História Atomic - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Toumat

Postado
Categorias Originais
Tags Interativa, Pós-apocalipse, Sla, Toumat, Under-chan
Exibições 49
Palavras 3.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eu sou o Toumate. Escrevi esse capítulo depois de um tempão que minha irmã me pediu para escrever e só digo uma coisa... Boa leitura.

Capítulo 3 - O Demônio de Passagem


 Numa cidade em ruínas extremamente deserta um jovem caminhava com sua tia e um gato preto. O jovem avistou a sua frente um adolescente de cabelos pretos com mechas roxas segurando um porrete de aço negro com espinhos, ele parecia perigoso, mas Gustavo foi até ele pois estava procurando sobreviventes

 

-Ei amigo! - Mas o adolescente o ignorou e continuou andando

 

-Ei, eu tô falando com você!- O rapaz parou virou a cabeça para trás e respondeu

 

-Mas eu não. Se quiser morrer continue falando – Logo em seguida voltou a andar

 

“-Bem, não foi dessa vez. Eu me chamo Gustavo Ferreira, tenho 22 anos, todos me chama de Algodão doce por conta do meu cabelo rosa, ninguém dá muita ênfase para a minha pela albina e as minhas olheiras, o mais chamativo em mim é mesmo o meu cabelo…”

 

-Por que está parado aí encarando o chão Gustavo?- Perguntou a tia dele

 

“-Essa é minha tia Cléo, ela está fortemente afetada pela radiação e ficando pior a cada dia que se passa, sentindo dores nas bochechas e seus dentes têm crescido como presas de um animal feroz. Isso me assusta, pois eu também me sinto mudar de pouco em pouco como meus olhos avermelhados como o sangue, cresceram chifres amarelos em mim, minha língua também ficou amarela. Ao contrário de mim, essa mutação está afetando a sanidade de minha tia, ao menos posso protegê-la com o meu modo especial, mas espero não usar isso tão cedo. Vou ter que continuar tentando achar sobreviventes para conseguir formar uma boa equipe, mas aquele rapaz de antes não parecia querer cooperar.”

 

-Isso é porque aquilo não era um ser humano, Gustavo – Falou o gato preto através de telepatia.

 

“-Esse é meu gato Demian. Ele consegue se comunicar conosco desde a contaminação, os olhos dele ficaram bem brilhantes nessa coloração branca também.”

 

-O que você quer dizer com “aquilo” Demian?- Perguntou Gustavo.

 

-Não era animal ou humano, ele era um demônio em forma humana, uma criatura terrível, melhor mantermos o máximo de distância possível daquilo—Respondeu Demian com seriedade.

 

-Se você está dizendo eu acredito, a sua intuição é a melhor dentro nôs trés. Vamos continuar segundo caminho, temos que achar novos sobreviventes – Disse Gustavo em voz alta.

 

-Ainda acho que essa sua atitude vai acabar nos matando – comentou Cléo.

 

Os trés continuaram andando pela cidade em ruínas até que encontraram algo que parecia um abrigo com muros enormes, altos o suficiente para evitar um mostro gigante, se é que existe um.

 

-Será que tem alguém ai dentro? - Perguntou Gustavo.

 

-Vamos descobrir, todos conseguimos escalar, não? - Respondeu Demian.

 

Após escalarem e caírem do lado de dentro das muralhas tudo parecia bem cuidado, uma verdadeira base pós-apocalíptica, tinham quartos, camas, recursos e remédios. Só faltavam alimentos.

 

-Será que as pessoas que vivem aqui saíram para coletar alimentos? - Perguntou Gustavo.

Sua tia suspirou e respondeu sarcasticamente -Talvez tenham saído para matar pessoas como nôs.

 

-Pense positivo tia, podem ser boas pessoas

 

-Mas e se não forem, Gustavo? Temos que ter essa possibilidade em mente- Comentou Demian.

 

-Ai a gente vai ter que lutar. De qualquer forma, vamos ficar e esperar até eles voltarem e oferecer os alimentos que temos, pegamos bastante de casa antes de partir. Essa é a nossa melhor chance. -Disse Gustavo confiante de seu plano.

