História Atraído - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Nina, Pedro, Simón
Tags Drama, Lutteo, Romance
Visualizações 172
Palavras 1.487
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


: (

Capítulo 43 - Capítulo - 43


Matteo

Conseguimos chegar até a cama. Até que enfim.Depois de algumas horas e três orgasmos, estamos deitados um ao lado do outro, nos olhando. Dividindo um travesseiro. O travesseiro.

– Diga de novo.

É a décima vez que ela me pede isso. Mas não ligo. Vou dizer isso até morrer se ela quiser.

– Eu te amo, luna. 

Ela suspira. Parece contente.

– Vou ficar bem pegajosa e carente nas próximas semanas. Você devia se preparar.

– Ficarei inseguro e ciumento. Vai dar tudo certo.- Sinto um sorriso em sua voz.

– Você me disse que não tinha ciúmes. 

 Eu encolho os ombros.

– Também te disse que nunca mais mentiria.

Suas mãos penteiam gentilmente a parte de trás do meu cabelo. 

– Quando você soube?

 Eu sorrio.

– A primeira vez que me deixou meter em você sem camisinha.

 Ela puxa meu cabelo. Com força. 

– Ai! Céus!

Sua voz soa irritada, como a de uma mãe que acabou de pegar o filho roubando um biscoito proibido pela décima vez.

– Isso não soou nada romântico. 

-Você não acha?

Encontro forças para levantar minha cabeça e depois a afundo em seu mamilo duro de novo. Eu o chupo, provoco-o com meus dentes, antes de soltá-lo devagar com um estalo. 

– Porque eu acho que gozar em você é muito, muito romântico.

Quando começo a dar o mesmo tratamento para a outra beleza, ela ofega:

– Este é um bom argumento.

Eu sorrio.

– Todos são, querida.

Ao deitar minha cabeça outra vez, arrasto a ponta do meu dedo por seu  braço, fascinado pelos arrepios que surgem ao fazer isso. 

– Não vai me perguntar quando eu soube? – questiona.

– Quando você soube o quê?

Luna se vira para ficar de bruços. Seu cabelo balança nos ombros, alcançando minhas costelas. Roçando-as como uma pena. É excitante. Sensual. E do nada, estou pronto mais uma vez. 

Edward Cullen que pegue sua marca de heroína e tenha uma overdose com  ela. Luna é minha marca particular de Viagra. 

– Quando soube que estava apaixonada por você.

Já percebeu que luna não disse nenhum “eu te amo” para mim? Eu, com  certeza, reparei. Mas, como disse, tento não colocar muita fé em palavras. Ações Dizem muito mais. E cada movimento que luna faz me diz que sentimos o mesmo. Ainda assim, estou um pouco curioso. 

– Quando?

Ela se inclina para frente e beija meus olhos… minhas bochechas… e  depois a ponta do meu nariz, antes de dar um beijo doce em meus lábios. Depois recua. 

– Você se lembra daquele dia em meu escritório? Depois que sebastian e eu  terminamos, e eu estava chorando? 

Eu aceno.

– Eu deveria ter ficado muito mal, fiquei, por um tempo. Mas depois você  apareceu e me abraçou. E eu não queria te largar nunca mais. Parecia que tudo que sempre precisei, tudo o que sempre quis, estava parado na minha frente. E foi quando soube que, de algum modo, você tinha me dominado, e estava completamente apaixonada por você – ela ri. – Eu estava tão assustada… 

Acredito nisso.

– … porque nunca, em um milhão de anos, pensei que você pudesse sentir o  mesmo. 

Passo meu polegar em seu lindo lábio inferior.

– Eu já sentia, luna. Apenas não sabia ainda.

Ela sorri e encosta a cabeça no travesseiro. Sua voz é suave e sincera.

– Sim. Você é um idiota às vezes.

Foi isso que pensou que ela fosse dizer? Eu também não.

– Como assim?

Ela ergue uma sobrancelha, sentindo-se convencida.

– Só estou falando que, se você olhar nosso histórico…

Antes de ela conseguir terminar, prendo-a embaixo de mim, de costas para  o meu peito. 

– Que jeito agressivo de falar, luna.

Meus dedos viajam por suas costelas devagar. De maneira atormentadora. Ela começa a se contorcer e sua bunda se esfrega em meu pau. Está gostoso. 

– Retire o que disse.

– Não.

Meus dedos se movimentam suaves e rápidos sobre ela. Fazendo cócegas  nela sem compaixão. 

– Diga: “Matteo balsano é um deus. Um deus brilhante e genial”.

Ela tenta resistir e ri alto:

– Matteo!  Pare! Pare!

Eu não paro.

– Me peça gentilmente e talvez eu pare. Me implore por isso.

Ela ri, ao gritar:

– Nunca!

Você sabe o que dizem sobre o nunca, não é?  Ah sim. Isso será divertido.

    (....)

Ela implorou.

Você duvidou disso? Depois, ela ficou por cima de mim e era eu quem  estava implorando. 

Agora estou deitado com minha cabeça nos pés de luna, massageando-os. Sua cabeça está em minha coxa. Quer saber como terminamos nesta posição? Não, vou deixar você imaginar. 

