História Atração Fatal - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Amanda Seyfried, Justin Bieber
Personagens Amanda Seyfried, Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Misterios, Revelaçoes, Sexo, Violencia
Exibições 145
Palavras 1.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, eu nem demorei dessa vez mé??? Que tudo!! Espero que gostem, boa leitura 💙

Capítulo 28 - New brother


Fanfic / Fanfiction Atração Fatal - Capítulo 28 - New brother

Points Of View Justin Bieber

Por um lado era bom estar fora. Iria atrás de Jeremy e tiraria a limpo a história de que minha mãe morreu por causa dele, e também daria um jeito de descobrir onde estaria a mãe de Mia. 

O caminho até minha antiga casa, cuja qual eu estava três anos longe, era parcialmente rápido. Fui andando, já que era minha única opção. Jeremy provavelmente não sabia que eu tinha saído da clínica, então seria uma surpresa e tanto para ele quando eu chegasse; estava ansioso para rever aquele desgraçado.

Meu coração bateu aceleradamente quando eu vi aqueles enormes portões brancos, e atrás, um jardim enorme. Aquele lugar me lembrava Jazmyn, a pessoa mais importante da minha vida, ao lado de minha mãe, mas que como Patrícia, eu nunca mais veria.

Assim que me viu, Clarck, chefe da segurança da casa, abriu o portão, animado.

— Justin! — me abraçou, ele sempre foi como um pai para mim. Me deu mais carinho e atenção do que meu próprio pai.

— Clarck — retribui o abraço. Eu o respeitava muito.

— Eu estava com saudades, rapaz — me olhou de cima a baixo — Tá bonitão, hein?

— Você que está — sorri.

— Como conseguiu sair de lá, Drew? Vai dizer que fugiu? — perguntou.

— Quem dera, é uma longa história! — meu amigo assentiu — Onde está Jeremy? 

— Não chegou do serviço ainda, mas entre, espere-o! E tem uma novidade te esperando lá dentro — arqueei a sobrancelha — Vá, meu filho — me deu um leve empurrãozinho e eu segui até a porta da casa.

Abri a porta lentamente, e entrei. A casa estava silenciosa, a não ser por alguns sussurros que vinham da cozinha. O cheiro estava ótimo, então segui até o lugar da casa que eu mais gostava, depois do meu quarto: o que tinha comida. Ao me aproximar, as vozes ficaram mais altas.

— Você precisa comer, Jax — aquela voz eu reconhecia! Era Lucia, uma das empregadas de meu pai. Uma senhorinha que sempre cuidou de mim. Mas quem era Jax?

— Eu não quelo, Lulu — com certeza era uma criança — Papai disse que viria dar comida ao Jaxon! — o garoto parecia nervoso e choroso.

Entrei na cozinha, e Lucia me olhou. Seus olhos se encheram de lágrimas, mas eu não consegui olhá-la por muito tempo, estava com o olhar fixo no garoto sentado, que era, imensuravelmente, igual a mim.

O silêncio se estabeleceu na casa, e depois de alguns segundos, a criança se pronunciou.

— Esse garoto parece com o Jaxon — disse, se referindo a ele na terceira pessoa — Quem é?

Esse é seu irmão, Jaxon. Justin Bieber — Lucia me apresentou, e eu fiquei abismado de ver um pequeno Bieber. Como?

O garotinho desceu da cadeira e se aproximou de mim, pegado em minha mão. Me agachei para ficar em sua altura, e ele me olhou carinhosamente.

— Voxe é tão bunito quantu o Jax! — não consegui segurar as lágrimas ao ver aquele menino — Puque voxe tá cholando?

Não tive palavras, apenas peguei o garoto em meus braços e o abracei com toda a força que eu tinha. Ele lembrava tanto eu, quanto Jazmyn, e eu me senti extremamente feliz por ter um novo irmão. 

Abracei Lucia e subi ao meu quarto com Jaxon. Tomei um banho junto com ele, e nos trocamos. Parecia que nós convivíamos juntos desde sempre. Descemos para que eu pudesse comer algo.

— Quantos anos ele tem? — perguntei à Lucia, enquanto comia àquelas deliciosas panquecas.

— Não fale de boca aberta, Justin! — me repreendeu e eu sorri. Se fosse outra pessoa, eu com certeza já teria matado, mas eu respeito Clarck e Lucia como meus verdadeiros pais. Não que eu odiasse Pattie como odeio Jeremy, mas Lucia sempre cuidou tanto de mim quanto minha mãe — Tem dois anos.

— Você é bem grandão pra quem tem apenas dois anos — comentei.