 

Enquanto isso em outro lugar das ruínas… Um outro jovem andava procurando um abrigo quando encontrou em seu caminho o adolescente de cabelos pretos com mechas roxas que o encarou com seus olhos púrpuros por alguns segundos, mas logo em seguida voltou ao seu caminho

 

-Quem é você? - Perguntou o jovem, mas não obteve resposta alguma

 

-Eu me chamo Guilherme Katarse ou Gui se preferir… Tenho 18 anos. E você? - Continuou falando na tentativa de conseguir conversa com o rapaz, mas novamente foi ignorado.

 

-O que foi? Vai realmente ficar me ignorando?! - Gui começava a ficar irritado

 

O rapaz virou a cabeça para trás e respondeu – Eu vou é te matar se continuar.

 

Gui ficou furioso com a ignorância do rapaz partiu para cima dele com tudo, correndo tão rápido que o adolescente nem poderia reagir porém levou um soco no rosto e voou longe apagando.

 

-Hun… Esse cara é forte. O soco tinha metade da minha força, era para ter arrebentado a cabeça dele. Bem, foda-se isso, eu vou continuar.

O rapaz apoiou seu porrete no ombro e continuou andando como se nada houvesse acontecido.

 

No subsolo debaixo de um mercado Alice Le Fray se escondia de alguém, aparentemente um homem pela voz, ele gritava -Quem está ai?!- Esperado-a se revelar ou Sherissa tomar a frente, contudo uma outra voz masculina berrou -Outro gato!- apesar de ser uma voz grossa e forte parecia pertencer a um adolescente.

 

-Achei você!- Disse o primeiro homem que berrava.

 

Alice curiosa com a situação, procurou algum canto em que pudesse ver bem claramente o que se passava por ali. Se esgueirando pela bagunça do subsolo ela encontrou um canto onde não seria encontrada e pode ver tudo abertamente. Um garoto de cabelos pretos com mechas roxas segurando um enorme porrete de aço negro com espinhos encarava com um olhar furioso o homem a sua frente, um homem de asas de anjo e cauda de demônio com um rosto coreano e cabelo azul um pouco esverdeado.

 

-Eu me chamo Yoongi, mas é melhor que me chame de Rayw. E você quem é? - Perguntou Rayw olhando o rapaz fixamente.

 

-Não é da sua conta- Respondeu o rapaz rudemente.

 

-Que atitude é essa, quem você pensa que é?! - Berrou Rayw.

 

Mas o rapaz apenas apontou seu porrete para a cabeça dele e respondeu

 

-Se você continuar a encher a porra do saco, vou ser aquele que vai te estuprar até a morte

 

-Mas hein?! Qual é o teu problema?- Perguntou Rayw ameaçado.

 

O rapaz se cansou de escutá-lo e arremessou o porrete na assa esquerda dele, quando Rayw tentou se levantar não conseguiu, aquela coisa era bem mais pesada do que parecia.

 

-Que droga é essa?! Por que não consigo me levantar? - Rayw começou a entrar em desespero.

 

-Eu sou o demônio de Orion, Oriax. Posso levantar até 15.000 toneladas em cada braço. Essa porreta pesa apenas 257 toneladas, mas um humano igual a você não consegue levantar tanto, ainda menos em um membro tão frágil quanto uma asa.

 

Rayw deu um sorriso e a terra começou a tremer, uma mão de pedra saiu do cão e levantou a porreta arremessando-a de volta a Oriax que desviou e a segurou pelo cabo.

 

-Eu posso não ter tanta força, mas a terra tem, e estamos debaixo dela, acha que tem alguma chance? É melhor você parar com essa sua brincadeira estúpida. - Retrucou Rayw ao se recuperar.

 

Rayw não conseguia voar, mas sentiu a umidade nas paredes do subsolo, puxou e comprimiu a água fazendo várias agulhas d’águas apontadas para Oriax. Com um estalar de dedos e um sorriso vitorioso as agulhas partiram em direção a Oriax como flechas, porém

 

Oriax gritou -Fuego Del Diablo!- E soprou uma chama alaranjada que evaporou todas as agulhas de uma só vez. Em seguida correu em direção a Rayw que ficou alguns segundos sem reação, mas se recuperou e começou a atirar pedras em direção a Oriax que nem se preocupou em desviar, apenas as destruía com sua porreta fazendo-as em migalhas. Rayw se cansou de pegar leve, moveu as paredes inteiras fazendo um grande tremor.

