História Atração Fatal - Capítulo 27


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Categorias Amanda Seyfried, Justin Bieber
Personagens Amanda Seyfried, Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Misterios, Revelaçoes, Sexo, Violencia
Exibições 210
Palavras 2.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noitinha nenens da Babi, como estão? Bom, o final de Au Revoir chegou, então eu me atrasei com as outras fanfics, mas estou aqui agora e vou finalizar essa em breve também. O nome do capítulo é Au Revoir como um até logo/adeus, e também uma homenagem à minha fic. Boa leitura.

Capítulo 27 - Au Revoir


Fanfic / Fanfiction Atração Fatal - Capítulo 27 - Au Revoir

Points Of View Justin Bieber

Como ela descobriu? Porra, justo agora, que estava tudo indo bem e que estávamos nos entendendo, ela descobre quem realmente eu sou. Eu não tinha mais como esconder. Descobri quando vi aquela cicatriz em sua perna, e tudo veio como um flash.

FlashBack On

— Vamos, Mia! — Eu chamava a garota para irmos ao parquinho.

— Não quero, Jus — negou.

— Vai ser legal! — sorri, animado.

— Tudo bem, vai — se deu por vencida.

Peguei em sua mãozinha e fomos até o jardim, onde havia um parquinho que meu pai construiu para mim. Haviam dois balanços e fomos neles que ficamos. 

— Eu vou mais alto — falei.

— Eu que vou! — gritou, rindo. Já estávamos muito mais alto do que o recomendável para crianças.

Naquele momento eu não soube o que fazer. Mia caiu do balanço, batendo a perna em cima de uma pedra pontuda. 

— Mãe! — gritei. 

FlashBack Off

— Sim, Mia, sou eu — confessei — Sabia que uma hora tudo isso viria a tona, só não imaginei que fosse ser tão rápido.

— Eu sabia que já tinha visto alguém parecido com você em minha vida, mas nunca imaginei que você me enganaria de tal forma, seu desgraçado! — Podia ver como a raiva a consumia, mas tudo que eu queria fazer era rir. Ela ficava engraçada nervosa.

— Mia, calma, vamos conversar — Não sabia se seria o melhor momento para aquilo, mas tinha que pedir — Vou te explicar tudo!

— Não quero ouvir explicação nenhum vinda de você, Bieber! — Podia ver a raiva queimando em seus olhos — Só quero saber aonde está minha mãe! 

Points Of View Mia Dickenson

A cara de sarcasmo daquele desgraçado fazia a raiva me consumir ainda mais, minha vontade era de matar ele, assim como quero matar seu pai.

— Você vai me falar aonde está a minha mãe, Justin, por bem ou por mal! — Eu estava com ódio, muito ódio. Bieber é um falso!

O loiro soltou aquele sorriso amarelado, sedutor e medonho, tudo ao mesmo tempo; não sabia se voava em seu pescoço, ou em seu colo.

— Conversamos depois — Me disse, como se estivesse tudo normal.

— Agora, Bieber, agora! — aumentei o tom.

— Ah, loira, você me excita falando desse jeito! — Ele não estava mesmo me levando a sério — Eu não faço a mínima ideia de onde a sua mãe está, mas posso te levar até meu pai.

Arqueei a sobrancelha, não entendendo a situação. Como assim ele me levaria até seu pai?

— Tudo o que eu faço com as mulheres, aprendi com meu pai. Ele fazia tudo com a sua mãe — Seu lado psicopata aflorou — E por isso eu faço isso com outras pessoas, tá no sangue — Como assim "faço"? Ele ainda fazia essas coisas? — Sim, Mia. Eu ainda faço isso — Respondeu, como se pudesse ler meus pensamentos.

— Você é nojento — neguei.

— Eu tento mudar, mas não da — sorriu, sarcástico.

— Mesmo se você soubesse que foi por isso que sua mãe morreu? — pude ver os olhos dele mudarem de cor e expressão. A fúria tomou conta do homem à minha frente.

— Do que você está falando? — perguntou.

— Conversamos depois — repeti o que ele havia me dito e saí dali antes que ele pudesse me impedir.

Fui para o meu quarto, tomei um remédio para dor de cabeça, e me banhei. Me troquei, coloquei um shorts e um chinelo, uma camiseta larguinha, e fui na direção da porta.

— Vai para algum lugar, senhorita? — Tudo para ajudar! Esse desgraçado não cansa de encher a porra do saco?

— O que você quer, Robert? — perguntei. Já estava cansada desse homem.

— Quero você.

— Isso não está disponível no momento — sorri amarelo e tentei sair de perto dele, sem sucesso.

