História Através de suas Mentiras - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Deadpool, Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Frigga, Heimdall, Jane Foster, Lady Sif, Loki, Natasha Romanoff, Odin, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Steve Rogers, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Exibições 18
Palavras 2.799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Faz um belo de um tempo que não posto nada... isso se deu ao fato que me desanimei com social uns tempo pra cá. Mas agora estou de volta e irei focar apenas no social, a fanfic já tem até o capítulo 7 ou oito pronto, não lembro agora. Muita coisa irá se desenrolar, claro que mais pra frente colocarei os acontecimentos do filme na fanfic, mas não sei quando os outros personagens irão aparecer, pois preciso desenrolar a história do Loki e Sigyn. Esse capítulo as coisas começaram a esquentar, quem leu um pouco da mitologia nórdica irá sacar o que irá acontecer nos próximos capitulos.
Espero que tenha pessoas interessadas nessa fanfic ainda.
O que acharam da capa nova? (provavelmente vou postar mais tarde)
texto em itálico é pensamento.

Boa leitura a todos! :)

Capítulo 3 - Capítulo III


Fanfic / Fanfiction Através de suas Mentiras - Capítulo 3 - Capítulo III

Loki pov'on

Eu queria gritar, berrar como um animal selvagem, mas eu não conseguia. Minha boca ardia como tivesse brasa encostando nela, minha visão estava turva... Eu não enxergo nada além de borrões sem nexos.

O local que eu estava não era nada parecido com a cela, as paredes eram num tom branco sem vida, possuía um divã dourado e detalhes em ouro em uma parede. Via os borrões se mexendo e aproximando cada vez mais do meu corpo, outros tocavam outros e passavam de um lado para outro.

Agora os borrões viraram vultos, eu ouço vozes aleatórias, tento entender o que elas dizem. Mas me arrependo ao fazer, minha cabeça doeu como se fosse explodir.

Por que tudo está tão frio?

— Loki...

Virei-me na mesma direção que ouvir a voz me chamar, apertei os olhos para enxergar, porém apenas vi mais um borrão. Fechei os olhos apreciando algo macio toque em minha bochecha esquerda, como era bom sentir esse calor.

— Loki... aguente firme... — Disse a voz gentil. — Não se entregue... estou com você.

Tentei sorrir ao ouvir aquilo, porém uma dor agonizante impediu. Quem é sã consciência me diria isso?... sinto meu corpo tão leve, o calor em minha bochecha me deixou aos poucos e o frio voltou novamente para o meu corpo.

— Rápido! Estamos o perdendo!

Os vultos ficaram mais rápido, os membros superiores e inferiores foram envoltos por algo muito quente, fiz força para me levantar, mas algo me empurrou de volta. Franzi a testa confuso, voltei a repetir o mesmo gesto e fui empurrado de volta.

Me soltem! Me largue! — Tentei falar e minha boca não se mexia.

— Loki seja for... te.

Ao escutar o pedido da voz, meu corpo foi tomado por um a dor indescritível, me contorci por inteiro e ela continuou aumentando cada vez mais, parecia que estavam arrancando a minha alma, pedaço por pedaço. As lágrimas cobriram o meu rosto, meus pulsos ardiam e meus tornozelos também.

— E-ele está se transformando... — Falou a voz trêmula.

— Esqueça isso e se concentra! — Ordenou uma outra voz. — Agora vocês duas, usem o encanamento de cura.

Eu não entendia por que estava sentido essa dor e do por que dessas vozes estarem falando em encantamentos de cura.

Oh, não o frio voltou de novo...

Aos poucos senti os meus pulsos se soltarem e dor sumir, mas o frio só aumentou ainda mais.

— Loki estou aqui... acalme-se querido, eu estou aqui.

Olhei para lado, fitei o rosto jovem e gentil me olhando zelosamente; os fios dourados emolduravam perfeitamente o seu belo rosto, o sorriso era o mais sincero que já vi e eu o conhecia muito bem a dona desse sorriso.

— Mã...e... — Chamei baixinho. — É você?

— Sou eu meu filho, estou aqui.

Frigga sorriu de novo, ela pegou minha mão e beijou. Minha pele azulada contrastava com o tom suave da sua, fiquei receoso com o toque. Eu não quero que ela me veja assim, como um monstro.

— Mãe... por... f-favor não me toque, eu... não que-ero machuca-la. — Puxei suavemente a minha mão da dela.

— Loki...

Ela tentou me tocar, mas me afastei um pouco.

— NÃO ME TO...

A frase morreu no mesmo instante que senti o gosto metálico do sangue em minha boca e ardência nos lábios, passei os dedos sobre o local e levei para altura dos meus olhos.

Sangue? Por que estou ferido? Não me lembro de nenhuma batalha.

