História Atração proibida - Capítulo 47


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
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Palavras 2.909
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie gente :D.
Bom...estou de volta.
Espero que vocês não estejam chateados comigo..pela demora.
A fic está na reta final? SSSSSIMMMMMMM.
Eu vou tentar comecar a escrever o final e tenho fé que saia bom.
Mil desculpas mais uma vez por demorar tando pra postar.
(estou escrevendo isso pq geralmente ninguém le as notas finais)
Bjão e ótima leitura.

Capítulo 47 - A carga


P.O.V Justin

Peguei uma das várias pedrinhas que estavam pelo chão e me escorei no carro olhando fixamente para o mar a minha frente.

UM.

DOIS.

TRÊS.

O pequeno objeto pulou exatamente três vezes antes de afundar de vez na água um pouco suja.

O dia estava nublado e de vez em quando caia uma pequena chuvinha.

No instante não se ouviam pássaros nem pessoas conversando.

Tudo bem que estávamos um pouco longe de um local público e a chuva impedia que algum animal estivesse voando.

Não vou mentir, estava com um frio estranho na barriga. Primeira carga nossa, primeira carga do grupo de Los Angeles. Alguns caras ficaram em carros espalhados por todo o trajeto que eu e Matt tínhamos que percorrer de volta, enquanto nós dois esperávamos em uma ‘’ praia ‘’ isolados. Tudo bem que se eu olhasse bem, conseguiria enxergar alguns dos meus homens.

- Tá animado? – dei um toque no ombro do loiro que apenas sorriu sem vida.

- Eu estou transando? – neguei com a cabeça – Recebendo um boquete? – neguei novamente – Então não tenho motivos para estar animado.

- Quem te viu quem te ver hein, Mattew – sorri depois de escutar essas frases vindas da boca dele. O mais quieto, o que eu pensei que ia morrer virgem.

- Me respeita Drew – ele me olhou cínico me obrigando a soltar uma risada. Fazia tempo que nós não conversávamos, fazia tempo que ele nem olhava na minha cara. Estávamos distantes, e o clima as vezes pesava um pouco.

- Ai dude, posso te perguntar uma coisa? – mais que papel de gay é esse Bieber? Ajeitei meu corpo no carro esperando qualquer aprovação sua.

- Pode mandar Bieber.

- Eu observei – me parei – Alias, acho que todos já notaram que você anda me tratando diferente. Aconteceu alguma coisa? – fui totalmente direto e sem hesitar.

Seu rosto foi levantado, porém, ele não me encarou.

Um pequeno pedaço de madeira existente em sua mão voou de encontro a minha pedra e um silêncio foi propagado entre nós.

Não esperava que ele agisse assim, esperava que ele fosse me responder rapidamente.

- Diferente? Você poderia me dizer como?

- Sei lá – dei de ombros – Só anda meio estranho.

- Drew realm.... – um barulho de motor batido e velho foi escutado e ele rapidamente se parou. Me virei imediatamente observando de longe uma Kombi, que deveria ser branca, se aproximar da Ferrari em que estávamos.

Era a carga?

Eram as meninas?

Engoli em seco tentando me acalmar por um segundo.

- Chegou – dei um tapa em seu braço.

- É, eu sei.

Ambos estávamos tremendo.

Era nossa primeira vez.

Poderia dar tudo errado.

- Como não vamos conversar agora – começamos passos lentos alguns metros para frente – Só queria dizer que eu já estou sabendo de tudo – meu cérebro mandou o comando para minhas pernas, só que elas simplesmente travaram por completo.

Sabendo de tudo? O que seria tudo?

A merda da minha mentira? O que os outros não sabiam?

Meu coração estava acelerado, mas já não era mais por causa da carga que acabara de parar bem na nossa frente, e sim por causa do que ele disse.

Continuei parado no mesmo lugar enquanto Matt parou um metro a minha frente.

Minha visão já não estava tão boa quanto antes e eu me sustentei para não desmaiar ali mesmo.

Um cara alto e com um bigode muito do escroto, pulou da Kombi e ajeitou o óculos escuro. Pra que aquilo? Estava tudo nublado.

A porta, do lado do passageiro foi aberta, e uma perna feminina posta para fora. Seu vestido batia no pé e o vermelho brilhante poderia ofuscar a visão de qualquer um que a olhasse por muito tempo. Os cabelos pretos voavam, deixando o penteado um pouco bagunçado, e em seu rosto se encontrava um sorriso totalmente despreocupado.

Mas que porra era aquela?

