História Atração - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Nathaniel
Tags Amor Doce, Casnath, Kenath, Lemon, Lysnath, Narmin, Nathale, Nathaniel X Alexy, Nathaniel X Armin, Nathaniel X Castiel, Nathaniel X Kentin, Nathaniel X Lysandre, Yaoi
Visualizações 60
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!

Sei que demorei pacas, mas eu tive muitas tarefas na escolinha e também faltou um pouco de inspiração para continuar. Porém eu consegui e agora aqui está ele.

Hey. Thanks pelos favoritos e comentários. Estamos crescendo bem mais rápido do que eu imaginava.

No capítulo de hoje, Alexy e Nath se conhecem.

Podem ler agora, eu deixo!

Capítulo 2 - Inscrição


O garoto andava despreocupado pelos corredores de Sweet Amoris High School. Ouvia uma música de sua diva pop, Katy Perry, em seus fones esverdeados, cujos possuíam ambos uma estrela rosada em suas extremidades. Estralava os dedos dentro dos bolsos das calças escuras, enquanto olhava para as portas procurando por uma em específico.

Seu irmão mais velho por três minutos, Armin Blanche, deveria estar ali do seu lado, porém o infeliz teve o azar – ou sorte – de pegar um resfriado e ficar de repouso por um tempo. Ou seja, apenas o menino Alexy teria que fazer atividades chatas e ouvir vozes de professores sem glamour o dia inteiro, por sei lá quanto tempo, sozinho num lugar desconhecido.

Parou na porta branca que dizia em azul “Grêmio Estudantil”. Desligou a música e colocou os fones no pescoço, ajeitou a gola do casaco e balançou os braços. Respirou fundo e bateu na porta.

Uma voz masculina ressoou um “Entre! ” de forma rouca e grave. O azulado sentiu todos os pelos de seus braços de arrepiarem ao ouvir aquele timbre sedutor por detrás da porta, como algo não identificado poderia tê-lo atiçado tanto? Seria tão gay a esse ponto?

Sim, ele era homossexual assumido. Beijos.

- B-Bom dia... – gaguejou e abriu a porta lentamente. – Eu estava procurando pelo Nathaniel.

A cadeira de rodinhas estava virada para frente dos armários de ferro encostados na parede frontal. O ser virou a mesma com os pés e se mostrou a vista com um enorme sorriso brilhante. Alexy sentiu água escorrer de sua boca ao visualizar aquele belo homem, tanto que algo quente borbulhou dentro de seu sangue, pulsando de forma surpreendente.

- Prazer, me chamo Nathaniel. – riu das expressões do outro. – Alexy Blanche, certo? – catou sua ficha, que ironicamente estava separada das demais.

O azulado balançou rapidamente a cabeça e se recompôs – ou tentou. Fechou a porta atrás de si e se sentou na frente do presidente, descansou os ombros e procurou ao máximo desligar o nervosismo de seu sistema.

- Sim. A diretora me mandou procurar por você, sabe, ‘pra falar dessas coisas da inscrição. – deu de ombros e se lembrou dela.

Diretora Shermansky era um humano que necessita ser estudado. Pelo o pouco que viu, direta ou indiretamente, a velha tinha uma certa crise de bipolaridade. Ora estava de bem com a vida, ora estava com vontade de comer suas tripas. Percebeu então que, além do deus grego ali, aquela senhora seria um belo probleminha em sua nova vida.

- Claro, aquela velha sempre joga o trabalho ‘pra mim... – murmurou para si. O garoto pareceu ouvir, pois riu baixinho. – Bom, conferi sua ficha de inscrição e tudo está ok. Só preciso que me dê uma foto 3 x 4 e vinte e cinco dólares para completar sua inscrição. – sorriu.

Alexy também sorriu e tirou de seu bolso tudo o que o garoto havia pedido, aproveitou para fazer a inscrição de irmão também, para evitá-lo de problemas futuros. Nathaniel franziu o cenho e virou um papel para o garoto assinar.

- Não me entenda mal, mas onde está Armin? – perguntou olhando para os lados.

