História Através dos seus olhos - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin & Ally, Laura Marano, Originais, R5
Exibições 57
Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigada por cada comentário Deus abençoe

Capítulo 11 - Capítulo 11- For a brief moment


Fanfic / Fanfiction Através dos seus olhos - Capítulo 11 - Capítulo 11- For a brief moment

Você nunca sabe quando algo inacreditável vai acontecer com você, o primeiro beijo deveria ser um marco na vida de qualquer um, mas nem sempre é assim, as vezes é só um beijo, e talvez para Ross e Laura tivesse sido assim, só para que aquele dia fosse mais especial, apenas pelo simples motivo para que naquele dia nunca se apagasse na memória.

– Comida detestável 

Laura perguntou a Ross, estavam no Central Park, nem passava por lá por lembrar sempre da mãe, entretanto se a missão de Laura fosse que ele olhasse para o mundo como recomeço, ela veria

– Acho que brócolis. -Ele a respondeu, ela estava deitada em seu peito, estavam na grama, todo aquele receio de se encostarem simplesmente sumiu. -Mas e você o que não gosta ? 

– Ross se eu te dizer não vai me odiar ? 

– Acho que não 

– O...seu perfume...é...não gosto dele. 

Tentava conter o riso, Laura infelizmente não teve o prazer de ver a sua cara de chocado

– O que? Como ? 

Não conseguia conter acreditar, queria rir de Laura, mas estava pasmo

– Ross ele incrivelmente ruim, por que acha que sempre que chega Alpha tampa o nariz? 

A garota tentava não rir, mas era impossível

– Não é não, eu comprei tem cinco...droga 

– Tem cinco anos que comprou ? A Deus! Ross ! 

– Por que não me contou antes ? 

– Porque se dissesse antes, poderia desistir de mim 

– Acho que era mais fácil você me deixar, sou o cara do perfume ruim. 

Ele a puxou para próximo outra vez, o suficiente para abraça-la 

– É isso é verdade, mas eu sou cega então você se deu bem ? 

– Como assim me dei bem ? 

– Bom, se você fosse feio, que eu sei que não é, eu não posso ver, mas se eu for feia... 

– Você está longe de ser feia, se quer saber você é “mô gata “, esses cabelos pretos, bochechas rosadas e olhos azuis. 

– Fofo, mas saiba que meus olhos não são azuis 

– Não? 

– Não, são castanhos, mas com o tempo eles começaram a clarear. 

– Estava me enganando esse tempo todo, porém como sabe que eu sou bonito? 

– Tenho os meus contatos Shor, tipo minha mãe e a Kaylie 

– E o que te disseram sobre mim ? 

– Muitas, você é loiro, olhos verdes, alto, um pouco metido, mas bonitinho. 

– Elas tem razão. 

Sem planejar, ele a beijou outra vez no início se assustou, mas depois de deixou levar por aquele beijo que em sua opinião está muito bom

– Gosto de surpresas. 

Ela falou depois de recuperar o ar.

– Eu também. -Deu-lhe um selinho e voltou ao início, abraçados, ficaram em silêncio por um longo tempo. – Ei Lau o que foi ? 

– Sabe que ouvir falar em bem diferente de viver? 

– Oi ? 

– Esquece, em só uns pensamentos. 

– Do que tem medo ? 

– Quem sente aqui sou eu, não lembra? 

Disse na tentativa falha de desviar o assunto 

– O que te faz ter medo ? 

– Tudo Ross, você ser bom demais... 

– Vem cá. -Ele pegou suas mãos e colocou em seu resto. -Esse é o meu rosto. -As mãos pegavam cada milímetro de seu rosto. – Disse que consegue sentir, não precisa me ver Laura, só sentir.- Ela buscava cada canto de seu rosto .-.Eu gosto de você e só vou sair de sua vida se você quiser. 

– Tudo bem senhor perfume ruim.  

– Vamos para minha casa? 

– Não, quero voltar, quero ver Alpha. 

– Tudo bem, Laura não se afasta de novo, por favor. 

Se pôs nas pontas dos pés para dar um beijo na bochecha e dar certeza que não o abandonaria

– Gosto de você Dr. 