— Você tem que estar disponível para mim sempre, Dickenson — comentou — Ou eu mato Savannah e Christopher.

Meus pelos se arrepiaram e eu engasguei. Eu sabia do que ele era capaz, mas não imaginei que pudesse matar alguém: me surpreendia cada vez mais aqui.

— Você não seria capaz — tentei convencer mais a mim mesma do que a ele com aquelas palavras.

— Vai querer pagar para ver, Miazinha? — sorriu.

Ele se aproximou de mim, encostando seus dedos gélidos em meu rosto, e eu suspirei, tentando conter o choro. Eu teria que me doar para esse homem sem que nada pudesse fazer. Eu, no fundo, devia muito ao Evans, e eu gostava de Savannah, não podia deixar que ninguém pagasse por minha causa.

Robert me empurrou para dentro do quarto, e a primeira lágrima desceu, mas eu a limpei friamente, não daria esse gostinho à ele.

— Não chore, pequena — sua voz me dava nojo.

— Vai tomar no seu cu — respondi.

Ele virou um tapa ardido no meu rosto, e eu o olhei sem acreditar naquilo. Fiquei abismada com a situação, e tudo que fiz foi colocar a não no lugar, sentindo a ardência e a quentura.

— Você é um desgraçado — rosnei.

— Esse desgraçado vai te comer todinha — o ódio estava aflorando cada vez mais.

Agora, eu não tinha como escapar, mas eu o mataria em breve, sem compaixão. O torturaria e o faria sofrer da pior forma possível. 

Me empurrou com brutalidade na cama e tirou meu shorts com força, fazendo a mesma coisa com minha camiseta e meu sutiã. Estava apenas de calcinha na frente daquele maníaco, e seu olhar sobre meu corpo me causava ânsia.

— Você é maravilhosa — disse, e eu não respondi. O que mais poderia falar? "Você é um maldito filho da puta, desgraçado, nojento e escroto" eu até queria dizer tudo isso, mas não seria o certo para aquele momento.

Abaixou sua calça branca, tirou seu colete também branco e sua camiseta creme. Se fosse em outra situação, eu sentiria tesão. Downey era um homem bonito e, por mais que fosse mais velho, tinha um corpo maravilhoso, mas tudo o que eu conseguia sentir era repugnância.

Sua cueca bóxer marcava seu pênis duro, e por mais que eu quisesse me debulhar em lágrimas, eu não iria fazer isso: teria que aguentar até o fim.

Quantas vezes minha mãe suportou isso por amor? Por mim, para me dar um bom lar e me proteger. Agora eu estava passando pela mesma coisa para salvar pessoas que realmente gosto.

O homem à minha frente abaixou a cueca e tirou minha calcinha. Sorriu e se deitou ao meu lado. Não sabia o que ele estava fazendo, então simplesmente fiquei quieta.

— Sobe em cima de mim — pediu, e com um ódio imensurável, eu o fiz.

Doeu demais para que seu membro entrasse dentro de mim, pois eu estava completamente seca. Quis gritar, correr, chorar, mas nada disso eu fiz. 

— Quica, vagabunda — deu um tapa estalado em minha bunda e eu, quase que por impulso, devolvi na sua face, mas não o fiz.

Obedeci o que ele estava pedindo, mas tudo aquilo doía demais. Seu membro entrando e saindo de mim era como uma pedra raspando, e fazendo-me sangrar.

— Você é muito mole, garota — me jogou por baixo e começou a meter com mais força.

Aquilo estava doendo tanto, que eu me perguntava a todo momento como minha mãe suportou isso todos os dias. Senti o sangue quente escorrendo pela minha vagina, mas isso não o fez se conter. Parece que era um estímulo para que, mais forte, ele enfiasse.

Deu um tapa em meu rosto, e eu me senti mais humilhada ainda. Vivi anos na rua, me prostituindo, transando com caras que eu não queria, mas não era tão ruim quanto ser estuprada. Estava doendo demais.

— Você é uma cadela, Mia — os insultos começaram novamente — Sabe isso que você está sentindo? Essa dor? — riu — Sua mãe sentiu todos os dias, e daqui pra frente, você também vai.

Me silenciei. Quando ele percebeu que iria gozar, tirou seu pênis para fora e gozou na minha cara. Eu sentia nojo, mas nada podia fazer. Se vestiu rapidamente, me deixando jogada na cama, sangrado e com muita dor. 

— Amanhã eu volto para nossa sessão de prazer — se aproximou e beijou meus lábios — Você é minha agora.

Dito isso, ele saiu dali, e tudo o que eu fiz foi me encolher e chorar. Chorar mais e mais.

Eu mal conseguia me mexer, pois a dor era insuportável. O que eu fiz para merecer tudo isso? Ouvi o barulho da porta.