— Não fale muito, querido. Os machucados ainda estão abertos. — Frigga sorriu novamente.

— Machu...

Os dedos macios de minha mãe calaram-me no mesmo instante, uma luz esverdeada começou a emanar de sua mão.

— Senhora, esse é nosso trabalho por favor...

Uma serva muito bem vestida tentou tirar a mão de Frigga da minha boca, mas minha mãe negou com a cabeça. Encarei a moça loira, e rir baixinho com a expressão de medo dela ao me ver à olhando.

— Eu faço questão de curar o meu filho.

— Mas o senhor Odin...

— Não se preocupe, ele não irá dizer nada e nem fará nada com você.

A serva relaxou um pouco os ombros, era nítido o medo que ela sentia do poderoso Odin. Em toda minha vida nunca conheci alguém que não o temesse de forma tão cômica, a sua fama de cruel não passa de mais um título dado apenas para amedrontar os súditos. De cruel esse rei de araque não tem nada.

O som de passos vindo para perto chamou minha atenção, um cheiro de lavanda embrulhou o meu estômago, Frigga percebeu pela minha expressão o meu desconforto. Aos poucos os passos foram parando, dentro do meu campo de visão vi uma moça ruiva com um sorriso doce e um olhar gentil, ela usava uma tiara de prata presa na testa. Ela é mais uma aluna fiel a Frigga, por um momento ela me encarou, mas logo tratou de olhar para lado. Que garotinha mais patética.

— Sigyn como está, o que veio fazer aqui? — Perguntou Frigga.

Sigyn? Esse é nome da filha de Forseti, pensei que ela tivesse a minha idade e se tornado uma feiticeira de Asgard como as outras. Devo está me confundido com outra pessoa, com toda certeza essa garotinha não é filha do temido general Forseti, ele nunca criaria a filha para ser uma sonsa.

— Ver como o senhor Loki está, alteza. — Ela respondeu baixinho. — E-ele não está mais com a boca costurada.

A ruiva olhou para mim como se fosse um débil mental, ela tocou na minha testa sem minha permissão e suspirou aliviada. Ela fixou os olhos nos meus, suas mãos ficaram geladas e seu sorriso morreu nos lábios. Rir com a sua expressão de temor, acho que ela nunca ficou tão próximo de um Jotun.

— A sua febre se foi, Lord Loki... desculpe por toca-lo de forma tão íntima, não era minha intenção. — Ela retirou rapidamente a mão e fez uma reverência apressada. — Por favor me perdoe.

Frigga tinha acabado o encantamento de cura, a rainha ficou observando o nervosismo daquela garota e riu baixinho. Ela a chamou para perto dela, acariciou os filhos vermelhos e a fitou terna.

— Tudo bem criança, não precisa se desculpar. Loki não se ofendeu.

— Quem disse que não? Não me recordo de ter deixado essa serviçal me tocar. — Digo irritado.

— Loki! Sigyn não é uma serviçal, ela é minha aluna e mesmo que fosse uma serviçal isso não dá o direito de você trata-la de forma desrespeitosa! — Repreendeu Frigga. — Sigyn, posso te pedir um favor?

A garota balançou a cabeça dizendo que sim e sorriu.

— Ótimo, poderia olhar o Loki para mim, por favor? Eu preciso falar com o meu marido alguns assuntos pendentes. Eu volto em algumas horas.

O sorriso desmanchou quase de imediato nos lábios da ruiva, ela balançou cabeça concordando.

— Comporte-se, Loki, trate a Sigyn bem.

Revirei os olhos, mas Frigga ficou me olhando como se esperasse alguma afirmação minha.

— Eu prometo que vou tratar a serviçal bem, vossa majestade. — Digo num tom debochado. — Feliz?

Frigga beijou minha testa antes de se afastar junto com as curandeiras, a serviçal ficou me olhando feito uma idiota. Arqueei uma das sobrancelhas para ela, e a serviçal olhou para o lado nervosa e começou a passar a mão pelo cabelo.

— Algo a lhe incomoda, serviçal? — Questiono sem paciência. — Olhe para mim quando estiver falando com você!

A serva deu um pulo de susto e me olhou temerosa, ela abriu a boca para falar no entanto voltou a fecha-la.

— Me responda, odeio que fiquem calados me olhando! — Ordenei furioso.

— Des-culpe Lord, não era minha intenção irrita-lo. — Ela fez uma reverência.

— Melhor assim, agora me diga...? — Parei de falar tentando lembrar o seu nome.

— Sigyn.

— Agora me diga Sigyn, a quanto tempo és serva do palácio? Eu a nunca a vi por aqui.

— Eu não sou serva, Lord. Sou aprendiz de magia da senhora Frigga, acho que o senhor não está lembrado de mim. — Explicou a ruiva.

