História Atração - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Nathaniel
Tags Amor Doce, Casnath, Kenath, Lemon, Lysnath, Narmin, Nathale, Nathaniel X Alexy, Nathaniel X Armin, Nathaniel X Castiel, Nathaniel X Kentin, Nathaniel X Lysandre, Yaoi
Visualizações 89
Palavras 976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!

Eu tinha essa ideia faz algum tempo e decidi postar logo. A ideia é a seguinte: essa história, como dito na sinopse, será de Nath X Paqueras. Cada ciclo de paqueras terá entre três a quatro capítulos (prólogo não conta) e terá, com toda a certeza, um lemon entre eles.

Começaremos com nosso querido Alexy. Esse vai ser só de início mesmo, queria saber a opinião de vocês. O que acham dessa ideia?

Podem ler agora, eu deixo!

Capítulo 1 - Prólogo


Era numa terça-feira quando o novo ano se iniciou, sendo assim o seu trabalho mais do que duplicado naquela semana. Alunos novatos, problemas com transferências e broncas caminhando pelos seus ouvidos. Tudo o que se era de comum no cargo de presidente do grêmio estudantil.

O garoto de mechas douradas já se encontrava desperto naquela manhã. Acabara de tomar um banho rápido e gelado, a fim de animar-se por completo, e agora colocava preguiçosamente sua gravata azulada no pescoço claro. Ajeitou a gola média e branca de sua camisa, colocou suas duas canetas favoritas no bolso esquerdo e apertou o cinto na calça amarronzada que trajava. Sentou-se na cama e amarrou os cadarços brancos de seus tênis cinzentos.

Suspirou e levantou os braços para cima, num bocejo alto e rouco, sentindo o corpo responder aos estímulos externos e finalmente se considerar desperto. Catou a mochila cheia de livros didáticos e fichas de alunos, o celular branco junto aos fones da mesma cor e saiu do quarto. Andava nos corredores longos e cobertos por pinturas mortas, cinzentas e sem vida, o que combinava perfeitamente com o ânimo de sua família.

Seu pai, Francis Beaumont, era empresário de uma das maiores potências em toda a França. Porém, num pacato dia de trabalho, um jovem funcionário conseguiu tomar o cargo de gerência tão esperado pelo adulto a anos. E o incrível era que esse jovem parecia totalmente com seu filho e, como forma de vingança, sempre que podia enchia seu primogênito de marcas vermelhas e hematomas roxos.

Sua mãe, Adelaide Beaumont, era a melhor modelo que toda Paris já viu. Assinava acordos internacionais pelo menos duas vezes por semana e não tinha tempo de cuidar para dos filhos. Ela, quando soube que o filho sofria agressões do próprio marido, ficara totalmente arrasada e, por medo, fingia não ver a dor que o outro sentia.

Sua irmã, Ambre Beaumont, era a queridinha da família. Quando eram pequenos, o jovem loiro vivia caçoando da gêmea mais nova, puxando seus cabelos e quebrando suas bonecas, por isso ela era a preferida -- sendo a vítima. Sempre mimada com presentes caros e tinha suas besteiras encobertas pelo nome da família, sempre se dava bem em tudo. Nunca soube o que ele sofria nas mãos daquele monstro que os criou e nem iria saber.

Ele, Nathaniel Beaumont, era apenas o presidente do grêmio estudantil. Aquele que é chamado de príncipe encantado e acusado de ter uma vida perfeita. Mal sabem os outros que ele daria tudo o que tinha apenas para receber um pouco de carinho e amor dos seus pais, poder ser compreendido por aquilo que era e ser livre.

Infelizmente nem tudo o que pedimos se é realizado.

- Bom dia! – disse ao adentrar na cozinha.

Os três estavam sentados comendo suas refeições, novamente sem o esperar. Francis estava sentado na ponta da enorme mesa, do seu lado direito estava Adelaide e do esquerdo, Ambre. Respirou fundo e sentou-se ao lado da irmã. Serviu-se de um prato de panquecas com mel e um copo de suco natural.

- Espero que não arrumem encrencas no primeiro dia de aula. – disse o pai de forma autoritária.

Ambre o olhou com um sorriso forçado e, por experiência própria, sabia que a loira iria jogar-se encima do primeiro novato bonito que encontrara. Pena que seu pai não via a vadia que criava dentro da própria casa.

- Não vou decepcioná-lo, paizinho. – disse com a voz fina.

Francis levantou o olhar do prato de ovos mexidos com bacon mergulhado em um molho avermelhado. Deu um gole leve no suco de abacaxi com hortelã e desenhou um sorriso, sendo levado pelo teatro da filha:

- Sei que não irá, minha princesa.

 

Nathaniel terminou seu café da manhã o mais rápido o possível e pediu licença. Colocou a mochila nas costas e saiu correndo dali. Ao ficar um quarteirão longe de casa respirou fundo, sentindo-se um pouco mais leve.

Foi caminhando a passos lentos para o colégio Sweet Amoris, estava mais de quarenta minutos adiantado e queria aproveitar a paisagens. Via mães segurando a mão de seus filhos, assim como pais carregando-os nas costas, rindo como se tivessem comido o melhor doce do mundo e realmente estavam. Saboreavam o doce de ser amado, coisa essa que o loiro nunca teve a chance de experimentar.

Abaixou a cabeça e passou pelos portões abertos da escola, cumprimentando com a cabeça o porteiro baixinho e rechonchudo, que sorriu junto as bochechas vermelhas gordas e tirou o chapéu verde da cabeça. Entrou direto no grêmio estudantil, desejando bom-dia para todos os quais passava, vendo a papelada enorme de documentos que o esperava.

- É ... de volta a rotina!

Se sentou na cadeira fria e de encosto longo, estralou os dedos e o girou o pescoço. Catou uma caneta do bolso e começou a ler e assinar todos os relatórios de alunos novatos. Parou num envelope amarelo e pequeno, franziu o cenho e o abriu. Tirou de lá dois documentos com foto e os observou calmamente, parando para olhar com atenção para uma das fotos.

Era de um garoto de cabelos azuis meio longos, pareciam ser tingidos. Tinha um par de ametistas no lugar dos olhos. Sua pele era da cor do creme claro, com manchas claras rosadas onde ficavam suas maçãs do rosto. Os dentes branquinhos se levantavam num sorriso grande e brilhante, como se todas as estrelas tivessem fincado ali em seu rosto. Angelical e adorável eram as palavras que o representava.

Mordeu o lábio inferior e deu um sorriso de canto de lábios. O garoto azulado, de nome Alexy Blanche, acendeu um certo interesse dentro de seu corpo. Não ligou, até porque assumiu para si mesmo sua bissexualidade a pouco tempo e estava totalmente de acordo com isso.

A questão agora era saber mais do menino de olhos de ametista.


Notas Finais


E aí?


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