 

Alice saiu de onde se escondia e gritou -Pare com isso! Quer matar todos nôs?!

 

Mas ninguém deu ouvidos, Oriax continuou avançando e Rayw continuou movendo as paredes como se fosse enterrar a todos, mas ao as paredes começarem a se rachas, Oriax desapareceu e reapareceu bem na frente de Rayw

 

-Chega de falar merdas, sua bicha! - Berrou Oriax e afundou seu punho na cara de Rayw arremessando-o contra a parede atrás dele, fazendo-o ficar preso e apagado lá -Durma um pouco.

 

Sherissa: (Meu deus, quanta violência.)

 

-Se esconda Sherissa, estaremos fritas se ele nos ver.

 

Sherissa: (Mas ele já nos notou.)

Oriax pegou trés pedaços de carne contaminada no chão e soprou seu fogo neles. Enfiou um pedaço inteiro na boca e começou a mastigar.

-Está louco?! Essa carne tá contaminada! - Berrou Alice.

Oriax terminou de degustar sua refeição e respondeu -Eu tenho o “Fuego Del Diablo” que queima apenas o que eu quero queimar e na quantidade que quero queimar, eu queimei a radiação da carne e a assei. Apesar de um demônio não precisar dessas coisas, mas agora eu sou humano, tenho que passar por essas frescuras.

A barriga de Sherissa e Alice roncaram quando o viram mastigar aquela carne suculenta e assada.

Oriax estendeu as carnes para eles dizendo -Toma, pode comer.

Alice e Sherissa não recusaram e agradeceram pela comida.

Apôs todos comerem, Oriax estava de saída quando Alice disse -Podemos ser parceiros, seus poderes são bem convenientes e fortes.

-Não estou interessado, apenas ajudei e agora adeus – Respondeu Oriax sem nem olhar para ela e foi embora sem nem dizer mais nada.

Em outro lugar da cidade em ruínas… Um homem e uma mulher andavam perto um do outro

O homem de repente falou -Senhorita Meren. É melhor voltarmos, alguém pode invadir a nossa base.

-Não seja tolo Charlie, como poderemos sobrevier sem alimentos? - Perguntou a mulher chamada Mererwen Eluch.

O homem conhecido como Charlie Ziegler respondeu -Mataremos alguém que possuí e depois pilhamos os corpos.

-Teríamos que confiar na mão da sorte para isso, eu não acredito em coisas assim. - Retrucou Meren.

-Como desejar senhorita- Charlie finalizou a conversa.

Apôs alguns minutos caminhando em silêncio, Meren e Charlie se encontraram com uma mulher morena de cabelos ruivos e olhos esmeralda

Ela encarou Meren com um olhar confrontador e se apresentou -Eu me chamo Estelares Math Skyler. Apresentem-se agora mesmo.

-Hunf… Me obrigue- Falou Meren a desafiando.

Estrela começou a andar em direção a Meren com um olhar sanguinário

Charlie sentiu a ameaça e entrou na frente de Meren dizendo -Fique atrás de mim senhorita, não precisa sujar suas mãos com alguém assim. Deixe-me cuidar disso.

-Então você vai para o saco primeiro cãozinho- Disse Estrela caminhando lentamente em direção a ele.

-Vem logo pro pau. O Robin não vem te salvar.

Estrela abriu um grande sorriso malicioso e avançou rapidamente em direção a Charlie que foi surpreendido pela mordida de um lobo branco e preto quase arrancando o seu braço. Estrela chegou chutando Meren atirando-a ao chão.

-Muito bem Céu, agora pode comer esse pau mandado a vontade. - Falou Estrela para seu lobo Céu.

-Hunf… Então você joga sujo hein. Estou começando a subir meu conceito sobre você – Comentou Meren – O que acha de se juntar a nôs, prometo não te matar e nem ao seu lobo.

-Em que posição você acha que está? - Perguntou Estrela.

-SERÁ QUE DA PARA ALGUÉM ME AJUDAR!? - Berrou Charlie.