Forcei para lembrar de algum rosto familiar que a lembrasse na minha infância, porém nada vinha.

— Sou filha de Forseti, Sigyn Gerechtigkeit. Não lembras de mim?

Fiquei por um tempo refletindo no que disse, ela não se parecia nada com a herdeira que imaginei de Forseti, esperava uma valquíria de armadura e não uma garota que se borra só de me ver a olhando. Forseti a criou muito mal, ele fracassou em deixar que sua filha se tornasse isso. Uma mulher fraca.

— Claro, um rosto como seu nunca esqueceria. — Fingir recordar.

— Não precisa mentir para mim, Lord. Estou acostumada a passar despercebida pelas pessoas. — Sigyn sorriu triste. — Mas esqueça isso, não vi para falar sobre mim e sim da sua saúde.

— O que fez pensar que a ouviria falar as baboseiras de sua vida patética? Tenho coisas mais importantes para fazer.

Ela olhou desconcertada para mim, sua expressão ficou neutra. Sigyn pegou o pano ao lado da minha cabeceira deixado pelas mulheres e se aproximou com ele.

— Posso limpar as feridas?

Afirmei com a cabeça.

A serviçal se ajoelhou ao lado da minha cama, afastou o lençol que cobria o meu torso e começou a passar o pano sobre as escoriações, o seu toque era suave e delicado. Ela me tocava como se fosse um cristal de vidro prestes a se quebrar, a serva se levantou e foi até o criado mudo ao meu lado que tinha uma bacia de porcelana e uma jarra de Ouro, líquido contido foi despejado no recipiente, ela mergulhou o pano na água e depois o torceu e retornou para a posição de antes.

— Lord Loki, eu preciso muito de sua ajuda...

Sigyn passou o pano pela lateral do meu corpo, ela tremia sem para como se fosse feita de... Com era mesmo que os midgardianos dizem? Ah, lembrei! Tremia feito uma gelatina.

— Seja breve, não tenho o dia todo.

— Preciso que o Lord fale com a deusa Hela...

Olhei para ela curioso, o que uma mulher feito ela quer com a rainha do submundo.

— Desculpe-me, mas não possuo contato com Hela. Se quiser fala com ela vá para o submundo, mas lhe garanto, você não sairá viva de lá. — Aviso para serva.

— Tudo bem, e-eu... ah, desculpe por ter lhe incomodado.

— Tu queres trazer alguém a vida?

Sigyn limita-se a concordar com a cabeça.

— Não sei quem queres trazer de volta, mas esqueça essa ideia tola. Hela não traz ninguém a vida sem nada em troca, e uma pessoa como você não tem nada que ela precise ou deseja.

— Mas...

— Mas nada, não haja feito uma tola! Deixe os mortos com os mortos. Se alguém morreu era por que estava no seu destino, não vá para Hel achando que Hela irá trazer o que você quer, beijar o seu rosto e desejar felicidade.

Hela não perderá a oportunidade de arranca o mais precioso para ela, a sua alma. — Falo severo para tirar essa ideia idiota daquela desmiolada.

A ruiva parou de limpar os machucados e apertou o pano com força, senti algo molhado cair sobre o minha pele e escorrer até o lençol.

— Algo está errado?

Ela nega, porém sinto de novo a mesma sensação de molhado caindo, dessa vez mais rápido e maior quantidade. Puxo o seu rosto para cima, ela estava com o nariz vermelho e as bochechas molhadas, seu olhar era de dor.

— Por que choras, serviçal? Disse algo que lhe magoou?

— Não.. — Sua voz saiu rouca e trêmula. — Perdoe-me por molha-lo com as minhas lágrimas.

As lágrimas caíram sobre minha mão, continuei encarando esperando que disse algo mais.

— Não minta para mim, sabes com quem estás falando. Agora me diga, qual é o motivo do seu choro?

— Eu queria apenas o que eu perdi de volta, nada mais do que isso... — Ela engasgou com o choro. — Eu sinto tanta falta dele...

Ela se afastou um pouco de mim, Sigyn limpou o rosto molhado com a manga do vestido que usava e encarou o piso branco. Sigyn tentava parar de chorar, porém as lágrimas ainda insistiam em cair em seu rosto.

— Ele se foi aceite.

— Aceitar? Aceitar que você matou o meu pai e meu noivo? — O tom de sua voz ficou mais grave e rancoroso. — Eu tenho que aceitar as mortes de milhares de soldados por causa de um capricho seu?! É Isso Lord?

Arregalo os olhos com lhe acabara de ouvir, não era possível que uma mera serva falara comigo nesse tom.

— Como ousa falar nesse tom comigo,eu sou Loki o Príncipe de Asgard!

