História Através dos seus olhos - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin & Ally, Laura Marano, Originais, R5
Exibições 81
Palavras 1.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 7-Sometimes it lasts in love


Fanfic / Fanfiction Através dos seus olhos - Capítulo 7 - Capítulo 7-Sometimes it lasts in love

Sentado na última mesa da cantina do hospital o único  barulho das risadas de Ross e Laura, ela ainda não tomará coragem para contar o porque de seu afastamento e ele também não estava tão ansioso pra saber a verdade já que as vezes poderia ser dura de mais para aguentar. 

   -Ok, deixa eu ver se eu entendi, Kylie  falou que você não passa de um médico mentido e loiro oxigenado ?

  -É isso aí 

  -Você então é loiro Dr. Ross 

  -Sim, mas não oxigenado .

Riram mais uma vez, poderiam ficar assim por horas, apenas rindo e fazendo bem um para o outro. 

  Dizem que a falta da verdade é a principal causa do amor não existir, era cedo demais para se dizer que Ross é uma pessoa confiável, seu coração dizia que poderia dizer sobre seu passado, porém a razão impedia de fazer isso. 

  -Então já voltou a trabalhar? 

Ela perguntou afastando esses pensamentos .

  -Não, quem me dera.

  -Fica tranquilo daqui a pouco estará no seu consultório. 

  -É. 

 Simplesmente não tirava os olhos de cima dela, tinha medo de falar qualquer coisa e ela se afastar.

  -Minha mãe me disse que o Central Park é aqui perto é mesmo ?

A morena disse puxando assunto já que o mesmo não dizia uma h.

  -Sim, acho que uns três quarteirões daqui .

  -Sabe eu amava ir lá quando tinha algum problema, mas desde que você sabe, não fui mais .

  -Sinto muito.- Quisera Laura que Ross não fosse tão distraído, em um termo mais xulo, lerdo, algo o ajudou a perceber o que estava bastante nítido.- Sabe...se sua mãe deixar...eu poderia...sabe eu poderia...te levar lá. 

 -Ross não sei se você sabe mais já sou maior de idade posso ir sem a autorização da minha mãe. 

 Ela disse com um sorriso cativo tirando o maior dele .

  -Então vamos? 

  -Não eu tenho que avisar minha mãe. 

 A mão suava ao lado de Laura, ao levá-la até Liza a situação só piorou. A mãe permitiu que fosse, apesar de seu coração na mão, ela ficou feliz de vê-la saindo com outra pessoa que não fosse ela ou o marido. 

   Até o Central Park não é muito longe, em menos de dez minutos estavam dentro do local,  Ross nem precisou avisar que estavam no parque, ela sabia, estranhamente ela sabia que acabará de pisar no Central.

   -Quer um sorvete? 

O loiro perguntou a ela, parecendo que vencia um grande obstáculo só para dizer essa frase. 

  -É, pode ser . 

  -Aqui o seu.

 

   -Então me conte sua história.

Ela disse andando com um sorvete em uma mão e com a guia na outra .

    -Como assim ?

Perguntou sem entender a pergunta nunca ninguém perguntou aquilo.

  -Sua história, pontos da sua vida, sabe o que te fez chegar aqui. Você tem 26 anos deve ter alguma coisa para contar .

 Riu dela e de seu incomum questionamento .

   -Bom eu nasci em Nova York, perdi minha mãe aos 14 anos, me formei há dois anos em neurocirurgia e trabalho no Peace Lynch que é o hospital do pai .

  -Seu pai é dono do hospital. 

  -É, mas não é grande coisa

 -Tem razão, seu pai só é dono dos maiores hospitais do estado. 

 -Se você acha. 

Ele disse incomodado com a fala dela. 

  -Não gosta do seu pai ?

  -Mais ou menos, a minha relação entre ele é um pouco complicada. 

  -Entendi.

  -E você? Me conte sua história.

  -Bom, eu também nasci aqui, minha vida era perfeitamente normal de uma adolescente, mas aos dezessete anos eu acabei ficando cega.

  -Como foi?  

  -Como foi o que? 

  -Que perdeu a visão.

Não sabia como dizer a Ross a verdade, se deveria falar a ele, uma paralisia tomou todo seu corpo, as palavras sumiram de sua boca .

  -Bom...

  -Se quiser falar não precisa . 

  -Tudo bem...

Droga Laura!