-Chega de ameaças inúteis. Eu tenho abrigo e recursos em abundância. Junte-se a mim e poderá desfrutar de tudo isso que tenho. Você só precisa seguir minhas ordens. - Declarou Meren

-Olha só, eu fiquei interessada de verdade, mas eu não vou te obedecer assim tão facilmente. Me vença em uma luta primeiro, prove que é mais forte do que eu e me juntarei a você sem mais problemas. - Respondeu Estrela com vontade de lutar

-Se quer tanto assim resolver do jeito mais difícil então tudo bem, mas não se arrependa depois- Disse Meren. Logo em seguida fechou os olhos controlando o corpo de Charlie que com um potente soco no estômago de Céu o fez voar. Céu felizmente caiu de pé ao lado de Estrela. Charlie Correu em uma velocidade impressionante, Estrela nem pôde o ver se aproximando, ela levou um grande soco no queixo, Estrela foi arremessada para cima e caiu deitada no chão. Céu atacou Charlie para defender sua mestra mordendo o braço dele, porém Charlie não parecia sentir dor alguma e esmurrou o rosto do lobo jogando-o no chão.

-Eu venci- Disse Meren.

Os olhos de Charlie recuperaram o brilho -Ué, onde estou? O que aconteceu?- Perguntou ele acordando repentinamente de um controle mental.

-Eu te controlei só um porquinho… - Meren tentou responder mas foi interrompida.

-CARALHOOOO! MEU BRAÇO TÁ DOENDO PRA CARALHO!- Berrou Charlie segurando seu braço.

-Argh… Depois a gente te cura. - Falou Meren.

-Muito bem, eu me junto a você. Merece meu respeito. - Disse Estrela.

Meren sorriu e com uma voz meiga falou -Bem vinda a bordo.

-AHHHHHHHHH MEU BRAÇO!-

Enquanto isso em outro canto da cidade em ruínas… Angel e Iryo andavam juntas

-Graças ao nosso encontro eu não vou conseguir voar por um certo tempo. - Comentou Angel

-A culpa foi sua, quem mandou me atacar de repente?- Respondeu Iryo

-Tá tá, já sei, foi erro meu, me desculpe. Mas Eu tô com fome… - Iryo estende o pé de cabra na frente de Angel impedindo-a de avançar -O que foi Iryo? O que tá pegando?

-Calada, veja aquele rapaz- Falou Iryo apontando para o Oriax que andava nas proximidades -Eu sinto uma energia malégna vindo dele.

-É maligna- Angel corrigiu Iryo

-Então você também sentiu- Respondeu Iryo -De qualquer forma é melhor mantermos distância. A energia é malégna demais.

-Maligna- Disse Angel

Depois de algumas horas… Yuki andava com Louise carregando as coisas dela como um burro de carga.

-Isso está pesado Ó grande Louise- Reclamou Yuki.

-Eu não perguntei- Retrucou Louise.

Na frente dos dois o Oriax passava andando, Louise encarou de olhos e boca abertos dizendo com uma voz trêmula -Irmão? Será que é você?-

-Ei Louise, o que tá acontecendo?- Perguntou Yuki, mas Louise saiu correndo em direção ao Oriax

-Ei, irmão! Me desculpe te abandonar para morrer, eu não devia ter feito isso. Por favor olhe para mim irmão.- Disse Louise ao chegar perto dele.

Oriax virou a cabeça para trás encarando-a com seus olhos púrpuros e falou -Você está me confundindo com outra pessoa. Pare de falar comigo e vá embora

“-Não pode ser engano, O rosto, físico, tamanho, cabelo são tudo iguais, exceto por essas mechas roxas. Ele é igual ao meu falecido irmão. Não pode ser engano.” Pensou Louise.

-Eu sinto muito irmão, sinto muito mesmo pelo que eu fiz, mas eu voltei agora, estou mais forte, estou mais confiante- Disse Louise.

Mas Oriax não tinha memória nenhuma de tal coisa -Isso não aconteceu, eu não sou seu irmão. Vá embora.