- Brother, vai dar tudo certo – Mattew virou sua cabeça rapidamente para trás me confortando.

VAI DAR TUDO CERTO?

MAIS QUE PORRA.

ELE TINHA ACABADO DE DIZER QUE SABIA DE TUDO, ERA A NOSSA PRIMEIRA MISSÃO SOZINHOS.

Respira Bieber, não perde a linha. Você não foi treinado um mês inteiro para isso.

O dono do bigodinho e a gostosa pararam ficando bem a nossa frente.

Encarávamos uns aos outros. O que era aquilo?

- Você deve ser o Mattew – a voz do homem era um tanto quanto fina para o seu tamanho.

- Sim, e você deve ser o Tonny – Matt esticou a mão apertando a do cara.

- Brendha – a morena me lançou uma olhada secante.

- Justin – me virei para o homem o qual eu tinha feito negócio – Vamos acabar logo com isso – eu precisava ser sério e passar uma imagem de que já era experiente ou eles tentariam me enrolar por ser novo no ramo.

- Indo direto ao ponto – o idiota riu – Gosto assim – ainda ter que aturar essas coisas é foda – Bom Bieber é o seguinte, tenho dez meninas na  Kombi. São de diferentes lugares e cada uma de um jeito. Vamos fazer assim, você fica com as dez e as outras dez eu entrego daqui uma semana, assim eu corto 20% do quanto você teria que me pagar.

- Não, eu quero as vinte, aqui e agora – provavelmente se eu concordasse, ele nunca mais aparecia com o resto das meninas e eu perderia uma boa grana por metade da carga.

- Vamos lá Bieber, pense um pouco – ele retirou os óculos revelando uma cicatriz que cobria boa parte do seu olho esquerdo – Nós dois saímos ganhando se você aceitar o que eu acabei de propor – Mattew abaixou a cabeça e soltou uma leve risada. Nem ele cairia naquela.

- Vamos ver se eu entendi direito – franzi a testa tentando manter contato com o cara – Eu fico com metade da carga, te pago 80% do que eu teria que pagar e semana que vem você trás outra van com o resto das garotas? – movimentei as mãos para explicar melhor o que ele tinha acabado de dizer e ele sorriu (ou pelo menos tentou já que só tinha dois dentes naquela boca ridícula).

- Exatamente isso.

- E o que vai preencher o lugar das outras dez garotas que só vão chegar semana que vem? – cruzei os braços, demonstrando que talvez eu tivesse algum interesse ( o que seria mentira ), e ele murmurou apontando para o lado como se fosse óbvio.

- Brendha! – a mulher vestida de prostituta esbanjou sorrisos e deu uma meia volta empinando a bunda para o meu lado.

Não vou mentir que ela era gostosa pra caralho e que eu imaginei aqueles belos seios quicando na minha cara enquanto ela rebolava em cima de mim.

Mas pra quem tinha uma Scarlet esperando em casa, aquele pedaço de vadia era apenas um petisco.

- Chama isso de mulher? – sorri irônico fazendo a tal Bruna fechar a cara surpresa – Essas vinte mais a Bruna ai juntas não dá a morena maravilhosa que eu tenho em casa.

- É o que? – a voz fina e irritante dela ecoou parecendo que eu estava com algum tipo de fone de ouvido – Você não sabe o que esta falando.

- Ah eu sei sim – uma imagem rápida de Sky gemendo meu nome ontem no estacionamento passou pela minha cabeça – Eu não aceito esse acordo ai não. E você Mattew? Quer trocar essa vadia ai pelas dez?

- Fala sério Drew – seu tom de voz era mais brincalhão que o meu – Minha garota faz coisas que prostituta nenhuma nunca poderia fazer. Eu claramente não aceito.

- Então fodeu pra você ... – dei uma parada fingindo esquecer o nome dele – Tarciso néh? Se o patrão aqui disse que não quer – dei uns tapinhas nas costas de Matt – Então voltamos para o acordo inicial.

Eu não trocaria um acordo a não ser que eu saísse com algum tipo de vantagem, mas passar a perna em mim nenhum filho da puta passaria.

O medo de minutos antes tinha sumido e agora tudo parecia profissional, tudo era comum para mim.

- Tudo bem Drew – o animal suspirou – O Brendha sinaliza ai pro Ronner trazer o resto das piranhas mirins – a morena concordou e levantou o polegar indicando para que a van viesse. Ainda bem que tinha homens meus espalhados pela área.

Mattew se distanciou indo buscar a mala que estava com dinheiro e depois de mais alguns minnutos trocamos as meninas pelo dinheiro e o acordo foi fechado.

