? — Jungkook.

Todos começam a rir.

— Espera, cadê o Carlinhos? — Olho para Tae.

Ele aponta para o cambide e lá estava Carlinhos, rindo pra gente, o que fez todos devolver com outro sorriso. 
[...]

Não demorou muito para eu ir embora. Quando estava saindo vi alguém me gritando.

— Huh? — Todos estavam de bonés e óculos escuros, o que me fez rir.

— Hey S/N, não ria. — Jimin

— Estamos assim porque somos famosos. — Completa Jungkook

Confirmo e dou um sorriso. 
[...]

Eles foram comigo até a polícia.

— Só um minuto. — O policial sai da sala.

— Acha que vai dar algum problema pra S/N? — Pergunta Jin

— Acho que não. — Jimin

O policial volta com uma mulher — aparenta ser jovem.

— Meu filho! — Ela pega ele e começa a chorar dando beijos no bebê.

— Huh? Você é a mãe dele? — Pergunto

— Sim. — Diz

— Você está doida em deixar uma criança sozinha na porta de um estranho? — Me levanto

— S/N! - Todos

— Ela está certa. Eu sinto muito, tive minhas dúvidas. - Diz a mesma.

— Dúvidas? Não se abandona alguém por dúvidas, NUNCA. Cuide bem do Carlinhos e não faça isso de novo. — Termino

— Yungkim. — Fala.

Todos a olham.

— O nome dele... Yungkim. — Diz e sorri. — Obrigada S/N.

Saímos dali e fui direto para casa, chegando em casa peguei meu celular. Eu fui na galeria e vi um monte de fotos dos meninos e Yungkim, isso me fez sorrir por um longo tempo. Ser assistente foi a melhor coisa que já me aconteceu.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado XD
Até sexta <3
( Se quiserem alguma coisa avisar nos comentários )


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