– Então, o que a Ámbar te disse? – pergunto.

– Quê?

Dobro meu cotovelo e apoio a cabeça em minha mão para que possa ver o  rosto de luna.  Ela parece exausta. Acabada. Usada sem dó. Ela fica muito bem  com esta aparência. 

– Naquele dia, no seu escritório, antes de você aceitar sair comigo. Você parecia diferente. Mais… receptiva. Ela te ameaçou?

Ela sorri sonolenta e abre os olhos de repente.

– Não, sem ameaças. Ela me disse para pensar como a profissional que sou.Para te analisar como um empreendimento arriscado. Que todo investimento tem seus riscos, mas tenho que ponderá-los contra o lucro. Ela disse que, com base na sua mais recente performance, você é um risco que vale a pena ser tomado.

Boa estratégia. Devia ter pensado nisso.

– Devia lhe mandar flores.

Suas mãos esfregam minha coxa.

– Mas não foi isso que me convenceu a te dar outra chance.

Fico em dúvida.

– Não?

– Claro que não.

– Então o que foi?

Ela se vira até ficar com a cabeça em meu peito, sem um espaço para respirar entre nós.

– valentina. 

– Como ela conseguiu isso?

– Ela me contou uma história sobre o dia que você a levou ao Central Park, no verão passado. E um menino jogou areia nela. 

Lembro-me daquele dia. Quase ofereci  cem reais para um menino  de seis anos dar um chute naquele pequeno canalha. 

– Então ele chegou perto dela e pediu desculpas. Mas não tinha certeza se  ainda queria brincar com ele de novo. Aí ela disse que você falou que às vezes os meninos são uns bobos. E, muitas vezes, fazem besteira. Então, de vez em  quando, ela deveria ter dó deles. E, caso eles pedissem desculpas, ela deveria lhes dar uma segunda chance. Não uma terceira ou uma quarta… mas que todo mundo merece uma segunda chance – ela pausa e ri. – Também disse que se ele fizesse isso outra vez, ela devia dar um chute no saco dele. 

Todas as meninas deviam saber se defender. Um chute bem direcionado  sempre dá certo. É um pouco impressionante, não acha? Se não fosse pela minha sobrinha perfeita, talvez não estivéssemos aqui agora. 

– Acho que eu devia comprar dois pôneis para ela.

Luna sorri. Seus olhos me encaram daquele jeito que agora não vivo sem. Como se eu fosse tudo para ela. 

– Você não tem senso de autopreservação, não é?

Balanço a cabeça.

– Não, não neste momento. Estou muito focado em… fornicação.

Ela coloca os joelhos ao redor do meu quadril.

– Vou te fazer muito feliz, Matteo balsano. 

Meus braços a apertam.

– Você já me faz. Depois disso? O paraíso será uma grande decepção.

Abaixo minha cabeça e a beijo. Está molhado, devagar e maravilhoso. E ela  está me beijando também. Como se não quisesse nunca mais parar. E quer saber  de uma coisa? Isso funciona muito bem para mim.

       (...)

Então aí está. Obrigado por ter participado da minha jornada. Mas agora  você deveria ir embora. Pare de viver imitando a minha vida sexual. Pois, lembra quando eu disse que todos os caras conversam com seus amigos sobre sexo? Bem, nós conversamos. 

Mas nenhum cara conversa com os amigos sobre o sexo com a namorada. Nunca. Você acha mesmo que quero alguém se masturbando pensando no que luna me deixa fazer nela? Ou com o que ela faz para mim? De maneira alguma. Então, é aqui que você parte. Não da maneira fantástica como irei, claro, sinto muito. 

Ainda assim… depois de todos os indicadores que te dei, acho que lhe devo  algumas palavras finais de sabedoria. Uma lição. Algo significativo. Então, vamos lá: 

Nunca suponha nada. Mesmo que ache que sabe tudo. Mesmo que tenha  certeza de que está com a razão. Confirme antes. Aquele clichê ridículo sobre supor? Está corretíssimo. E se você não tomar cuidado, pode terminar lhe custando a melhor coisa que pode acontecer. E também não fique muito confortável. Arrisque-se. Não fique com medo de cair. Mesmo que esteja feliz. Mesmo que ache que a vida está perfeita pra caralho. 

Porque eu tinha uma vida antes. Uma vida que eu amava. Era consistente. Divertida. Era confiável. Segura. 

E aí, em uma noite, uma linda garota morena apareceu e estragou tudo. Agora minha vida está uma bagunça. De um jeito bom. Uma enorme e imprevisível rede de confusões e reconciliações. Frustração e ternura. Aborrecimento e afeto. Desejo e amor. 

Mas está tudo bem. Desde que luna valente esteja nessa rede comigo.

Afinal, não consigo imaginar porra nenhuma que seja melhor do que isso.


Notas Finais


Ahhh chegamos ao final espero que tenham gostado da jornada de " Matteo balsano" bom..eu vou fazer a segunda temporada e gostaria de saber oque vocês acharam dessa história ....bjs ♡♡ Até mais.


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