História Atraídas pelo Destino Segunda Temporada - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin Mahone, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Amor, Camren, Drama, Ilusão, Romance
Visualizações 151
Palavras 2.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY CARINHAAS!!!!!!!

EU VOLTEEEEEEEEEEI!!!

ALGUÉM DISSE SEGUNDA TEMPORADA? SIM, EU DISSE!!!!!

Pois bem, tive esse tempo todo pensando em escrever uma segunda temporada, mas não tinha certeza se deveria acabar com a suas imaginações. Porém, eu precisava trazer a continuidade exclusivamente para vocês!!!

AAAAH E PRA QUEM NÃO LEU AINDA A PRIMEIRA TEMPORADA, VAI ESTAR O LINK LÁ NAS NOTAS FINAIS.

Chega de papo, e vamos lá!!!!

Boa leitura!

Enjoy <3

Capítulo 1 - A realidade


Fanfic / Fanfiction Atraídas pelo Destino Segunda Temporada - Capítulo 1 - A realidade

Anteriormente em Atraídas pelo Destino…

 

Camila se acomodou melhor contra meu corpo, e assim ficamos por um bom tempo, relembrando do começo da nosso história, e eu não mudaria por nada. Eu iria viver novamente tudo aquilo que aconteceu, pois esse era nosso destino.

Deitamos sobre a areia branca, vendo as ondas se quebrarem na areia. Meu coração estava acelerado, eu sabia que Camila estava sentindo, pois sua cabeça estava apoiada em meu peito, seus dedos brincavam com os meus, parecíamos duas adolescentes novamente. Fechei os olhos sentindo a brisa bater contra meu rosto e me dar uma sensação incrível.

Respirei fundo sentindo uma pontada no meu peito, e uma dor insuportável na minha cabeça, era uma dor que não tinha como explicar, eu não sentia meu corpo, não tinha forças para abrir meus olhos. Forcei o máximo que eu conseguia, mas parecia em vão.

Os batimentos estavam em um ritmo frenético, como nunca antes.

— Lauren! Lauren! — a voz doce da Camila chamava por mim. Mas eu n tinha forças para abrir os olhos. — Lauren! Alguém pode chamar a enfermeira? — perguntou calma. Suas mãos tocavam meu rosto, eu conseguia sentir o calor dela. — Lauren, você precisa abrir os olhos…

Forcei mais uma vez, abrindo meus olhos com muita dificuldade, eu pisquei diversas vezes sentindo a claridade irritar meus olhos. Assim que consegui mantê-los aberto, encontrei os olhos castanhos da latina. Ela sorriu para mim, seu rosto estava mais jovem, algumas vozes estavam em minha volta, olhei para o lado vendo alguns alunos que estudaram comigo na faculdade.

— Lauren, a enfermeira já está vindo te ver! — Ally apareceu entre as pessoas. — Você teve uma dor de cabeça e desmaiou. Mas vai ficar tudo bem.

Cerrei o cenho, não entendo nada.

— Onde eu estou? — perguntei sentindo o chão frio.

— Estamos na sala de música, na universidade de Miami. — Camila disse tranquila.

O que? Não. Isso não está acontecendo, não. Eu estava na praia com Camila, estávamos relembrando nosso passado. Tudo voltou ao início?

— Fomos Atraídas pelo Destino! — sussurrei para mim.

Tudo foi um sonho? Ou foi realidade? Tive a oportunidade de viver o futuro ou a vida me pregou uma peça? Eu ainda estou confusa, a poucos minutos atrás, eu e Camila estávamos deitadas na praia, ela era minha noiva e logo casaríamos, e agora estou deitada no chão gelado da sala de música, tendo a mulher que seria minha esposa me olhando, não sabendo de nada que vivemos e passamos.

Camila era meu destino, fomos Atraídas uma para a outra. E eu faria exatamente tudo novamente.

"Você já teve um sonho que parecia tão real que quando acordou não sabia em que acreditar? O que você faria se o que você pensou fosse verdade e se o que você pensou não fosse verdade? Você iria se retirar dos seus sonhos com a esperança de encontrar uma realidade mais perfeita? Às vezes a vida é mais estranha do que um sonho. O único caminho é você acordar e enfrentar as mentiras ocultadas na sua alma e você só pode esperar que naqueles momentos de reflexão escura você não seja sozinho." - One Tree Hill

 

Atualmente em Atraídas pelo Destino…

O sol refletia diretamente em meu rosto, o que me causava certa irritação, pois meus olhos eram claros e a claridade os deixam sensíveis. Um suspiro saiu de minha boca, e meus ombros caíram em desânimo.