Ela olhou para mim e começou a rir de maneira quase doentia.

— Nem príncipe tu és, não lhe devo nenhum respeito, alteza. — Ela disse debochada.

— Sua meretriz vulgar, eu lhe ensinarei a me respeitar.

A pego pelo pescoço com uma das mãos e aperto com força, a puxo violentamente para perto do meu rosto, assim a encarando. Ela segura no meu braço para afastar do seu pescoço, no entanto eu aperto com mais força. Nem um instante se quer ela desviou o olhar, continuou olhar-me como visse minha alma.

— És muito corajosa para olhar-me diretamente nos olhos, será uma pena arrancar esses belos olhos.

— Me solt... e!

Gargalhei com o pedido desesperado daquela serviçal.

— Lady Sigyn!

Uma Valquíria entrou dentro do quarto as pressas segurando sua espada, a guerreira puxou a serva para longe de mim e pôs atrás do seu corpo. Sigyn olhou assustada para guerreira.

— O que faz aqui sozinha com esse homem?

O olhar fulminante da Valquíria fez a pobre garota se encolher de medo, a espada de prata estava apontada para mim. Sigyn tentou dizer que estava bem, mas a guerreira a ignorou, andou para mais perto da minha cama e colocou a espada no meu pescoço.

— O que você achas que estava fazendo?

Afastei a lâmina do meu pescoço com o dedo indicador, dedilhei a lâmina olhando diretamente para a Valquíria.

— Estava apenas dando uma lição nessa serviçal imprudente.

— Sigyn não é uma serva, jotun! — Rosnou a guerreira.

— Não lhe perguntei nada, Valquíria.

Loki pov'off

Sigyn Pov'on

 

Arrastei Brenda para fora da prisão mágica antes que ela decapitasse Loki, ela tremia de raiva.

— Lady, permita arranca a cabeça desse verme! — Brenda apertou a espada rangendo o Cabo de couro.

Loki estava nos olhando do outro do campo mágico da cela, o seu olhar debochado e o sorriso descarado o fazia uma figura bastante integrante. As feridas ainda estavam em carne viva, o sangue seco preso a sua pele agora branca formavam desenhos.

— O que uma mera valquíria irá fazer comigo?... Eu sou príncipe de Asgard, você deve respeito a mim, serviçal!

Brenda se me empurrou para o lado, atravessou o campo mágico e foi para cima do príncipe, a sua espada reluzia com o a luz mágica das lanternas na sala, o barulho da lâmina cortando ar fez o Lord desviar para o lado oposto e segurar o braço da minha guarda-costas do lado contrário. Ele começou a movimentar os dedos até que uma energia esverdeada surgisse, Loki estava conjurando um feitiço do sono. Assim aos poucos o corpo da valquíria escorregou até tocar o chão branco.

O braço direito ficou jogado para esquerda, e o esquerdo caiu na altura da cabeça por cima da cascata dourada dos seus cabelos.

— Retire-a daqui, não quero vê-la nem um passo da minha cela.

Loki passou os dedos esverdeados na cela, mas o campo de imediato repeliu o seu toque, ele fez uma careta de dor pelo machucado recém-feito em seus dedos.

— Interessante, isso repele minha magia... Serviçal, não me ouviu? Eu mandei retirá-la da minha cela!

Entrei dentro do campo mágico para retirar Brenda de dentro da cela, eu arrastei com dificuldade o corpo da guerreira para fora, segurei-a pelos ombros e continuei arrastar até área dos guardas.

— Lady Sigyn, o que ouve com Brenda?

Uns dos guardas veio correndo para perto de mim e de minha guarda-costas, de imediato o guarda segurou Brenda em seus braços. Ele verificou os sinais vitais da valquíria, a expressão no seu rosto ficou mais amena.

— Foi Loki que fez isso.

O guarda não perguntou, mas afirmou com todas as letras.

— Salo, por favor... Não vá para dentro daquela sala. — Pedi temerosa. — Tu sabes muito bem que o Pai de todos proibiu qualquer agressão ao Loki. Lembras o que aconteceu com os torturadores?

Salo pareceu pensar em minhas palavras.

O guarda saiu do seu posto para me ajudar a levar Brenda a sala de cura do castelo, as prisões mágicas possuíam um ambiente menos intimidador do que os calabouços subterrâneos, em vez de tochas na parede eram orbes mágicos flutuantes no alto das paredes; os guardas não eram tão assustadores, suas expressões eram mais simpáticas. O silêncio do longo corredor branco incomoda-me de alguma forma, nem o som das botas metálicas do guarda eram o suficiente para quebrar o silêncio. E mais uma fez meus pensamentos vagaram para o rosto do príncipe.

 



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