— É que eu como muuuuuito feijão!! — aquilo me fez gargalhar.

Depois de alguns minutos, decidi que precisava tratar desse assunto com meu irmão mais novo, mesmo que ele pudesse se chatear com aquilo.

— Como o papai te trata? Ele fica bastante com você? — perguntei.

— Não — abaixou o olhar, me deixando com mais raiva daquele homem do que eu já tive em toda a minha vida — Ele nunca fica com o Jax. 

Quando pensei em dizer algo, ouvi uma voz grossa. Agora o jogo vai começar!

— Jaxon, desculpa, eu... — parou assim que me viu — Justin?

Ele estava completamente
confuso e surpreso, e eu sorri com a situação.

— Eu mesmo, papai — ironizei — Sentiu saudades? — percebi de soslaio que Lucia estava se retirando.

— Eu senti! — Jaxon correu até Jeremy, e abriu os bracinhos, mas ele não o abraçou.

— Agora não, Jaxon — respondeu ao menino, que automaticamente deixou o sorriso se esvair, e eu fiquei com ódio. Eu mataria Jeremy e Jaxon iria ter o devido carinho que merecia, eu jamais vou deixar aquela pequena criança ser criada por um monstro, assim como fui, ou não me chamo Justin Bieber.

Me aproximei de Jax — Sobe lá no quarto e prepara uns brinquedos que logo vou subir para brincar contigo, ok? — O pequeno assentiu, e saiu do meu campo de visão.

— Agora somos só nós dois — me aproximei de meu pai, pegando em seu colarinho — O que você fez com a minha mãe, seu desgraçado? 

Points Of View Mia Dickenson

Eu não estava entendo nada. O que iria acontecer comigo dali para frente? Justin realmente iria voltar? Onde estaria Christopher, que não o vejo faz tempo? Diversas perguntas, e todas sem respostas, mas de uma coisa eu tinha certeza: precisava sair dali. Eu estava fraca, então fui até o refeitório para comer algo. Encontrei Savannah, que se aproximou de mim.

— O que aconteceu com você? — perguntou, preocupada.

Tudo o que havia acontecido eu contei para minha amiga. Ela ficou boquiaberta, e disse que me ajudaria a fugir. Depois de um delicioso almoço, me senti revigorada. Eu não queria nada dali, então apenas fui até o jardim, sem nada, apenas com a roupa do corpo. 

Sentamos em um dos banquinhos que estavam ali e ficamos conversando por um tempo, afinal, ninguém podia desconfiar de nada. Olhei para os dois lados e quando percebi que não tinha ninguém próximo, decidi que era a hora de agir. Em passos rápidos fomos até um dos muros, onde Savannah havia dito que iria me ajudar a escalar. Já estava quase no final, quando alguém me puxou para o chão e me fez cair. Bati as costas com força e senti a dor imediatamente.

— Você não vai sair daqui, Dickenson — Robert me olhava furioso. Porra!

Ele pegou em meu braço e começou a me arrastar com força até a entrada, quando, depois de muitos dias ser ver aqueles olhos azuis, eu os revi novamente, e nunca me senti tão feliz por ter Christopher por perto.

— Solte-a, Robert — o louco que segurava em meu braço apenas riu.

— Ou você vai fazer o que? — desafiou o psiquiatra, e naquele momento, eu sabia que iria dar muita merda.

— Isso — se aproximou e socou o rosto do homem ao meu lado, que imediatamente me soltou.

Eu fiquei abismada ao ver aquela cena. Chris estava com tanto ódio, que a cada murro que ele dava em Robert, mais sangue escorria e espirrava. Eu estava gostando da situação, era uma satisfação enorme ver Robert apanhando, mas não durou por muito tempo. Dois seguranças vieram e tiraram meu psiquiatra de cima do chefe.

— O que aconteceu? — um deles perguntou.

— Esse homem está louco — Robert se pronunciou — Veio aqui e me agrediu do nada! 

— É mentira — eu gritei.

— Levem-no para a antiga sala de Bieber. Esse psiquiatra está mais para um paciente e precisa de cuidados. Não o tirem de lá até segunda ordem! — Robert gritou.

— O que?! Não! — os dois homens seguravam Christopher pelos braços, o arrastando — Não! Não!

Mas era tarde de mais, nada poderia ser feito. Robert estava tirando de mim, todas as pessoas que poderiam me ajudar. O que eu faria agora?


Notas Finais


Eu quero tanto matar o Robert, meu Deus kkkkkk o que estão achando? Espero que estejam gostando 💙


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