Aqueles olharem na sala de música já não estavam mais presente, eu havia sido direcionada até a enfermeira. Porém, eu já me sentia muito melhor, melhor no quesito dor de cabeça, mas eu estava triste, com o coração partido pela ilusão que eu vivi.

— Como está se sentindo? — uma voz calma soou próxima a mim.

— Estou bem! — respondi.

E era a verdade.

Ela parou ao meu lado, e havia uma prancheta em suas mãos, a mulher que estava vestida com um jaleco branco, assinou um papel, destacou, me entregando logo em seguida.

Depois de ter acordado, me trouxeram para a enfermeira, onde eu fui avaliada, e questionada diversas vezes.

— Você tem alguém para lhe buscar? — me encarou.

— Estou de carro! — comentei.

— Acha que está boa o suficiente para ir dirigindo?

Assenti.

Eu estava bem, que porra! Ela não consegue ver isso?

— Sim!

 

Ajeitei a alça da mochila sobre meu ombro, caminhando pelo extenso corredor. Estava totalmente silêncio, tirando o som que meus tênis faziam ao colidirem com o chão, eu encarava a enorme janela enquanto andava pela universidade, o céu estava claro, e o sol estava radiante — O que era bem comum em Miami —, totalmente oposto do que está aqui dentro de mim.

Me sentindo usada, usada pela minha ilusão, usada de forma desumana, mas ainda estou sentindo falta dela e eu não consigo ver o fim disso. Apenas quero sentir seu beijo contra os meus lábios. Mas não posso, apenas eu sei de tudo, sei tudo que vi através dos seus olhos, senti todo o sentimento no calor do teu abraço, me queimei no fogo dos teus lábios. E tudo foi uma ilusão, subitamente, me olharei e direi, você foi a ilusão mais linda que eu já vivi. Você foi um sonho que idealizei, e em como tudo na vida, nunca alcançamos o ideal desejado. E devemos seguir nossas vidas da forma mais vazia possível.

Eu sentia que meus olhos estavam marejados, sabia que a qualquer momento as lágrimas iriam percorrer toda minha bochecha. E eu precisava sair o mais rápido possível daquele lugar.

 

— Lauren! — gritaram distante. Suspirei, e me permiti virar para olhar.

Ally corria em minha direção, segurando a alça de sua mochila para que não caísse. Ao se aproximar, parecia recuperar o fôlego, pois puxava todo o ar que podia para dentro de seus pulmões.

— Como você está se sentindo? — sua voz transpareceu preocupação.

— Estou bem, na verdade! — sorri, tentando passar tranquilidade a ela.

— Como sua cabeça está?

Sua respiração já estava se normalizando.

— Não está mais doendo…

Eu me sentia tranquila em conversar com Ally. Mas era estranho vê-la mais jovem.

— Eu fiquei bastante assustada quando você caiu no chão… — fez uma pausa, encarando o chão — você estava jogada no chão, como se dormisse profundamente… — engoli em seco. — Camila era a pessoa mais próxima de você, e ela conseguiu evitar que você batesse a cabeça no chão… — eu sentia que meus olhos estavam marejados novamente, pois sentia a porra de um aperto no meu peito. E de pensar que ela estava ali, e me ajudou, aquilo era demais para mim. — todos entratam em desespero, inclusive eu, mas Camila parecia calma, e ela tentava te acordar, te chamava sem parar — sorri por impulso ao imaginar ela ali. — até que você acordou e…

— Hey Ally! — segurei em seus ombros. — Foi apenas um desmaio, ok? — ela assentiu. — já estou b…— Meus olhos desviaram dos de Ally, e focaram em uma única pessoa, que saia pela grande porta de entrada da universidade. — bem.

Completei a frase quase em um sussurro.

Meu coração falhou miseravelmente, minhas pernas fraquejaram covardes, a minha sorte foi estar encostada no meu carro, pois eu estaria no chão agora.

Camila estava abraçada em seu namorado, sorrindo de algo que conversavam, Dinah estava ao seu lado, mas parecia bem entretida em seu celular.

Camila desviou seu olhar e sustentou ao me encontrar, ela desvencilhou dos braços de Austin, e seu sorriso foi apagando aos poucos.