Não prestei atenção nas garotas quando saíram da van e passaram para uma automóvel que seria conduzido por alguém da minha equipe.

- As vinte estão a caminho – falei na chamada com um dos seguranças que estavam na boate a espera da van – Agora o resto é com as meninas aí.

- Ok patrão – a ligação foi finalizada e eu bloqueei o celular enfiando no bolso.

- Deu tudo certo – a voz de Mattew me trouxe calafrios. Ele sabia, ele sabia de tudo.

Eu não sabia se o certo era sentar e tentar conversar com ele, ou se agir por impulso seria a melhor coisa.

Minha cara de cu deveria estar a amostra porque ele riu voltando a caminhar em direção ao carro.

- Relaxa Jonnie – Matt falou despreocupado – Eu pesquisei muito por todas as merdas que você fez e percebi que você não é perigoso – ouvir alguém me chamando por aquele nome me fez ter lembranças. Já havia se passado anos desde que me chamaram assim. Já havia anos que eu tinha enterrado o Jonnie Hubens e criado Justin Bieber – Você é bem esperto e pode até tentar fazer alguma coisa comigo, porém, quero que saiba que mesmo que não aparente, eu também sou esperto e do mesmo jeito que eu corro perigo resolvendo esquecer tudo que eu sei verdadeiramente sobre você e tentar te ajudar a se tornar uma pessoa melhor, você também corre perigo se ousar a pensar que o melhor seria me colocar no saco.

Aquelas palavras duras me fizeram gelar.

Eu não seria capaz de matar ele, não esse Justin, não o Justin pelo qual ando lutando para evoluir.

Se ele estava disposto a me ajudar, eu aceitaria.

Não queria terminar igual meu pai, não queria ter o mesmo destino que ele. Eu torço por uma família e pessoas realmente boas ao meu lado, e não morrer se escondendo e com medo do próprio reflexo.

- Se você me chamar de Jonnie mais uma vez eu corto o teu pinto – foi a única frase que saiu da minha boca e acabou ficando no ar juntamente com a risada escandalosa do animal a minha frente.

- Sem Jonnie daqui pra frente – ele esticou o punho fechado em minha direção e eu não hesitei antes de fazer nosso toque.

- Vamos demorar muito? – ah claro. Vinte meninas mais a taquara rachada da Bruna que acabou indo no carro com a gente.

- Cala a boca piranha – falei grosso e por fim entramos no carro partindo para a boate.

P.O.V Scarlet.

O dia estava mais do que corrido e eu já estava enlouquecendo.

As meninas ainda não tinham ido lá em casa. Pra falar a verdade elas nem poderiam ou minha mãe suspeitaria da porra toda.

Justin já havia alugado uma casa e eles acabaram ficando hospedados lá. O filho da puta já sabia de tudo e não me contou exatamente nada.

- Façam uma linha aqui na frente – Mel ordenou para as vinte meninas presentes ali e assim elas obedeceram.

Eu estava realmente nervosa e triste pelo fato de terem sido transportadas como um objeto qualquer, mas quanto mais tempo eu passava dentro da boate e junto com elas, mas eu percebia o quão eu sou inocente nesse  novo mundo.

Quatro delas faltavam pouco dar para os seguranças que estavam ali observando tudo e nem preciso dizer que eu e Mel estávamos com um puta ódio de duas ridículas que não paravam de jogar charminho para Chris e Chaz.

- O maravilhosa ninguém aqui é dentista pra você ficar mostrando esses dentes cheio de porra de pinto de velho não – fechei a cara gesticulando que ela parasse de ficar flertando com o moreno – Entra ai na fila e para de palhaçada.

- Tá nervosa pequena? – a voz de Chaz soou alto e seus braços passaram pelos meus ombros – Deixa a menina fazer amizades – assim fica difícil Charles, muito difícil. A vontade de gritar para que toda a boate ouvisse claramente que Lindy e Octávia estavam aqui no Canadá era enorme, porém, eu estava me segurando só pelas olhadas que Melannie estava trocando comigo.

- Acabou com a gracinha? – a ruiva cruzou os braços olhando raivosamente para Chris que sorriu levantando as mãos em rendição – Acho bom nojento.

- Bom vamos dividir vocês em alguns grupos tudo bem? – comecei meu longo discurso explicando como elas seriam classificadas e todas me olhavam com atenção.