-Eu só consegui falar com você depois da guerra, nunca soube onde você se escondia antes disso, você cuidou de mim quando eu não entendia nada sobre meus poderes, mas sempre me tratou tão mal- Eu te entendo agora, foi doloroso a perda do pai e da mãe. Eu não fui muito compreensiva com você. Me desculpe. - Lamentou Louise derramando lágrimas no chão.

-Já disse que eu não sou seu irmão. E meus pais, eu os matei eu mesmo por terem me trancafiado dentro de uma jaula num porão por 16 anos- Oriax esclareceu sua história.

Louise limpou o rosto, olhou para Oriax irritada e gritou -Eu vou te trazer de volta na base do tapa!- E rapidamente voou em direção a ele como um raio, porém Oriax facilmente desviou para o lado e bateu na nuca dela apagando-a.

-Ei você seu cãozinho. Leve ela embora daqui agora se não quiser morrer- Disse o Oriax.

-Eu sou um gato não um cão!- Reclamou Yuki

-Um gato? Que porra é essa?- Perguntou Oriax confuso.

“-Esse cara é um idiota…” Pensou Yuki.

-Bem, não importa. Adeus, eu espero- Disse Oriax indo embora.

Enquanto isso em um lugar não tão distante… Julie lutava contra um homem misterioso, jogando pedras em sua direção, cada vez mais pequenas, ela mal conseguia ficar em pé.

-Desista menina, você não conseguirá vencer- Disse o homem misterioso

-E-eu vo-ou Arff… Não consigo mais… Me deixe em paz, por favor.- Respondeu ela cansada de lutar.

-Enfim desistiu de fazer mal a minha avó. Sábia decisão- Comentou o homem

-Sua avó? Eu nem sabia que tinha alguém por aqui, como eu ia saber da sua avó?- Perguntou Julie.

-Ah…. Eita, foi mal. Hehehehe… Me desculpa mesmo. Eu me chamo Jake Rogers. Tenho 20 anos- Falava ele tentando mudar de assunto para poder esconder a vergonha de sua confusão.

-Seu desgraçado! Não acredito que me fez lutar tanto por nada!- Reclamou Julie.

Oriax andava nas proximidades reclamando a si mesmo -Por que hoje o mundo inteiro decidiu ficar tão barulhento?

-Ele veio atrás de minha vovó, irei matá-lo! - Berrou Jake.

-Para com isso. Ninguém tá atrás da sua avó – Comentou Julie.

-Hun… Me matar?! Que interessante, vem pra cima então! - Disse Oriax com sangue nos olhos.

-Não, eu me enganei, tô indo embora. Valeu Falou Tchau- Falou Jake em seguida se transformou em pó e desapareceu.

-Que anticlimático- Comentou Oriax olhando para Julie caída no chão e logo em seguida continuou seguindo seu caminho.

Até que foi avistado por Meren, Charlie e Estrela.

-Parece que vocês tiveram uma pequena briga aqui hein. Qual de vocês fez toda essa bagunça? - Perguntou Meren

Oriax ignorou completamente e continuou andando.

-Que falta de respeito. Alguém precisa te ensinar uma boa lição. Charlie. - Falou Meren

Charlie correu em direção a Oriax velozmente, mas ao se aproximar o suficiente para atacar foi arremessado pelos ares com um único soco, Charlie sumiu.

-Ele vai ficar bem? - Perguntou Estrela.

-Ele é dez vezes mais resistente que um ser humano normal, isso não vai matá-lo – Respondeu Meren

E Oriax continuou andando o seu caminho.

-Diga me agora. O que aconteceu aqui? - Meren perguntou novamente, mas Oriax não respondeu e continuou andando.

-Realmente você não valoriza a sua vida o suficiente. Acabe com ele Estrela. - Disse Meren

Céu ficou parado ao lado de Meren e Estrela correu em direção a Oriax, e se aproximou desviando do soco previsível dele, agarrou o baço e usou sua habilidade. Explodiu tudo, mas não foi afetada pelo impacto de sua própria explosão. Quando a poeira abaixou, Oriax ainda estava de pé ali com as roupas quase completamente rasgadas. Estrela foi apagada com um tapão dele.

-Eu aguento a explosão de uma supernova inteira. Não vai ser uma explosão pequenina dessas que vai me aranhar. Eu vou embora daqui. Tá muito fraco – Reclamou Oriax indo embora.