As lágrimas molhavam minhas bochechas, e meu coração já não batia corretamente. Virei meu rosto, para o lado oposto de onde ela estava. Eu não conseguia! Não queria mais sentir isso. Era praticamente impossível olha-la e não sentir nada. O sentimento era presente aqui, isso estava escancarado para que qualquer pessoa pudesse ver, meus olhos denunciavam isso, minhas atitudes me entregava.

Ally tocou meu ombro, meu corpo estremeceu involuntariamente, e suspirei. Ela então me abraçou, me permitindo chorar desesperadamente, molhando sua blusa.

— Está tudo bem! — acariciou minhas costas. — Eu não sei o que está acontecendo nesse momento, mas está tudo bem!

Não Ally! Não está tudo bem! Eu sou uma droga, o que eu sinto é uma droga, tudo isso é a porra de uma droga. Só quero sumir, ou simplesmente dormi até eu não sentir mais nada. É meu único desejo.

Eu odeio tudo isso.

Me afastei da baixinha. Ela me olhava com pena, e aquilo me deixava mais infeliz, do que eu já estava.

Respirei fundo, deixando que as lágrimas escorressem pela extensão do meu rosto, sentindo o salgado em minha boca.

O que eu iria fazer da minha vida a partir de agora?

Eu não poderia contar a ninguém, pois não seriam capazes de entender ou, mesmo acreditar. Seria taxada como louca, lunática, o único lugar que me levariam, seria para um manicômio, ou algum lugar pior, se é que existe.

 

Me despedi de Ally, deixando a mesma plantada no meio do estacionamento com aqueles olhos preocupados. E eu me sentia mal por toda aquela situação, e uma inútil, com um sentimento inútil.

Não tive coragem de ir para meu apartamento, não nesse momento. O rádio estava desligado, o único som que se ouvia eram os soluços de meu choro, lágrimas de tristeza. Por que tudo era uma grande merda?

Parei o carro próximo a praia, tão bem conhecida por mim, fixei meus olhos nas ondas que se quebravam na beira, assim como meu coração.

Eu só sei que dói. E isso me consome da cabeça aos pés. Meu estômago vira e até o que eu nem comi parece querer sair. Choro de soluçar. Eu me sinto uma peça fora do tabuleiro, aquele coringa do baralho que não serve pra esse jogo.

 

Retirei meu tênis, me permitindo sentir a areia tocar meus pés, e sumirem a cada passo que eu dava. O vento batia contra meu corpo, sentindo a brisa refrescar consequentemente, meus cabelos voavam junto com o vento. Meus olhos eram vagos, não olhava para um ponto exato, eu estava vazia.

Deixei meus joelhos caírem contra a areia branca, e logo sentar, eu me sentia cansada não só fisicamente, mas mentalmente e sentimentalmente.

Passei um bom tempo ali, sozinha, observando o mar calmo, as ondas baixas. Por alguns segundos me permiti fechar os olhos. E as lembranças vieram junto.

 

Camila estava de joelhos bem próxima ao meu corpo, seus olhos estavam com um brilho intenso, sustentamos nossos olhos por algum tempo, até a latina juntar nossos lábios em um beijo calmo.

Ela acabou me pegando desprevenida, mas logo correspondi, Camila pediu passagem para introduzir sua língua em minha boca, intensificando mais nosso beijo. Meu corpo se arrepiou assim que sua língua tocou a minha.

Então ela afastou nossos lábios, levantando em um salto. E saindo em disparada pelo grande gramado.

— Camz! — gritei em meio a risada — Volte aqui… — eu tentava alcança-la — não pode simplesmente me beijar e fugir.

Eu podia ouvir sua risada mesmo estando longe.

— Eu não só posso como fiz! — da de ombros sem parar de correr. — você é péssima em corrida… — gargalhou.

Revirei os olhos, sentindo a adrenalina correr pelas minhas veias.

A Camila, você me paga.

 

— Lauren! — arregalei meus olhos ao sentir algo tocar meu joelho.Saltei para trás caindo na areia, e ouvindo uma risada baixa. — Eu não quis te… — sua risada aumentou, me fazendo bufar irritada. — te assustar… — completou, tentando recuperar o fôlego.

— Porra Verônica! — bufei. — Você tem que tipo de merda na cabeça?!

Senti-me novamente, a encarando com certo nervosismo.

— Calma ai, Lauren… — levantou os braços em rendição.

Verônica estava ajoelhada em minha frente, com um sorriso enorme nos lábios, e as suas mãos estavam levantada próxima ao seu peito. Eu sabia que sua vontade era rir da minha cara.