— Estava te esperando, mas... — ficou em silêncio assim que me viu — Mia? Porra, Mia! O que aconteceu? — Justin se aproximou de mim.

Não conseguia falar nada, eu até tentava, mas a voz não saía.

— Mia, me responde — as lágrimas eram inevitáveis.

— Ele me estuprou, Justin — uma voz falha saiu de meus lábios.

Sua expressão mudou completamente, de preocupado, para furioso.

— Quem? — foi tudo o que ele disse.

— Robert — seus olhos ficaram vermelhos, assim como seu rosto. 

— Ele vai morrer — ameaçou sair do meu lado, mas eu puxei seu braço.

— Justin, não vai. Eu preciso de você aqui — pedi.

Ele me olhou sério, respirou e voltou a se sentar ao meu lado. 

— Vem, vou te dar um banho — me puxou levemente, e quando fiquei de pé, senti minhas pernas bambearem. Ele foi mais rápido e me pegou antes que eu pudesse cair.

Em seus braços me levou até o banheiro e ligou o chuveiro quente. A água quente entrou em contato com minha pele e eu chorei ainda mais, tudo estava dolorido.

Justin me ensaboou, mas quando passou a mão pela região do meu sexo, eu gritei. Ele se assustou, mas eu percebi que compreendeu.

— Está doendo muito — disse.

— Eu sei... — respondeu, e terminou de me banhar.

Me secou e me trocou também. Me colocou para deitar na cama e saiu do quarto sem dar explicações. Voltou alguns minutos depois com um copo de água e um comprimido na mão.

— Vai ajudar na sua dor —me entregou e eu tomei.

Ele se deitou ao meu lado, me aconchegando em seu peito, e ali mesmo fiquei.

— Ele vai pagar muito caro, Mia — disse — Muito caro.

Points Of View Justin Bieber

Ao perceber que Mia dormira, sai de fininho do quarto, sabendo exatamente onde iria: atrás daquele desgraçado.

Me peguei pensando em todas as pessoas que sentiram o que estou sentindo por minha causa. Porque eu estuprei suas filhas, namoradas, irmãs. Eu sabia que era errado, mas decidi não pensar nisso, iria colocar toda a minha concentração em acabar com Robert.

Ao abrir a porta com força, encontrei alguns homens e Madison. Fiquei um pouco confuso, mas esperei para que pudessem me explicar o que estava acontecendo.

— Cadê o desgraçado? — perguntei.

— Robert? — Madison se pronunciou — Não está, apenas deixou uma carta para você.

Se aproximou e me entregou, abri o papel branco e comecei a ler.

"Essas horas você estará na minha sala, não é? Vai querer se vingar pelo que fiz com Mia? Bom, não estarei aqui para isso, muito menos você. Adivinha? Esses anos que você passou aqui, houveram muitas melhoras, e agora você está livre! Não pode mais permanecer aqui dentro, Bieber, pois eu aleguei ao juiz que você está em perfeito estado mental para sair daqui. Sabe esses homens à sua frente? Vão te guiar até a saída, e você nunca mais vai voltar. Agora a Mia é minha, e você não vai poder fazer nada para mudar isso. Boa sorte, e quer um conselho? Esquece essa vagabunda, vai curtir outras mulheres fora daqui. Até logo."

Ao ler aquilo fiquei estático. Caralho, que merda estava acontecendo aqui? Não, não podia ser! Torci tanto para sair daqui, e agora que tenho a oportunidade, não posso e não quero ir.

Sai correndo da sala, antes que alguém pudesse me alcançar e fui correndo ao quarto de Mia. Gritei, vendo-a acordar assustada.

— Mia, eles querem me mandar embora da clínica — ela arregalou os olhos — Robert me mandou para fora, quer ter você só para ele... Porra, eu não sei o que fazer! — ela fez um esforço enorme e correu até mim, me abraçando, e eu retribui.

— Justin, você não pode me deixar... — As lágrimas caiam de seu rosto, e eu me senti mal com isso. Porra, o que estava acontecendo comigo?

Senti algumas mãos me puxando, já sabendo que eu não voltaria mais ali. Pela primeira vez em anos, eu chorei. Algumas lágrimas desciam pelo meu rosto e antes que eu pudesse ver, pela última vez, o rosto de Mia, gritei:

Eu vou voltar para te buscar! — e fui levado. O que eu iria fazer agora?


Notas Finais


Eu quero MATAR o Robert, sério. MALDITO!!!! O que estão achando, gente? Espero que estejam gostando, até o próximo (meu namorado me ajudou a escrever esse cap, beijinhos pra ele) fui 💙


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