Depois do passeio com ela, foi para o hospital, com aquele novo sorriso bobo, olhos brilhantes e bom humor que nem as piores tristezas tirariam.

– Ross onde você estava ? 

Rydel o puxou pelo braço, não entendia, mas não questionou.

– Oi Rydel ! Tudo bem com você? 

Perguntou assim que deu um tempo

– Oi Ross, belo dia Ross, como você está Ross? Seu pai quer te ver agora! 

Sabe aquele lindo sorriso que mencionei? Sumiu, assim que ouviu a palavra pai

– Meu pai ? Quer dizer o Dr. Lynch? 

– É, o único 

– Sabe o que ele quer ? 

– Ainda não, mas vai lá. 

Por que medo de ver o pai? Ele é o seu pai, entretanto olhando pelos olhos pelos seus olhos, não era apenas o cara que o criou era seu patrão, além de tudo Dr. Lynch tinha ganhado o posto de seu coração mais obscuro.

– Licença, queria falar comigo ? 

Estava de cabeça baixa, sem olhar para o pai.

– Sim, sente-se aqui. -O loiro seguiu as ordens e permaneceu da maneira que estava. -Eu estive pensando, o Dr. Michael vai aposentar e só tem o Riker como neurocirurgião e mesmo não achando a hora, Dr. Shor você está de volta ao hospital. 

Aquele semblante feliz voltou, tão surpreendente notícia, queria soltar fogos de artifício, estava feliz, seu gélido coração havia se preenchido pela felicidade de poder voltar a trabalhar

– É sério? 

– Claro, parabéns você... 

Sabe se lança porque ele pulou em seu pescoço e deu um abraço, fazia anos que isso não acontecia, talvez Mia tivesse olhando e rindo.

– Obrigado pai...quer dizer Dr. Lynch. 

– De nada Ross, só faz seu trabalho. 

– Pode deixar 

Tamanha alegria não cabia dentro de si, sorria, queria fazer loucuras, mas a primeira coisa que fez foi ligar para ela.

– Alô Laura? É o Ross 

– Oi Ross, tudo bem ? 

– Melhor impossível, sei que nos vemos faz pouco tempo 

– Cinco horas para ser exata. 

– É que eu recebi uma grande notícia e queria comemorar com você 

– Tá ok me pega as 20:00 

– Até mais. 

Ao desligar o celular deu de cara com todos seus amigos em volta, apreensivos por ele.

– Oi. 

Disse fazendo um sorriso triste 

– E aí? O que ele disse ? 

– Bem, ele disse que...voltei! Voltei para o hospital. 

– Sério ?! Parabéns 

Juntaram ao abraço coletivo e compartilharam a alegria.

– Vamos comemorar! 

– Desculpa gente eu vou sair com uma garota 

– Uau ! Quem é ela? 

– Laura vocês não conhecem 

– Sua paciente? Isso não é errado?

– Sim e não, Laura não é minha paciente 

– Se você diz, mas o que tem irmos juntos ? 

– Não quero que ela se assuste 

– Nem vem somos perfeitamente normais. 

– Então ok. Gente posso perguntar algo ? Meu perfume é ruim? 

– Bom...talvez.. 

– Ele é horrível amigo. 

– Obrigado pela sinceridade Riker .Por que nunca me disseram? 

– Não queríamos te magoar 

– E me deixar sair fedendo é bom desde quando? 

– Perdão. 

– Vocês são loucos. 

– Falou o normal. 

– Os vejo mais tarde. 


Quer uma verdade ? As vezes tudo que precisa é esperar, não vai ser bom o tempo todo, porém se você pensar que cada momento ruim tem chance de se tornar outro maravilhoso, sempre dê oportunidade de olhar além da tempestade, afinal tudo vai ficar bem. A vida estava boa, estavam juntos, seus amigos e garota que até então era a certa. Naquele momento em que ria abraçado a Laura, de vez em quando um selinho, aquelas gargalhadas que preenchiam todo ambiente sei lá nem que por breves minutos as coisas pareciam ter seu sentido, Deus parecia ter dado atenção a ele...mas só por um breve momento  



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