“Armin? Nem o viu e já o chama assim? “, pensou o garoto estranhamente incomodado com aquilo. Não que ele seja ciumento – só muito – mas chegava a ser estranho. Se preocupar com a família é normal, entretanto sentia que aquela bizarra sensação não era para com o seu irmão.

- Meu irmão tem a incrível habilidade de se foder. – mordeu o lábio inferior. – Agora ele deve estar de cama, com a mamãe enchendo ele de canja e mimos. – revirou os olhos.

Nathaniel riu. – Deve ser uma cena adorável. – opinou, sorridente.

Alexy deu de ombros e entregou a caneta de volta para o loiro. O mesmo se levantou e guardou os papéis dentro de uma pasta, a qual colocou dentro dum dos intermináveis armários de ferro.

- Talvez não. Armin fica com uma cara de peixe morto quando `tá doente. – respondeu com um sorriso de canto.

Nath juntou as mãos em punho e sorriu. Olhou-o diretamente nos olhos, mantendo contato visual por longos segundos.

- Espero que ele melhore. Você deve estar preocupado com ele. – disse compreensivo.

O azulado deu de ombros e olhou para baixo, claramente atingindo pelas íris douradas observando atentamente todos os seus movimentos. Estalou a língua e respirou fundo.

- Estou mesmo. Obrigado pela preocupação. – sussurrou sem olhá-lo.

Nathaniel sorriu e se levantou. Contornou a mesa e parou na frente de Alexy. Se ajoelhou a sua frente e tocou seu rosto com as duas mãos. Fez um carinho leve em uma de suas bochechas, sorrindo para a face avermelhada do menor.

- Me preocupo com quem eu gosto. – piscou o olho direito.

- A-Ahn? – corou profundamente.

O loiro riu e se levantou. Estendeu-lhe a mão para o garoto que o olhou confuso, mas mesmo assim aceitou a mão alheia. O presidente guiou-o pelos corredores agora vazios de Sweet Amoris e por fim parou na frente de uma sala de aula. Sala “A”. Ele soltou-o.

- Felizmente somos da mesma sala. – sorriu ... malicioso? – A primeira aula é de história. Conheça o professor Faraize...

Alexy sorriu e viu o Nath abrir a porta para si, puseram suas caras para dentro da sala e o tal professor olhou para eles. Faraize era um moço de cabelos escuros, um par de olhos cor carvão e uns óculos finos de lentes redondas e pequenininhas. Sorriu para eles, ou melhor, para o presidente.

- Nathaniel! Comecei a achar que não vinha. – disse feliz ao ver o melhor aluno. – Oh! Esse é o novato? – apontou para o baixinho.

O presidente entrou na sala de aula e todos os colegas se endireitaram nas cadeiras, colocando as colunas retas e se virando para a frente. Pelo simples motivo de: ninguém liga para as aulas de história ao chegar no ponto de respeitarem mais Nath do que Faraize. Se virou para o azulado e piscou, indo se sentar no lugar de sempre. Na frente da mesa do professor.

- O-Olá... – coçou a nuca. – Me chamo Alexy Blanche e tenho dezesseis anos. Pretendo cursar moda e espero conseguir novos amigos. – sorriu e balançou de trás para frente, corado.

Uma garota gritou do meio da turma, todos os outros dirigiram seu olhar a aquela ser histérica. Ela tinha cabelos longos e brancos, brilhosos e sedosos, possuía um par de olhos amarelados e um sorriso alegre. Usava roupas chiques, sempre no meio das atualidades da moda.

- Arrasou! Nem te conheço e já te amo! – balançou os braços loucamente.

Alexy sorriu para a garota, a qual descobriu se chamar Rosalya, já percebendo que havia ganhado uma amiga. Se sentou do lado da mesma e, enquanto Faraize escrevia algo no quadro verde, conversava animadamente com a platinada. Às vezes, pegava Nathaniel o observando com seus dois ouros nos olhos e se perguntava o que ele queria.

O que nele o interessava?



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