  -Já que você me fez uma pergunta estranha posso te fazer também? 

Ele perguntou se virando para ela 

  -Você prometeu que nunca iria me matar 

  -Fica tranquila .

  -Se continuar respirando tudo bem.

  -Ok, se pudesse repetir uma lembrança qual seria ?

  -Acho que a casa da minha avó, ela morava no interior e nas férias eu ia para lá, tinha um grande campo de trigo, me sentava no balanço e ouvia o vento bater no sino e fazer o único  barulho que se tinha lá. 

  -Uau parecia lindo .

   -Era bastante, e você? 

   -Aqui, quando era pequeno eu e minha mãe vinha para cá, fazíamos um piquenique e depois íamos andar de bicicleta por todo parque. 

   -Bem legal também, parece que nós dois tínhamos coisas importantes no passado 

   -Sim, parece que sim. 

 Como seria se o tempo fosse dominado por nós, faríamos das melhores horas, os melhores dias, e dos piores momentos apenas minutos indesejáveis, pela demora de ver alguém o curto espaço de horas, daquela pessoa chata a escolha de nunca mais a ver  e da alegria de ter alguém que se ama a eternidade  .  Uma semana desde o encontro no Central Park, queriam se ver e não demoraria muito. 

 Ross depois de tanto ouvir dos amigos resolveu sair com a namorada, porém deveria avisa-la encontrou ela com os lábios grudados a de outro homem, não havia palavras nem atitude que pudesse tirar o sentimento que invadiu seu coração. Pelo impulso e pelo ódio correu até eles e deu um soco na cara dele, e disse a ela :

  -Nunca mais olhe na minha cara. 

Correu até o carro em busca de paz, respirando fundo tentando buscar dentro dele algum resquício de calma, e se havia alguém que trazia sua tranquilidade era Laura Marano, pegou o celular para ver se conseguia falar com ela as 22:00 da noite.  

  -Alô Laura? 

  -Ross ?

  -Sim sou eu, pode sair com um cara traído ?

 - Acho que sim

 -Te pego daqui a pouco .

Deu um arrancada em seu carro e rumo a casa dos Marano, encontrou ela junto da mãe, junto dela parecia que sua raiva havia passado .

  -Boa noite.

  -Oi Ross 

  -Vamos ?

 -Não se acostumem com isso em ? Te quero em casa daqui a pouco. 

Liza disse a filha, mas sem tirar os olhos de Ross, deu um beijo no rosto da filha e foi embora junto ao loiro que a levou para um barzinho.

  -Quer me explicar o que aconteceu? 

  -Sim, mas o que quer beber ? 

  -Um suco está ótimo 

  -Você acreditaria se eu dissesse que  a minha namorada estava beijando outro cara? 

  Pensou antes de dizer qualquer coisa.

  -Bem, sinto muito Ross.

Ela disse segurando o riso

  -Você está rindo ?

  -Desculpa, é que seu tom de voz está muito engraçado queria muito ver sua cara. 

Ele riu de si mesmo, algo impossível, segurar o riso perto dela. 

  -Não tem graça, eu fui traído.

  -Você não gostava dela, disse isso semana passada 

  -Mas não queria ser traído né?! 

 -O que fez ?,

 -Dei um soco no rosto dele 

 -Ross !

 -O que? Você acha que não faria nada 

 -Ok. -Enquanto tomavam suas bebidas, Ross pode ouvir Laura cantar :- Old friend

Why are you so shy. It ain't like you to hold back 

-Você canta ? 

 -Não é que a música...não enche Ross! 

 -Ok desculpa, você quer dançar ?

 -Sério? 

 -É se você quiser 

Pegou a mão de Laura, e a acompanhou até o centro 

Never mind, I'll find someone like you.

 Laura deixou o nervosismo para trás quando deitou a cabeça em seu peito e sentiu aquele perfume horrível.

I wish nothing but the best for you, too

  Estava nervoso, mas sentia bem quando estavam juntos.

Don't forget me, I beg, I remember you said

  Suas mãos juntas, Ross sentia a cabeça dela em seu peito e escorou a sua na dela.

Sometimes it lasts in love

But sometimes it hurts instead

Sometimes it lasts in love

But sometimes it hurts instead, yeah

  Quando o refrão acabou olharam se, aqueles olhos verdes encontram os castanhos...

  

   

 

  

  



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