História Atlantis (Romance Lésbico) - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Cigarro, Comedia, Drama, Lgbt, Morte, Musica
Visualizações 26
Palavras 1.003
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yo minna-san, espero que estejam bem. Só passei pra avisar que postei antes do que deveria porque oh céus eu estou apaixonada. Isso é bom? Talvez, no momento eu estou amando isso e uau, é incrível. Eu só queria dizer pra @ que esse capítulo explica o que tem acontecido nos meus dias, eu não consigo me concentrar porque passo meu tempo pensando nela ♡
O dia todo eu penso em você, é tudo o que faço. A noite toda penso em você, é tudo o que faço.
Espero que gostem do capítulo, lembrando que tenho grupo caso estejam interessadxs.
Xoxo.

Capítulo 12 - A.D.T.O.Y


- Não cara, assim ô. - Atlantis diz e senta atrás de mim para me ensinar novamente. - Agora tenta você.

- To tentando o dia todo, mas eu não consigo entender. - me dou um tapa na testa e ela me beija. - Se você for me beijar toda vez que eu errar não farei esforços para acertar. - brinco e ela morde meu lábio inferior.

- Se quando você erra eu te beijo, imagina o que eu faria se você acertasse? - Atlantis pisca um olho e volto a olhar para frente para tentar pilotar a moto.

Passamos o dia nessa moto, ela me mostrou e disse o nome de cada parte dela que eu sinceramente não lembro mais. Eu estava em cima da moto tentando andar com ela e Atlantis ria a cada tentativa minha. Eu sou um desastre.

Depois de uma semana com ela tentando me ensinar as coisas haviam mudado um pouco, eu conseguia andar devagar, o que era um progresso comparado ao início onde eu só soube cair e ficar cheia de hematomas. Eu nem havia me curado completamente dos hematomas causados pelo meu pai e já tinha inúmeros outros.

- Mês que vem você vai conseguir andar normalmente. - Atlantis ri e mostro a língua para ela que me puxa para me beijar.

- Prefiro carros. - dou de ombros, foi mais fácil conseguir minha carteira.

- Moto é coisa de badgirl, não acha? - Atlantis coloca os óculos escuros e reviro os olhos. - Somos sexys, não? A moto faz parte do visual e eu tenho que dizer... - ela me põe sentada na moto e me beija. - eu amo garotas que sabem pilotar moto.

- Opa... - sento na moto direito e a ligo. - já aprendi. - Atlantis ri e sobe na moto atrás de mim.

- Vamos. - ela põe as mãos em minha cintura e nos levo para a minha  casa.

A casa estava silenciosa, corro por ela toda e vejo que não havia ninguém além da gente. Volto para a sala e vejo um bilhete na mão de Atlantis.

- Parece que teremos a casa só para a gente até segunda de manhã. - Atlantis abre um sorriso malicioso e ponho os braços envolta de seu pescoço.

- E o que você tem em mente para comemorarmos essa grande novidade? - Atlantis põe a mão no queixo e finge que está pensando durante uns segundos.

- Sabe, eu estive pensando. - Atlantis me olha nos olhos. - Desde aquela vez que bem, fizemos nossa primeira vez e seu pai fez o que fez, a gente não fez mais.

- Atlantis, você conjugou todo o verbo fazer só nessa frase. - ela ri e fica corada.

- Desde que transamos a gente não transou mais. - ela desvia o olhar tímida e me seguro para não rir da fofura dela. - Eu evitei tocar no assunto para não causar nenhum constrangimento. Afinal a única vez que fizemos não teve um final feliz, não é mesmo?

- E você quer transar comigo, só que tem medo de pedir? - ela me olha como se eu tivesse a ofendido.

- Não Lisa, eu não quero simplesmente transar com você. Eu quero fazer amor com você, entende a diferença? - olho para ela confusa e ela revira os olhos. - Não quero simplesmente te fazer gozar, quero que nossas almas se conectem. Quero que nós duas possamos atingir o clímax não só carnal mas emocional também. Quero que nossos corpos se tornem um só como forma de expressar o que sentimos uma pela outra.

- Entendi. - coço a cabeça e ela me puxa devagar para o quarto.

- Não precisa ser agora. - ela beija a minha bochecha e coloca para tocar uma música que eu amava, A.D.T.O.Y do 2pm.

- Não sabia que gostava de K-pop. - implico e ela ri.

- Agora gosto e bem, essa música diz tudo o que sinto. - Atlantis começa a me beijar. - O dia todo eu penso em você. - ela volta a me beijar. - Só você. - ela começa a falar partes da letra da música entre os nossos beijos. - Eu não consigo fazer nada o dia todo por causa de você. É como se você tivesse levado meu coração embora e é como se você estivesse sempre ao meu lado. Eu estou enlouquecendo porque te quero. Eu quero te possuir, quero te tocar. Estou afundando cada vez mais fundo, meu corpo e minha mente estão te desejando profundamente, eu não consigo me concentrar. Como posso fazer algo quando meus pensamentos estão em outro lugar? Você chama meu nome e fica me olhando, seu toque suave me deixa sem fôlego. - Atlantis encosta a testa dela na minha e começo a tirar a roupa dela devagar. - Quando você me olha parece que estou sendo eletrizada. Quando você me toca eu fecho os olhos e sinto o seu perfume, parece que estou indo para o céu e minha mente e meu corpo pegam fogo. Meus batimentos não estão normais, eu estou louca. É isso o que você faz comigo. - deito Atlantis devagar e começo a beijar o pescoço dela. - Por favor, me ajude. - ela sorri e volto a beija-la.

- Eu nunca quis tanto você quanto eu quero agora. - falo baixo.

- Tudo por causa da música? - ela ri e olho para ela, cada centímetro que eu havia despido, beijo a barriga dela e sinto-a tremer e vejo-a se arrepiar.

- Não. - vou subindo os beijos devagar. - Mas porque o dia todo eu penso em você, é tudo o que faço. - chego no queixo dela e mordisco. A noite toda eu penso em você, é tudo o que faço. - eu a beijo e passo a mão devagar pelo corpo dela até chegar na parte que eu queria. - Somos apenas uma. Um só ser. Estamos conectadas corpo, alma e mente.

- Então já sabe o que deve fazer. - Atlantis provoca e sorrio.

- Sei. - ouço-a gemer e volto a beija-la.



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