— O que faz aqui? — indaguei.

Ela jogou seus cabelos para o lado, deixando uma parte do teu pescoço exposto.

— Estava dando uma volta! — deu de ombros. — Na verdade estou ocupando tempo, antes de ir para um barzinho… — desviou o seu olhar. — Ficar em casa estava me dando tédio…

— Onde é esse barzinho? — perguntei curiosa. Eu precisava distrair minha mente e meu coração. Ela voltou seus olhos em mim, e sorriu. — O que?

— Você está interessada em ir no barzinho comigo? — arqueou a sobrancelha.

Ela fala como se eu preferisse ficar presa dentro de casa. Sempre gostei de sair.

— Estou! — sou de ombros, vendo minha amiga sorrir largo.

 

Depois de mais alguns minutos jogadas na praia, resolvemos ir para meu apartamento e nos vestirmos adequadamente para o barzinho. Ela resumiu o que eu poderia esperar do lugar, e pelo que descreveu, já estivemos lá… ou melhor, no meu sonho. Eu me lembro que não é exatamente um barzinho, mas sim um restaurante, restaurante para universitário.

Cheguei a comentar com Vero sobre o lugar, e ela confirmou o que eu havia dito, então estarei famíliada com o ambiente.

 

Verônica tinha os braços entrelaçados com os meus, é um sorriso magnífico nos lábios, o que chamava muita atenção das pessoas ali presente. Ela parecia não se importa com os olhares alheios, parecia procurar alguém.

— O que tanto procura? — indaguei observando a movimentação de sua cabeça por todos os lados.

Eu já conseguia ouvir a banda tocar em um jazz clássico.

— Ninguém… — me olhou. — por que?

— Você está procurando sim! — arqueei a sobrancelha convicta. — Me diz quem é!

Ela parou sorriu largo ao desviar nossos olhares, e então voltou de meu braço, ajeitando sua jaqueta. Tentei enxergar alguma pessoa conhecida, mas meus olhos não encontrava ninguém.

Porra! — abri a boca, não acreditando no que eu estava vendo. Não pode ser ela! Não mesmo.

— Ela está vindo, mantenha a calma! — minha amiga sussurrava pra ela. — Hey Lucy! — seu sorriso lhe entregava facilmente.

Que Diabos está acontecendo? Se foi um sonho, então nada era real. Mas Verônica estuda com Lucy… caralho vida, que tipo de brincadeira é essa?

— Verônica! — as duas se abraçaram, em comprimento. Eu sabia que Vero estava nervosa, mas ela nunca fica nervosa. — Trouxe sua amiga?!

Sorri ganhando sua atenção.

— Sim! Arrastei ela pra cá… — mentirosa.

— Lauren! — nos cumprimentamos.

— Lucy! — é eu sei!

Droga de ilusão.

 

As duas entraram em uma conversa sobre as matérias que tinham juntas, e me fizeram ficar fora do assunto. Bela noite!

Eu tentava acompanhar o assunto, mas era impossível, nada era do meu interesse. E eu só conseguia pensar que Lucy ficaria fodidamente gostosa no futuro, e Vero não poderia deixa-la, não dessa vez.

— Eu vou buscar algo para beber! — comentei, sendo totalmente ignorada.

Bufei ao me afastar delas.

Graças a Deus eu lembrava cada parte desse lugar, pois sabia onde era o bar, e não me perderia aqui dentro.

Andei desviando de alguns universitários que estavam parados conversando no caminho, e eu tentava observar cada detalhe da decoração. O estilo bem eclético, quadros diversificados espalhados por toda as paredes, as cadeiras misturadas.

Algo se colidiu com meu corpo, pelo impacto fui jogada para trás, consegui agarrar na divisória que ali tinha, consequentemente não indo direto ao chão. Levantei meu olhar, e encontrei o que eu tanto queria esquecer. Ela tinha seus olhos castanhos arregalados e assustados, por impulso ou não, me puxou para ficar de pé, e nossos corpos próximos o suficiente para que eu conseguisse inalar seu perfume. Meu coração batia rapidamente contra meu peito, a sensação era de que ele sairia a qualquer momento de minha boca.

— Me-me desculpa!



 


Notas Finais


Não consegui revisar, então assim que der eu arrumo os erros!!!

Comentem!!!!!!!

Link da primeira temporada: https://spiritfanfics.com/historia/atraidas-pelo-destino-4781357


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