-Você acha que pode fazer e falar merdas e ir embora assim sem nada te acontecer? - Perguntou Meren

-Sim- Ele respondeu sem olhar para trás.

Meren sem outra usou sua dominação mental para controlar Oriax, ele parou de andar ela o mandou se virar e ele virou. Por fim ela o mandou se matar, mas ele não fez nada, ela mandou de novo, mas nada

E então ele gritou -Isso só funciona em humanos. Fuego De La Fuerza!- Um fogo escarlate cobriu sua porreta e ele a bateu no chão abrindo uma enorme fenda na terra, Meren conseguiu usar sua agilidade para escapar do buraco, mas quase caiu lá dentro. -Agora me dê licença. Eu vou embora.

“-Eu posso anular a habilidade dele, mas eu preciso me aproximar. É perigoso demais. Que medida devo tomar para vencer?” Meren começou a pensar enquanto Oriax se afastava cada vez mais. Ela olhou para a garota caída no chão e teve uma ideia.

Julie se levantou do chão andando em direção a Oriax, que a ignorou até ela o levantar com sua levitação, Oriax ficou completamente preso e sem ação.

-Eu posso controlar toda e qualquer pessoa. Sem exceções-

“Agora eu fiquei sem saída, vou ter que usar ‘aquilo’ sei que meus poderes enfraquecem cada vez mais que eu uso, mas é a única forma de acabar com essa vadia.” Pensou Oriax

-Fuego De La Fuerza!- Gritou Oriax fazendo uma chama escarlate cobrir sua mão.

-Força bruta não vai me vencer, queridinho - Comentou Meren.

-Fuego Del Diablo! - Gritou ele novamente enquanto soprava uma chama alaranjada que se misturou com a de sua mão cobrindo todo o seu braço direito por uma chama púrpura – Fuego Del Horror. - Disse Oriax.

Ele parou de levitar, o poder de Julie já não funcionava mais, não apenas isso, mas Julie já não estava mais sobre o controle de Meren. Oriax se aproximava dela passo a passo. Meren estava confusa, sua dominação mental já não funcionava em ninguém, ela tocou em Oriax, mas a chama púrpura não desapareceu. Ele a olhou de cima com um olhar de desprezo e disse – Durma um pouco. - E socou o rosto dela, doeu como um soco normal em uma pessoa normal, ainda assim, ela não aguentou e caiu no chão.

A chama desapareceu, a porreta também desapareceu junto com as chamas, Oriax estava exausto e prestes a cair quando Julie o segurou falando – Obrigado por me salvar.

-Você entendeu errado, eu não fiz isso por você – Oriax se explicou

-Mas mesmo assim me salvou, obrigado – Ela estava carregando Oriax quando Meren levantou a cabeça e estendeu sua mão em direção a Oriax

-Isso não vai ficar assim. Eu vou levar as suas memórias comigo – Ela usou seu poder e ele caiu no chão inconsciente. Meren também não aguentou e desmaiou.

Alguns dias após aquele incidente todo… Meren acordou em sua base com Charlie lhe perguntando -Senhorita, temos invasores oferecendo comida em troca de abrigo – Aceito ou não aceito?

-Que fofo você é, eu acordo e você me fala logo disso – Respondeu Ela “-Hun… não sinto muito bem os meus poderes.” Meren tentou controlar Charlie, mas só funcionou por 5 segundos. Sua habilidade de anular as habilidades alheias desapareceu também. “-Aquele fogo roxo me enfraqueceu!”

Em uma caverna bem distante da cidade em ruínas…

-Olha só, ele tá acordando – Disse Jake.

-Calado, dê espaço a ele – Falou Julie.

-Quem? - Perguntou Oriax.

-Eu me chamo Julie Elisabeth Eterius Magnus tenho 19 anos e esse é Jake Rogers tem 20 anos.

Oriax olhou confuso e perguntou mais uma vez -Quem sou eu?


Notas Finais


Esse final foi para deixar Oriax e Meren menos apelões pois são os personagens mais apelativos que foram aceitos na histórias. Como não quis descartar o que foi dito na ficha decidi deixar menos apelativo dentro da própria história.


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