Ficamos quase uma hora classificando quem dançaria, faria o serviço sujo e ficaria no bar. Altas baixas, morenas, ruivas, loiras, americanas, brasileiras, argentinas, alemãs até japonesa tinha no meio daquelas mulheres. Nenhuma aparentava tristeza ou arrependimento. Todas sorriam e ficavam felizes quando eram classificadas como dançarinas. Elas demonstravam estar super bem e agiam como se fosse a coisa mais normal do mundo.

As que tinham o melhor corpo e mais novas ficavam com a parte suja e algumas até pegaram dois cargos por escolha própria.

Morariam no segundo andar da boate e teriam vida social, o que foi aplaudido por fim já que na Alemanha elas não podiam nem se quer por o pé na rua.

A porta foi aberta pegando a atenção de todos, porque a boate estava fechada e vazia, revelando Justin e Matt. Já estava ficando preocupada com a demora deles e respirei aliviada quando vi os dois se aproximarem.

Notei a presença de uma mulher atrás deles. Ela fazia parte da carga? Porque não veio com as meninas?

- Boa tarde – Justin parou na minha frente ficando cara a cara com a linha humana e feminina. Sua voz soou rouca e forte e podia ver o sorriso formado nos lábios de cada menina ali presente. As filhas da puta estavam dando em cima do meu homem na minha frente? – Não sei se vocês já sabem mas eu sou o Justin Bieber o dono da boate e chefe de vocês a partir de agora.

- É impossível não saber isso – uma loira oxigenada falou se empinando mas do que o normal – Todas nós conhecemos o patrão.

- Ótimo – Justin sorriu – Assim fica mais fácil. Quero esclarecer algumas coisas para vocês. Aqui eu não trabalho sozinho, sou o patrão e talvez um líder mas não executo qualquer coisa sem a concordância do conselho. Matt, Chaz, Chris, Scarlet e Mel – ele apontou para nós falando os nomes respectivamente – Qualquer coisa dita ou mandada por eles será uma ordem. Tem que ser obedecido ou haverá castigo. Vocês tem o resto do dia para descansar ou irem conhecer o lugar. Se preparem para amanhã e boa sorte – ele finalizou e Chris gesticulou que elas subissem para se acomodarem.

- Ate que não foi difícil – Mel suspirou e Matt rapidamente enlaçou sua cintura.

- Só mais uma coisa – Justin retirou os óculos e passou a língua preguiçosamente pelos lábios – Essa aqui é a Bruna – ele apontou para a mulher que tinha chegado com eles.

- Brendha – sua voz chata corrigiu Jay que apenas revirou os olhos.

- Tanto faz, ela é como se fosse a líder das piranhas. Ela conhece cada uma e irá supervisionar elas todos os dias e no fim ela entregará um relatório para vocês duas explicando como anda a situação.

- E também sou a exclusiva do chefe – aquele vestido escroto serviria para enforcar a piranha em questão de segundos.

- Chefe? – sorri cínica – Qual? O da Alemanha? Porque desse aqui eu cuido sozinha – mandei um beijo para a tal Brendha e pude ver um sorrisinho nojento se formar nos lábios de Justin que rapidamente passou as mãos pela minha cintura nos aproximando.

- Sabe a morena? – Mattew tocou o ombro da mulher – Então, é ela mesmo – ele piscou e todos nos seguramos para não morrer de rir da cara que ela fez.

- Bruna de agora em diante você trabalha para Scarlet e eu não acho que dar em cima do namorado dela te trará alguma coisa de bom.

- Era só isso? – a morena cruzou os braços um tanto quanto irritada e Justin balançou a cabeça positivamente – Ótimo, irei ver como elas estão – poderia ser uma puta descarada, mas não perdeu o rebolado e a classe enquanto subia as escadas em cima daquele salto agulha. Eu irei ter muito trabalho.

- Será que a minha tiazinha brasileira já preparou o rango? – Chaz se referiu a nossa cozinheira da mansão e eu, Justin e Mel apenas nos entreolhamos.

- Hoje nós vamos almoçar fora – sorri depositando um beijo na bochecha de Justin que apenas sustentou seu queixo em minha cabeça.

- Então eu posso escolher o que vamos comer? – Chris levantou as mãos rapidamente tomando a frente – Já comemos muita pizza, hoje quero comida japonesa.

- Partiu comida japonesa? – Melannie perguntou animadamente e todos concordamos seguindo até a porta.

- Se alguma delas saírem, me passa um rádio – Justin ordenou a um dos seguranças e ele assentiu.

- Será que eles vão ficar chateados? – Jay depositou um beijo em meu pescoço enquanto sussurrava para que ninguém ouvisse.

- Só Deus sabe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Não liguem pros erros..não revi o capítulo antes de postar.


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